Guia de Referência


Red Hat Network Satellite 5.5

Red Hat Network Satellite

Edição 4

Red Hat Equipe de Documentação

Resumo

Bem vindo(a) ao Guia de Referência do RHN Satellite

Introdução ao Guia

Bem-vindo ao Guia de Referência do Red Hat Network Satellite 5.5. O Guia de Referência do RHN o guiará através do processo de registro de sistemas junto ao Red Hat Network e no uso de suas diversas funcionalidades.
Como o Red Hat Network oferece diversos níveis de serviços, do módulo de Atualização (Update) mais básico ao pacote Monitoramento (Monitoring) mais avançado, algumas partes deste guia talvez não sejam aplicáveis à você. Especialmente no site do RHN, o qual apresenta categorias, páginas e abas selecionadas, que dependem do nível de direitos de cada conta. Consulte o Capítulo 4, The Red Hat Network Website para saber o que está à sua disposição.
Dependendo da versão do Red Hat Enterprise Linux instalada e da adição de novos recursos, o Red Hat Network Registration Client e o Red Hat Update Agent podem diferir das descrições neste manual. Use o Red Hat Network para atualizar estas aplicações antes de consultar a última versão deste manual.
Todas as versões deste manual estão disponíveis nos formatos HTML e PDF no site http://www.redhat.com/docs/manuals/satellite/.
Para obter uma visão geral do que o RHN Satellite oferece, por favor, reveja as descrições nos sites https://www.redhat.com/systems_management/ and http://www.redhat.com/rhn/.

1. Mais por vir

O Guia de Referência do Red Hat Network está em constante crescimento, conforme o lançamento de novos recursos e planos de serviços do Red Hat Network. As versões HTML e PDF deste e de outros manuais estão disponíveis na seção Ajuda do site do RHN Satellite e em http://www.redhat.com/docs/manuals/satellite.

Nota

Apesar deste manual refletir as informações mais atualizadas, leia as Notas de Lançamento do RHN para informações que não estavam disponíveis antes de finalizarmos nossa documentação. As notas podem ser encontradas no site do RHN e em http://www.redhat.com/docs/manuals/satellite/.
A seguinte documentação do RHN foi traduzida para esta versão do RHN Satellite : Guia de Referência do RHN Satellite, Guia de Instalação do RHN Satellite, Guia de Configuração do RHN Client, Guia de Gerenciamento de Canal do RHN e Notas da Versão do RHN Satellite. A documentação traduzida está disponível no site http://www.redhat.com/docs/ sob Red Hat Network Satellite.

1.1. Envie-nos seu Feedback

Se você deseja fazer alguma sugestão sobre o Guia de Referência do Red Hat Network, por favor submeta um erro no Bugzilla: (http://bugzilla.redhat.com/bugzilla/) no componente Documentation_Reference_Guide (Produto: Red Hat Network Satellite, Versão: 520).

Capítulo 1. Visão Geral do Red Hat Network

O Red Hat Network é uma solução para administrar um sistema Red Hat Enterprise Linux ou uma rede de sistemas Red Hat Enterprise Linux. Todos os Alertas de Segurança, Alertas de Correções de Bugs e Alertas de Melhorias (coletivamente conhecidos como Alertas de Errata) ou então sua própria seleção personalizada pode ser baixada diretamente da Red Hat. Você pode até mesmo agendar atualizações para serem imediatamente entregues ao seu sistema assim que forem lançadas.
Estes são os principais componentes do Red Hat Network:
  • O Red Hat Update Agent (Agente de Atualização Red Hat)
  • o website do Red Hat Network, se estiver em acomodado pelos Servidores RHN centrais, um RHN Satellite ou alimentado através de um RHN Proxy Server.
  • o Red Hat Network Daemon
O Red Hat Update Agent (up2date) fornece sua conexão inicial ao Red Hat Network. O Red Hat Enterprise Linux 3 e sistemas operacionais mais novos usam o Red Hat Update Agent para registrar no RHN. O registro envolve criar um nome de usuário e senha únicos no RHN, detectar o hardware do seu sistema para criar um Perfil de Hardware (Hardware Profile) e detectar os pacotes de software instalados no seu sistema, a fim de criar um Perfil de Pacote (Package Profile). Estas informações são enviadas ao RHN, que retorna um System ID único para seu sistema. Após registrá-lo, o Red Hat Update Agent possibilita o registro no canal, instalações de pacotes e administração de Perfis de Sistemas.
O Red Hat Update Agent, como componente básico do RHN, é desenvolvido para administrar um único sistema. Permite ao super-usuário do sistema visualizar e aplicar as Erratas ao sistema. A interface web do RHN facilita o gerenciamento (management), o monitoramento e o provisionamento (provisioning) de uma grande escala de sistemas, incluindo a configuração do Red Hat Update Agent para cada sistema.
O Red Hat Network Daemon (rhnsd) roda em segundo plano como um serviço e busca notificações e atualizações no Red Hat Network em intervalos de tempo determinados . Este daemon é necessário para agendar atualizações ou outras ações através do site.
Red Hat Enterprise Linux 5 usa o aplicativo rhn_register documentado no Capítulo 2, O cliente rhn_register, enquanto Red Hat Enterprise Linux 3 e 4 possuem funcionalidade de registro embutido no Red Hat Update Agent.
O Red Hat Network permite que você escolha entre três módulos para determinar seu nível de serviço:
  • Update
  • Management
  • Provisioning

Nota

Para visualizar uma comparação dos níveis de serviço do RHN, consulte http://www.redhat.com/rhn/compare/.

1.1. O módulo Update

O serviço Update do RHN é ideal para um usuário com um sistema Red Hat Enterprise Linux ou um número pequeno de sistemas Red Hat Enterprise Linux. A Subscrição Atualizada (Updated Subscription) do Update pode ser adquirida no site https://www.redhat.com/apps/store/systems/.
Você recebe os seguintes serviços com cada subscrição do Update:
  • Downloads de Software — Para clientes que adquiriram subscrições do Red Hat Network, imagens ISO estão disponíveis para download imediato.
  • Acesso Prioritário durante períodos de tráfego intenso — Quando a Red Hat lança uma errata grande, os usuários com Acesso Prioritário (Priority Access) têm a garantia de poder acessar os pacotes atualizados imediatamente.
  • Acesso ao Suporte do RHN — Todos os clientes ativos da Red Hat Network recebem suporte via Internet para as questões relacionadas ao RHN.
  • Notificação de Erratas, Sistemas Múltiplos — Subscrições para sistemas múltiplos significa receber notificações de Erratas para todos estes sistemas. Note que apenas um e-mail é enviado por Errata, independente do número de sistemas afetados.
  • Atualizações de Erratas, Sistemas Múltiplos — Obtenha atualizações rápidas para sistemas múltiplos com um simples clique para cada sistema.

1.2. O Módulo Management

Além das funcionalidades oferecidas no nível de subscrição RHN Update, o serviço RHN Management permite a você administrar sua rede de sistemas Red Hat Enterprise Linux, usuários e grupos de sistemas através da interface de Gerenciador de Conjunto de Sistemas (System Set Manager).
O RHN Management é baseado no conceito de uma organização. Cada cliente da Red Hat com o nível Management tem a habilidade para estabelecer usuários com privilégios administrativos a grupos de sistemas. Um Administrador de Organização tem controle total sobre cada organização no Red Hat Network com a habilidade de adicionar e remover sistemas e usuários. Quando usuários que não sejam Administradores do Satellite (Satellite Administrator) se autenticam no website do Red Hat Network, eles somente vêem os sistemas em que eles estão habilitados a administrar.
Para criar uma conta que pode ser usada para indicar sistemas ao RHN Management, visite https://rhn.redhat.com/ e clique no link Criar Login (Create Login) sob os campos Entrar (Sign in). Na página Criar um login Red Hat (Create a Red Hat Login), clique em Criar um novo login de empresa (Create a new Corporate Login). Após criar uma conta corporativa, você pode adicionar usuários da sua organização à esta.
As funcionalidades do Red Hat Network disponíveis a você dependem do nível de subscrição de cada sistema Red Hat Enterprise Linux. Com cada subscrição Management, você recebe a funcionalidade oferecida aos usuários do Update mais:
  • Comparação de Perfil de Pacote (Package Profile Comparison) — Compare o conjunto de pacotes de um sistema aos conjuntos de sistemas similares, com apenas um clique.
  • Busca de Sistemas (Search Systems) — Faça uma busca nos sistemas, baseada em diversos critérios: pacotes, informações de rede e até mesmo em rótulos de hardware.
  • Agrupamento de Sistemas (System Grouping) — Servidores web, servidores de banco de dados, estações de trabalho e outros sistemas podem ser agrupados de modo a serem administrados de maneira comum.
  • Administradores Múltiplos (Multiple Administrators) — Os administradores podem receber direitos para determinados grupos de sistemas, aliviando o peso da administração de sistemas em grandes organizações.
  • Gerenciador de Conjunto de Sistemas (System Set Manager) — Agora você pode aplicar ações a um conjunto de sistemas pré-definido ou trabalhar com um conjunto criado na hora, ao invés de sistemas separadamente. Instale um único pacote de software em cada um, registre sistemas num canal novo ou aplique todas as Erratas a estes numa única ação.
  • Processamento em Massa (Batch Processing) — Compilar uma lista de pacotes desatualizados de mil sistemas levaria dias para um administrador de sistemas dedicado. O Red Hat Network Management pode fazer isso por você em segundos.

1.3. O módulo Provisioning

Sendo o nível de serviço de administração mais alto, o RHN Provisioning possui todas as funcionalidades oferecidas pelos níveis de subscrição RHN Update e Management. Ele é desenvolvido para permitir que você administre sua rede de sistemas, usuários e grupos de sistemas Red Hat Enterprise Linux.
Assim como o Management, o Provisioning é baseado na estrutura de uma organização. Ele leva este conceito um passo adiante ao habilitar aos clientes de Provisioning os direitos à kickstart, reconfiguração, track (registro) e reversão de sistemas em tempo real (revert systems on the fly).
Além de todas as funcionalidades mencionadas em níveis de serviço inferiores, o Provisioning oferece:
  • Kickstarting — Systems com direitos de serviço Provisioning podem ser reinstalados através do RHN com opções estabelecidas nos perfis kickstart. Os perfis Kickstart podem definir o tipo de carregador de inicilaização; o fuso horário; os pacotes a serem incluídos ou excluídos; o endereço IP permitido; e até mesmo as chaves SSL ou GPG aceitáveis.
  • Configuração do Cliente (Client Configuration) — Clientes RHN Satellite podem usar o RHN para administrar os arquivos de configuração em sistemas com direitos à Provisionamento. Os usuários podem fazer upload de arquivos para os canais de configuração personalizados no Satellite, comparar arquivos de configuração locais àqueles armazenados no Satellite e empregar arquivos pelo Satellite.
  • Reversões (Snapshot Rollbacks) — Os usuários com direitos à Provisionamento têm a habilidade de reverter o perfil de pacotes e a configuração de sistemas do RHN. Os clientes RHN Satellite também podem reverter arquivos de configuração local. Isso é possível porque são tirados snapshots sempre que uma ação é efetuada num sistema. Estes snapshots identificam grupos, canais, pacotes e arquivos de configuração.

    Nota

    A Snapshot Roll Back suporta a habilidade de reverter certas mudanças no sistema, mas não em todo cenário. Por exemplo, você pode trazer de volta um conjunto de pacotes RPM, mas trazer de volta múltiplos níveis de atualização não é suportado.
  • As Informações de Sistemas Padronizadas — Os clientes Provisioning podem identificar qualquer tipo de informação que eles queiram escolher sobre seus sistemas registrados; desenvolver chaves específicas de escolha de administrador; e atribuir valores que possam ser encontrados para esta chave para cada sistema com serviço Provisioning. Por exemplo, este recurso permite que os administradores identifiquem o cubículo no qual cada sistema está localizado e procurar em todos os sistemas de acordo com seus cubículos.

1.4. O módulo Monitoring

Serviços Monitoring estão disponíveis nos clientes do RHN Satellite com os sistemas Red Hat Enterprise Linux.
O Monitoramento permite que uma organização instale probes (detecções) que podem avistar falhas imediatamente e identificar a queda do desempenho antes de tornar-se crítico. Se usado apropriadamente, o direito à Monitoring pode trazer dicas sobre as aplicações, serviços e dispositivos de cada sistema.
O Monitoramento oferece:
  • Detecções — Detecções Multiplas que vão desde uma simples verificação de ping até programas padronizados remotos criados para retornar dados específicos, podem ser executados no sistema.
  • Notificação — Alertas podem ser enviados a endereços de e-mail e pagers quando o estado de uma probe se alterar, com os métodos de contato identificados por você. Cada notificação de detecção pode ser enviada a um método ou endereço diferente.
  • Estado Central (Central Status) — Os resultados de todas as probes (detecções) são resumidos numa única página Probe Status, com os sistemas afetados separados por estado.
  • Relatório (Reporting) — Ao selecionar uma detecção e identificar a medida e intervalo de tempo específicos, você pode gerar gráficos e registros de eventos, descrevendo precisamente como a detecção foi executada. Isto pode ser instrumental em prever e evitar falhas custosas de sistemas.
  • Conjuntos de Detecções — Grupos de detecções podem ser atribuídos ao sistema ou a um grupo de sistemas. Como um resultado, sistemas semelhantes podem ser monitorados consistentemente e configurados como um grupo ao invés de serem configurados individualmente.
  • Filtros de Notificação (Notification Filters) — As notificações das probes (detecções) podem ser redirecionadas a outro destinatário, paradas ou então enviadas a um destinatário adicional por um período específico, baseado nos critérios da probe, método de notificação, agente ou organização.

1.5. Notificações de Erratas e Instalações de Pacote Agendadas

Você pode configurar o Red Hat Network para enviar notificações por e-mail avisando sobre novos e atualizados pacotes de software assim que estiverem disponibilizados pelo RHN. Você recebe um e-mail por Errata, independente do número de sistemas afetados. Também é possível agendar instalações ou atualizações de pacotes. Os benefícios incluem:
  • Tempo e esforços reduzidos, necessários por administradores de sistemas para manterem-se informados sobre a lista de Erratas da Red Hat.
  • Vulnerabilidades de segurança minimizadas em sua rede através da aplicação das atualizações assim que a Red Hat as lança
  • Lista filtrada de atualizações de pacotes (os pacotes não relevantes à sua rede não são inclusos)
  • Método confiável de administração de múltiplos sistemas com configurações similares

1.6. Segurança, Controle de Qualidade e o Red Hat Network

Todas as transações feitas entre sistemas e o Red Hat Network são criptografados e todos os pacotes RPM são assinados com a assinatura Red Hat's GNU Privacy Guard (GPG) para assegurar a autenticidade.
O Red Hat Network incorpora as seguintes medidas de segurança:
  • Seu Perfil de Sistema (System Profile) no site http://rhn.redhat.com é acessível somente com um nome de usuário e senha verificados pelo RHN.
  • Um Certificado Digital é gravado no sistema cliente após o registro e é usado para autenticar o sistema durante cada transação entre o cliente e o Red Hat Network. O arquivo é acessível somente pelo usuário root no sistema cliente.
  • ARed Hat assina todas as comunicações eletronicamente usando GPG. O RPM pode ser usado para verificar a autenticidade do pacote antes de instalá-lo.
  • A Red Hat criptografa todas as transações usando uma conexão Secure Sockets Layer (SSL).
  • A Equipe de Controle de Qualidade da Red Hat testa e verifica todos os pacotes antes de adicioná-los à lista de Erratas da Red Hat e ao Red Hat Network.

Capítulo 2. O cliente rhn_register

O Red Hat Enterprise Linux apresenta um aplicativo chamado rhn_register. Este aplicativo funciona com o yum-based RHN Hosted e RHN Satellite client chamado Package Updater (ou pup) o qual substitui o up2date. Para mais informações sobre o pup, consulte o Capítulo 3, Atualizador de Pacote (Package Updater).
O aplicativo rhn_register geralmente roda como parte de um processo de configuração do firstboot logo após a instalação. A primeira vez que um sistema recém instalado do Red Hat Enterprise Linux 5 é iniciado, firstboot usa rhn_register para registrar seu sistema com o RHN.

2.1. Usando o rhn_register

Existem três situações onde o rhn_registerprecisa ser executado fora do processo firstboot:
  • O processo de registro foi pulado durante a firstboot
  • O sistema está sendo reinstalado
  • O sistema será movido para uma nova conta
O rhn_register pode ser utilizado dependendo da situação descrita:
  • Se você nunca se registrou, você pode começar com rhn_register selecionando o Applications ( o menu principal no painel) ⇒ System Tools ⇒ Package Updater. (Você precisará inserir a senha do usuário root). O Updater Package, ao executar em um sistema que não tenha sido registrado ainda, inicia o rhn_register e caso não haja um arquivo /etc/sysconfig/rhn/systemid no sistema. Como forma alternativa, você também pode executar o comando rhn_register como root na linha de comando.
  • Se você já registrou e o arquivo /etc/sysconfig/rhn/systemid já existir no sistema, use o rhnreg_ks assim como as chaves de ativação para registrar novamente o sistema sem criar uma entrada duplicada no RHN Satellite. Consulte o Seção 4.4.2.10.1.4, “Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Satellite” para obter mais informações.
    A Figura 2.1 é um aviso que aparece quando você executa o rhn_register e já tenha sido registrado.

    Figura 2.1. Verificando Registro

    Clique em Sim, Continuar comente se você tem certeza de que deseja registrar novamente com a possibilidade de duplicar o sistema no Red Hat Network. Caso contrário, utilize o rhnreg_ks e as chaves de ativação.

    Figura 2.2. Registro para Atualizações de Software

    A página Registro para Atualizações de Software (Registering for Software Updates) resume os passos envolvidos no processo de registro. Para aprender mais sobre os benefícios do Hosted e Satellite, pressione o botão Porque eu Deveria Conectar à RHN (Why Should I Connect to RHN). Caso contrário, pressione o botão Avançar (Forward) para continuar.

Figura 2.3. Escolha um local de Atualização

A página Escolha um Local para a Atualização (Choose an Update Location), permite que você selecione a fonte de suas atualizações do software, seja ela no RHN Hosted ou a partir do RHN Satellite Server ou Proxy Server. Para o Satellite ou Proxy, pressione o botão de opção associado e insira a URL do seu Satellite ou Proxy no campo Red Hat Network Location.
Se você se conectar à internet através de um HTTP Proxy, pressione o botão Configuração Avançada de Rede (Advanced Network Configuration). Na janela subsequente, use os campos apropriados para seu HTTP proxy, se seu proxy precisar de autenticação, insira o username e senha aqui. Depois de finalizado, pressione o botão Fechar para continuar. Você voltou à página Escolha um Local de Atualização (Choose an Update Location). Pressione Avançar (Forward) para continuar.

Figura 2.4. Insira as Informações de sua Conta

A página Insira Informações de Conta requer que você insira suas informações de login do RHN se você já tiver uma conta. Caso ainda não possua uma conta e sua empresa possua uma, peça ao Administrador de Empresa para criar uma conta para vocÊ. Caso Contrário, você pode não ser associado à sua empresa ou aos recursos que ela oferece.

Figura 2.5. Crie seu Perfil de Sistema

A página Crie seu Perfil de Sistema (Create Your System Profile) permite que você selecione um nome de perfil para o sistema que você esteja se registrando. O nome padrão para qualquer sistema é o hostname do sistema, mas pode ser modificado como desejar. Você também pode escolher entre reportar as informações de hardware e pacotes para o RHN ou não. Recomendamos que você escolha reportar estas informações, pois ao fazer isto permitirá que o RHN subscreva os canais base e filho mais apropriados ao seu sistema, automaticamente. Se desejar, poderá pressionar o botão Ver Perfil de Hardware (View Hardware Profile) ou Ver Perfil de Pacote (View Package Profile) para visualizar as informações que o rhn_register carrega no RHN ou Satellite neste passo.

Nota

Este registro automático não subscreve seu sistema em canais filhos opcionais automaticamente, tais como canais de Ferramenta do RHN. Se desejar registrar seu sistema em um conjunto de canais de sua escolha automaticamente, use o perfil do kickstart ou rhnreg_ks e chaves de ativação.

Figura 2.6. Reveja os Detalhes da Subscrição de Sistemas

A página Reveja os Detalhes da Subscrição do Sistema (Review System Subscription Details) exibe as informações do canal filho e base para os quais seu sistema foram subscritos. Reveja com calma os canais e depois pressione Avançar (Forward) para continuar.

Figura 2.7. Concluir a Instalação de Atualizações do Software

A página Concluir a Instalação de Atualizações do Software (Finish Setting Up Software Updates) indica que você registrou um sistema Red Hat Enterprise Linux 5 com o RHN com êxito. A partir deste ponto, você não precisa fazer mais nada para receber as atualizações do software. Um icone de pacote aparecerá no canto direito do seu desktop quando houver atualizações disponíveis. Clique no ícone para aplicar as atualizações disponíveis. Clique em Concluir (Finish) para sair do wizard.

Nota

Se você não possuir nenhum direito disponível para este sistema, esta página final indica que o registro falhou. Isto não significa que o perfil do sistema não foi armazenado com o RHN, somente que você não receberá atualizações automáticas sem a intervenção manual. Você pode fazer o login na interface do RHN ou Satellite Web e tanto comprar direitos adicionais ou obter um direito do seu administrador do Satellite. Clique em Sair da Instalação da Atualização do software (Exit software update setup) para sair do assitente.

2.1.1. Versão da linha de comando do rhn_register

Também existe uma versão de linha de comando do rhn_register que permite que você registre seu sistema para acessar o RHN ou Satellite sem um ambiente gráfico.
Digite rhn_register na janela de comando. Se você estiver em uma janela de terminal e quiser rodar uma versão não gráfica, digite rhn_register --nox para evitar que abra em cliente gráfico.

Figura 2.8. Versão de Linha de Comando do rhn_register

A interface da versão da linha de comando do rhn_register possui as mesmas telas de configuração que a versão do desktop gráfico. No entanto, para navegar na tela, use as chaves direcionais no teclado para mover para esquerda ou direita e destacar as seleções. Pressione a Barra de Espaço para selecionar uma ação. Pressione Tab para mover em elementos navegacionais diferentes como a caixa de textos, caixa de seleções (as quais são marcadas com um x quando selecionadas) e os botões de opções (os quais serão marcados com um asterisco quando selecionados).

Capítulo 3. Atualizador de Pacote (Package Updater)

Dependendo da versão do Red Hat Enterprise Linux, os sistemas registrados em um Satellite pode atualizar sistemas cliente diretamente utilizando ferramentas diversas e aplicativos instalados no sistema. O Red Hat Enterprise Linux fornece PackageKit para visualizar, gerenciar, atualizar e instalar pacotes. O aplicativo é discutido em detalhes no Capítulo 6 do Red Hat Enterprise Linux 6 Deployment Guide.
Para o Red Hat Enterprise Linux 5, use o Package Updater (ou pup) para manter os sistemas atualizados.
O aplicativo Atualizador de Pacote (pup) é o aplicativo de atualização do desktop para o Red Hat Enterprise Linux 5 e 6. Usando esta ferramenta, você poderá atualizar pacotes e ler detalhes nos pacotes atualizados, tais como informações de reparos de erros, alarme de segurança, melhorias e muito mais.

3.1. Usando o Atualizador de Pacotes

Para iniciar o Atualizador de Pacotes a partir do desktop, abra o Aplicativos (Applications) (o menu principal do painel) ⇒ Ferramentas de Sistemas (System Tools)Atualizador de Pacotes (Package Updater).
Para iniciar o Package Updater a partir da interface da linha de comando (CLI), digite pup para abrí-lo.

Figura 3.1. Interface de Atualizador de Pacotes

Caso haja atualizações de pacotes múltiplos, estas serão listadas com um X próximo à elas para que possamos escolher quais arquivos atualizar. Alguns pacotes (por exemplo, pacotes do kernel) podem ter uma seta circular próxima à eles, indicando que você precisa reiniciar seu sistema após atualizar o pacote.
Para visualizar os detalhes de atualizações, realce o pacote e clique na seta próxima ao Detalhes de Atualização.
Depois que você estiver pronto para atualizar os pacotes, clique em Aplicar atualizações (Apply Updates). O Atualizador irá solucionar quaisquer dependências e notificá-lo quando um pacote deve ser instalado para atender à dependência para um pacote atualizado.

Figura 3.2. Dependência de Pacote

Clique em Continuar para aceitar a dependência e retomar a atualização
Se esta for a primeira vez que você está usando o Atualizador de Pacote, o programa irá solicitar que você insira a chave de segurança GPG do Red Hat que verifica se um pacote foi assinado e se ele é certificado para o Red Hat Enterprise Linux.

Figura 3.3. Importar a chave GPG

Clique em Importar Chave (Import Key) para aceitar a Chave e continuar com a atualização.
Quando a atualização for concluída, você pode precisar reiniciar seu sistema para que as mudanças sejam efetivadas.

Figura 3.4. Reinicializar Janela

Você pode escolher reinicializar agora ou mais tarde, porém recomendamos clicar em Reinicializar Agora (Reboot Now) para começar a usar os pacotes atualizados.

3.2. O Applet do Atualizador de Pacotes

O Red Hat Enterprise Linux 5 também apresenta um programa em execução no painel de desktop gráfico, o qual verifica periodicamente as atualizações disponíveis no servidor RHN ou Satellite e envia um alerta aos usuários quando houver uma.

Figura 3.5. Applet de Atualizador de Pacotes

O Applet doAtualizador de Pacotes se encontra na bandeja de notificações do painel do desktop e verifica se existe alguma atualização periodicamente. O applet também permite que você realize algumas tarefas de manutenção de pacote, clicando no icone de notificação e escolhendo uma das seguintes ações:
  • Atualizar (Refresh) — Verificar se há alguma atualização nova no RHN ou Satellite
  • Visualizar Atualizações (View Updates) — lança o aplicativo Atualizador de Pacotes (Package Updater) para que você possa ver se há alguma atualização disponível mais detalhadamente e configurar as atualizações de acordo com suas especificações.
  • Aplicar Atualizações (Apply Update) — Faça o download e instale todos os pacotes atualizados.
  • Sair (Quit) — feche o applet

3.3. Atualização de Pacotes usando a Linha de Comando com yum

A base do Atualizador de Pacotes é o gerenciador de pacotes Yum, desenvolvido pela Duke University para aprimorar a instalação de RPMs. O yum busca repositórios suportados para pacotes e suas dependências, portanto devem ser instalados juntos para resolver problemas de dependência. O Red Hat Enterprise Linux 5 usa o yum para buscar e instalar pacotes.
O up2date não está disponível no Red Hat Enterprise Linux 5, o qual usa o Yum (Yellowdog Updater Modified). O número todo de ferramentas que instala e atualiza softwares no Red Hat Enterprise Linux 5 se baseia agora no Yum. Isto inclui tudo desde a instalação inicial através do programa de instalação Anaconda até ferramentas de gerenciamento de software como o pirut.

3.3.1. Comandos yum

Os comandos do yum são geralmente digitados da seguinte forma:
yum command [package_name]
Copy to Clipboard Toggle word wrap
Por padrão, o Yum tentará automaticamente verificar todos os repositórios configurados para resolver todas as dependências de pacotes durante uma instalação ou atualização. Segue uma lista com os comandos do yum mais utilizados. Para uma lista completa dos comandos do yum, consulte o man yum.
instalar yumpackage_name
Usado para instalar a versão mais recente de um pacote ou grupo de pacotes. Caso nenhum pacote coincida com o(s) nome(s) do(s) pacote(s) especificado(s), eles são considerados um coringa e todos os qualquer coincidencia são instaladas.
yum update package_name
Usado para atualizar os pacotes específicos para a versão mais recente disponível. Caso não haja pacotes especificados, o yum tentará atualizar todos os pacotes instalados.
Se a opção --obsoletes for usada (ou seja, yum --obsoletes package_name), o yum irá processar os pacotes obsoletos. Como tal, os pacotes que estiverem obsoletos nas atualizações serão removidos e substituídos adequadamente.
yum check-update
Este comando permite que você determine se quaisquer atualizações estão disponíveis para seus pacotes instalados. O yum retorna uma lista de todas as atualizações de pacote a partir de todos os repositórios caso algum esteja disponível.
yum remove package_name
Usado para remover os pacotes especificados junto com qualquer outro pacote dependente dos pacotes que estão sendo removidos.
yum provides package_name
Usado para determinar quais pacotes fornecem um arquivo específico ou recurso.
yum search keyword
Este comando é usado para encontrar qualquer pacote que contenha a palavra chave específica na descrição, sumário, empacotador e campos de nome de pacotes dos RPMs em todos os repositórios suportados.
yum localinstall caminho absoluto para o nome de arquivo
Usado quando estiver usando o yum para instalar um pacote localizado localmente na máquina.

Capítulo 4. The Red Hat Network Website

Você pode usar o Website do Red Hat Network para administrar múltiplos sistemas Red Hat Enterprise Linux simultaneamente, incluindo a visualização dos Alertas de Errata, a aplicação das Atualizações de Errata e a instalação de pacotes. Este capítulo procura identificar todas as categorias, páginas e abas do site e explicar como usá-las.

4.1. Navegação

A Barra de Navegação Superior (Top Navigation Bar) é dividida em abas. Os Administradores do Satellite visualizam a seguinte Top Navigation Bar. Note que somente os clientes RHN Satellite visualizam as abas Monitoramento (Monitoring) e Admin.

Figura 4.1. Barra de Navegação do Topo — RHN Satellite

A Barra de Navegação Esquerda (Left Navigation Bar) é dividida em páginas. Os links são sensíveis a maiúsculas e minúsculas e podem variar ligeiramente entre as interfaces web de clientes RHN Satellite e não-Satellite. Veja a seguir um exemplo da Barra de Navegação Esquerda da aba Usuários (Users).

Figura 4.2. Barra de Navegação Esquerda — Usuários

Algumas páginas têm sub-abas. Estas seções oferecem uma camada adicional de granularidade no desempenho de tarefas para sistemas ou usuários. Veja abaixo uma barra de ferramentas de todas as sub-abas de System Details (Detalhes do Sistema). Este sistema tem direitos à Gerenciamento (Management) e Provisionamento (Provisioning), mas não Monitoramento (Monitoring):

Figura 4.3. Sub-Abas — Detalhes do Sistema

4.1.1. Categorias e Páginas

Esta seção resume todas as categorias e páginas primárias (aquelas ligadas pelas barras de navegação superior e esquerda) do site do RHN. Não lista as diversas sub-páginas, abas e sub-seções acessíveis pela barra de navegação esquerda e páginas individuais. Cada área do site é abordada em detalhes mais adiante neste capítulo.
  • Overview (Visão Geral) — Visualize e gerencie as informações da sua conta primária e obtenha ajuda.
    • Overview (Visão Geral) — Obtenha uma breve visão geral de sua conta. Avisa se seus sistemas precisam de cuidados, oferece um link rápido para acessá-los diretamente e apresenta os Alertas de Errata mais recentes para sua conta.
    • Your Account (Sua Conta) — Atualize seu perfil e endereços pessoais.
    • Your Preferences (Suas Preferências) — Indique se você deseja receber notificações por e-mail sobre os Alertas de Erratas para seus sistemas, determine como muitos ítens são exibidos de uma vez para listas como as de sistemas e grupos de sistemas, determine seu fuso-horário e identifique suas opções de contato.
    • Locale Preferences (Preferências Locais) — Configure idiomas, fuso horário e outras padronizações para seu local específico.
    • Gerenciamento de Subscrição (Subscription Management) — Gerencie direitos base e adicionados, tais como Gerenciamento (Management), Provisionamento (Provisioning) e Virtualização.
  • Systems (Sistemas) — Administre aqui todos os seus sistemas (incluindo sistemas convidados virtuais).
    • Visa — (Management or Provisioning entitlement required) View a summary of your systems or system groups showing how many Errata Alerts each system has and which systems are entitled.
    • Systems (Sistemas) — Selecione e visualize sub-conjuntos de seus sistemas classificados por critérios específicos, como Virtual Systems (Sistemas Virtuais), Unentitled (Sem Direitos), Recently Registered (Registrados Recentemente), Proxy e Inactive (Inativo).
    • System Groups — (Management or Provisioning entitlement required) List your system groups. Create additional groups.
    • System Set Manager — (São Necessários os direitos a serviço Management ou Provisioning) Realiza várias ações em conjuntos coletivos de sistemas, incluindo agendamento de atualizações de errata, gerenciamento de pacote, listagem e criação de novos grupos e gerenciamento de direitos de canais.
    • Advanced Search — (São Necessários os direitos a serviço Management ou Provisioning) Procura rapidamente em todo o seu sistema por criterios específicos, tal como nome, hardware, dispositivos, info de sistema, networking, pacotes e local.
    • Activation Keys (Chaves de Ativação) — (É necessário possuir os direitos de serviços Gerenciamento ou Provisionamento) Geração de uma chave de ativação para um sistema registrado junto ao RHN. Esta chave de ativação pode ser usada para atribuir um nível de direito ou grupos (group membership) específicos a um sistema recém-registrado, com o comando rhnreg_ks.
    • Stored Profiles — (É necessário possuir os direito de serviço Provisionamento) Visualiza perfis de sistema utilizados para sistemas de provisão.
    • Custom System Info — (Direito a Serviço Provisioning requerido) Cria e editachaves de informação de sistema contendo valores padronizáveis que podem ser atribuídos enquanto provisionam sistemas.
    • Kickstart — (Direito a Serviço Provisioning requerido) Exibe e modifica diversos aspectos dos perfis do kickstart usados no provisionamento de sistemas.
  • Errata — Visualize e gerencie erratas aqui.
    • Errata — Liste alertas de erratas e baixe os RPMs relevantes.
    • Advanced Search (Busca Avançada) — Procure por alertas de erratas baseado em critérios específicos, tais como sinopse, tipo de relatório e nome do pacote.
    • Manage Errata — Gerencie a errata para os canais das organizações.
    • Clone Errata — Faça um clone da errata para uma organização para facilitar a replicação e distribuição dentro da empresa.
  • Channels (Canais) — Veja e administre os canais disponíveis do RHN e os arquivos que contêm.
    • Software Channels (Canais de Software) — Veja uma lista de todos os canais de software e aqueles aplicáveis a seus sistemas.
    • Package Search (Busca de Pacotes) — Procure um pacote usando parte ou seu nome inteiro, descrição ou sumário, com suporte para limitar pesquisas de plataformas suportadas.
    • Manage Software Channels — (Direito a Serviço Provisioning requerido) Cria e edita canais usados para implementar arquivos de configuração.
  • Configuration (Configuração) — Acompanhe e gerencie canais de configuração, ações e arquivos de configuração individuais.
    • Overview (Visão Geral) — Uma visão geral do painel que exibe um sumário da configuração.
    • Configuration Channels (Canais de Configuração) — Liste e crie canais de configuração do qual qualquer sistema registrado pode receber arquivos de configuração.
    • Configuration Files (Arquivos de Configuração) — Lista e cria arquivos dos quais os sitemas recebem entradas de configuração.
    • Systems (Sistemas) — Liste os sistemas que possuem os arquivos de configuração do RHN gerenciado.
  • Schedule (Agendar) — Acompanhe suas ações agendadas.
    • Pending Actions (Ações Pendentes) — Lista ações agendadas que ainda não foram completadas.
    • Failed Actions (Ações com Falha) — Liste ações agendadas cuja execução tenha falhado.
    • Completed Actions (Ações Concluídas) — Liste ações agendadas que estão completas. Ações concluídas podem ser arquivadas a qualquer momento.
    • Archived Actions (Ações Arquivadas) — Liste ações concluídas que tenham sido selecionadas para serem arquivadas.
  • Usuários — (Direito a Serviço Provisioning requerido) Visualiza e gerencia usuários para sua empresa.
    • Lista de Usuários — (Direito a Serviço Provisioning requerido) Lista usuários para sua empresa.
  • Custom System Info — (Direito a Serviço Monitoring requerido) Executa detecções e recebe notificações de sistemas.
    • Status — (Direito a Serviço Monitoring requerido) Visualiza detecções por estado.
    • Notifications — (Direito a Serviço Monitoring requerido) Visualiza métodos de contado estabelecidos para sua empresa.
    • Conjuntos de Detecções — (Direito a Serviço Monitoring requerido) Gerencia sua infraestrutura do monitoring utilizando conjuntos de detecção de monitoring que se aplicam a um ou mais sistemas atribuídos.
    • Scout Config Push — (Direito a Serviço Monitoring requerido) Exibe o status de sua infraestrutura de monitoring.
  • Admin (visível somente aos administradores do Satellite) — Lista, cria e gerencia uma ou mais organizações do Satellite, do qual o administrador do Satellite poderá atribuir direitos à canais, criar e escolher administradores de cada organização entre outras tarefas.
    • Organizations (Organizações) — Lista e cria novas organizações
    • Subscriptions (Subscrições) — Lista e gerencia o software e direitos à sistemas para toda a organização no Satellite.
    • Users — Lista todos os usuários no Satellite, em toda a empresa. Clique em nomes de usuários individuais para mudar privilégios administrativos para o usuário.

      Nota

      Os usuários criados para a administração da organização podem ser configurados somente pelo próprio administrador da empresa e não pelo administrador do Satellite.
    • Satellite Configuration (Configuração do Satellite) — Faça mudanças gerais de configuração do Satellite, incluindo configurações de Proxy, Certificado, Bootstrap Script, mudanças de Organização e Reiniciar o Servidor Satellite.
    • Task Engine Status(Estado do Mecanismo de Tarefas) — configura o daemon que roda no próprio servidor Satellite e realiza operações de rotina, tais como limpeza de banco de dados, mailings de Erratas, entre outras tarefas que são realizadas em segundo plano.

4.1.2. Ícones dos Alertas de Erratas

Através do Red Hat Network você verá três ícones de alertas de erratas. representa um alerta de segurança. representa um alerta para correção de bugs. representa um alerta de melhorias.
Na página Overview (Visão Geral), clique no relatório de Errata para ver os detalhes sobre as Erratas ou clique no nome dos sistemas afetados para ver quais são atingidos pelo Alerta da Errata. Os dois links trazem abas da página Errata Details (Detalhes da Errata). Consulte a Seção 4.5.2.2, “Detalhes da Errata” para mais informações.

4.1.4. Sistemas Selecionados

Também próxima ao topo da página se encontra uma ferramenta para rastrear os sistemas que você selecionou para usar no Gerenciador de Conjunto de Sistemas (System Set Manager). Esta identifica o número de sistemas selecionados todas as vezes e oferece os meios para trabalhar com estes. Clicar no botão Clear (Limpar) desmarca todos os sistemas, enquanto clicar no botão Manage (Gerenciar) inicia o System Set Manager com seus sistemas selecionados alocados.
Estes sistemas podem ser selecionados de diversas maneiras. Somente os sistemas com pelo menos um direito a Gerenciamento (Management) têm o direito de seleção. Em todos os sistemas e listas de grupos de sistema, há uma coluna Select (Selecionar) para este propósito. Selecione as caixas de verificação próximas aos sistemas ou aos grupos e clique no botão Update List (Atualizar Lista) abaixo da coluna. Cada vez, a ferramenta de Sistemas Selecionados no topo das páginas muda para refletir o novo número de sistemas prontos para uso no System Set Manager (Gerenciador de Ajustes de Sistemas). Consulte a Seção 4.4.4, “Gerenciador do Conjunto de Sistemas” para detalhes.

4.1.5. Listas

As informações dentro da maioria das categorias é apresentada no formato de listas. Estas listas têm algumas características de navegação em comum. Por exemplo: você pode navegar através de praticamente todas as listas clicando nos botões back (voltar) e next (próximo) acima e abaixo do lado direito da tabela. Algumas listas também oferecem a habilidade de obter ítens alfabeticamente, clicando nas letras acima da tabela.

4.2. Autenticação no Site do RHN

Em um navegador, digite http://rhn.redhat.com. O RHN exibe a página mostrada abaixo, a não ser que um dos dois casos seguintes tenha acontecido:
  • Você autenticou-se recentemente em uma conta em http://www.redhat.com
  • Você recentemente autenticou-se no RHN ou visitou a página de verificação de novas contas.
Se você recentemente autenticou-se no http://rhn.redhat.com ou http://www.redhat.com, você será automaticamente redirecionado para a página Overview(Visão Geral).

Figura 4.4. Site do RHN

Se você ainda não registrou um sistema ou não tem uma conta redhat.com, crie uma nova clicando no link Saiba mais e selecione Sobre, depois selecione Criar Login na página seguinte. Após criar uma nova conta de usuário, você deve registrar um sistema antes de usar o RHN.
Após registrar seu sistema no Red Hat Network, volte para http://rhn.redhat.com e complete os campos username (usuário) e password (senha) com as mesmas informações definidas durante o registro. Após completar, clique no botão Log In para continuar.

Nota

Você pode clicar na aba Sign In na parte superior da tela para exibir os campos, caso os mesmo não estejam visíveis.
Se você não aceitou os Termos do Site do RHN e o acordo T7 anteriomente, você terá que fazê-lo agora, antes de continuar. Para ler o conteúdo de um ou de outro, clique no respectivo título, o que abrirá uma nova janela. Quando você estiver pronto para prosseguir, selecione a caixa de verificação indicando que você aceita os termos do acordo e pressione o botão Continue (Continuar).

Nota

Você deve aceitar tanto os Termos do Site quanto o acordo T7 para poder usar o RHN.
Uma vez que você tenha aceitado os acordos e pressionado o botão Continue, o RHN exibe a página Overview (Visão Geral).

4.3. A página de Visão Geral do RHN

Após a autenticação no site do Red Hat Network, a primeira página a aparecer é Visão Geral (Overview). Esta página contém informações importantes sobre seus sistemas, incluindo sumários dos estados dos sistemas, ações e Alertas de Erratas.

Nota

Se o site do RHN é novo para você, recomendamos ler a Seção 4.1, “Navegação” para se familiarizar com o layout e símbolos usados ao longo do site.

Figura 4.5. Visão Geral

Esta página é dividida em áreas funcionais, com as áreas de maior relevância aparecendo primeiro. Usuários podem controlar quais das seguintes áreas são exibidas através de seleções na página Visão Geral (Overview)Suas Preferências (Your Preferences). Consulte a Seção 4.3.2, “A página "Suas Preferências"” para maiores informações.
  • A área Tarefas (Tasks) lista as tarefas mais comuns que um administrador executa através da web. Clique em qualquer um dos links para ser levado até a página do RHN que permite que você realize aquela tarefa.
  • À direita encontra-se uma listagem intitulada Sistema Inativo (Inactive System). Aqui são listados quaisquer sistemas que não tenham sidos autenticados no RHN. Destacando-os desta maneira, é possível que um administrador acesse tais sistemas prontamente para solucionar quaisquer problemas.
  • (Direito do serviço Monitoring requerido. Clientes com o serviço Monitoring ativado em seus Satellite podem escolher incluir uma lista de todas as análises no estado Warning.
  • (Direito à serviço Monitoring requerido). Clientes com o Monitoring ativado em seus Satellite podem também escolher incluir uma lista com todas as análises no estado Crítico.
  • A seção Sistemas Críticos (Critical Systems) lista os sistemas mais críticos dentro da sua empresa. Esta seção oferece um link para acessar estes sistemas direta e rapidamente e exibe um resumo das atualizações de errata que ainda não tenham sido aplicadas a estes sistemas. Clique no nome do sistema para ser levado até a página Detalhes do Sistema (System Details) do mesmo e aplicar as atualizações de errata. Abaixo da lista encontra-se um link para a página de sistemas Desatualizados (Out of Date).
  • A seção Ações Agendadas Recentemente (Recently Scheduled Actions) permite que você veja todas as ações e seus respectivos estados ou seja, se as mesmas falharam, concluiram ou ainda estão pendentes. Ações com menos de trinta dias são consideradas recentes. Clique na etiqueta de uma ação para visualizar a página de detalhes da mesma. Abaixo da lista encontra-se um link para a página Ações Pendentes (Pending Actions), a qual lista todas as ações que ainda não tenham sido coletadas pelos seus sistemas clientes.
  • A seção Erratas de Seguridades Relevantes (Relevant Security Errata) lista as erratas de segurança que estejam disponíveis e ainda tenham que ser aplicadas a alguns ou todos os seus sistemas clientes. A aplicação destas erratas de segurança é de crítica importância para que seus sistemas continuem seguros. Abaixo desta seção encontram-se links para todas as erratas e para todas as erratas que sejam relevantes para o seu sistema.
  • A seção Grupos de Sistema (System Groups) lista os grupos (caso haja algum) e indica se os sistemas nestes grupos estão totalmente atualizados. Clique no link abaixo desta seção para ser levado até a página Grupos de Sistemas, a partir da qual você pode escolher System Groups a serem usados com o Gerenciador de Conjunto de Sistema (System Set Manager).
  • A seção Sistemas Registrados Recentemente (Recently Registered Systems) lista os sistemas que foram adicionados ao Satellite nos últimos 30 dias. Clique no nome do sistema para ser levado à página Detalhes de Sistema (System Details) para este sistema específico.
Você pode retornar a esta página clicando em Overview (Visão Geral) na barra de navegação esquerda.

4.3.1. A página "Sua Conta"

A página Your Account (Sua Conta) permite a você modificar suas informações pessoais, como nome, senha e cargo. Para modificar alguma destas informações, efetue as alterações nos campos de texto apropriados e clique no botão Update (Atualizar) no canto inferior direito.
Lembre-se: se você alterar sua senha no Red Hat Network (aquela usada para se autenticar no RHN e redhat.com), você não verá a nova ao digitá-la por motivos de segurança. Também por motivos de segurança, sua senha é representada por 12 asteriscos, independente de quantos caracteres conter. Substitua os asteriscos nos campos Password (Senha) e Password Confirmation (Confirmar Senha) pela sua senha nova.
4.3.1.1. Endereços
A página Addresses (Endereços) permite a você administrar seus endereços de correspondência (mailing), para conta (billing) e de envio (shipping), assim como os números de telefone associados. Simplesmente clique em Edit this address (Editar este Endereço) abaixo do endereço a modificar, faça as alterações e clique em Update (Atualizar).
4.3.1.2. Alterar E-mail
O endereço de e-mail listado na página Your Account (Sua Conta) é o endereço para o qual o Red Hat Network envia as notificações de e-mail, se você escolher receber os Alertas de Erratas ou sumários diários de seus sistemas na página Your Preferences (Suas Preferências).
Para alterar seu endereço de e-mail preferido, clique em Change Email (Alterar E-mail) na barra de navegação esquerda. Em seguida, você é questionado pelo novo endereço de e-mail. Indique-o e clique no botão Update (Atualizar). Um e-mail de confirmação é enviado ao novo endereço; ao respondê-lo, você validará o novo endereço de e-mail. Note que endereços de e-mail falsos, como aqueles terminando com "@localhost", são filtrados e rejeitados.
4.3.1.3. Desativação de Conta (Account Deactivation)
A página Desativação de Conta (Account Deactivation) provê um meio para cancelar seu serviço junto ao Red Hat Network. Clique no botão Desativar Conta (Deactivate Account) para desabilitar sua conta. A interface web retorna à tela de autenticação (login). Se você tentar se autenticar novamente, uma mensagem de erro sugere que você contacte o seu Satellite Administrator. Note que se você é o único Satellite Administrator da sua organização, você não pode desativar sua conta.

4.3.2. A página "Suas Preferências"

A página Your Preferences (Suas Preferências) permite a você configurar as opções do Red Hat Network, incluindo:
  • Email Notifications (Notificações por E-mail) — Determine se você deseja receber e-mails sempre que um Alerta de Errata for aplicável a um ou mais sistemas de sua conta no RHN.

    Importante

    Esta configuração também possibilita que clientes Management e Provisioning recebam resumos diários de eventos dos sistemas. Estes incluem ações afetando pacotes, como atualizações de erratas agendadas, reinicializações de sistema ou falhas no check-in. Além de selecionar esta caixa de verificação, você deve identificar cada sistema a ser incluso neste e-mail de resumo. ( por padrão, todos os sistemas Management e Provisioning estão incluídos neste resumo). Isto pode ser feito individualmente através da página Detalhes do Sistema ou para vários sistemas de uma vez só através da interface Gerenciador de Conjunto de Sistemas (System Set Manager). Note que o RHN envia estes resumos apenas à endereços de e-mail verificados. Para desabilitar todas as mensagens, simplesmente desselecione esta caixa de verificação.
  • RHN List Page Size (Tamanho da Página da Lista do RHN) — Número máximo de itens que aparecem numa lista, numa única página. Se houver mais itens na lista, clicar no botão Next (Próximo) apresenta o próximo grupo de itens. Esta preferência aplica-se a listas de sistemas, listas de Erratas, listas de pacotes e assim por diante.
  • Página Inicial do "Visão Geral" — selecione as áreas de informação que aparecem na página inicial da Visão Geral. Marque a caixa de verificação à esquerda das áreas de informação que você gostaria de incluir.
Após efetuar as alterações a quaisquer destas opções, clique no botão Save Preferences (Salvar Preferências) no canto inferior direito.

4.3.3. Preferências de Localidade (Locale Preferences)

A página Visão Geral (Overview)Preferências de Localidade (Local Preferences) permite que cada usuário personalize a sua interface do RHN para o horário local e idioma preferido. Selecione o fuso-horário apropriado na caixa suspensa Fuso Horário (Time Zone) e então clique no botão Salvar Preferências (Save Preferences) para aplicar a seleção.
Quando a preferência de idioma estiver configurada para Usar Configuração do Browser (Use Browser Settings), o RHN usa a configuração de preferência de idioma do browser do usuário (por exemplo, o Firefox) para determinar qual idioma deve ser usado para a interface Web. Quando um dos idiomas listados é selecionado, o usuário vê a interface Web naquele idioma cada vez que for autenticado, independentemente da configuração do seu browser. A escolha de um idioma preferido pode ser útil para usuários em viagem no exterior. Para selecionar um idioma padrão, clique no botão de opção à esquerda do idioma em questão e clique no botão Salvar Preferências (Save Preferences) para aplicar a mudança.

4.3.4. Gerenciamento de Subscrições (Subscription Management)

Para usar toda a funcionalidade do RHN, os seus sistemas precisam ter direitos (entitlements) — subscritos a um nível de serviço do RHN. Use a página Direitos do Sistema (System Entitlements) para configurar quais sistemas possuem o direito de receber quais serviços. Existem seis níveis de direitos:
  • Update (Atualização) — gerencia um único sistema Red Hat Enterprise Linux. Inclui alertas de erratas, atualizações de errata agendadas, instalação de pacotes e o Red Hat Update Agent (Agente de Atualização Red Hat).
  • Management (Gerenciamento) — gerencia múltiplos sistemas com múltiplos administradores. Além da funcionalidade do Update, o Management inclui gerenciamento de grupo de sistemas, gerenciamento de usuários e a interface System Set Manager (Gerenciador de Conjunto de Sistemas) para executar tarefas de maneira rápida e eficiente em múltiplos sistemas.
  • Provisioning (Provisionamento) — oferece o nível mais alto de funcionalidade. Deve ser usado para gerenciar múltiplos sistemas que precisarão ser reinstalados e reconfigurados regularmente. O Provisioning oferece ferramentas para o kickstart de máquinas, gerenciamento de arquivos, execução de reversão de cenários (snapshot rollbacks) e entrada de informações personalizadas do sistema que podem ser posteriormente pesquisadas. Além disso, o Provisioning também inclui todas as funcionalidades do nível de serviço Management.
  • Monitoring (Monitoramento) — monitora a saúde de múltiplos sistemas. O Monitoring oferece atividades de probes (detecções) que acompanham a performance dos sistemas e notificam os administradores quando mudanças ocorrerem. Tais notificações alertam administradores à degradação no desempenho de sistemas antes que a situação se torne crítica.
  • Virtualization (Virtualização) — se aplica aos sistemas host Virtuais. As máquinas virtuais com este direito podem registrar até quatro sistemas de convidados sem violar o Acordo de Nível de Serviço da RHN. Os sistemas de convidados podem ser registrados em qualquer canal com o a etiqueta de grupo de canal virtualization-free sem consumir os direitos de canal. Registros de convidados a qualquer canal que não pertença ao virtualization-free, tal como o Servidor de Diretório ou canal Satellite do RHN, irá consumir um seviço de canal adicional.
  • Virtualization Platform (Plataforma de Virtualização) — também se aplica aos sistemas host virtuais. Os sistemas host para o qual o direito se aplica, pode registrar um número ilimitado de convidados virtuais, sem invalidar seu Acordo de Nível de Serviço. Os convidados de uma máquina com este direito podem se registrar em qualquer canal que tenha a etiqueta de grupo de conteúdo virtualization-platform-free sem consumir qualquer direito a um canal. No entanto, ao registrar um convidado a qualquer canal que não pertença ao virtualization-platform-free tal como um Servidor de Diretório ou um canal Satellite RHN, irá consumir um direito de canal extra.

Nota

Os dois direitos de virtualização se aplicam especialmente aos sistemas host.
Os sistemas convidado que existirem em hosts sem subscrição são tratados da mesma forma que qualquer sistema físico — cada convidado consome um canal e um direito de sistema.
4.3.4.1. Direitos de Sistema (System Entitlements)
A página Direitos do Sistema permite que você visualize, adicione e remova os direitos aos seus sistemas registrados. O Red Hat Network Satellite permite que você aplique e remova direitos quando quiser, permitindo que você ajuste a infra-estrutura do Red Hat Network à medida que a sua organização cresce e muda.
Para habilitar um direito base, selecione a caixa de verificação à esquerda do nome do sistema e clique no botão Configurar para Direitos à Gerenciamento. Para adicionar direitos, selecione a caixa de seleção do sistema, seguido pelo serviço desejado na caixa suspensa e finalmente clique no link Adicionar Direitos (Add Entitlement).
Se clicar em um direito não resulta na atualização da informação na tabela, talvez você precise adquirir direitos adicionais. Verifique o número de subscrições disponíveis, em negrito abaixo da tabela. Clientes que não sejam clientes do RHN Satellite podem adquirir mais direitos. Clique no link Comprar Agora (Buy Now) à esquerda da página para fazê-lo.
Quando um direito expira, o último sistema a ter sido dado o direito àquele nível de serviço (por exemplo, Management) terá o seu direito removido. Por exemplo, se você tiver 10 sistemas do Red Hat Enterprise Linux AS com direitos Management e um dos direitos do RHN ou uma das subscrições de sistema operacional vencerem, o último sistema subscrito ou recebido o direito terá sua subscrição ou direito removidos.
4.3.4.2. Direitos à Virtualização (Virtualization Entitlements)
Esta página aparece somente se você tiver solicitado os direitos à Plataforma de Virtualização ou o componente de Virtualização. Aqui você pode checar com rapidez, se você utilizou estes direitos de maneira efetiva.
A primeira aba nesta página, exibe quaisquer máquinas com o direitos de Virtualização que tenham mais sistemas hóspedes do que o permitido pelo acordo de nível de serviço do Red Hat Network. Caso você queira atualizar estes sistemas para quaisquer direitos à Plataforma de Virtualização disponíveis, clique no nome do perfil daquele sistema. Será exibida a página Detalhes do Sistema (System Details) para o sistema. Clique no link Editar Propriedades (Edit Properties) na página para editar os direitos adicionados do sistema.
A segunda aba mostra quaisquer máquinas com direitos de Plataforma de Virtualização que tenham menos que quatro convidados. Recomenda-se fazer um downgrade destes direitos de sistemas para o direito de Virtualização. Para fazer isto, edite os direitos adicionais a partir da página resultante Detalhes do Sistema (System Details).
A terceira aba exibe os sistemas visitantes que não são associados com um direito de sistema de host virtual no Satellite (nem Virtualização ou Plataforma de Virtualização). Estes sistemas estão consumindo o mesmo software e direitos a sistemas como um sistema físico padrão. Você pode converter estes sistemas para um com direitos de Flex Guest adicionando um direito de Virtualização ou Plataforma de Virtualização no sistema host registrado ao Satellite.
A quarta aba lista os Consumidores com direitos Flex Guest (Flex Guest Entitlement Consumers) ou hóspedes associados com um host que é tanto registrado ao Satellite e possui direitos a uma virtualização ou Plataforma de Virtualização.
A quarta aba lista Hóspedes Consumindo Direitos Regulares ou sistemas em legacia registrados em versões antigas do Satellite que consumem direitos padrões ao invés de direitos Flex Guest.
4.3.4.3. Direitos à Canais de Software (Software Channel Entitlements)
Os canais de software listados nesta página são os canais por subscrição pelos quais a sua organização tenha comprado para ter acesso. A tabela lista cada um dos sistemas operacionais suportados que possam ser gerenciados através do RHN, o número de tais sistemas que você tenha registrado com o RHN e finalmente o número restante de direitos disponíveis à um sistema operacional. Ao clicar no nome do canal, uma página é aberta exibindo informações sobre os canais associados com o direito de uso daquele canal. Ao clicar no número de sistemas com direitos, uma lista de tais sistemas é exibida.

4.3.5. Trusts de Organizações (Organization Trusts)

A página Organization Trusts exibe os trusts estabelecidos com a organização com o qual o usuário registrado está associado. Ela também lista todos os Canais Compartilhados (Channels Shared): ou seja, os canais disponíveis em sua empresa através de outras trusts estabelecidas.
Você pode filtrar sua lista de trusts por palavra chave usando a caixa de texto do Filtro por Empresa (Filter by Organization) e clicando em Ir (Go).
Para mais informações sobre o Trusts Organizacionais, consulte a Seção 6.6, “Trusts Organizacionais”.

4.4. Sistemas

Se você clicar na aba Sistemas (Systems) na barra de navegação superior, a categoria e os links de Sistemas aparecem. As páginas da categoria Sistemas permitem a você selecionar os sistemas nos quais efetuará ações e criar os Perfis de Sistema.

4.4.1. Visão Geral

A página Visão geral (Overview) oferece um sumário de seus sistemas, incluindo seus estados, número de Erratas e pacotes associados e níveis de direito. Ao clicar no nome de um sistema, você é levado à sua página Detalhes do Sistema (System Details) Consulte a Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)” para mais informações.
Ao clicar no link Ver Grupos de Sistemas (View System Groups) no topo da página Visão Geral (Overview) um resumo semelhante de seus grupos de sistemas aparece. Este resumo identifica o estado de um grupo e exibe o número de sistemas nele contidos. Ao clicar no número de sistemas, você é levado à aba Sistemas (Systems) da página Detalhes do Grupo de Sistemas (System Group Details), enquanto ao clicar no nome do sistema, leva à aba Detalhes (Details). Consulte a Seção 4.4.3.3, “Detalhes do Grupo de Sistemas” para mais informações.
Você também pode clicar no botão Usar Grupo (Use Group) na seção Grupos de Sistemas (System Groups) da página Visão Geral (Overview) para ir direto ao Gerenciador de Conjunto de Sistemas (System Set Manager) . Consulte a Seção 4.4.4, “Gerenciador do Conjunto de Sistemas” para mais informações.

4.4.2. A página "Sistemas"

A página Sistemas (Systems) apresenta uma lista de todos os seus sistemas registrados. A lista Sistemas contém diversas colunas de informações para cada sistema:
  • Select (Selecionar) — Sistemas com o serviço Update ou sem direitos não podem ser selecionados. Para selecionar sistemas, marque as caixas de verificação correspondentes. Sistemas selecionados são adicionados ao System Set Manager. Após adicionar sistemas ao System Set Manager, você pode usar o mesmo para executar ações simultâneas nestes sistemas. Consulte a Seção 4.4.4, “Gerenciador do Conjunto de Sistemas” para mais detalhes.
  • Estado (Status) — Exibe o tipo de Alertas de Errata aplicáveis ao sistema ou confirma que está atualizado. Alguns ícones são ligados a páginas que provêm soluções. Por exemplo: o ícone padrão de Updates (Atualizações) está ligado à sub-seção Upgrade da lista de pacotes, enquanto o ícone de Critical Updates (Atualizações Críticas) vai direto para a página Update Confirmation (Confirmação de Atualização). Além destes, o ícone Not Checking In está ligado às instruções para a resolução desta questão.
    • — O sistema está atualizado
    • — Errata Crítica disponível, atualização altamente recomendada.
    • — Atualizações disponíveis e recomendados
    • — O sistema está bloqueado; Ações proibidas
    • — O sistema está tendo um kickstart
    • — Atualizações foram agendadas
    • — O sistema não está verificando propriamente (por 24hrs ou mais)
    • — O sistema não tem direitos a qualquer direitos de atualização
  • Errata — O número total de Alertas de Errata aplicáveis ao sistema.
  • Pacotes (Packages) — O número total de atualizações de pacotes para o sistema. Inclui pacotes de alertas de errata, além de pacotes mais novos, que não sejam relacionados aos alertas de errata. Por exemplo: imagine um sistema cliente com uma versão antiga de um pacote instalado. Se este cliente for registrado no canal base apropriado do RHN (por exemplo, Red Hat Enterprise Linux 5), este canal pode conter uma versão atualizada do pacote em questão. Neste caso, o pacote aparece na lista de atualizações de pacotes disponíveis.
  • Sistema (System) — O nome do sistema, conforme configurado ao registrá-lo. O nome default é o nome da máquina (hostname) do sistema. Clicar no nome de um sistema, te leva à sua página Detalhes do Sistema (System Details). Consulte a Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)” para mais informações.
  • Canal Base (Base Channel) — O principal canal do sistema, baseado na versão de seu sistema operacional. Consulte a Seção 4.6.1, “Canais de Software” para mais informações.
  • Direitos (Entitlement) — Se o sistema possui ou não direitos e a quais níveis de serviço está registrado.
Os links na barra de navegação esquerda, abaixo de Sistemas, possibilitam a você selecionar e visualizar conjuntos pré-definidos de seus sistemas. Todas as opções descritas acima podem ser aplicadas nestas páginas.
4.4.2.1. A página "Todos"
A página Todos contém o conjunto padrão de seus sistemas. Apresenta todos os sistemas para os quais você tem permissão de administração. Um usuário tem permissão para administrar um sistema, se for o único usuário em sua empresa, se for um Satellite Administrator ou se o sistema for membro de um grupo para o qual ele tem direitos de administrador.
4.4.2.2. A página "Sistemas Virtuais"
Para acessar esta página, selecione a aba Sistemas, seguida da sub-aba Sistemas da barra de navegação da esquerda e finalmente selecione Sistemas Virtuais da barra de navegação da esquerda. Esta página lista cada máquina virtual, da qual o RHN Satellite está a par e os sistemas de convidados naquelas máquinas.
Sistema (System)
Esta coluna apresenta o nome de cada sistema de convidado.
Atualizações (Update)
Esta coluna indica se os sistemas de convidado possuem qualquer errata que ainda não foram aplicadas à eles.
Estado (Status)
Esta coluna indica se um convidado está rodando, pausado ou parado.
Canal Base (Base Channel)
Esta coluna indica o canal de base, no qual o convidado faz parte no momento.
Somente aqueles convidados registrados no RHN são apresentados neste texto azul. Selecionar o nome da máquina do sistema de convidado, apresentará a página de Detalhes de Sistema daquele sistema.
4.4.2.3. A página "Desatualizado"
A página Desatualizados apresenta os sistemas os sistemas que possuem Alertas de Errata aplicáveis, que não foram aplicadas.
4.4.2.4. A página "Sem Título"
(São necessários o direito de Gerenciamento ou Provisionamento) A página Unentitled exibe os sistemas que não possuem ainda direitos de serviços para o serviço Red Hat Network.
4.4.2.5. A página "Desagrupado"
A página Desagrupados apresenta os sistemas que ainda não foram inclusos a um grupo de sistemas especifico.
4.4.2.6. A página "Inativo"
A página Inativos apresenta os sistemas que não foram conectados ao RHN durante 24 horas ou mais. Quando o Red Hat Update Agent conecta ao RHN para verificar se há atualizações disponíveis ou ações agendadas, isto é considerado um checkin. Se você vê uma mensagem indicando que os checkins não estão ocorrendo, o cliente do RHN em seu sistema não está conectando ao Red Hat Network devidamente. Isto indica que:
  • O sistema não tem direitos a qualquer serviço RHN. Os Perfis de Sistema que permanecem sem direitos (unentitled) por 180 dias são removidos.
  • O sistema é entitulado, mas o Daemon do Red Hat Network foi desabilitado no sistema.
  • O sistema está atrás de um firewall que não permite conexões através do https (porta 443).
  • O sistema está atrás de um servidor proxy HTTP que não foi configurado apropriadamente.
  • O sistema está conectado a um RHN Proxy Server ou RHN Satellite que não foi configurado apropriadamente.
  • O próprio sistema não foi configurado apropriadamente; talvez esteja apontando para o Servidor RHN errado.
  • O sistema não está conectado à rede.
  • Há algumas outras barreiras entre o sistema e os Servidores RHN.
4.4.2.7. Registrado Recentemente
A página Registrados Recentemente apresenta quaisquer sistemas novos que tenham sido registrados dentro de um certo período. Use o menu suspenso para especificar novos sistemas registrados nos últimos dias, semanas, de 30 à 180 dias e no último ano.
4.4.2.8. Proxy
A página Proxy exibe os sistemas RHN Proxy Server registrados na sua conta RHN.
4.4.2.9. Sistemas Duplicados (Duplicate Systems)
A página Sistemas Duplicados lista sistemas atuais e quaisquer direitos inativos e ativos associados a eles. Os direitos ativos estão em cinza enquanto os direitos inativos são destacados em amarelo e suas opções marcadas por padrão para você deletar conforme a necessidade clicando no botão Deletar Selecionados (Delete Selected) — inativos são direitos que não foram verificados no Satellite num período específico pelo Um perfil de sistema está inativo se seu sistema não foi verificado.
Você pode filtrar direitos duplicados pelo Endereço de IP, Nome de Host ou Endereço MAC clicando no respectivo sub-título. Você pode filtrar mais digitando o nome de host do sistema, endereço de IP ou endereço MAC na caixa de texto correspondente Filtrar por:.
Para comparar até 3 direitos duplicados por vez, clique no link Comparar Sistemas (Compare Systems) na coluna Últimas entradas (Last Checked In). Componentes inativos de sistemas são destacados em amarelo. Você pode então determinar quais sistemas são inativos ou duplicados e deleta-los clicando no botão Deletar Perfil de Sistema (Delete System Profile). Então clique no botão Confirmar Eliminação (Confirm Deletion) que aparecerá para confirmar sua escolha.
4.4.2.10. Detalhes do Sistema (System Details)
Clique no nome de um sistema em qualquer página e o RHN irá exibir a página Detalhes do Sistema para aquele cliente. A partir daqui, você pode modificar a informação exibida ou removê-la do sistema clicando no link Remover Sistema (Delete System) no canto superior da direita.

Nota

O link Remover Sistema no canto superior direito desta tela se refere somente ao perfil do sistema. A remoção do perfil do sistema host não irá destruir ou remover o registro de sistemas visitantes. A remoção de um perfil de sistema visitante não irá removê-lo da lista de convidados de seu host, nem irá interromper ou pausar o convidado. Ele no entanto, irá remover sua habilidade de gerenciá-lo através do RHN.
Se você removeu um perfil de sistema por engano do RHN, você poderá registrá-lo novamente.
A página Detalhes de Sistema é dividida mais tarde nas seguintes abas:
  • Detalhes
  • Software
  • Configuração
  • Provisionamento —
  • Monitoramento —
  • Grupos
  • Eventos
As seções a seguir discutem estas abas e suas sub-abas em detalhes.
4.4.2.10.1. Detalhes do Sistema (System Details) ⇒ Detalhes (Details)
Esta página não é acessível de qualquer barra de navegação padrão. No entanto, ao clicar no nome de um sistema em qualquer lugar na interface da Web, o encaminhará para esta página. A aba padrão exibida nesta página é a sub-aba Detalhes (Detalhes) ⇒ Visão Geral (Overview). Outras abas estão disponíveis, dependendo do nível de direito atual do sistema.
4.4.2.10.1.1. Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Visão Geral (Overview)
Esta página de sumário do sistema exibe a mensagem do status do sistema e a seguinte informação chave sobre o sistema:
Informações do Sistema (System Info)
Mensagem de Estado do Sistema (System Status Message)
Esta mensagem indica o estado atual de seu sistema em relação ao RHN.

Nota

Se as atualizações estiverem disponíveis para qualquer sistema com direitos, aparecerá a mensagem Atualizações críticas disponíveis (Critical updates available). Para aplicar estas atualizações, clique no link Atualizar Agora (Update Now).
ID do sistema (System ID)
Um identificador único gerado a cada vez que um sistema se registra no RHN.

Nota

O ID do sistema pode ser usado para eliminar perfis duplicados a partir do RHN. Compare o ID do sistema listado nesta página com a informação armazenada no sistema cliente no arquivo /etc/sysconfig/rhn/systemid. Neste arquivo, o ID atual do sistema está listado sob o "system_id". O valor inicia após os caractéres "ID-". Caso o valor armazenado no arquivo não seja compatível com o valor listado no perfil, significa que o perfil não é o mais recente e poderá ser removido.
Hostname
O nome da máquina como definido pelo sistema cliente. Esta informação é geralmente encontrada no /etc/hostname para os sistemas Red Hat Enterprise Linux
Endereço de IP
O endereço IP do cliente.
Kernel
O kernel que está instalado e operando no sistema cliente.
Registrado
A data e horário no qual o sistema foi registrado com o RHN e criou este perfil.
Checados
A data e horário em que foi realizado o check-in do sistema com o RHN.
Última vez inicializado
A data e horário em que o sistema foi iniciado e reiniciado pela última vez.

Nota

Sistemas com o direito Gerenciamento (Management) podem ser reinicializados a partir desta tela.
  • Selecione Agendar a reinicialização do sistema (Schedule System Reboot)
  • Forneça a data e horário da última reinicialização.
  • Clique em Agendar Reinicialização (Schedule Reboot) na parte inferior da direita.
Quando o cliente passar do horário de inicialização pré-agendado para fazer o check-in, o RHN irá instruir o sistema para se auto reinicializar.
Bloqueado (Locked)
Indica se um sistema foi bloqueado.
As ações não podem ser agendadas para sistemas bloqueados através da interface da Web até que o bloqueio seja removido manualmente. Isto não inclui as atualizações de auto-errata de prevenção agendadas através da interface da Web. Para proteger o aplicativo de atualizações de auto-erratas, desselecione a Atualização Automática de Errata do Detalhes do SistemaDetalhesPropriedades.
Bloquear um sistema pode ajudar a evitar que você faça qualquer modificação por engano em um sistema, até que você esteja preparado para tal. Por exemplo, o sistema pode ser um sistema de produção que você não deseja receber atualizações ou novos pacotes até que você decida desbloqueá-lo.

Importante

Bloquear um sistema em uma interface da Web não evitará qualquer ação originada do sistema cliente. Por exemplo, se um usuário se autenticar no cliente diretamente e executar o up2date, este irá instalar as erratas disponíveis, esteja o sistema bloqueado na interface da Web ou não.
Além disso, o bloqueio de um sistema não restringe o número de usuários que podem acessar o sistema através da interface da Web. Se você desejar restringir acesso ao sistema, associe este sistema a um Grupo de Sistema e atribua-o a um Administrador de Grupo de Sistema. Consulte a Seção 4.4.3, “Grupos de Sistemas” para maiores informações sobre os Grupos de Sistema.
Também é possível bloquear sistemas múltiplos através do Gerenciador de Conjunto de Sistemas (System Set Manager). Consulte a Seção 4.4.4.12.4, “Gerenciador de Conjunto de Sistema⇒ Misc ⇒ Bloquear Sistemas” para saber mais sobre como fazer isto.
(São necessários o direito de Provisionamento) O status OSA é também exibido para sistemas clientes registrados em um Satellite que possua um direito ao serviço Provisioning e tenham o OSA ativado..
O Push permite que os clientes do Satellite iniciem imediatamente as tarefas no sistema, com direito à Provisioning, ao invés de esperar que estes sistemas realizem o check-in com o RHN. Agendar as ações através do push é idêntico ao processo de agendamento de qualquer outra ação, exceto pelo fato de que a tarefa inicia imediatamente ao invés de aguardar os intervalos predefinidos.
Além da configuração do Satellite, cada sistema cliente, prestes a receber ações em push, devem ter os pacotes osad instalados e seu serviço inicializado. Consulte a seção Habilitando o Push para Clientes do Guia de Instalação RHN Satellite Server 5.2.0 para mais detalhes.
Canais Subscritos
Canal Base
A primeira linha indica o canal base ao qual este cliente está registrado. O canal base deve ser compatível ao sistema operacional do sistema.
Canais Filhos
As linhas subsequentes do texto, que dependem do canal base, são canais filhos. Alguns exemplos são os canais Red Hat Network Tools e o canal RHEL AS Extras.

Nota

O último link sob Canais Subscritos é o link Alterar Subscrições de Canal. Clique neste link para selecionar a partir dos canais base e filhos disponíveis para este sistema. Ao concluir estas seleções, clique no botão Modificar Subscrições para confirmar as mudanças.
Propriedades do Sistema
Nome do Perfil
Este nome editável para o perfil de sistema é ajustado para o nome host do sistema por padrão. Isto serve para distinguir este perfil de sistema entre outros.
Direitos
O direito base atual aplicado à este sistema.
Notificações
Indica as opções de notificação para este sistema. Você pode escolher se você quer ou não receber uma notificação de email de atualizações de erratas disponíveis para este sistema. Além disso, você pode escolher incluir os sistemas com direito Management no email de resumo diário.
Auto Atualização de Errata
Indica se este sistema é configurado para aceitar atualizações automaticamente.
Descrição
Esta informação é automaticamente gerada no registro. Você pode editá-la para incluir qualquer informação que você desejar.
Locação
Se inserido, este campo exibe o endereço físico do sistema.
O último link na página é Editar estas propriedades. Ao clicar neste link, a sub-aba Detalhes de SistemaPropriedades é exibida. Nesta página, edite qualquer texto de sua escolha e clique no botão Atualizar Propriedades para confirmar.
4.4.2.10.1.2. Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Propriedades
Esta sub-aba permite que você altere as seguintes propriedades básicas de seu sistema:
Nome de Perfil
Por padrão, este é o nome do host do sistema. Você pode, no entanto, alterar o nome do perfil para qualquer outro que o permita distinguir este perfil entre outros.
Direito Base
Selecione um canal base para o sistema a partir dos direitos base disponíveis.
Adicionar Direitos
Caso estejam disponíveis, aplique um direito de serviço de Monitoramento ou a Provisionamento, Virtualização ou Plataforma de Virtualização ao sistema.
Notificações
Alternar, seja a notificação sobre este sistema enviada ou este sistema já esteja incluído no resumo diário. (Por padrão, todos os sistemas Management e Provisioning estão inclusos neste sumário). Esta configuração o mantém a par de todos os avisos relativos ao sistema. Todas as vezes que uma atualização é produzida e lançada para este sistema, uma notificação é enviada por email.
Os resumo diário relata os eventos de sistema que afetam os pacotes, tais como Atualizações de Errata agendadas, reinicializações de sistema ou falhas ao realizar o check-in. Além disso, para incluir o sistema aqui, você deve escolher receber de notificação de email na página Suas Preferências da categoria Visão Geral.
Atualização de Auto Errata
Se este ítem está selecionado, as erratas disponíveis são automaticamente aplicadas ao sistema quando ele faz o check-in. Isto acontece sem a intervenção do usuário. Os clientes precisam estar cientes de que a Red Hat não recomenda o uso de recursos de atualização automática para sistemas de produção, por causa de conflitos entre os pacotes e ambientes que podem causar falhas de sistema. O Red Hat Network Daemon deve estar habilitado no sistema para que este recurso funcione.
Descrição
Por padrão, esta caixa de textos grava o sistema operacional, lançamentos e arquitetura de sistema quando se registra pelo primeira vez. Você pode editá-lo para incluir o que desejar.
Os campos restantes gravam o endereço físico no qual o sistema está armazenado. Para confirmar quaisquer modificações nestes campos, clique no botão Atualizar Propriedades.

Nota

Muitas destas propriedades podem ser configuradas para múltiplos sistemas de uma só vez através da interface do Gerenciador de Conjuntos de Sistemas (System Set Manager). Consulte a Seção 4.4.4, “Gerenciador do Conjunto de Sistemas” para maiores detalhes.
4.4.2.10.1.3. Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Notas
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning)Esta subaba permite que você execute um comando remoto em um sistema se o sistema possuir um direito ao serviço Provisioning. Antes de fazer isto, configure o sistema para aceitar tais comandos.
  • Primeiro, registre o sistema no canal Ferramentas do RHN (RHN Tools channel) e useup2date para instalar o rhncfg, rhncfg-client e pacotes rhncfg-actions.
     yum update rhncfg rhncfg-client rhncfg-actions 
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
  • Autentique o sistema como usuário root e adicione o seguinte arquivo no diretório de configuração do RHN local: allowed-actions/scripts/run.
    • Crie o diretório necessário no sistema alvo:
       mkdir -p /etc/sysconfig/rhn/allowed-actions/script 
      Copy to Clipboard Toggle word wrap
    • Crie um arquivo run vazio neste diretório para agir como um sinalizador para as permissões de sinalização do RHN para permitir os comandos remotos:
       touch /etc/sysconfig/rhn/allowed-actions/script/run 
      Copy to Clipboard Toggle word wrap
Depois que a instalação for concluída, atualize a página para visualizar os campos de texto para os comandos remotos. Você pode identificar um usuário específico, grupo e período expiração, assim como o próprio script nesta página. Selecione uma data e horário para começar tente o comando e clique em Agendar Comando Remoto (Schedule Remote Command).
4.4.2.10.1.4. Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Satellite
Uma chave de ativação específica para este Perfil de Sistema. As chaves de reativação, disponíveis somente para sistemas que possuem o direito a Provisionamento (Provisioning), incluem este ID de sistema, histórico, grupos e canais. Esta chave pode então ser usada somente uma vez com o utilitário da linha de comando rhnreg_ks para registrar novamente este sistema e reaver todas as configurações do Red Hat Network. Ao contrário de chaves de ativação típicas, que não são associadas ao ID de sistema específico, as chaves criadas aqui não aparecem dentro da página Chaves de Ativação (Activation Keys).
O reativamento das chaves pode ser combinado com a ativação das chaves para agregar as configurações de chaves múltiplas para um perfil de sistema único. Por exemplo:
rhnreg_ks --server=<server-url> --activationkey=<reactivation-key>,<activationkey> --force
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Atenção

Ao fazer o kickstart de um sitema com seu perfil do RHN, o perfil do kickstart usa a chave de ativação do sistema específico, criada aqui para registrar novamente o sistema e retornar suas outras configurações RHN. Por esta razão, você não deve gerar, remover ou usar esta chave (com o comando rhnreg_ks) enquanto um kickstart baseado em perfil estiver em progresso. Se você fizer isto, o kickstart pode falhar.
4.4.2.10.1.5. Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Hardware
Esta sub-aba fornece informação detalhada sobre o sistema, incluindo networking, BIOS, armazenamento e outros dispositivos. Isto aparece somente se você selecionar incluir o perfil de hardware para esta máquina durante o registro. Se o perfil de hardware parecer incompleto ou ultrapassado, clique em Agendar a Atualização do Hardware (Schedule Hardware Refresh) para agendar uma atualização de Perfil de Hardware. Da próxima vez que o RHN Daemon se conectar ao RHN, ele irá atualizar seu Perfil de Sistema com a lista mais recente de hardware.
4.4.2.10.1.6. Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Notas
Esta sub-aba oferece um local para criar notas sobre o sistema. Para adicionar uma nova nota, clique no link criar nova nota (create new note), digite um assunto e detalhes e clique no botão Criar (Create). Para modificar uma nota, clique em seu assunto na lista de notas, faça suas modificações e clique no botão Atualizar (Update). Para remover uma nota, clique em seu assunto na lista de notas e depois clique no link deletar nota (deletar nota).
4.4.2.10.1.7. Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Proxy
Esta sub-aba, disponível para sistemas com direitos a Provisionamento (Provisioning), fornece informação completamente personalizável sobre o sistema. Ao contrário das Notas, a Informação Personalizada é estruturada, formalizada e pode ser encontrada. Antes que você possa fornecer informação personalizada sobre um sistema, você deve primeiro ter Chaves de Informação Personalizada. Isto é feito através da página Informação de Sistema Personalizado, disponível a partir da barra de navegação à esquerda. Consulte a Seção 4.4.8, “Informações Personalizadas de Sistema” para maiores instruções.
Depois que você tiver criado uma ou mais Chaves, você pode atribuir um valor para este sistema, selecionando o link criar novo valor. Clique no nome da chave na lista resultante e insira um valor para ele no campo Descrição, depois clique no botão Chave de Atualização (Update Key).
4.4.2.10.1.8. Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Proxy
Ativa um RHN Proxy Server. Esta aba só está disponível para os sistemas com direito à Provisioning. Selecione uma versão do RHN Proxy Server e clique em Ativar Proxy, consulte o Guia RHN Proxy Server e o Guia de Configuração do Cliente.
4.4.2.10.1.9. Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Satellite
Exibe o certificado de um Red Hat Network ativo. Você pode desativar um certificado antigo aqui e carregar um novo se necessário. Esta aba requer um direito à Provisioning. Para informações mais detalhadas sobre ativação de um Satellite, consulte o Guia de Instalação RHN Satellite.
4.4.2.10.2. Detalhes do Sistema (System Details) ⇒ Software
Esta aba e suas sub-abas permitem que você gerencie o software do sistema: errata, pacotes e perfis de pacotes e inscrição de canal de software.
4.4.2.10.2.1. Detalhes de Sistema ⇒ Software ⇒ Errata
Esta sub-aba contém um lista de Avisos de Errata aplicáveis ao sistema. Consulte a Seção 4.1.2, “Ícones dos Alertas de Erratas” para acessar o significado de íncones nesta aba. Para aplicar estas atualizações, selecione-os e clique em Aplicar Errata (Apply Errata). Verifique novamente as atualizações a serem aplicadas na página de confirmação, depois clique em Confirmar. Depois de confirmar, a ação é adicionada à lista de Ações Pendentes sob Agendar. A Errata que foi agendada não pode ser selecionada para atualizações. Ao invés de uma caixa de seleção, existem um ícone de relógio que, quando selecionado, o encaminha para a página Detalhes da Ação (Action Details).
Para ajudar usuários a determinar se uma atualização foi agendada, uma coluna de Estado existe dentro da tabela Errata. Alguns valores possíveis são: Nenhum, Pendente, Tomado, Concluído e Falho. Esta coluna identifica somente a ação mais recente relacionada à uma Errata. Por exemplo, se uma ação falha e você a reagenda, esta coluna mostrará o status da Errata como Pendente somente (sem mencionar da falha anterior). Ao clicar na página Detalhes de Ação. esta coluna corresponde à uma das abas dos Sistemas Afetados da página Detalhes da Errata.
4.4.2.10.2.2. Detalhes de Sistema ⇒ Software ⇒ Pacotes
Esta sub-aba permite que você gerencie os pacotes nos sistema.
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Ao selecionar pacotes para instalar, atualizar ou remover, Clientes com o direito à serviços Provisioning, você tem a opção de executar um comando remoto automaticamente antes ou depois da instalação do pacote. Consulte o Seção 4.4.2.10.1.3, “Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Notas” para obter mais informações.
Pacotes
A exibição padrão da aba Pacotes descreve as opções disponíveis para você e oferecem meios de atualizar sua lista de pacotes. Para atualizar ou concluir uma lista desatualizada, que irá provavelmente expirar na instalação manual de pacotes, clique em Atualizar Lista de Pacotes no canto direito inferior desta página. Da próxima vez que o Daemon RHN se conectar ao RHN, ele irá atualizar seu Perfil de Sistema com a lista mais recente dos pacotes instalados.
Listar/Remover
Lista pacotes instalados e lhes permite remove-los. Vizualizar e classificar pacotes por nome, arquitetura e a data que foi instalado no sistema. Busque pelos pacotes desejados digitando na caixa de texto Filtrar por Nome de Pacote ou clicar na letra ou número correspondente do primeiro caráctere do nome do pacote. Clique em um nome de pacote para vizualizar sua página Detalhes do Pacote. Para deletar pacotes do sistema, selecione as caixas de marcação e clique no botão Remover Pacotes no canto inferior direito da página. A página de confirmação aparecerá com os pacotes listados. Clique no botão Confirmar para remover os pacotes.
Atualizar
Exibe uma lista de pacotes que possuem uma nova versão disponível baseada nas versões de pacotes nos canais para o sistema. Clique no nome dos pacotes mais recentes para visualizar sua página Detalhes de Pacote. Para atualizar os pacotes imediatamente, selecione-os e clique em Atualizar Pacotes (Update Packages). Para baixar os pacotes como arquivo .tar, selecione-os e clique em Baixar Pacotes (Download Packages).
Instalar
Permite que você instale novos pacotes no sistema a partir de canais disponíveis. Clique no nome do pacote para visualizar sua página Detalhes do Pacote. Para instalar pacotes, selecione-os e clique em Instalar Pacotes Selecionados (Install Selected Packages).
Verificar
Valida os pacotes instalados no sistema em seu banco de dados RPM. Isto é equivalente a executar um comando rpm -V. Esta aba permite que você compare os metadados dos pacotes de sistema com a informação do banco de dados, tal como o total de MD5, tamanho de arquivo, permissões, proprietário, grupo e tipo. Para verificar o pacote ou pacotes, selecione-os, clique em Verificar os Pacotes Selecionados (Verify Selected Packages) e confirme esta ação. Quando finalizado, você poderá visualizar os resultados selecionando esta ação dentro da sub-aba Histórico sob Eventos.
Perfis
Ele irá habilitá-lo para comparar pacotes neste sistema com os pacotes de perfis armazenados em outros sistemas Management e Provisioning. Para fazer a comparação com o perfil armazenado, selecione o perfil a partir do menu suspenso e clique em Comparar. Para fazer comparações com outro sistema, selecione-o a partir do menu suspenso associado e clique em Comparar. Para criar um perfil armazenado baseado em um sistema existente, clique em Criar um Perfil de Sistema insira qualquer informação adicional que desejar e clique no botão Criar Perfil. Estes perfis são mantidos dentro do link da página Stored Profiles na barra de navegação da esquerda.
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Depois que os perfis dos pacotes tiverem sido comparados, os clientes de Provisionamento poderão sincronizar os pacotes do sistema selecionado com o manifesto do pacote do perfil comparado. Observe que esta ação pode remover os pacotes do sistema e não do perfil, assim como instalar pacotes do perfil. Para instalar pacotes específicos, selecione os pacotes do perfil. Para remover pacotes específicos já instalados no próprio sistema, selecione os pacotes que mostram a diferença de Somente este sistema.. Para sincronizar totalmente os pacotes de sistema com o perfil comparado, selecione os ítens master no topo da coluna. Depois, clique em Sincronizar Pacotes com. Na tela de confirmação, reveja as modificações, selecione uma estrutura de horário para a ação e clique em Agendar Sincronização.
4.4.2.10.2.3. Detalhes de Sistema ⇒ Software ⇒ Canais de Software
Canais de Software oferecem um método bem definido para determinar quais pacotes que devem ser disponibilizados para um sistema para uma instalação ou atualização baseada em seus sistemas operacionais, pacotes e funcionalidade. Clique em um nome de canal para visualizar sua página de Detalhes de Canal. Para modificar os canais filhos associados à este sistema, use os ítens de seleção próximos dos canais e clique em Mudar Subscrições (Change Subscriptions). Você receberá uma mensagem de êxito ou será notificado sobre quaisquer erros. Para modificar o canal base do sistema, selecione o novo a partir do menu suspenso e clique em Modificar o Canal Base (Modify Base Channel). Consulte a Seção 4.6.1, “Canais de Software” para maiores informações.
4.4.2.10.3. Detalhes de Sistema ⇒ Configuração ⇒ Sandbox
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning.) Esta aba e suas sub-abas, que não aparecem sem um direito à Provisioning, assistem no gerenciamento dos arquivos de configuração com o sistema. Estes arquivos de configuração podem ser gerenciados simplesmente a partir do sistema atual ou podem ser distribuídos amplamente através de um Canal de Configuração. A seção seguinte descreve estes e outras opções disponíveis nas sub-abas Detalhes de SistemaConfiguração.

Nota

Para gerenciar a configuração de um sistema, você deve ter os pacotes rhncfg* mais recentes instalados. Consulte a Seção 4.7.1, “Preparando Sistemas para Gerenciamento de Configuração” para instruções sobre como habilitar ou desabilitar ações agendadas para um sistema.
Esta seção está disponível para usuários normais com acesso à sistemas que possuem gerenciamento de configuração habilitado. Assim como canais de software, os canais de configuração armazenam arquivos a serem instalados em sistemas. Embora atualizações de software sejam oferecidas pelo RHN, os arquivos de configuração são gerenciados somente por você. Da mesma forma, ao contrário de pacotes de software, diversas versões de arquivos de configuração podem prover serem úteis para um sistema a qualquer hora. Lembre-se que somente a versão mais recente pode ser implementada.
4.4.2.10.3.1. Detalhes de Sistema ⇒ Configuração ⇒ Visão Geral
Esta sub-aba oferece acesso às estatísticas de configuração de seu sistema e para as tarefas mais comuns usadas para gerenciar arquivos de configuração. Você pode mudar as configurações listadas sob o Status de Configuração, clicando no texto azul para esta configuração. Como forma alternativa você pode realizar quaisquer tarefas de gerenciamento de configuração comum listadas ao lado direito da tela, clicando em um destes links.
4.4.2.10.3.2. Detalhes de Sistema ⇒ Configuração ⇒ Arquivos Gerenciados
Esta sub-aba lista todos os arquivos de configuração atualmente associados ao sistema.
Nome do Arquivo
Esta coluna mostra ambos os nome e caminho de implementação para este arquivo.
Revisão
Esta coluna incrementa a qualquer momento que você realizar modificações neste arquivo gerenciado.
Do Canal Config
Esta coluna indica o nome do canal que contém o arquivo ou exibe (sobrescrição de sistema) para aqueles arquivos disponíveis somente para este sistema.
Sobrescrições (Overrides)
Se este arquivo de configuração sobrescrever outro, o arquivo sobrescrito é listado nesta coluna junto com seu canal host.
Se você desejar implementar quaisquer destes arquivos para o sistema cliente, sobrescrevendo quaisquer mudanças que tenham sido realizadas localmente, selecione o ítem à esquerda do arquivo e clique em Implementar Configuração (Deploy Configuration). Na tela seguinte, escolha um horário de implementação e clique em Agendar Implementação (Schedule Deploy) para confirmar.

Nota

Se você clicar no Nome do Arquivo de um arquivo (sobrescrição de sistema), você pode editar seus conteúdos.
A coluna Sobreposições (Overrides) identifica o arquivo config, dependendo do canal que for escolhido, caso seja cancelada a subscrição do sistema no canal config que fornece o arquivo no momento. Por exemplo, se um sistema tiver o '/etc/foo' do canal 'bar' e um '/etc/foo' do canal 'baz' estiver na coluna de sobrescrição, então cancelar a subscrição do canal 'bar' significa que o arquivo do canal 'baz' será aplicável. Também, se não existir nada na coluna 'Sobrescrição' (Overrides) para um dado caminho de arquivo, então o cancelamento da subscrição de canal que estiver fornecendo o arquivo deixará o mesmo sem gerenciamento (embora ele não remova o arquivo do sistema).
4.4.2.10.3.3. Detalhes de Sistema ⇒ Configuração ⇒ Comparar Arquivos
Esta sub-aba compara um arquivo de configuração armazenado em um Satellite com o arquivo existente no cliente. (Ele não compara, por exemplo, versões do mesmo arquivo armazenado em canais diferentes). Selecione os arquivos a serem diferenciados, clique em Comparar Arquivos, selecione um horário para realizar a comparação e clique no botão Agendar Comparação para confirmar. Depois de realizar o diff, você poderá retornar à esta página para visualizar resultados.
Esta sub-aba permite que você se registre e classifique o canal de configuração que pode estar associado ao sistema, iniciando do mais baixo.
A sub-aba Listar/Desregistrar de Canais (List/Unsubscribe from Channels) contém uma lista das subscrições de canais de configuração do sistema. Selecione a caixa próxima ao Canal e clique em Desregistrar (Unsubscribe) para remover os registros dos canais.
A sub-aba Subscrever a Canais (Subscribe to Channels) lista todos os canais de configuração disponíveis. Para se registrar em um canal, selecione a caixa próxima ao canal ao qual você deseja se registrar e clique em Continue. Para se registrar em todos os canais de configuração, clique em Selecionar Todos (Select All) seguido de Continue. A página Ver/Modificar Classificações (View/Modify Rankings) será carregada automaticamente.
A sub-aba Ver/Modificar Classificações (View/Modify Rankings) permite que os usuários classifiquem a prioridade nos quais os arquivos de um canal de configuração específica são pesados. Quanto mais próximo do topo da lista estiver o canal, significa que mais de seus arquivos precederão os arquivos dos canais de classificações mais baixas (por exemplo, o canal de maior classificação pode ter um arquivo httpd.conf que irá preceder o arquivo no canal de classificação mais baixa).
4.4.2.10.3.5. Detalhes de Sistema ⇒ Configuração ⇒ Sobrescrição Local
Esta sub-aba exibe os arquivos de configuração padrão para o sistema e permite que você os gerencie. Se não existir arquivos, você poderá usar o links adicionar arquivos, atualizar arquivos e adicionar diretórios dentro da descrição da página para associar arquivos à este sistema. Estas abas correspondem àqueles dentro da página Detalhes de Canal de Configuração, afetando sua empresa toda e disponível somente aos Administradores de Configuração. Consulte a Seção 4.7.3.1, “Configuração ⇒ Canais de Configuração ⇒ Detalhes de Canal de Configuração” para maiores informações.
Se um arquivo existir, clique em seu nome para ser encaminhado para a página Detalhes de Arquivo de Configuração. Consulte a Seção 4.7.4, “Arquivos de Configuração” para instruções. Para replicar o arquivo dentro do canal de configuração, selecione-o e clique em Copiar para Canal de Configuração e selecione o canal de destino. Para remover um arquivo, selecione-o e clique em Remover Arquivos Selecionados.
4.4.2.10.3.6. Detalhes de Sistema ⇒ Configuração ⇒ Sandbox
Esta sub-aba permite que você manipule os arquivos de configuração sem implementá-los. Este modo seguro lhe oferece uma área para testar arquivos sem afetar seus sistemas. Para adicionar arquivos, clique no link importar novos arquivos (import new files), insira o caminho ao arquivo em seu sistema local e clique em Adicionar (Add) . Selecione Importar Arquivos (Import Files) para confirmar.
4.4.2.10.4. Detalhes do Sistema (System Details) ⇒ Provisioning
Esta aba e suas sub-abas permitem que você agende e monitore kickstarts e retorne seu sistema para um estado anterior. O Kickstart é um utilitário da Red Hat que permite que você automatize a reinstalação de um sistema. O snapshot rollback fornece a habilidade de reverter certas mudanças ao sistema. Por exemplo, você pode trazer de volta um conjunto de pacotes RPM, mas reverter por múltiplos níveis de atualização não é suportado. Ambos recursos estão descritos nas seções a seguir.
4.4.2.10.4.1. Detalhes de Sistema⇒ Provisioning ⇒ Kickstart
Esta sub-aba é dividida mais ainda em Status de Sessão (Session Status), que rastreia o progresso de kickstarts agendados anteriormente e Agendar (Schedule), que permite que você configure e agende um kickstart para este sistema.
A sub-aba do Agendar (Schedule) permite que você agende o sistema selecionado para o kickstart. Escolha a partir de uma lista de perfis de kickstart disponíveis, selecione um horário para o início do kickstart e clique em Agendar o Kickstart e Finalizar (Schedule Kickstart and Finish). Você deve primeiro alterar a configuração do kickstart clicando em Configuração Avançada (Advanced Configuration).

Nota

Você deve criar primeiro um perfil de kickstart antes que ele apareça nesta sub-aba. Se você não tiver criado nenhum perfil, consulte a Seção 4.4.9.3, “Criar um Novo Perfil Kickstart” antes de agendar um kickstart para um sistema.
A sub-aba Variáveis (Variables) pode ser usada para criar as variáveis do Kickstart, a qual substitui valores nos arquivos kickstart. Para definir uma variável, crie um par de nome-valor (name/value pair) na caixa texto.
Por exemplo, se você quiser que um sistema kickstart se conecte à rede para um departamento específico (por exemplo a organização Engineering) você pode criar uma variante do perfil para configurar o endereço IP e o endereço do servidor gateway para uma variante que qualquer sistema que utilize este perfil. Adicione a seguinte linha à caixa de texto Variáveis (Variables).
IPADDR=192.168.0.28
GATEWAY=192.168.0.1
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Para usar a variante de sistema, você pode usar o nome da variante dentro do perfil para substituir no valor. Por exemplo, a porção network de um arquivo kickstart poderia se parecer com o seguinte:
network --bootproto=static --device=eth0 --onboot=on --ip=$IPADDR
--gateway=$GATEWAY
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O $IPADDR será 192.168.0.28 e o $GATEWAY será 192.168.0.1

Nota

Existe uma hierarquia ao criar e usar as variantes nos arquivos do kickstart. As variantes do kickstart do sistema antecedem as variantes do Perfil, as quais antecedem as variantes da Distribuição. Entender esta hierarquia, resolve a confusão ao usar variantes no kickstart.
O uso das variantes são somente uma parte da grande infraestrutura do Cobbler para criar modelos que possam ser compartilhados entre perfis múltiplos e sistemas. Para mais informações sobre o Cobbler e os modelos do kickstart, consulte o Capítulo 8, Cobbler.
4.4.2.10.4.2. Detalhes de Sistema⇒ Provisioning ⇒ Snapshots
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning.) Snapshots permitirão que você retorne para o perfil do pacote de sistema, arquivo de configuração e as configurações de RHN. Os instantâneos são capturados quando uma ação acontece em um sistema com direito à Provisioning. A sub-aba Snapshots lista todos os instantâneos para o sistema, incluindo a razão para realizar o instantâneo. Para reverter a configuração anterior, clique em Razão (Reason) do snapshot tirado e reveja as mudanças em potencial das sub-abas fornecidas, iniciando com Reverter (Rollback).

Nota

O snapshot roll back suporta a habilidade de reverter certas mudanças para o sistema, mas não em todos os cenários. Por exemplo, você pode trazer de volta um conjunto de pacotes RPM, mas trazer de volta múltiplos níveis de atualização não é suportado.
Cada sub-aba fornece as mudanças específicas que serão feitas no sistema durante o retorno:
  • inscrições de grupo (group memberships)
  • subscrições de canais (channel subscriptions)
  • pacotes instalados (installed packages)
  • subscrições de canal de configuração (configuration channel subscriptions)
  • arquivos de configuração (configuration files)
  • etiquetas snapshots (snapshot tags)
Quando estiver satisfeito com a reversão, retorne à sub-aba Reverter e clique em Reverter para Snapshot. Para ver esta lista novamente, clique em Retornar à lista do snapshot (Return to snapshot list).
4.4.2.10.4.3. Detalhes de Sistema⇒ Provisioning ⇒ Marcações de Snapshots
Fornece um meio de adicionar descrições significativas ao seu snapshot de sistema mais recente. Isto pode ser usado para indicar fatos, tais como uma configuração funcionando conhecida ou uma atualização bem sucedida. Para rotular o snapshot mais recente, clique em criar novo rótulo de sistema (create new system tag), insira um termo descritivo no campo Rotular nome (Tag name) e clique em Rotular Snapshot Atual (Tag Current Snapshot). Você pode então reverter usando este rótulo diretamente clicando em seu nome na lista de Rótulos Snapshot. Para remover tais rótulos, selecione-as e clique em Remover Rótulos (Remove Tags) e confirme as ações.
4.4.2.10.5. Detalhes de Sistema ⇒ Virtualização
Esta aba permite que você crie um convidado virtual novo em um sistema host ou permite que você mude o estado de convidados virtuais.
A aba Virtualização possui duas sub-abas, Detalhes e Kickstart. Estas abas aparecem iguais para ambos os hosts virtuais e convidados, mas a funcionalidade somente faz sentido para hosts virtuais. Não é possível criar um sistema convidado que rode em outro sistema convidado.
4.4.2.10.5.1. Detalhes de Sistema ⇒ Virtualização ⇒ Detalhes
Detalhes é a aba padrão. Para sistemas host, ele apresenta uma tabela dos convidados virtuais de sistema host. Para cada sistema convidado, é fornecida a informação a seguir:
Estado
Este campo indica se um sistema virtual está rodando, pausado, interrompido ou travado.
Atualizações
Esta campo indica se uma errata, aplicável ao convidado, ainda deve ser aplicada.
Canal Base de Software
Este campo indica o Canal Base ao qual o convidado é registrado.

Nota

Se um sistema convidado não registrou no Satellite, esta informação aparecerá como texto simples na tabela.
Se você tiver responsabilidades Administrador do Grupo de Sistemas (System Group Administrator) atribuídas ao seus sistemas convidados, é possível que um usuário possa ver a mensagem Você não tem permissão para acessar este sistema (You do not have permission to access this system) dentro da tabela. Isto acontece pois é possível atribuir convidados virtuais em um único host para múltiplos Administradores do Grupo de Sistemas. Somente os usuários que possuem estes privilégios no sistema host, podem criar novos convidados virtuais.
4.4.2.10.5.2. Detalhes de Sistema ⇒ Monitoring
Esta aba é somente visível para sistemas registrados à um RHN Satellite com Monitoramento habilitado e que tenham direitos a Monitoramento. Ela exibe todas as probes (detecções) monitorando o sistema. A coluna Estado mostra os ícones representando o status de cada detecção. Consulte a Seção 4.10, “Monitoring” para descrições destes estados. Clicar em Descrição da Probe (Probe Description) o encaminhará à sua página Estado Atual (Current State). A coluna Sequencia de Estado (Status String) exibe a última mensagem recebida da probe.
Para adicionar uma probe ao sistema, clique no link criar nova probe no canto superior da direita da página e conclua os campos nas seguintes páginas. Consulte a Seção 5.5.1, “Administrando probes” para instruções mais detalhadas.
Depois de adicionada a probe, você deve reconfigurar a infraestrutura do seu Monitoramento para reconhecê-la. Consulte a Seção 4.10.4, “Forçar Agente de Configuração” para maiores detalhes. Depois de executar a probe (detecção), seu resultado torna-se disponível na página Estado Atual (Current State). Consulte a Seção 4.10.1.7, “Estado Atual” para maiores detalhes.
Para remover uma probe de um sistema, clique no nome de uma detecção, depois clique no link remover detecção no canto superior da direita. Finalmente, clique em Remover Probe para concluir o processo.
4.4.2.10.5.3. Detalhes de Sistema ⇒ Eventos
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Esta aba e suas subabas permite que você gerencie associações de grupo de sistema.
4.4.2.10.5.3.1. Detalhes de Sistema ⇒ Grupos ⇒ Lista/Deixar
(Para visualizar esta aba é necessário o direito Management) Esta subaba lista grupos ao qual o sistema pertence e habilita -o a cancelar estas associações. Somente os Administradores de Grupos de Sistema e Administradores do Satellite podem remover o sistema dos grupos. Os não administradores visualizam a página Reveja esta inscrição de grupo de sistema. Para adicionar o sistema aos grupos, selecione os ítens de grupos de clique em Entrar nos Grupos Selecionados.
Clique em um nome de grupo para ir para sua página de System Group Details. Consulte o Seção 4.4.3.3, “Detalhes do Grupo de Sistemas” para obter mais informações.
4.4.2.10.5.3.2. Detalhes de Sistema ⇒ Eventos ⇒ Pendente
Lista grupos que o sistema pode ser registrado. Somente os Administradores de Grupos de Sistema e Administradores do Satellite podem adicionar o sistema aos grupos. Os não administradores visualizam a página Reveja esta inscrição de grupo de sistema. Para adicionar o sistema aos grupos, selecione os ítens de grupos de clique em Entrar nos Grupos Selecionados.
4.4.2.10.5.4. Detalhes do Sistema (System Details) ⇒ Eventos
Exibe as ações anteriores, atuais e agendadas no sistema. Você pode cancelar os eventos pendentes aqui. As seções seguintes descrevem as sub-abas Eventos e os recursos que oferecem.
4.4.2.10.5.4.1. Detalhes de Sistema ⇒ Eventos ⇒ Pendente
Lista eventos que são agendados mas não foram ainda iniciados. Um pré-requisito dessa ação deve ser concluído com sucesso antes da tentativa de uma ação. Se uma ação tiver um pré-requisito, não haverá caixa de seleção disponível para cancelar esta ação. Ao invés disso, aparecerá uma caixa de seleção próxima à ação de pré-requisito, cancelar a ação de pré-requisito irá fazer com que uma ação em questão falhe.
Ações podem ser encadeadas desta maneira para que ações 'a' requeiram ações 'b' que requeira ações 'c'. A ação 'c' é a primeira a tentar e possui uma caixa de seleção próxima à ela até que seja concluída com sucesso, se alguma ação na cadeia falhar, as ações restantes também falharão. Para desagendar um evento pendente, selecione o evento e clique em Cancelar Eventos na parte inferior da página. Os seguintes ícones indicam o tipo de eventos listados aqui:
  • — Evento de Pacote
  • — Evento de Errata
  • — Eventos de Preferência
  • — Evento de Sistema
4.4.2.10.5.4.2. Detalhes de Sistema ⇒ Eventos ⇒ Histórico
A exibição padrão da aba Eventos lista o tipo e estado de eventos que falharam, aconteceram ou estão acontecendo. Para visualizar detalhes de um evento, clique em seu sumário na lista Histórico do Sistema. Para visualizar novamente a tabela, clique em Retornar à lista de Histórico na parte inferior da página.

4.4.3. Grupos de Sistemas

(Para visualizar esta página é necessário obter direitos de serviços de Gerenciamento). A página System Groups permite que todos os usuários do RHN Gerenciamento e Provisioning visualizem a lista do System Groups. Somente Administradores de Grupos de Sistema e o Satellite Administrator pode realizar as seguintes tarefas adicionais:
  1. Criar Grupos de Sistema . (Consulte a Seção 4.4.3.1, “Criando Grupos (Creating Groups)”.)
  2. Remover sistemas de grupos de sistema. (Consulte a Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)”.)
  3. Atribuir permissões de grupos de sistemas a usuários. (Consulte a Seção 4.9, “Usuários”.)
A lista Grupos de Sistema exibe todos os seus grupos de sistema:
A lista Grupos de Sistema contém diversas colunas para cada grupo:
  • Selecionar (Select) — Estas caixas de verificação permitem adicionar sistemas em grupos para o Gerenciador de Conjuntos de Sistemas( System Set Manager). Para selecionar grupos, marque as caixas apropriadas e clique no botão Atualizar (Update) abaixo da coluna. Todos os sistemas dos grupos selecionados são adicionados ao Gerenciador de Conjuntos de Sistemas. Então, você pode usar o Gerenciador de Conjuntos de Sistemas para efetuar ações simultâneas nestes. É possível selecionar somente os sistemas membros de todos os grupos selecionados. Para tanto, selecione-os e clique no botão Trabalhar com Intersecção (Work with Intersection). Para adicionar todos os sistemas de todos os grupos selecionados, selecione-os e clique no botão Trabalhar com União (Work with Union). Cada sistema será exibido uma vez, independente do número de grupos ao qual pertence. Consulte a Seção 4.4.4, “Gerenciador do Conjunto de Sistemas” para obter detalhes.
  • Atualizações (Updates) — Apresenta os tipos de Alertas de Erratas aplicáveis ao grupo ou confirma que está atualizado. Clicar no ícone de estado de um grupo te leva à aba Errata de sua página Detalhes do Grupo de Sistemas (System Group Details). Consulte a Seção 4.4.3.3, “Detalhes do Grupo de Sistemas” para mais informações.
    Os ícones de estado alertam para diferentes graus de atenção:
    • — Todos os sistemas dentro do grupo estão atualizados
    • — Errata Crítica disponível, atualização altamente recomendada.
    • — Atualizações disponíveis e recomendados
  • Nome do Grupo — O nome do grupo, conforme configurado durante sua criação. O nome deve ser descritivo o suficiente para diferenciá-lo de outros grupos. Clicar no nome de um grupo te leva à aba Detalhes de sua página Detalhes de Grupo de Sistema. Consulte a Seção 4.4.3.3, “Detalhes do Grupo de Sistemas” para mais informações.
  • Sistemas — O número total de sistemas contidos no grupo. Clicar no número te leva à aba Sistemas da página Detalhes do Grupo de Sistemas do grupo. Consulte a Seção 4.4.3.3, “Detalhes do Grupo de Sistemas” para mais informações.
  • Usar na SSM — Clicar no botão Usar Grupo nesta coluna carrega o grupo desta fileira e inicia a System Set Manager imediatamente. Consulte a Seção 4.4.4, “Gerenciador do Conjunto de Sistemas” para mais informações.
4.4.3.1. Criando Grupos (Creating Groups)
Para adicionar um novo grupo de sistemas, clique no botão criar novo grupo no canto superior direito da página. Digite um nome e descrição e então clique no botão Criar Grupo Certifique-se de usar um nome que o diferencie dos outros grupos. O grupo novo aparecerá na lista Grupos de Sistemas.
Os sistemas podem ser adicionados e removidos de grupos em dois lugares: na aba Sistemas Alvo da página Detalhes do Grupo de Sistemas e na aba Grupos da página Detalhes do Sistema. O processo é similar nos dois casos. Selecione os sistemas a serem adicionados ou removidos e clique no botão Adicionar Sistemas ou Remover Sistemas.
4.4.3.3. Detalhes do Grupo de Sistemas
No topo de cada página Detalhes do Grupo de Sistema há dois links: trabalhar com grupo e apagar grupo Clicar em apagar grupo remove o Grupo de Sistemas e deve ser usado com cuidado. Clicar em Trabalhar com Grupo funciona de maneira semelhante ao botão Usar Grupo da lista Grupos de Sistemas, carregando os sistemas do grupo e iniciando o Gerenciador de Conjuntos de Sistemas (System Set Manager) imediatamente. Consulte a Seção 4.4.4, “Gerenciador do Conjunto de Sistemas” para mais informações.
A página Detalhes do Grupo de Sistemas é dividida nas abas:
4.4.3.3.1. Detalhes do Grupo de Sistema ⇒ Detalhes (Details)
Oferece o nome e descrição do grupo. Para alterar estas informações, clique em Editar Propriedades do Grupo faça suas alterações nos devidos campos e clique no botão Modificar Detalhes.
4.4.3.3.2. Detalhes do Grupo de Sistema ⇒ Sistemas
Lista os sistemas membros do grupo. Clicar nos links da tabela leva às abas correspondentes na página Detalhes do Sistema do sistema associado. Para remover sistemas do grupo, selecione as caixas de verificação apropriadas e clique no botão Remover do grupo no rodapé da página. Clicar neste botão não elimina os sistemas inteiramente do RHN. Isso é feito nas páginas Gerenciador do Conjunto de Sistemas (System Set Manager) ou Detalhes do Sistema (System Details). Consulte a Seção 4.4.4, “Gerenciador do Conjunto de Sistemas” ou Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)”, respectivamente.
4.4.3.3.3. Detalhes do Grupo de Sistema ⇒ Sistemas Alvo
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de Serviços de Gerenciamento) Sistemas Alvo — Lista todos os sistemas de sua empresa. Esta aba possibilita adicionar sistemas ao grupo de sistemas específico. Selecione os sistemas usando as caixas de verificação à esquerda e clique no botão Adicionar Sistemas no canto inferior direito da página.
4.4.3.3.4. Detalhes do Grupo de Sistema ⇒ Errata
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Lista as Erratas relevantes para os sistemas do grupo. Clicar no Advisory (Relatório) te leva à aba Detalhes da página Detalhes da Errata. (Consulte a Seção 4.5.2.2, “Detalhes da Errata” para mais informações.) Clicar no número de Sistemas Afetados lista todos os sistemas atingidos pela Errata. Para aplicar as Atualizações da Errata nesta lista, selecione os sistemas e clique no botão Aplicar Errata.
4.4.3.3.5. Detalhes do Grupo de Sistema ⇒ Admins
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Lista de todos os usuários da empresa com permissões para administrar o grupo de sistemas. Os Administradores do Satellite são claramente identificados. Os Administradores de Grupo de Sistemas são marcados com um asterisco (*). Para alterar os usuários do grupo de sistemas, selecione e desselecione as caixas de verificação apropriadas e clique no botão Atualizar.
4.4.3.3.6. Detalhes do Grupo de Sistema ⇒ Probes
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Lista todas as probes atribuídas aos sistemas nos grupo de sistema. O Estado mostra o estado da probe. Clique no Sistema individual para detalhes sobre probe e para realizar mudanças na configuração de probe. Clique em Probe para gerar um formulário padronizável no monitoramento.

4.4.4. Gerenciador do Conjunto de Sistemas

(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Muitas ações realizadas para sistemas individuais através da página de Detalhes de Sistema podem ser realizadas para sistemas múltiplos via Gerenciador de Conjunto de Sistemas, incluindo:
  • Aplicar atualizações de Errata
  • Atualizar pacotes para as versões disponíveis mais recentes
  • Adicionar/remover sistemas a/de grupos de sistemas
  • Registrar/desregistrar sistemas em/de canais
  • Atualizar perfis de sistemas
  • Modificar as preferências do sistema, como o download e instalação de pacotes agendados
  • Kickstart em diversos sistemas com direito a Provisioning de uma só vez
  • Determinar a subscrição e classificar os canais de configuração para sistemas com direitos a Provisioning
  • Etiquetar as snapshots mais recentes de seus sistemas com direitos a Provisioning
  • Reverter sistemas com direitos a Provisioning para snapshots anteriores
  • Executar comandos remotos em sistemas com direitos a Provisioning
Antes de executar ações em sistemas múltiplos, você deve selecionar os sistemas que deseja modificar. Para tanto, clique no link Listar os Sistemas, marque as caixas à esquerda dos sistemas que deseja selecionar e clique no botão Atualizar Lista.
Você pode acessar o System Set Manager de três maneiras:
  1. Clique no link Gerenciador de Conjunto de Sistemas (System Set Manager) na área de navegação cinza esquerda.
  2. Clique no botão Usar Grupo (Use Group) na lista Grupos de Sistema (System Groups).
  3. Selecione o link Trabalhar com Grupo (Work with Group) na página Detalhes de Grupo de Sistema (System Group Details).
4.4.4.1. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Visão Geral
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Descrição de diversas opções disponíveis para você nas abas restantes.
4.4.4.2. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Sistemas
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Lista dos sistemas selecionados no momento. Para remover sistemas deste conjunto, selecione-os e clique no botão Remover.
4.4.4.3. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Errata
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Lista das Atualizações de Errata aplicáveis ao conjunto de sistemas atual. Clique no número da coluna Sistemas para ver a quais sistemas do Gerenciador de Conjunto de Sistemas (System Set Manager) as Erratas são aplicáveis. Para aplicar as atualizações, selecione a Errata e clique no botão Aplicar Errata.
4.4.4.4. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Pacotes
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) As opções para modificar pacotes no sistema dentro das sub-seções seguintes (Clique no número da coluna Sistemas para ver a quais sistemas da System Set Manager um determinado pacote se aplica):
Ao selecionar pacotes para instalar, atualizar ou remover, Clientes com o direito à serviços Provisioning, você tem a opção de executar um comando remoto automaticamente antes ou depois da instalação do pacote. Consulte o Seção 4.4.2.10.1.3, “Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Notas” para obter mais informações.
4.4.4.4.1. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Pacotes ⇒ Upgrade
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Uma lista de todos os pacotes que podem ser atualizados nos sistemas selecionados. Os sistemas devem estar registrados em um canal provendo o pacote, para poderem atualizá-lo. Se forem exibidas múltiplas versões do pacote , note que somente a versão mais recente disponível a cada sistema é atualizada naquele sistema. Selecione os pacotes a serem atualizados e então clique no botão Atualizar Pacotes.
4.4.4.4.2. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Pacotes ⇒ Instalar
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Uma lista dos canais a partir dos quais você pode obter pacotes. Esta lista abrange todos os canais aos quais os sistemas do conjunto estão registrados; um pacote é instalado num sistema somente se este estiver registrado ao canal que origina o referido pacote. Clique no nome do canal e selecione os pacotes da lista. Em seguida, clique no botão Instalar Pacotes.
4.4.4.4.3. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Pacotes ⇒ Remover
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento)Uma lista de todos os pacotes que podem ser removidos dos sistemas selecionados. Aparecem versões múltiplas se os sistemas do System Set Manager têm mais de uma versão instalada. Selecione os pacotes a serem apagados e então clique no botão Remover Pacotes.
4.4.4.5. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Verificar
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Uma lista de todos os pacotes instalados, cujos conteúdo, MD5 sum e outros detalhes podem ser verificados. No próximo checkin, o evento de verificação invoca o comando rpm --verify no pacote especificado. Se houver quaisquer discrepâncias, são exibidas na página Detalhes do Sistema de cada sistema.
Selecione a caixa de verificação próxima a todos os pacotes e então clique no botão Verificar Pacotes. Na página seguinte, selecione Agendar ações assim que possível ou escolha a data e a hora para a verificação e então clique no botão Agendar Verificações.
4.4.4.6. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Reparos
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Ferramentas para gerenciar reparos nos clientes Solaris. Reparos podem ser instalados ou removidos via sub-abas.
4.4.4.7. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Reparar Clusters
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Ferramentas para gerenciar reparos de clusters para clientes Solaris. Reparos podem ser instalados ou removidos via sub-abas.
4.4.4.8. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Grupos
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Ferramentas para criar grupos e administrar seus membros. Estas funções são limitadas a Satellite Administrators e System Group Administrators. Para adicionar um grupo novo, clique em criar novo grupo no canto superior direito. Na página resultante, digite seu nome e descrição nos campos identificados e clique no botão Criar Grupo. Para adicionar ou remover os sistemas selecionados a ou dos grupos, selecione os botões apropriados e clique em Alter Membership.
4.4.4.9. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Canais
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Opções para gerenciar associações de canal através das seguintes sub-abas:
4.4.4.9.1. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Canais ⇒ Subscrições de Canais
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Para registrar ou remover registro dos sistemas selecionados a ou de qualquer um dos canais, selecione os botões apropriados e clique em Alterar Subscrições. Tenha em mente que registrar a canais consome os direitos do canal para cada sistema. Se houver poucos direitos disponíveis, o registro de alguns sistemas falharão. Os sistemas devem ser registrados num canal base antes de fazê-lo num canal filho.
4.4.4.10. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Configuração
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning)Assim como as opções da aba Detalhes do Sistema ⇒ Canais ⇒ Configuração, estas sub-seções podem ser usadas para registrar os sistemas selecionados a canais de configuração, empregá-los e depois comparar os arquivos de configuração nos sistemas. Os canais são criados na interface Administrar Canais de Configuração na categoria Canais. Consulte a Seção 4.7.2, “Visão Geral” para obter instruções sobre a criação de canais.
Para administrar a configuração de um sistema, instale os pacotes rhncfg* mais recentes. Consulte a Seção 4.7.1, “Preparando Sistemas para Gerenciamento de Configuração” para instruções sobre a ativação e desativação de ações agendadas num sistema.
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning)Use esta sub-seção para distribuir arquivos de configuração a partir de seu repositório central no RHN a cada um dos sistemas selecionados. A tabela lista os arquivos de configuração associados a qualquer um dos sistemas selecionados. Clicar em seu número de sistemas traz os sistemas já registrados ao arquivo.
Para registrar os sistemas selecionados aos arquivos de configuração disponíveis, selecione a caixa de verificação de cada arquivo desejado. Quando terminar, clique em Implementar Configuração (Deploy Configuration) e agende a ação. Note que os arquivos empregados têm a versão mais recente na hora do agendamento e não incluem versões que podem surgir antes da ação ocorrer.
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning.) Use esta sub-seção para validar os arquivos de configuração dos sistemas selecionados contra as cópias em seu repositório central do RHN. Esta tabela lista os arquivos de configuração associados a quaisquer dos sistemas selecionados. Clicar em seu número de sistemas traz os sistemas já registrados ao arquivo.
Para comparar os arquivos de configuração empregados nos sistemas àqueles do RHN, selecione a caixa de verificação de cada arquivo a ser validado. Então, clique em Analisar Diferenças e agende a ação. Note que os arquivos comparados têm a última versão de acordo com a hora de agendamento e não contam com as versões que podem surgir antes da ação ocorrer. Encontre os resultados na categoria Agendar principal ou na aba Detalhes do Sistema ⇒ Eventos.
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Registre os sistemas nos canais de configuração de acordo com a ordem de preferência. Esta aba é disponibilizada somente o Satellite Administrator e a Configuration Administrators. Indique um número na coluna Classificar (Rank) para registrar num canal. Os canais são acessados na ordem da classificação, começando pelo número 1. Os canais que não tiverem um valor numérico atribuído, não são associados aos sistemas selecionados. Seu canal de configuração local sempre sobrescreve todos os outros canais. Após estabelecer a classificação dos canais de configuração, você deve decidir como aplicá-los aos sistemas selecionados.
Os três botões abaixo dos canais refletem suas opções. Clicar em Subscrever com a Prioridade mais Alta (Subscribe with Highest Priority) coloca todos os canais do rank antes de qualquer canal ao qual os sistemas já estão registrados. Clicar em Subscrever com a Classificação Mais Baixa coloca os canais da classificação após os canais aos quais os sistemas já estão registrados. Clicar em Substituir Canais de Subscrição remove todas as associações existentes e inicia de forma limpa os canais da classificação, deixando todos os sistemas com os mesmos canais de configuração na mesma ordem.
Nos dois primeiros casos, se qualquer canal recentemente inserido na classificação já está na lista de canais de configuração de um sistema, o canal duplicado é removido e reinserido de acordo com a classificação nova, efetivamente reordenando os canais existentes do sistema. Quando existe um conflito como este, é apresentada uma página de confirmação para garantir que a ação pretendida é correta. Quando a alteração ocorrer, aparece uma mensagem no topo da página indicando que a atualização foi bem-sucedida.
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Os Administradores podem remover o registro dos canais de configuração, clicando na caixa de seleção pelo nome do canal e clicando no botão Cancelar registro de Sistemas.
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Os Administradores podem ativar o gerenciamento do canal de configuração, clicando na caixa de seleção pelo nome do canal e clicando em Habilitar Gerenciamento de Configuração RHN. Você também pode agendar a ação, clicando no botão Agendar instalações de pacotes para depois de e usando os menus suspensos para configurar data e horário, depois clicando em Habilitar Gerenciamento de Configuração RHN.
4.4.4.11. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Provisioning
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Opções para os sistemas de provisionamento através das seguintes sub-abas:
4.4.4.11.1. Gerenciador de Conjunto de Sistema⇒ Provisioning ⇒ Kickstart
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Use esta sub-aba para reinstalar o Red Hat Enterprise Linux nos sistemas com Provisioning selecionados. Para agendar kickstarts para estes sistemas, selecione uma distribuição, identifique o tipo (endereço IP ou manual) e clique em Continuar. Finalize a escolha das opções na tela subseqüente. Se alguns dos sistemas conecta ao RHN através de um RHN Proxy Server, selecione a opção Preservar Configuração Existente ou a opção Usar Proxy do RHN. Se você optar pelo kickstart através de um RHN Proxy Server, selecione-o na caixa suspensa ao lado do botão Usar Proxy do RHN. Todos os sistemas selecionados farão kickstart através do Proxy selecionado. Clique no botão Agendar Kickstart para confirmar suas opções. Quando os kickstarts dos sistemas selecionados são agendados com sucesso, a interface web retorna para a página do Gerenciador de Conjunto de Sistemas (System Set Manager).
4.4.4.11.2. Gerenciador de Conjunto de Sistema⇒ Provisioning ⇒ Marcar Sistemas
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Use esta sub-seção para adicionar descrições significativas aos snapshots mais recentes de seus sistemas selecionados. Para rotular os snapshots mais recentes de um sistema, insira um termo descritivo no campo Nome de Rótulo e clique no botão Rotular Snapshots Corrente.
4.4.4.11.3. Gerenciador de Conjunto de Sistema⇒ Provisioning ⇒ Rollback
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Use esta sub-aba para retornar sistemas com direitos a Provisioning selecionados aos seus snapshots anteriores marcados com um rótulo. Clique no nome do rótulo, verifique os sistemas a serem revertidos e clique no botão Reverter Sistema (Rollback Systems).
4.4.4.11.4. Gerenciador de Conjunto de Sistema⇒ Provisioning ⇒ Comando Remoto
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Use esta sub-seção para invocar comandos remotos em sistemas selecionados com direitos a Provisioning. Primeiro, crie um arquivo run nos sistemas cliente para permitir a operação desta funcionalidade. Consulte a descrição da sub-seção Configuração na aba Canais para instruções. Em seguida, você pode identificar um usuário, grupo ou tempo limite específicos, assim como o próprio script nesta página. Selecione a data e a hora para executar o comando e clique em Agendar Comando Remoto.
4.4.4.12. Gerenciador de Conjunto de Sistemas ⇒ Misc
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento)Misc — Atualize os Perfis de Sistema e preferências do conjunto de sistemas através destes links:
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Clique em Atualizar Perfil de Hardware e então no botão Confirmar Recarregamento para agendar uma atualização do perfil de hardware. Clicar em Atualizar Perfil de Pacotes e depois no botão Confirmar Recarregamento agendará uma atualização do perfil de pacotes.
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Clique em Definir um valor personalizado para sistemas selecionados e então no nome de uma chave para permitir que você forneça valores para todos os sistemas selecionados. Indique as informações e clique no botão Determinar Valores. Clique em Remover um valor personalizado e então no nome de uma chave para poder remover os valores de todos os sistemas selecionados. Clique no botão Remover Valores para finalizar a remoção.
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Selecione os sistemas apropriados e então clique no link Reinicializar Sistemas para que estes sistemas sejam reinicializados. Para cancelar esta ação imediatamente, clique no link lista de sistemas que aparece na mensagem de confirmação no topo da página, selecione os sistemas e então clique em Desagendar Ação.
4.4.4.12.4. Gerenciador de Conjunto de Sistema⇒ Misc ⇒ Bloquear Sistemas
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Selecione os sistemas apropriados e então clique no link Bloquear Sistemas para evitar o agendamento de qualquer ação através do RHN que afetaria os sistemas selecionados. Isto pode ser revertido clicando no link Desbloquear Sistemas.
4.4.4.12.5. Gerenciador de Conjunto de Sistema⇒ Misc ⇒ Remover Sistemas
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Clique em Remover Perfis de Sistemas e então no botão Confirmar Remoções para remover os perfis de sistema selecionados permanentemente.
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Selecione através do botão se deseja Adicionar, Remover ou não efetuar Nenhuma Alteração nos direitos aos sistemas selecionados. Clique no botão Alterar Direitos para confirmar sua seleção.
4.4.4.12.7. Gerenciador de Conjunto de Sistema⇒ Misc ⇒ Preferências de Sistema
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Selecione entre Sim ou Não e então clique no botão Alterar Preferências para modificar suas preferências de notificação para os sistemas selecionados. Você pode aplicar estas preferências a sistemas separadamente através da sub-seção Propriedades na página Detalhes do Sistema. Consulte a Seção 4.4.2.10.1.2, “Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Propriedades”para instruções.
  • Receba Notificações de Atualizações/Erratas — Esta configuração mantém você informado sobre todos relatórios pertinentes a seus sistemas. Toda vez que uma atualização para um sistema sob sua supervisão é produzida e lançada, uma notificação por e-mail é enviada.
  • Incluir Sistema no Resumo Diário — Esta configuração inclui os sistemas selecionados num resumo diário de eventos ocorridos nos sistemas. De acordo com a configuração padrão, todos os sistemas Management e Provisioning são inclusos no resumo. Estes eventos de sistemas são ações afetando pacotes, como atualizações de erratas agendadas, reinicializações dos sistemas ou falhas de checkin. Além de incluir os sistemas aqui, você deve escolher receber as notificações por e-mail na página Suas Preferências (Your Preferences) do Seu RHN (Your RHN). Consulte a Seção 4.3.2, “A página "Suas Preferências"” para instruções. Note que o RHN envia estes resumos somente a endereços de e-mail verificados.
  • Aplicação automática de Erratas relevantes — Esta configuração permite ter todas as Atualizações de Erratas aplicadas automaticamente aos sistemas selecionados. Isto significa que os pacotes associados às Erratas são atualizados sem nenhuma intervenção do usuário. Os clientes devem notar que a Red Hat não recomenda o uso da funcionalidade auto-update para sistemas de produção porque os conflitos entre pacotes e ambientes podem causar falhas de sistema.

4.4.5. Busca Avançada

(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) A página Busca de Sistemas permite que você faça uma busca em seus sistema de acordo com o critério específico. Estes critérios incluem informações de sistema padronizados, detalhes de sistemas, hardware, dispositivos, interface, rede, pacotes e local.
As buscas podem ser redefinidas usando o menu suspenso Campos a Buscar (Advanced Search), o qual é ajustado para Nome/Descrição por padrão.
A lista a seguir detalha o menu suspenso Campos de Busca.
  • DMI Info — A Desktop Management Interface (DMI) é o padrão para gerenciamento de componentes em sistema de computação. Você pode fazer uma busca por sistemas RHN Satellite usando os seguintes métodos de recuperação do DMI:
    • Sistemas — Nomes de Produtos ou números, Nomes de Fabricantes, Números em série e outras informações que podem ser únicas para um sistema.
    • BIOS — informações de suporte do BIOS tais como nome do fabricante do BIOS e versão, suporte de hardware ativado no BIOS, entre outros.
    • Aba de Ativos (Asset) — Um identificador único atribuído por um departamento de TI (ou fabricante) à um sistema para um melhor rastreamento, gerenciamento e inventário.
  • Localização — O local físico de um sistema que inclui o seguinte:
    • Endereço — O endereço do sistema ou conjunto de sistema
    • Construção — A construção ou local de um endereço
    • Espaço — O espaço do servidor ou sistema dentro de uma construção
    • Rack — O local designado dentro de uma sala de servidor onde um sistema está localizado.
  • Detalhes — Os únicos identificadores atribuídos à um sistema por administradores de sistema e especialmente Satellite Administrators incluindo o seguinte:
    • Nome/Descrição — O nome atribuído à um sistema por um Satellite Administrator ao adicioná-lo ao servidor RHN Satellite .
    • ID — Um identificador que é único ao sistema ou conjunto de sistemas.
    • Informações Padronizadas — Informações sobre o sistema, únicas somente àquele sistema.
    • Aba de Snapshot — O nome atribuído à um snapshot de sistema novo ou anterior
    • Kernel em execução — O kernel atualmente em execução em um sistema registrado no Satellite
  • Hardware — Sistemas podem ser pesquisados por componentes específicos no sistema, incluindo o seguinte:
    • Modelo de CPU — O nome do modelo de CPU (tal como Pentium ou Athlon
    • MHz de CPU Menor do que — Sistemas de busca com um processador menor do que a velocidade designada à usuários em Megahertz.
    • CPU MHz Maior do que — Sistemas de Busca com um processador maior do que a velocidade designada à usuários em Megahertz.
    • Número de CPUs Menor do que — Sistemas de busca com uma quantidade de processadores menor do que a quantidade designada à usuários.
    • Número de CPUS Maior do que — Sistemas de busca com uma quantia de processadores maiores do que a quantidade designada à usuários.
    • RAM Menor do que — Sistemas de busca com uma quantia de memória menor do que a quantidade designada à usuários em megabytes..
    • RAM Maior do que — Sistemas de busca com uma quantia de memória maiores do que a quantidade designada à usuários em megabytes.
  • Pacotes — Sistemas podem ser pesquisados por pacotes instalados (e ainda não instalados) no sistema.
    • Pacotes Instalados — Sistemas de Filtro baseados em pacotes especialmente instalados
    • Pacotes Necessários — Sistemas de Filtro baseados em pacotes especiais que ainda não foram instalados.
  • Atividade — Sistemas podem ser pesquisados pela quantia de tempo desde a primeira ou última verificação dentro do RHN Satellite .
    • Dias Desde a Última checagem — O período de tempo (em dias) que os sistemas foram checados pela última vez no RHN Satellite .
    • Dias Desde a Primeira checagem — O período de tempo (em dias) que os sistemas foram checados pela primeira vez no RHN Satellite .
  • Network Info — Sistemas podem ser pesquisados com base nos detalhes da rede específica tal como endereço IP.
    • Hostname — O nome associado com um sistema registrado ao RHN Satellite
    • Endereço IP — O endereço de rede do sistema registrado no RHN Satellite
  • Dispositivos de Hardware — Sistemas podem ser pesquisados por detalhes de hardware específicos como nomes de driver e Dispositivos ou ID de Fabricantes.
    • Descrição — Informação do resumo do Dispositivo, tal como marca ou nome do modelo/número (tal como Intel 82801HBM/HEM)
    • Driver — O driver do kernel ou nome do módulo ( tal como tulip.o ou iwl3945)
    • ID do Dispositivo ID — O número hexadecimal correspondente ao dispositivo instalado no sistema.
    • ID do Fabricante ID — O número hexadecimal correspondente ao fabricante do dispositivo instalado no sistema.
As seleções de atividade (Dias Desde o Último Checkin,, por exemplo) podem ser especificamente úteis para encontrar e remover Perfis de Sistemas desatualizados. Digite a palavra-chave, selecione os critérios da busca, use os botões para identificar se a busca abrange todos os sistemas ou somente aqueles carregados no Gerenciador de Conjunto de Sistemas e clique no botão Procurar (Search). Você também pode selecionar a caixa Inverter Resultado (Invert Results) para listar os sistemas que não atendem aos critérios selecionados.
Os resultados aparecem no rodapé da página. Para obter detalhes sobre o uso da lista de sistemas resultante, consulte a Seção 4.4.2, “A página "Sistemas"”.

4.4.6. Chaves de Ativação

(Para visualizar esta aba é necessário obter direitos à serviços de Gerenciamento) Os clientes RHN Management e Provisioning com a função de Administrador de Chave de Ativação (incluindo Satellite Administrators) podem gerar chaves de ativação através do site da RHN. Estas chaves podem ser usadas para registrar um Red Hat Enterprise Linux, pode dar direito de serviços ao sistema para um nível de serviço RHN e subscrever o sistema em canais específicos e grupos de sistemas através do utilitário da linha de comando rhnreg_ks

Nota

As chaves de ativação específicas de sistemas, criadas através da sub-seção Reativação (Reactivation) da página System Details (Detalhes do Sistema), não integram esta lista porque não são reutilizáveis em todos os sistemas.
4.4.6.1. Administrando Chaves de Ativação
Para gerar uma chave de ativação:
  1. Selecione Sistemas => Chaves de Ativação nas barras de navegação superior e esquerda.
  2. Clique no link criar nova chave (create new key) no canto superior direito.

    Atenção

    Além dos campos listados abaixo, os clientes RHN Satellite também podem preencher o próprio campo Key (Chave). Este string de caracteres definido pelo usuário pode, então, ser suprido com o rhnreg_ks para registrar sistemas cliente no Satellite. Não inclua vírgulas na chave. Todos os outros caracteres são aceitos. As vírgulas são problemáticas, já que representam o separador usado para incluir duas ou mais chaves de ativação de uma vez. Consulte a Seção 4.4.6.2, “Utilizando Chaves de Ativação Múltiplas de uma só vez” para obter detalhes.
  3. Indique as seguintes informações:
    • Description (Descrição) — Descrição definida pelo usuário para identificar a chave de ativação gerada.
    • Limite de Uso (Usage Limit) — O número máximo de sistemas que podem ser registrados à chave de ativação de uma só vez. Deixe em branco para uso ilimitado. Apagar o perfil de um sistema reduz um na contagem de uso e o registro do perfil de um sistema aumenta a contagem em um.
    • Canal Base (Base Channel) — O canal principal da chave. Não selecionar nada possibilita que você selecione todos os canais filho, porém os sistemas podem ser registrados somente naqueles que são aplicáveis.
    • Direitos Adicionais (Add-on Entitlements) — Os direitos suplementares para a chave, os quais incluem o Monitoring, Provisioning, Virtualização e Plataforma de Virtualização. Todos os sistemas receberão estes direitos com suas chaves.
    • Padrão Universal (Universal default) — Se esta chave deve ou não ser considerada a chave principal da sua empresa.
    Clique em Criar Chave (Create Key).

Figura 4.6. Chaves de Ativação

Após criar a chave única, esta aparece na lista de chaves de ativação juntamente ao número de vezes que foi usada. Note que somente os Administradores de Chave de Ativação podem visualizar esta lista. Neste ponto, você pode associar canais filhos e grupos à chave para que os sistemas registrados com esta sejam automaticamente registrados nestes canais e grupos.
Para alterar as informações de uma chave, como os canais ou os grupos, clique na sua descrição na lista de chaves, faça suas modificações na aba apropriada e clique no botão Update Key (Atualizar Chave). Para desassociar os canais e grupos de uma chave, desselecione-os em seus menus respectivos, clicando e pressionando Ctrl em seus nomes destacados. Para remover uma chave inteiramente, clique no link delete key (apagar chave) no canto superior direito da página edit.
Um sistema pode ser configurado para integrar um canal base durante o registro com uma chave de ativação. No entanto, se a chave de ativação especifica um canal base não compatível com o sistema operacional dos sistemas, o registro falha. Por exemplo: um sistema Red Hat Enterprise Linux AS v.4 para x86 não pode ser registrado com uma Chave de Ativação que especifica um canal base do Red Hat Enterprise Linux ES v.4 para x86. Um sistema pode sempre ser registrado num canal base personalizado.
Para desativar as ativações de sistema com uma chave, desselecione a a caixa de verificação correspondente sob a coluna Enabled (Ativado) na lista de chaves. A chave pode ser reativada ao selecionar a caixa novamente. Após efetuar estas alterações, clique no botão Update Keys (Atualizar Chaves) no canto inferior direito da página.
4.4.6.2. Utilizando Chaves de Ativação Múltiplas de uma só vez
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Os clientes Provisioning devem notar que as chaves múltiplas de ativação podem ser inclusas na linha de comando ou num único perfil do kickstart. Isto permite agregar os aspectos de várias chaves sem precisar recriar uma nova chave específica para os sistemas desejados, simplificando os processos de registro e kickstart e desacelerando o crescimento da sua lista de chaves.
Sem esta habilidade de agregar, sua empresa precisaria de, no mínimo, seis chaves de ativação para administrar quatro grupos de servidores e registrar um servidor a dois grupos quaisquer. Multiplique por duas versões do sistema operacional, como Red Hat Enterprise Linux 4 e 5 e você precisaria do dobro de chaves de ativação. Uma empresa maior precisaria de dúzias e mais dúzias de chaves.
Registrando com múltiplas chaves de ativação requer certos cuidados; os conflitos de alguns valores podem causar a falha do registro. Os conflitos dos seguintes valores não causam esta falha; uma combinação de valores é aplicada: pacotes de software, canais filho de software e canais de configuração. Os conflitos nas propriedades restantes são resolvidos da seguinte maneira:
  • canais base de software — registro falha
  • direitos — registro falha
  • ativar bandeira config — administração da configuração é determinada
Não use chaves de ativação específicas a um sistema junto com a outras chaves de ativação, pois o registro falha nestes casos.
Agora você está pronto para usar múltiplas chaves de ativação de uma só vez. Isso é feito através da separação por vírgulas na linha de comando com rhnreg_ks ou num perfil do kickstart na aba Post (Pós) da página Kickstart Details (Detalhes do Kickstart). Consulte a Seção 4.4.9.3, “Criar um Novo Perfil Kickstart”, respectivamente, para instruções.

4.4.7. Perfis Armazenados

(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Os clientes Provisioning do RHN podem criar perfis de pacotes através da sub-seção Profiles (Perfis) da aba Packages (Pacotes) na página System Details (Detalhes do Sistema). Estes perfis aparecem aqui, na página Stored Profiles (Perfis Armazenados), onde podem ser editados e até mesmo removidos.
Para editar um perfil, clique em seu nome na lista, altere seu nome e descrição e então clique no botão Update Profile (Atualizar Perfil). Para visualizar o software associado ao perfil, clique na sub-seção Packages (Pacotes). Para remover o perfil inteiramente, clique em delete stored profile (apagar perfil armazenado) no canto superior direito da página.

4.4.8. Informações Personalizadas de Sistema

(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Os clientes Provisioning do RHN podem incluir informações totalmente personalizáveis sobre seus sistemas. Ao contrário das notas, as informações daqui são mais formais e podem ser usadas nas buscas. Por exemplo: você pode decidir definir uma etiqueta para cada sistema. Para fazer isso, crie uma chave asset na página Custom System Info (Informações Personalizadas do Sistema).
Clique em create new key (criar chave nova) no canto superior direito da página. Insira uma etiqueta descritiva e uma descrição, tal como Recurso e localidade precisa de cada sistema e clique em Create Key (Criar Chave). A chave então aparecerá na lista de chaves das informações personalizadas.
Uma vez criada a chave, você pode atribuir um valor a esta através da aba Custom Info (informações Personalizadas) da página System Details (Detalhes do Sistema). Consulte a Seção 4.4.2.10.1.7, “Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Proxy” para mais instruções.
4.4.8.1. rhn-custom-info
Além da interface da web do Satellite para criar e listar chaves de informações padronizadas, existe uma ferramenta de linha de comando chamada rhn-custom-info que realiza as mesmas ações em uma janela de comando, para administradores que podem não ter acesso à interface da web.
O uso do rhn-custom-info segue abaixo:
rhn-custom-info options key1 value1
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Por exemplo:
rhn-custom-info --username=admin --password=f00b4rb4z --server-url=satellite.example.com --list-values
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O comando lista as chaves padrões e seus valores para o servidor do Satellite satellite.example.com
Para mais informações, consulte o arquivo de ajuda digitando rhn-custom-info -h.

4.4.9. Arquivo Kickstart

(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Os arquivos de configuração do Kickstart permitem que administradores criem um ambiente para automatizar horas extras com instalações de sistema, tais como servidores múltiplos ou estações de trabalho. Os arquivos do kickstart podem ser criados, modificados, gerenciados e padronizados utilizando a interface baseada em Web do Satellite.
O RHN Satellite também apresenta o servidor de instalação Cobbler que permite que os administradores realizem instalações sem assistência, usando um servidor de Ambiente de Pré-Execução (PXE - Pre execution environment), instalação e configuração de sistemas convidados totalmente ou parcialmente virtualizados e re-instalações de sistemas em execução. Para mais informações sobre como configurar o Cobbler e seu programa Koan auxiliares associado, consulte o Capítulo 8, Cobbler.
Para satisfazer as necessidades de provisionamento dos usuários, o RHN Satellite oferece esta interface para o desenvolvimento de perfis de kickstart que podem ser usados para instalar o Red Hat Enterprise Linux em sistemas novos ou já registrados. Isto possibilita a instalação automatizada de sistemas de acordo com especificações específicas.

Importante

Se os seus sistemas estiverem conectados aos servidores centrais do RHN, você precisará de uma árvore de instalação externa para cada distribuição à qual o kickstart será aplicado. Esta árvore pode estar hospedada em qualquer lugar que seja acessível ao sistema alvo através de HTTP. Se os sistemas estiverem conectados através de um RHN Proxy Server, você pode colocar a árvore de instalação em /var/www/html/pub/ no proxy. RHN Satellite s já possuem uma árvore para cada distribuição Red Hat e portanto não requerem árvores separadas. Mesmo que o sistema se conecte através de um RHN Proxy Server para chegar até o Satellite, estas árvores estarão disponíveis para a kickstarts. Consulte a Seção 4.4.9.6, “Kickstart ⇒ Distribuições” para instruções sobre como configurar árvores de instalação.
A Red Hat foca em fornecer as árvores de kickstart para cada lançamento de Red Hat Enterprise Linux (RHEL) próximos à sua data de Disponibilidade Geral (GA - General Availability). O processo de gerar, testar e validar as árvores antes de publica-las para os clientes podem causar atrasos após a data GA da versão do RHEL.

Figura 4.7. Visão Geral de Kickstarts

Esta página de visão geral exibe o status de kickstarts em seus sistemas clientes: os tipos e número de perfis que você tenha criado e o progresso de sistemas que tenham um kickstart agendado. Na parte superior direita encontra-se a seção Kickstart Actions (Ações de Kickstart), a qual contém uma série de links para ações de gerenciamento dos seus perfis de kickstart. Antes de explicar as várias opções do kickstart disponíveis nesta página, veja na próxima seção, uma breve introdução ao tópico kickstarts.
4.4.9.1. Introdução a Kickstarts
Vários administradores de sistemas prefeririam usar um método de instalação automatizado para instalar o Red Hat Enterprise Linux em suas máquinas. Para responder à esta necessidade, a Red Hat criou o método de instalação através de kickstarts. Usando kickstarts, um administrador de sistemas pode criar um único arquivo contendo as respostas a todas as perguntas que seriam normalmente encontradas durante uma instalação típica.
Arquivos de kickstart podem ser mantidos em um único servidor e lidos por computadores individuais durante a instalação. Este método de instalação pode suportar a utilização de um único arquivo de kickstart para instalar o Red Hat Enterprise Linux em várias máquinas, representando assim uma alternativa ideal para administradores de redes e sistemas.
Imagens base, arquivos de kickstart e outros conteúdos podem ser acessados usando HTTP através da URL do servidor Satellite. Por exemplo, para acessar os arquivos de kickstart para o Red Hat Enterprise Linux ES 4 Update 5 para 32bits no servidor Satellite, a URL base seria http://satellite.example.com/ks/dis/ks-rhel-i386-es-4-u5, seguida pelo nome do pacote que você deseja baixar, tais como: http://satellite.example.com/ks/dis/ks-rhel-i386-es-4-u5/GPL.
O Guia de Administração de Sistemas Red Hat Enterprise Linux contém um discussão a fundo sobre kickstarts e está disponível aqui: http://www.redhat.com/docs/manuals/enterprise/.
4.4.9.1.1. O Kickstart Explicado
Antes que uma máquina possa receber um kickstart através da rede, os seguintes eventos devem ocorrer, nesta ordem:
  1. Depois que estiver na rede e ligada, a lógica PXE da máquina difunde o seu endereço MAC junto com um pedido para que seja encontrada.
  2. Se um endereço de IP estático não está sendo usado, o servidor DHCP reconhece o pedido de descoberta e apresenta informações de rede necessárias para que a nova máquina seja inicializada. Isto inclui um endereço de IP, o gateway padrão a ser usada, máscara de rede da rede, o endereço IP do servidor TFTP ou HTTP contendo o programa do carregador de inicialização e o caminho completo e nome do arquivo do mesmo (relativo ao diretório raiz do servidor).
  3. A máquina aplica a informação de rede e inicia uma sessão com o servidor para requisitar o programa do carregador de inicialização.
  4. O carregador de inicialização, uma vez carregado, procura pelo seu arquivo de configuração no seu servidor de origem. Este arquivo especifica qual kernel e opções de kernel, como por exemplo a imagem do disco RAM (initrd) inicial, deve ser executado na máquina sendo inicializada. Supondo que o programa do carregador de inicialização seja o SYSLINUX, o arquivo em questão localiza-se no diretório pxelinux.cfg do servidor e tem como nome o formato hexadecimal equivalente ao endereço IP da nova máquina. Por exemplo, um arquivo de configuração do carregador de inicialização para o Red Hat Enterprise Linux AS 2.1 deve conter:
    port 0 
    prompt 0 
    timeout 1 
    default My_Label 
    label My_Label 
          kernel vmlinuz 
          append ks=http://myrhnsatellite/ initrd=initrd.img network apic
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
  5. A máquina aceita e descompacta a imagem de inicialização e o kernel, inicializa o kernel e inicia uma instalação kickstart usando as opções fornecidas pelo arquivo de configuração do carregador de inicialização, incluindo o servidor contendo o arquivo de configuração do kickstart.
  6. Este arquivo de configuração de kickstart por sua vez direciona a máquina à localização dos arquivos de instalação.
  7. A nova máquina é contruída baseada nos parâmetros estabelecidos no arquivo de configuração do kickstart.
4.4.9.1.2. Pré-requisitos do Kickstart
Embora o Red Hat Network tenha tentado facilitar ao máximo o provisionamento de sistemas, algumas providências devem ser tomadas para que a sua infra-estrutura possa lidar com kickstarts. Por exemplo, antes de criar perfis de kickstart, você deve levar em consideração o seguinte:
  • O servidor DHCP. Ele não é requerido para realizar o kickstart, mas o servidor DNCP facilitará a necessidade de configurar redes em arquivos do kickstart. Você também pode inicializar a partir da rede. Se você não poussui um servidor do DHCP e estiver utilizando um endereço IP estátivo, você precisa selecionar um IP enquanto estiver desenvolvendo seu perfil kickstart.
  • Um servidor de FTP pode ser usado ao invés de hospedar as árvores de distribuição do kickstart através de HTTP.
Se você está conduzindo um kickstart desde o início (bare metal)
  1. Configure o DHCP para atribuir parâmetros de rede requeridos e um local de programa de carregador de inicialização.
  2. Especifique o kernel a ser utilizado e as opções de kernel apropriadas dentro do arquivo de configuração do carregador de inicialização.
4.4.9.1.3. Preparando ISOs de Kickstart Inicializáveis
Embora você possa agendar o kickstart de um sistema registrado usando um novo sistema operacional e perfil de pacotes, também é útil poder fazer o kickstart de um sistema que não esteja registrado com o RHN ou que ainda não tenha um sistema operacional instalado. Um método comumente usado para tal atividade é a criação de um CD-ROM inicializável que venha a ser usado posteriormente no sistema alvo. Quando o sistema é reinicializado, o mesmo inicializa a partir do CD-ROM, carrega a configuração de kickstart a partir dos servidores do RHN ou do seu Satellite e prossegue com a instalação do Red Hat Enterprise Linux de acordo com o perfil de kickstart que você tenha criado.
Para fazer isto, copie o conteúdo de /isolinux do primeiro CD-ROM da distribuição alvo. A seguir, edite o arquivo isolinux.cfg para que 'ks' represente a opção padrão. Além disso, mude a seção 'ks' para a seguinte template:
label ks 
kernel vmlinuz 
   append text ks={url} initrd=initrd.img lang= devfs=nomount ramdisk_size=16438 \
   {ksdevice}
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URLs de kickstart baseadas em endereços IP se parecerão com o seguinte:
 http://my.sat.server/kickstart/ks/mode/ip_range 
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A distribuição de kickstart selecionada pelo intervalo de IPs deve coincidir com a distribuição para a qual você esteja preparando, caso contrário, erros ocorrerão. {ksdevice} é opcional, mas se parece com o seguinte:
 ksdevice=eth0 
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É possível mudar a distribuição para um perifl de kickstart dentro de uma família, como Red Hat Enterprise Linux AS 4 a Red Hat Enterprise Linux ES 4, especificando a etiqueta da nova distribuição. Note, entretanto, que você não pode mudar entre versões (2.1 to 3) ou entre atualizaçãoes (A1 para A2).
A seguir, você pode personalizar o isolinux.cfg ainda mais de acordo com as suas necessidades, como adicionar opções de kickstart múltiplas, mensagens alternativas de inicialização, períodos de tempo limite mais curtos, etc.
A seguir, crie a ISO conforme descrito na seção Criando um CD-ROM de Inicialização de Instalação do Guia de Instalação do Red Hat Enterprise Linux 3. Alternativamente, digite o comando:
mkisofs -o file.iso -b isolinux.bin -c boot.cat -no-emul-boot -boot-load-size 4 \ 
-boot-info-table -R -J -v -T isolinux/
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Note que isolinux/ é o caminho relativo ao diretório contendo os arquivos isolinux do CD-ROM da distribuição, enquanto file.iso é o arquivo ISO de saída, o qual é colocado no diretório atual.
Você pode então gravar a ISO em um CD-ROM. Para usar o disco (supondo que você tenha deixado a etiqueta para o kickstart de inicialização como 'ks'), inicialize o sistema e digite "ks" na linha de comando. O kickstart deverá começar assim que você pressionar Enter.
4.4.9.1.4. Integrando o Kickstart com o PXE
Além das instalações baseadas em CD-ROM, o RHN suporta o kickstart através do Ambiente de Execução de Pré-Inicialização (PXE) o qual é menos suscetível a erros do que os CDs, possibilita o kickstarting desde o início e integra com os ambientes PXE/DHCP existentes.
Para utilizar este método, tenha certeza de que seus sistemas possuem placas de interface de rede (NIC) que suportem o PXE, instale e configure um servidor PXE, assegure-se que o DHCP está sendo executado e então coloque os arquivos apropriados em um servidor HTTP para ser implementado. Depois que o perfil do kickstart tiver sido criado, use a URL da página Detalhes de Kickstart (Kickstart Details), da mesma forma que foi usado para as instalações baseadas em CD-ROM.
Para obter instruções específicas sobre como conduzir os kickstarts PXE, consulte o capítulo Instalações de Rede do PXE do Guia de Administração de Sistemas do Red Hat Enterprise Linux 5 .

Nota

Na execução do Network Booting Tool como descrito no Guia de Administração de Sistemas do Red Hat Enterprise Linux 4, assegure-se de selecionar o "HTTP" como protocolo e inclua o nome do domínio do RHN Satellite no campo do Servidor, caso você pretenda usá-lo para distribuir arquivos de instalação.
As seções a seguir descrevem as opções kickstart disponíveis a partir da página Sistemas (Systems)Kickstart
4.4.9.2. Perfis de Kickstart

Figura 4.8. Perfis de Kickstart

Esta página lista todos os perfis para sua empresa, se estão ativos e a imagem de inicialização do qual este perfil se refere. Você também pode criar um novo perfil de kickstart, clicando no link criar um novo perfil de kickstart, atualizar ou colar o conteúdo de um novo kickstart usando o atualizar novo arquivo do kickstart ou edite os perfis existentes, clicando no nome do perfil.
4.4.9.3. Criar um Novo Perfil Kickstart
Clique no link Criar um Novo Kickstart (Create a New Kickstart Profile) a partir da página Sistemas (Systems) ⇒ Kickstart para iniciar o assistente que popula os valores necessários para um perfil de kickstart.
  1. Na primeira linha, insira um rótulo de perfil kickstart. Este rótulo não pode conter espaços, portanto use hífens (-) ou sublinhado (_) como separadores.
  2. Selecione um Canal Base para este perfil, o qual consiste em pacotes baseados em uma arquitetura específica e a versão do Red Hat Enterprise Linux, tal como Red Hat Enterprise Linux (v.5 for 32-bit x86).
  3. Selecione uma árvore que possa ser usada para este perfil de kickstart. O menu suspenso contendo os nomes das árvores disponíveis só é populado se uma ou mais distribuições foram criadas para o canal base selecionado.
  4. Selecione o Tipo de Virtualização a partir do menu suspenso. Para mais informações sobre virtualização, consulte a Capítulo 7, RHN Satellite and Virtualized Client Systems.

    Nota

    Se você não pretende usar um perfil kickstart para criar sistemas de convidados virtuais, deixe o menu suspenso como escolha padrão Hóspede Virtualizado do KVM.
  5. Na segunda página, selecione (ou digite) a URL da árvore de kickstart.
  6. Na terceira página, selecione uma senha root para o sistema. Siga as recomendações introduzidas na seção Segurança de Senhas do Guia de Segurança Red Hat Enterprise Linux, disponível em http://www.redhat.com/docs/manuals/enterprise/.
Dependendo de seu canal base, seu perfil kickstart criado recentemente pode ser registrado em um canal que esteja não possua pacotes solicitados. Para que o kickstart funcione adequadamente, os pacotes a seguir devem ser apresentados neste canal base do kickstart: pyOpenSSL, rhnlib, libxml2-python e spacewalk-koan e pacotes associados.
Para solucionar este problema, tenha a certeza de que os seguintes itens estão corretos:
  • Tenha a certeza de que o canal de software filho rhn-tools para o canal base do perfil do kickstart esteja disponível em sua empresa. Caso não esteja, você precisa solicitar entitlements para o canal do software rhn-tools a partir do administrador de Satellite.
  • Tenha a certeza de que o canal filho do rhn-tools para este canal base do perfil do kickstart esteja disponível em seu RHN Satellite . Caso não esteja, entre em contato com o administrador do Satellite e solicite um satellite-sync do rhn-tools.
  • Assegure-se de que o rhn-kickstart e pacotes associados correpondente à este kickstart, esteja disponível no canal filho do rhn-tools do kickstart. Caso não esteja, disponibilize-o para este perfil do kickstart para funcionar adequadamente.
O estágio final do assistente apresenta a aba Detalhes do Kickstart (Kickstart Details)Detalhes. Nesta aba e nas outras sub-abas, quase todas as opções para o novo perfil kickstart pode ser padronizado.
Uma vez criado, você pode acessar o perfil de kickstart baixando-o a partir da página Detalhes do Kick Start (Kickstart Details), clicando na sub aba Arquivo de Kickstart (Kickstart File) e clicando no link Baixar Arquivo Kickstart (Download Kickstart File).
Se o arquivo de kickstart não é gerenciado pelo Satellite, você pode acessa-lo pela seguinte URL:
http://my.satellite.server/ks/dist/ks-rhel-<ARCH>-<VARIANT>-<VERSION>
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No exemplo acima, o ARCH é a arquitetura do arquivo de kickstart, a VARIANT pode ser cliente ou server e VERSION é o lançamento do Red Hat Enterprise Linux associado com o arquivo de kickstart.
As seguintes seções descrevem as opções disponíveis em cada sub aba.
4.4.9.3.1. Detalhes do Kickstart ⇒ Variantes
Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning.

Figura 4.9. Detalhes do Kickstart

A figura abaixo mostra as sub-abas que estão disponíveis a partir da aba Detalhes do Kickstart
A partir da sub-aba Detalhes do KickstartDetalhes você pode:
  • Renomear o perfil
  • Mudar o sistema operacional que ele instala, clicando em (Mudar)
  • Modifique o Tipo de Virtualização

    Nota

    Para mudar o Tipo de Virtualização são necessárias algumas mudanças no carregador de cargas do perfil do kickstart e opções de partições, principalmente sobrescrever padronizações de usuários. Consulte a aba Partitioning para verificar quaisquer configurações modificadas ou novas.
  • Mude a quantia do Memória Virtual (em Megabytes de RAM) alocada para convidados virtuais em kickstart com este perfil.
  • Mude o número do CPUs Virtuais para cada convidado virtual.
  • Mude o Caminho de Armazenamento Virtual (Virtual Storage Path) do padrão em /var/lib/xen/
  • Mude a quantia do Espaço de Disco Virtual (Virtual Disk Space) (em Gigabytes) fornecido para cada convidado virtual.
  • Mude o Virtual Bridge para rede de convidado virtual
  • Desativar o perfil para que não possa ser usado para agendar um kicktart, desselecionando o ítem Ativo
  • Verifique a ativação do registro para scripts %post padronizados para o arquivo /root/ks-post.log
  • Verifique a ativação do registro para scripts %pre padronizados para o arquivo /root/ks-pre.log
  • Verifique se deve preservar o arquivo ks.cfg e todos os fragmentos do %include para o diretório /root/ de todos os sitemas em kickstart com este perfil.
  • Selecionar se o perfil está como padrão para todos os kickstarts de sua empresa, selecionando ou não o ítem.
  • Adicione quaisquer Opções do Kernel na caixa de texto correspondente.
  • Adicione quaisquer Opções de Pós Kernel na caixa de texto correspondente.
  • Inserir comentários que sejam úteis para você distinguir este perfil dos outros.
4.4.9.3.2. Detalhes do Kickstart ⇒ Sistema Operacional
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) A partir desta página, você pode fazer as seguintes mudanças ao sistema operacional que o perfil do kickstart instala:
Mudar o canal base
Selecionar a partir dos canais base disponíveis, tais como Red Hat Enterprise Linux v.5 for 32-bit x86. Os administradores do Satellite têm acesso a uma lista de todos os canais base que estão sincronizados com seu Satellite atualmente.
Canais Filhos
Subscreva-se em quaisquer canais filhos do canal base, tais como o canal rhn-tools*.
Árvores disponíveis
Use o menu suspenso para escolher as árvores disponíveis associaas ao canal base.
Local do Arquivo
O local exato de onde a árvore do kickstart é montada. Este valor é determinado quando o perfil é criado. Você pode visualizar esta página mas não pode modificá-la.
4.4.9.3.3. Detalhes do Kickstart ⇒ Variantes
As variantes do kickstart podem ser usadas para substituir valores em perfil kickstart. Para definir uma variante, crie um par de nome de valores (name/value) na caixa texto.
Por exemplo, se você quisesse realizar um kickstart em um sistema que se una à rede para departamentos especificos (por exemplo a organização Engineering) você pode criar uma variante de perfil para instalar um endereço ip e o endereço do servidor gateway para um variante que qualquer sistema que use este perfil possa usá-lo. Adicione a seguinte linha na caixa de textos Variáveis (Variables).
IPADDR=192.168.0.28
GATEWAY=192.168.0.1
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Para usar a variante do perfil, você pode usar o nome da variante dentro do perfil para substituir no valor. Por exemplo, a porção network de um arquivo do kickstart se parece com este:
network --bootproto=static --device=eth0 --onboot=on --ip=$IPADDR --gateway=$GATEWAY
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O $IPADDR será 192.168.0.28 e o $GATEWAY será 192.168.0.1

Nota

Existe uma hierarquia ao criar e usar as variantes nos arquivos do kickstart. As variantes do kickstart do sistema antecede as variantes do Perfil, as quais por sua vez antecedem as variantes da Distribuição. Se você entender esta hierarquia, evitará confusões usando variantes no kickstart.
O uso de variantes é só uma parte da grande infraestrutura do Cobbler para criar modelos que possam ser compartilhados entre perfis múltiplos e sistemas. Para mais informações sobre os modelos do Cobbler e kickstart, consulte a Capítulo 8, Cobbler.
4.4.9.3.4. Detalhes do Kickstart ⇒ Opções Avançadas
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) A partir desta página, você pode alternar diversas opções de instalação, selecionando ou não os ítens à esquerda da opção. Para a maioria das instalações, as opções padrões estão corretas. O Red Hat Enterprise Linux System Administration Guide discute cada uma destas opções em detalhes.
4.4.9.3.5. Detalhes do Kickstart ⇒ Kickstart Bare Metal
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Esta sub-aba oferece a informação necessária para os sistemas de kickstart que não são registrados com o RHN. Para usar as instruções na tela, você pode efetuar o kickstart nos sistemas usando a mídia de inicialização (CD-ROM) ou através do endereço IP.
4.4.9.3.6. Detalhes do Sistema (System Details) ⇒ Detalhes (Details)

Figura 4.10. Detalhes do Sistema

(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) A figura abaixo mostra as sub-abas que estão disponíveis a partir da aba Detalhes do Sistema
A partir da sub-aba Detalhes do SistemaDetalhes você pode:
  • Selecionar a partir do DHCP e IP estático, dependendo da sua rede.
  • Escolher o nível de SELinux que está configurado em seus sistemas em kickstart.
  • Habilitar o gerenciador de configuração ou a execução de um comando remoto em seus sistemas em kickstart.
  • Mudar a senha root associada a este perfil.
4.4.9.3.7. Detalhes de Sistema ⇒ Idioma
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) A partir desta sub-aba, você pode modificar o horário associado aos sistemas em kickstart.
4.4.9.3.8. Detalhes de Sistema ⇒ Partitioning
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) A partir desta sub-aba, você pode indicar as partições que você deseja criar durante a instalação. Por exemplo:
partition /boot --fstype=ext3 --size=200 
partition swap --size=2000 
partition pv.01 --size=1000 --grow 
volgroup myvg pv.01 logvol / --vgname=myvg --name=rootvol --size=1000 --grow
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4.4.9.3.9. Detalhes de Sistema ⇒ Preservação do Arquivo
Se você criou uma lista de preservação de arquivo anteriormente, você poderá incluir esta lista como parte do kickstart. Isto evitará que arquivos nesta lista sejam sobrescritos durante o processo de instalação. Consulte a Seção 4.4.9.7, “Kickstart ⇒ Preservação do Arquivo” para informações sobre como criar uma lista de preservação de arquivo.
4.4.9.3.10. Detalhes do Sistema (System Details) ⇒ GPG e SSL
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) A partir desta sub-aba, selecione as chaves GPG e/ou os certificados SSL para que sejam importados para o sistema com kickstart durante a seção %post do kickstart. Para clientes Satellite, esta lista inclui o Certificado SSL usado durante a instalação do Satellite.

Nota

Qualquer chave GPG que você deseje importar para o sistema com kickstart deve estar em ASCII ao invés de estar em formato binário.
4.4.9.3.11. Detalhes de Sistema ⇒ Troubleshooting
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) A partir desta sub-aba, você pode modificar as informações que possam lhe ajudar com o troubleshooting de problemas de hardware :
Carregador de Inicialização
Para alguns sistemas sem cabeçalho, recomenda-se selecionar o carregador de inicialização LILO não gráfico.
Parâmetros do Kernel
Inserir parâmetros kernel aqui que possam ajudar a estreitar a fonte de problemas do hardware.
4.4.9.3.12. Software ⇒ Grupos de Pacotes

Figura 4.11. Software

(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) A figura abaixo mostra as sub-abas que estão disponíveis a partir da aba Software
Insira os grupos de pacotes, tais como @office ou @admin-tools que você deseja instalar no sistema em kickstart na caixa de texto grande nesta página. Se você quiser saber quais grupos de pacotes estão disponíveis e quais pacotes eles possuem, consulte o arquivo RedHat/base/ de sua árvore de kickstart. Os clientes Satellite muito provavelmente irão colocar seus arquivos aqui: /var/www/satellite/rhn/kickstart/<kickstart label>/RedHat/base/comps.xml.
4.4.9.3.13. Software ⇒ Perfis de Pacotes
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Se você criou um Perfil de Pacote anteriormente de um de seus sistemas registrados, você pode usar este perfil como modelo para arquivos a serem instalados em um sistema kickstart. Consulte a Seção 4.4.2.10.2.2, “Detalhes de Sistema ⇒ Software ⇒ Pacotes” para mais informações sobre perfis de pacotes.
4.4.9.3.14. Chave de Ativação

Figura 4.12. Chave de Ativação

A aba Chaves de Ativação, que não possui sub-aba, permite que você selecione as Chaves de Ativação como parte do perfil kickstart. Estas chaves, que devem ter sido criadas antes de criar o perfil kickstart, serão usadas ao registrar novamente os sistemas em kickstart.
4.4.9.3.15. Scripts

Figura 4.13. Scripts

A aba Scripts, a qual não possui sub-abas, é onde os %pre e %post scripts são criados. Esta página lista qualquer script que tenha sido criado para o perfil kickstart. Para criar um novo script kickstart:
  1. Clique em adicionar um novo link de script kickstart do lado direito superior.
  2. Insira o caminho para o idioma de script usado para criar o script, tal como /usr/bin/perl
  3. Insira um script completo na caixa de texto grande

    Nota

    O menu suspenso é para reafirmar a sintáxe do idioma de script escolhido, não para definir o idioma do script
  4. Indica se o script será executado na seção %pre or %post do processo do kickstart.
  5. Indica se este script deve ser executado fora do ambiente chroot. Consulte a seção Script de Pós-instalação do Guia de Admin de Sistemas Red Hat Enterprise Linux para mais detalhes sobre a opção nochroot.

Nota

O RHN suporta a inclusão de arquivos separados dentro da seção de Detalhes de Partição do perfil do kickstart. Por exemplo, você pode gerar de forma dinâmica, um arquivo de partição baseado no tipo de máquina e número de discos na hora de efetuar o kickstart. Este arquivo pode ser criado via %pre script e colocado no sistema como /tmp/part-include. Depois disso, você pode chamar por este arquivo, incluindo a seguinte linha dentro do campo de Detalhes de Partição da aba Detalhes do Sistema (System Details)Particionamento (Partitioning):
 %include /tmp/part-include 
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4.4.9.3.16. Arquivo de Kickstart

Figura 4.14. Arquivo de Kickstart

A aba Arquivo do Kickstart, a qual não possui sub-abas, permite que você visualize ou faça o download do perfil de kickstart que tenha sido gerado a partir das opções selecionadas nas abas anteriores.
4.4.9.4. Kickstart ⇒ Bare Metal
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Lista os endereços IP que foram associados com os perfis de kickstart criados pela sua empresa. Clique na lista ou no nome do perfil para obter acesso à abas diferentes da página Detalhes do Kickstart.
4.4.9.5. Kickstart ⇒ GPG e Chaves SSL
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Lista as chaves e certificados disponíveis para a inclusão nos perfis do kickstart e oferece um meio de criar novos. Isto é muito importante para os cliente de RHN Satellite e RHN Proxy Server, pois os sistemas com kickstart efetuados por eles, devem ter uma chave de servidor importada para o RHN e associada com os perfis de kickstart relevantes. Importe-o criando uma nova chave aqui e depois faça a associação de perfil na sub-aba Chaves GPG e SSL da página Detalhes de Kickstart.

Nota

Ao utilizar os RPMs padronizados e canais, crie uma chave GPG padronizadas para estes pacotes. Consulte o Client Configuration Guide para obter mais detalhes sobre como importar chaves padronizadas GPG se necessário. O local da chave GPG também precisa ser adicionado ao perfil do Kickstart.
A chave GPG padronizada precisa ser adicionada aos sistemas clientes ou a instalação do Kicskstart pode falhar.
Para desenvolver uma nova chave/certificado, clique no link criar uma nova chave/certificado armazenada no canto direito superior da página. Insira uma descrição, selecione o tipo, carregue o arquivo e clique no botão Criar Chave. Note que requer-se uma descrição única.

Importante

A chave GPG que você carregou no RHN deve estar em formato ASCII. O uso da chave GPG em formato binário causa uma anaconda, fazendo com que o processo kickstart falhe.
4.4.9.6. Kickstart ⇒ Distribuições
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) A página Distribuições (Distributions) permite que você encontre e crie árvores de instalação padronizadas que possam ser usadas para o kickstart.

Nota

A página Distribuições (Distributions) não exibe as distribuições do Red Hat que já foram fornecidas antes. Elas podem ser encontradas dentro do menu suspenso do Distribuições da página Detalhes do Kickstart.)
Antes de criar uma distribuição, você deve disponibilizar uma árvore de instalação, como descrito no capítulo Instalações do Kickstart no Guia de Administração de Sistemas do Red Hat Enterprise Linux . Esta árvore deve estar localizada em um diretório público em um servidor HTTP ou FTP.

Importante

Os usuários RHN Satellite devem observar que os canais importados com o satellite-sync são disponibilizados automaticamente e não requerem a criação de uma árvore de instalação em separado. Estas árvores estão disponíveis para os sistemas de clientes que efetuaram o kickstart no Satellite. Embora você possa acessar os arquivos a partir de um cliente sem kickstart, esta função não é suportada e pode ser removida a qualquer momento.
Para criar uma nova distribuição, insira o rótulo sem espaços no campo Distribution Label, tal como o my-orgs-rhel-as-5. No campo Tree Path, insira o caminho do disco local em seu servidor do RHN Satellite. O caminho deve conter todo a árvore do kickstart para uma distribuição incluindo o kernel, initrd e informações de repositório, mas excluindo qualquer RPMs.
Selecione a distribuição combinando a partir dos menus suspensos Canal Base e Geração do Instalador, tais como Red Hat Enterprise Linux (v.5 para x86)e Red Hat Enterprise Linux 5, respectivamente. Depois de concluído, clique no botão Criar Distribuição do Kickstart.
4.4.9.6.1. Kickstart ⇒ Distribuições ⇒ Variantes
As variantes do kickstart podem ser usadas para substituir valores em perfil kickstart. Para definir uma variante, crie um par de nome de valores (name/value) na caixa texto.
Por exemplo, se você quisesse realizar um kickstart em um sistema que se una à rede para departamentos especificos (por exemplo a organização Engineering) você pode criar uma variante de perfil para instalar um endereço ip e o endereço do servidor gateway para um variante que qualquer sistema que use este perfil possa usá-lo. Adicione a seguinte linha na caixa de textos Variáveis (Variables).
IPADDR=192.168.0.28
GATEWAY=192.168.0.1
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Para usar a variante de distribuição, você pode usar o nome da variante dentro do perfil para substituir no valor. Por exemplo, a porção network de um arquivo de kickstart se parece com esta:
network --bootproto=static --device=eth0 --onboot=on --ip=$IPADDR --gateway=$GATEWAY
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O $IPADDR será 192.168.0.28 e o $GATEWAY será 192.168.0.1

Nota

Existe uma hierarquia ao criar e usar as variantes nos arquivos do kickstart. As variantes do kickstart do sistema antecede as variantes do Perfil, as quais por sua vez antecedem as variantes da Distribuição. Se você entender esta hierarquia, evitará confusões usando variantes no kickstart.
O uso de variantes é só uma parte da grande infraestrutura do Cobbler para criar modelos que possam ser compartilhados entre perfis múltiplos e sistemas. Para mais informações sobre os modelos do Cobbler e kickstart, consulte a Capítulo 8, Cobbler.
4.4.9.7. Kickstart ⇒ Preservação do Arquivo
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Provisioning) Coleta listas de arquivos a serem protegidos e re-implementados em sistemas durante o kickstart. Por exemplo, se você tiver muitos arquivos de configuração padronizados localizados em um sistema a ser efetuado o kickstart, insira-os aqui como uma lista e associe esta lista com o perfil de kickstart a ser usado.
Para usar este recurso, clique no link criar nova lista de preservação de arquivo no topo e insira uma etiqueta relevante e todos os diretórios e arquivos a serem preservados na página final. Insira caminhos absolutos a todos os arquivos e diretórios. Depois disso, clique em Criar Lista.

Importante

Embora a preservação de arquivo seja útil, ela não tem limitações. Primeiro, cada lista é limitada a um tamanho total de 1 MB. Depois, dispositivos especiais, como o /dev/hda1 e /dev/sda1 não são suportados. Por último, somente nomes de arquivos e diretórios devem ser inseridos. Nenhum coringa de expressão pode ser incluído.
Depois de concluído, você pode incluir a lista de preservação de arquivo no perfil kickstart para ser usado em sistemas que contenham estes arquivos. Consulte a Seção 4.4.9.3, “Criar um Novo Perfil Kickstart” para passos mais precisos.

4.5. Errata

Selecione a aba Erratas na barra de navegação superior para verificar a disponibilidade e relevância de erratas aos sistemas gerenciados por você.
A primeira página a aparecer aqui é a Visão Geral de Erratas. Esta página exibe erratas relevantes ou seja, aquelas que sejam aplicáveis a pelo menos um sistema ao qual você tenha acesso administrativo e que ainda não tenham sido aplicadas.

Nota

Para receber um e-mail quando atualizações de erratas forem lançadas para o seu sistema, vá para Visão GeralSuas Preferências e selecione Receber notificações por e-mail.
A Red Hat lança atualizações de erratas em três categorias ou tipos: Atualizações de Segurança (Security), Atualizações de Conserto de Erros (Bug Fix) e Atualizações de Melhorias (Enhancement). Cada Alerta de Errata é composto de um resumo do problema e da solução, incluindo os pacotes RPM necessários para consertar o problema.
Os ícones são usados para identificar os três tipos de Atualizações de Erratas:
  • — Atualizações de Segurança disponíveis, atualização altamente recomendadas.
  • — Correções de bugs disponíveis e recomendadas.
  • — Atualizações de Aprimoramento disponíveis.
Uma listagem fornece o resumo de cada errata. Esta listagem oferece informação instantânea sobre o tipo, severidade (para atualizações de segurança) e assunto da errata, assim como o número de sistemas afetados.
Além das páginas descritas neste capítulo, você pode visualizar as Erratas por linha de produto, na seguinte url: https://rhn.redhat.com/errata.

4.5.1. Erratas Relevantes

Conforme a Figura 4.15, “Lista de Erratas”, a página Relevant Errata (Erratas Relevantes) exibe uma lista personalizada das atualizações de erratas que se aplicam a seus sistemas registrados. A lista oferece um sumário de cada atualização de errata, incluindo seu tipo, severidade, sinopse, sistemas afetados e data de atualização.

Figura 4.15. Lista de Erratas

Clicar no Advisory te leva à aba Details (Detalhes) da página Errata Details (Detalhes da Errata). Clicar no número dos sistemas associados te leva à aba Affected Systems (Sistemas Afetados) da página Errata Details (Detalhes da Errata). Consulte a Seção 4.5.2.2, “Detalhes da Errata” para mais informações.

4.5.2. Todas Erratas

A página All Errata (Todas Erratas) traz uma lista de todos as atualizações de erratas lançadas pela Red Hat. Esta página funciona de maneira semelhante à página Relevant Errata (Erratas Relevantes). Clicar no resumo ou no número de sistemas afetados o leva às abas relacionadas da página Errata Details (Detalhes da Errata). Consulte a Seção 4.5.2.2, “Detalhes da Errata” para mais informações.
4.5.2.1. Aplicar Atualizações de Errata
Atualizações de erratas incluem uma lista de pacotes atualizados necessários para aplicar a atualização de errata. Para aplicar atualizações de erratas a um sistema, o mesmo deve possuir direitos a serviços.
Você pode aplicar todas as atualizações de erratas num sistema clicando em SistemasSistemas nas barras de navegação superior e esquerda. Clique no nome de um sistema com direitos e então na aba Erratas da página Detalhes do Sistema resultante. Quando a lista de erratas relevantes aparecer, clique em Selecionar Todas e então no botão Aplicar Errata no canto inferior direito da página. São listadas somente as Erratas que não foram agendadas ou que estavam agendadas e falharam ou foram canceladas. Atualizações já pendentes são excluídas da lista.
Além disso, os usuários do Gerenciamento (Management) podem aplicar Atualizações de Erratas usando outros dois métodos:
  • Para aplicar uma Atualização de Errata específica a um ou mais sistemas, encontre a atualização nas listas de Erratas. Na tabela, clique no número de sistemas afetados e será encaminhado à aba Affected Systems da página Errata Details (Detalhes da Errata). Selecione os sistemas a serem atualizados e clique no botão Apply Errata (Aplicar Errata). Verifique novamente os sistemas a serem atualizados na página de confirmação e então clique no botão Confirm.
  • Para aplicar mais de uma Atualização de Errata a um ou mais sistemas, selecione os sistemas numa lista Systems e clique no botão Update List (Atualizar Lista). Clique no link System Set Manager (Gerenciador de Conjunto de Sistemas) na barra de navegação esquerda e então clique na aba Systems (Sistemas). Após garantir que os sistemas apropriados estão selecionados, clique na aba Errata, selecione as Atualizações de Errata a aplicar e clique no botão Apply Errata (Aplicar Erratas). Você pode selecionar aplicar as Erratas assim que possível (na próxima vez que o Red hat Network Daemon dos sistemas cliente se conectar ao RHN) ou agendar uma data e hora para a ocorrência das Atualizações de Erratas. Em seguida, clique no botão Schedule Updates (Agendar Atualizações). Você pode acompanhar o progresso das Atualizações de Erratas através da lista Pending Actions (Ações Pendentes). Consulte a Seção 4.8, “Agendamento (Schedule)” para mais detalhes.

Importante

Se você utilizar instalações de pacotes agendados, os pacotes serão instalados via RHN Daemon. Você precisará ativar o RHN Daemon em seus sistemas
As seguintes regras se aplicam às Atualizações de Erratas:
  • Cada pacote é membro de um ou mais canais. Se um sistema selecionado não está registrado num canal contendo o pacote, este pacote não será instalado neste sistema.
  • Se já houver uma versão mais nova do pacote no sistema, o pacote não será instalado neste sistema.
  • Se houver uma versão mais antiga no sistema, o pacote será atualizado.
4.5.2.2. Detalhes da Errata
Se você clicar no resumo de uma atualização de errata nas páginas Relevante ou Todas, a página Detalhes da Errata daquela errata aparece. Esta página é dividida nas seguintes abas:
4.5.2.2.1. Errata Details ⇒ Details
Esta sub-aba exibe o relatório da errata emitido pela Red Hat. uma sinopse da errata, incluindo a severidade (para atualizações de segurança), data de emissão e quaisquer datas de atualização. Estas informações são seguidas de descrições resumidas e detalhadas da errata e pelos passos necessários para resolver a questão.
Abaixo da etiqueta Affected Channels (Canais Afetados), todos os canais que contenham o pacote afetado são listados. Clicando no nome de um canal exibe a sub-aba Packages (Pacotes) da página Channel Details (Detalhes do Canal) para aquele canal. Consulte a Seção 4.6.1.9, “Detalhes Canais de Software” para maiores informações.
Os registros erros (bugs) específicos do Bugzilla resolvidos por esta errata são listados abaixo de Consertos (Fixes). Clicando no texto de qualquer resumo abre o registro correspondente no Bugzilla em http://bugzilla.redhat.com. Note que você deve ter uma conta no Bugzilla para ver o registro.
Atualizações de segurança apontam a vulnerabilidade específica conforme a listagem do site http://cve.mitre.org. Esta informação aparece abaixo da etiqueta CVEs.
A Red Hat oferece atualizações de segurança em formato OVAL, uma linguagem aberta de vulnerabilidade e avaliação promovida pela Mitre (http://oval.mitre.org). Clicando no link abaixo da etiqueta Oval faz com que esta informação seja baixada para o seu sistema.
4.5.2.2.2. Detalhes da Errata ⇒ Pacotes
Provê links para cada um dos RPMs atualizados, divididos por canal. Clicar no nome de um pacote traz sua página Package Details (Detalhes do Pacote).
4.5.2.2.3. Detalhes da Errata ⇒ Sistemas Afetados
Lista os sistemas afetados pela atualização de errata. Você pode aplicar as atualizações aqui (veja a Seção 4.5.2.1, “Aplicar Atualizações de Errata”.) Clique no nome de um sistema para ser levado à página System Details (Detalhes do Sistema) do mesmo. Consulte a Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)” para mais informações.
Para ajudar os usuários a determinar se uma atualização foi agendada, há uma coluna Status (Estado) na tabela de sistemas afetados. Os valores possíveis são: None (Nenhum), Pending (Pendente), Picked Up (Toamdo), Completed (Completo) e Failed (Falho). Esta coluna identifica somente a última ação relacionada a uma Errata. Por exemplo: se uma ação falhar e você reagendá-la, esta coluna exibirá o estado da Errata como Pendente somente (sem mencionar a falha anterior). Clicar num estado que não seja Nenhum te leva à página Action Details (Detalhes da Ação). Esta coluna corresponde a um na aba Errata da página System Details (Detalhes do Sistema).

4.6. Canais

Se você clicar na aba Canais na barra de navegação superior, aparecem a categoria e os links de Canais. As páginas da categoria Canais possibilitam que você visualize e administre os canais e pacotes associados a seus sistemas. Além disso, você pode obter as imagens ISO aqui.

4.6.1. Canais de Software

A página Software Channels (Canais de Software) é a primeira a aparecer na categoria Channels (Canais). Um canal de software é uma lista dos pacotes do Red Hat Enterprise Linux agrupados por uso. Os canais são usados para selecionar os pacotes a instalar num sistema.
Existem dois tipos de canais de softwares: canais base e canais filhos.
4.6.1.1. Canais Base
Um canal base consiste de uma lista de pacotes baseados em uma arquitetura específica e versão Red Hat Enterprise Linux. Por exemplo, todos os pacotes em Red Hat Enterprise Linux 5 para a arquitetura x86 constrói um canal base. A lista dos pacotes em Red Hat Enterprise Linux 5 para a arquitetura Itanium constrói um canal base diferente.
Um sistema deve ser registrado a somente um canal base. Este canal base é atribuído automaticamente durante o registro, conforme a versão do Red Hat Enterprise Linux e arquiteturas de sistema selecionados. No caso dos canais públicos gratuitos (public free channels), a ação será bem-sucedida. No caso de canais base pagos (paid base channels), esta ação falhará se não houver um direito associado.
4.6.1.1.1. Extended Update Support (Suporte de Atualização Estendido - EUS)
Além dos canais base para principais versões do Red Hat Enterprise Linux, existem canais para versões atualizadas do Red Hat Enterprise Linux que também são separadas por arquitetura e que possui canais filhos. Estes canais Extended Update Support (EUS) são designados para administradores que desejam ficar com uma versão principal ou atualizada do Red Hat Enterprise Linux e padronizar suas atualizações de pacotes para suas versões específicas, ao invés de fazer um upgrade de seus sistemas para uma nova versão atualizada que instale novos softwares, hardware, drivers e recursos em sistemas de produto.
Por exemplo, os administradores podem padronizar seus sistemas de desktop do Red Hat Enterprise Linux 5.1 para x86, enquanto gerenciam servidores no Red Hat Enterprise Linux 4.5 para AMD64 e EM64T. Os administradores podem manter suas versões durante o tempo de suporte do EUS, certos do comportamento de suas versões de software. Além disso, os administradores podem instalar atualizações de software crítico sem introduzir erros de novos recursos ou softwares não testados.
4.6.1.2. canais filhos
Um canal filho é um canal associado com um canal base que contém pacotes extras. Por exemplo, uma organização pode criar um canal filho associado ao Red Hat Enterprise Linux 5 para a arquitetura x86 que contém pacotes extras necessários somente para a empresa, tal como um aplicativo de engenharia padronizado.
Um sistema pode ser registrado a diversos canais filhos de seu canal base. Somente os pacotes inclusos nos canais registrados de um sistema podem ser instalados ou atualizados neste sistema. Além disso, os clientes RHN Satellite e RHN Proxy Server têm autoridade para administrar canais. Esta autoridade oferece a possibilidade de criar e administrar seus próprios canais personalizados. Consulte o RHN Channel Management Guide (Guia de Administração de Canais do RHN) para mais detalhes.

Nota

Certifique-se de não criar canais filhos disponíveis a sistemas clientes que contêm pacotes que não são compatíveis com o sistema.
Além disso, seus canais filhos não devem conter cópias de conteúdo dos canais rhn-tools ou rhel-virtualization porque os pacotes destes canais são usados para identificar este canal quando se auto subscrevem em sistemas usando a interface de usuário web. Os pacotes especificos são rhncfg (usados para identificar o canal rhn-tools) e libvirt (usado para identificar o canal rhel-vt).
Os canais podem ser divididos de acordo com a relevância para seus sistemas, incluindo Todos os Canais, Canais da Red Hat, Canais Populares, Meus Canais, Canais Compartilhados e Canais Aposentados.
4.6.1.3. Todos os Canais
Conforme a Figura 4.17, “Todos os Canais”, a página All Channels (Todos os Canais) é exibida por padrão ao clicar em Software Channels (Canais de Software) na barra de navegação. Esta página apresenta uma lista de todos os canais disponíveis à sua empresa. Os links desta lista são direcionados a abas diferentes da página Software Channel Details (Detalhes do Canal de Software). Clicar no nome de um canal te leva à página Detalhes. Clicar no número de pacotes te leva à aba Pacotes. Clicar no número de sistemas te leva à aba Subscribed Systems (Sistemas Subscritos). Consulte a Seção 4.6.1.9, “Detalhes Canais de Software” para mais detalhes.

Figura 4.17. Todos os Canais

4.6.1.4. Canais da Red Hat
A página Canais Red Hat exibe os canais da Red Hat e seus canais filhos disponíveis. As versões do Red Hat Enterprise Linux sincronizada diretamente do RHN Hosted, por exemplo, estão listadas neste canal.
4.6.1.6. Meus Canais
A página Meus Canais exibe todos os canais de software que pertencem à sua empresa, o qual inclui a os canais da Red Hat e os canais padronizados. Você pode filtrar a pesquisa usando a caixa de texto para filtrar pelo nome do canal.
4.6.1.7. Canais Compartilhados
A página Canais Compartilhados exibe os canais em sua empresa que você tenha compartilhado com outros em seu trust organizacional. Para mais informações sobre um trust organizacional e compartilhamento de canais, consulte Seção 6.6.2, “Compartilhando Canais de Conteúdo entre as Organizações no Trust”.
4.6.1.8. Canais Aposentados
A página Retired Channels (Canais Aposentados) apresenta os canais disponíveis à sua empresa que atingiram suas datas finais. Estes canais não recebem atualizações.
4.6.1.9. Detalhes Canais de Software
Se você clicar no nome de um canal, aparece a página Detalhes de Canal de Software. Esta página é dividida nas seguintes abas:
4.6.1.9.1. Detalhes de Canal de Software ⇒ Detalhes
Informações gerais sobre o canal e seu canal pai, se for um canal filho. Esta é a primeira aba exibida ao clicar num canal. Apresenta informações essenciais sobre o canal, como sumário, descrição e arquitetura.
(É necessário possuir o direito ao serviço Gerenciamento para visualizar esta caixa de seleção). Além disso, uma caixa de verificação Globally Subscribable (Registrável Globalmente) pode ser vista somente pelos Administradores do Satellite e Administradores de Canal. Isto significa que o comportamento padrão de todo canal é permitir a qualquer usuário registrar sistemas nele. Dessmarcar esta caixa e clicar em Update (Atualizar) traz a aba Subscritores, que pode ser usada para atribuir permissões de registro no canal a determinados usuários. Os Administradores do Satellite e Administradores de Canais sempre podem registrar sistemas em qualquer canal.
(É necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Somente clientes com canais base padronizados, podem modificar seus atributos de canal base de sistema. Eles podem fazê-lo através do Website de duas formas:
  • Os clientes com um canal base personalizado podem atribuir o sistema neste canal base.
  • Os clientes devem reverter as subscrições de um canal base personalizado ao canal base da distribuição apropriada.

Nota

A variação da distribuição do canal base do sistema deve coincidir com a variação instalada no sistema. Por exemplo: um sistema com Red Hat Enterprise Linux AS v.4 para x86 não pode ser registrado num canal base do Red Hat Enterprise Linux ES v.4 para x86.
4.6.1.9.2. Detalhes de Canal de Software ⇒ Errata
Lista das Erratas afetando o canal. A lista apresenta os tipos, nomes, sumários e datas de emissão do relatório. Clicar no nome de um relatório te leva à sua página Errata Details (Detalhes da Errata). Consulte a Seção 4.5.2.2, “Detalhes da Errata” para mais informações.
4.6.1.9.3. Detalhes de Canal de Software ⇒ Pacotes
Lista dos pacotes no canal. Para baixar os pacotes como um arquivo .tar, selecione-os e clique no botão Baixar Pacotes no canto inferior esquerdo da página. Clicar no nome de um pacote te leva à página Detalhes do Pacote. Esta página apresenta um conjunto de abas com informações sobre o pacote, incluindo em quais arquiteturas ele roda, seu tamanho, data de criação, dependências de outros pacotes, registro de alterações, lista de arquivos que contém, versões mais novas e quais sistemas têm o pacote instalado. Daqui é possível fazer o download dos pacotes como RPMs ou SRPMs.
Para procurar um pacote ou sub-conjunto específico de pacotes, pode usar o filtro de pacotes no topo da lista. Indique um conjunto de caracteres para a busca na lista dos nomes de pacotes. Por exemplo: digitar ks no filtro pode retornar todos os pacotes ksconfig, krb5-workstation e links. O filtro é sensível a maiúsculas e minúsculas.
4.6.1.9.4. Detalhes de Canal de Software ⇒ Sistemas Subscritos
Lista os sistemas com direitos atribuídos registrados no canal. A lista apresenta os nomes dos sistemas, seus canais base e seus níveis de direitos. Clicar no nome de um sistema te leva à sua página System Details (Detalhes do Sistema). Consulte a Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)” para mais informações.
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de Serviços de Gerenciamento) Caso seja um canal filho, você também tem a opção de cancelar o registro de sistemas do canal. Use as caixas de seleção para selecionar os sistemas, depois clique no botão Cancelar Subscrição no canto inferior direito da página.
4.6.1.9.5. Detalhes de Canal de Software ⇒ Sistemas Alvo
Lista os sistemas com direitos, qualificados para serem subscritos no canal. Esta aba aparece somente para canais filhos. Use as caixas de verificação para selecionar os sistemas e então clique no botão Subscribe (Subscrever) no canto inferior direito. Você receberá uma mensagem de confirmação ou será notificado de quaisquer erros. Isto também pode ser feito através da aba Channels (Canais) da página System Details (Detalhes do Sistema). Consulte a Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)” para mais informações.

4.6.3. Administrar Canais de Software

Esta aba permite aos Administradores criar, clonar e remover canais personalizados. Estes podem incluir versões alteradas de canais baseados em distribuições ou pacotes personalizados.
4.6.3.1. Gerenciar Canais de Software ⇒ Detalhes de Canais
A tela padrão da aba Manage Software Channels (Administrar Canais de Software) é uma lista de todos os canais disponíveis. Estes incluem os canais personalizados, os baseados na distribuição e os canais filhos.
Para clonar um canal existente, clique no link clonar canais no canto superior direito da tela, selecione o canal a clonar no menu suspenso e clique no botão Criar Canal. A próxima tela apresenta várias opções para o canal novo, incluindo arquitetura base e opções de GPG. Faça sua seleção e clique no botão Criar Canal para completar o processo.
Para criar um canal novo, clique no link criar um novo canal no canto superior direito da tela. Selecione as diversas opções para seu canal novo, incluindo arquitetura base e opções de GPG. Faça sua seleção e clique no botão Criar Canal. Note que o canal criado desta maneira está vazio, sem nenhum pacote. Você deve fazer o upload de canais de software ou adicioná-los de outros canais. Você também pode optar por incluir Atualizações de Errata em seu canal personalizado.
4.6.3.1.1. Gerenciar Canais de Software ⇒ Detalhes do Canal ⇒ Detalhes de Canal
Esta tela lista as seleções feitas durante o processo de criação do canal. Esta página inclui a caixa de verificação Globally Subscribable (Registrável Globalmente), que permite a todos usuários registrar no canal.
4.6.3.1.2. Gerenciar Canais de Software ⇒ Detalhes de Canal ⇒ Gerenciadores
Esta sub-seção permite a você selecionar quais usuários podem alterar ou remover este canal. Os Administradores do Satellite e Administradores do Canal podem alterar ou apagar qualquer canal.
Para permitir a um usuário alterar o canal, selecione a caixa de verificação próxima ao nome do usuário e clique no botão Atualizar. Para permitir a todos os usuários administrar o canal, clique no botão Selecionar Todos no fim da lista, abaixo do botão Atualizar. Para remover a habilidade de administração de um usuário, desselecione a caixa próxima a seu nome e clique no botão Atualizar.
4.6.3.1.3. Gerenciar Canais de Software ⇒ Detalhes de Canal ⇒ Errata
Esta sub-seção permite aos administradores do canal listar, remover, clonar e adicionar Erratas ao seu canal personalizado. Os canais personalizados não clonados de uma distribuição não podem adicionar Erratas até que haja pacotes no canal. É possível adicionar somente as Erratas pertinentes a arquitetura base do canal e que se aplicam a um pacote neste canal. Finalmente, somente as Erratas clonadas ou personalizadas podem ser adicionadas aos canais personalizados. As Erratas podem ser inclusas num canal clonado se forem selecionadas durante a criação do canal.
4.6.3.1.4. Gerenciar Canais de Software ⇒ Detalhes de Canal ⇒ Pacotes
Esta sub-seção é similar à sub-seção Errata. Permite aos Administradores da Empresa e do Canal listar, remover, comparar e adicionar pacotes ao canal personalizado.
Para listar todos os pacotes do canal, clique no link Listar / Remover Pacotes. Selecione a caixa à esquerda dos pacotes a remover e então clique no botão Remover Pacotes no canto inferior direito da página.
Para adicionar pacotes, clique no link Adicionar Pacotes. Escolha o canal a partir do qual pretende selecionar os pacotes no menu suspenso e clique no botão Vizualizar para continuar. Selecione a caixa à esquerda de quaisquer pacotes que deseja adicionar e então clique no botão Adicionar Pacotes no canto inferior direito da tela.
Para comparar pacotes do canal corrente àqueles de outro canal, selecione o outro canal no menu suspenso e clique no botão Comparar. Todos os pacotes apresentados nos dois canais são comparados e os resultados exibidos na tela seguinte. Estas informações incluem a arquitetura e versão de cada pacote.
Para tornar os dois canais idênticos, clique no botão Merge Differences (Fundir Diferenças) no canto direito inferior. A tela seguinte permite selecionar como os conflitos são resolvidos. Clique no botão Preview Merge (Previsão da Fusão) para ver os resultados da fusão sem efetuar nenhuma alteração nos canais. Finalmente, selecione aqueles pacotes que deseja fundir e clique no botão Merge Packages (Fundir Pacotes) seguido do botão Confirmar para executar a fusão.
4.6.3.2. Gerenciar Canais de Software ⇒ Gerenciar Pacotes de Software
Esta aba permite administrar os pacotes de software personalizados pertencentes à sua empresa. Você pode visualizar uma lista de todos os canais de software personalizados ou somente aqueles de um canal personalizado. Para tanto, selecione o canal, que contém os canais personalizados a visualizar, no menu suspenso e clique no botão Vizualizar.
4.6.3.3. Gerenciar Canais de Software ⇒ Gerenciar Repositórios
Esta aba permite você adicionar e gerenciar pacotes de repositórios personalizados existentes e de terceiros tanto e também ligar os repositórios a um canal existente. O recurso de Repositórios atualmente suporta repositórios yum.
Para criar um novo repositório clique no link Criar Novo Repositório no canto superior direito da página Gerenciar Repositórios A tela Criar Repositório lhe permite digitar o Rótulo de Repositório (tal como fedora-13-i386) também como uma URL de Repositório (como http://customrepo.example.com). Você pode também entrar URLs apontando para as listas espelhos também como URLs diretas de download. Ao completar, clique no botão Criar Repositório.
Para apontar (link) o repositório recém criado a um canal de software existente, clique no link Gerenciar Canais de Software no menu esquerdo, então clique no canal que você quer criar o link. Da página de detalhes do canal, clique na sub aba Repositórios, então cheque a caixa correspondente ao repositório que você quer criar o link e clique Atualizar Repositórios.
Para sincronizar pacotes de um repositório personalizado ao seu canal, clique no link Sync da sub aba do canal Repositórios e confirme clicando no botão Sync.
Você pode também realizar um sync via linha de comando usando o comando spacewalk-repo-sync. Por exemplo:
spacewalk-repo-sync --channel=<CHANNEL_NAME> --url=<http://FQDN>
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Por exemplo, para sincronizar com o repositório do Fedora 13 para arquitetura i386, digite o seguinte:
spacewalk-repo-sync --channel=fedora-13-i386 --url=https://mirrors.fedoraproject.org/metalink?repo=updates-released-f13&arch=i386
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4.7. Configuração

Esta aba é a porta para gerenciar seu canal de configuração e arquivos, sejam eles gerenciados centralmente ou limitados a um só sistema. É necessário um Administrador de Configuração ou de um Satellite Administrator para visualizar a aba Configuration. Além disso, você precisa de ao menos um direito à Provisionamento (Provisioning), para que a aba seja exibida.
Arquivos gerenciados centralmente são aqueles que estão disponíveis para múltiplos sistemas, mudanças para somente um arquivo em um canal de configuração central pode afetar muitos sistemas. Além disso, existem canais de configuração locais. Cada sistema com um direito à Provisioning possui um canal de configuração local (também referido como um canal sobrescrito) e um canal de Modo de Segurança (Sandbox). Ambos os gerenciamentos central ou local são discutidos detalhadamente mais tarde neste capítulo.

4.7.1. Preparando Sistemas para Gerenciamento de Configuração

Para que a configuração de um sistema seja gerenciada pelo RHN, é necessário que tenha as ferramentas adequadas e o arquivo config-enable devidamente instalado. Estas ferramentas podem já existir em seu sistem, especialmente se você já fez o kickstart de seu sistema com a funcionalidade de gerenciamento de configuração. Caso contrário, tais ferramentas podem ser encontradas dentro do canal filho de Ferramentas do RHN do seu distribuidor. Faça o download e instale os pacotes rhncfg* mais recentes. São eles:
  • rhncfg — As bibliotecas base e funções necessárias em todos os pacotes rhncfg-*.
  • rhncfg-actions — O código requerido para executar as ações de configuração agendadas através do Website do RHN.
  • rhncfg-client — Uma interface de linha de comando para os recursos do cliente do sistema de Gerenciamento de Configuração do RHN.
  • rhncfg-management — Uma interface de linha de comando usada para gerenciar a configuração do RHN.
Depois disso, você deve habilitar seu sistema para agendar as ações de configuração. Isto é feito usando o comando rhn-actions-control no sistema cliente. Este comando está incluso no RPM de rhncfg-actions. O Controle de Ações do RHN (rhn-actions-control) ativa ou desativa modos específicos de ações permitidas. Consulte a Seção B.1, “Red Hat Network Actions Control para instruções.

4.7.2. Visão Geral

A página Visão Geral de Configuração permite que você acesse rapidamente o estado de seus arquivos de configuração e sistemas que os utilize.
Sumário de Configuração
Este painel fornece informação de referência rápida sobre seus arquivos de configuração. Ao clicar em qualquer texto azul à direita, será exibida uma lista de sistemas relevantes, detalhes de canais ou arquivos de configuração.
Ações de Configuração
Este painel oferece direito de acesso à maioria das tarefas de gerenciamento de configuração. Você pode visualizar ou criar arquivos ou canais ou habilitar o gerenciamento de configuração em seus sistemas.
Arquivos de Configuração Modificada Recentemente
A lista exibida aqui indica quais arquivos foram modificados, a qual canal eles pertencem e quando eles foram modificados. Se nenhum arquivo tiver sido modificado recentemente, não aparecerá nenhuma lista. Clique no nome do arquivo a ser levado para a página de Detalhes daquele arquivo. Clique no nome do canal a ser levado para a página Detalhes do Canal para aquele canal.
Implementações de Configuração Agendadas Recentemente
Cada ação que tenha sido agendada, está listada aqui junto ao estado da ação. Qualquer tarefa de configuração agendada, é exibida aqui, desde habilitar o gerenciamento de configuração em um sistema até implementar um arquivo de configuração específico. Isto permite que você avalie rapidamente se suas tarefas foram bem sucedidas e corrigir qualquer problema. Ao clicar em qualquer texto azul, será exibida a página Detalhes do SistemaAgendar para o sistema especificado.

4.7.3. Canais de Configuração

Como já mencionado acima, o RHN gerencia ambos os canais e arquivos de configuração central e local. O gerenciamento de configuração central, permite que você implemente os arquivos de configuração em diversos sistemas. O gerenciamento de configuração local permite que você especifique sobrescrições ou arquivos de configuração que não sejam modificados ao registrar o sistema em um canal central.
Os canais de configuração central devem ser criados através do link nesta página. Os canais de configuração local, não são criados aqui; eles existem automaticamente para cada sistema para qual um direito à Provisioning tiver sido aplicado.
Clique no nome do canal de configuração a ser encaminhado para a página de detalhes para aquele canal. Se você clicar no número de arquivos no canal, você será encaminhado à página Listar/Remover Arquivos deste canal. Se você clicar no número de sistemas registrados no canal de configuração, você será encaminhado para a página SistemasSistemas Registrados daquele canal.
Para criar um novo canal de configuração central:
  1. Clique no link criar um novo canal de configuração no lado direito superior desta tela.
  2. Insira um nome para o canal.
  3. Insira uma etiqueta para o canal. Este campo deve conter somente caracteres alfanuméricos "-", "_", e "."
  4. Insira uma descrição para o canal. Você deve inserir uma descrição, embora não haja restrição de caracteres. Este campo pode conter qualquer informação sucinta que permita que você distingua este canal de outros.
  5. Pressione o botão Create Config Channel (Criar Canal de Configuração) para criar um novo canal.
A página a seguir é um sub-conjunto da página Detalhes de Canal e possui três sub-abas: Visão Geral, Adicionar Arquivos e Sistemas. A página Detalhes de Canal, será discutida na Seção B.1, “Red Hat Network Actions Control.
Visão Geral
Esta sub-aba é muito semelhante à página Visão Geral de Configuração. O painel Informação de Canal fornece informação sobre o estado para o conteúdo do canal. O painel Ações de Configuração fornece acesso à maioria das tarefas de configurações comuns. A diferença maior está no painel Propriedades do Canal. Clique no link Editar Propriedades e você poderá editar o nome, etiqueta e descrição do canal.
Listar/Remover Arquivos
Esta aba, que somente aparece se existir arquivos no canal de configuração, lista os arquivos que este canal de configuração contém. Você pode remover um arquivo ou arquivos ou copiar a última versão para um conjunto de sobrescrições locais ou para outros canais de configuração central. Selecione o ítem próximo a qualquer arquivo que você deseje manipular e pressione um dos botões na tela de botões.
Adicionar Arquivos
A sub-aba Adicionar Arquivos possui três sub-abas próprias, o que permite que você Carregue, Importe ou Crie arquivos de configuração a serem incluídos no canal.
Carregar Arquivos
Para carregar um arquivo no canal de configuração, navegue pelo arquivo em seu sistema local, popule todos os campo e clique no botão Carregar Arquivo de Configuração. O campo Nome do Arquivo/Caminho é um caminho absoluto onde o arquivo será implementado.
Você pode também indicar quem possui a Propriedade (o nome de usuário e nome do grupo) tão bem quanto as Permissões a serem anexadas ao arquivo quando ele é implementado.
Se o cliente possui o SELinux habilitado, você pode configurar contextos de SELinux para habilitar os atributos de arquivo requeridos (tais como usuário, função e tipo de arquivo) que o permite ser usado no sistema. Para mais informações sobre configuração do contexto de arquivo de SELinux, consulte o Red Hat Enterprise Linux Security-Enhanced Linux User Guide.
Finalmente, se o arquivo de configuração inclui uma macro, digite o símbolo que marca o início e final da macro.
Importar Arquivos
Desta página você pode importar arquivos dos canais de configuração, incluindo qualquer canal gerenciado localmente. Selecione o ítem à esquerda de qualquer arquivo que você deseja importar e pressione o botão Import Configuration File(s) (Importar Arquivos de Configuração).

Nota

Um ícone de modo seguro indica que o arquivo listado está localizado em um canal de modo seguro local. Os arquivos em um canal de modo seguro do sistema são considerados experimentais e podem ser instáveis. Tenha cautela ao selecioná-los para um canal de configuração central.
Criar Arquivo
Desta página você pode criar um arquivo de configuração, diretório ou link simbólico a partir do zero para ser incluído no canal de configuração.
Primeiramente, escolha se você quer criar um arquivo de texto, diretório ou link simbólico (symlink) na seção Tipo de Arquivo. Indique o caminho absoluto no qual o arquivo deveria ser implementado na caixa de texto Filename/Path (Nome de arquivo/Caminho). Se você estiver criando um symlink, indique o arquivo alvo e o caminho na caixa de texto Nome de Arquivo Simbólico Alvo/Caminho.
Digite o Nome de Usuário e Nome do Grupo para o arquivo na seção Ownership (Propriedade), tanto como as Permissões de Arquivo para o arquivo.
Se o cliente possui o SELinux habilitado, você pode configurar contextos de SELinux para habilitar os atributos de arquivo requeridos (tais como usuário, função e tipo de arquivo) que o permite ser usado no sistema. Para mais informações sobre configuração do contexto de arquivo de SELinux, consulte o Red Hat Enterprise Linux Security-Enhanced Linux User Guide.
Se o arquivo de configuração inclui uma macro, digite o símbolo que marca o início e fim da macro. Então, digite o conteúdo do arquivo de configuração no campo File Contents (Conteúdo do Arquivo), usando o menu suspenso para escolher o línguagem de script adequada. Por último, pressione o botão Create Configuration File (Criar Arquivo de Configuração) para criar um novo arquivo.
Implementar Arquivos
Esta sub-aba somente aparece quando existirem arquivos no canal. Você pode implementar todos os arquivos pressionando o botão Deploy All Files (Implementar Todos os Arquivos) ou então você pode verificar os arquivos selecionados e pressionar o botão Deploy Selected Files (Implementar Arquivos Selecionados). Você será requisitado a selecionar em quais sistemas o arquivo deve ser aplicado. Os sistemas listados são aqueles que estão registrados neste canal. Caso você queira aplicar o arquivo a um sistema que não esteja listado aqui, primeiro registre o sistema ao canal. Depois disso, pressione o botão Confirm and Deploy to Selected Systems (Confirmar e Implementar nos Sistemas Selecionados) para implementar os arquivos.
Sistemas
Esta aba, que consiste em duas sub-abas, permite que você gerencie os sistemas que estão registrados no canal de configuração.
Sistemas Registrados
Esta sub-aba mostra uma lista de todos os sistemas que estão registrados no canal atual. Ao clicar no nome do sistema, você será encaminhado para a página Detalhes do Sistema daquele sistema.
Sistemas Alvos
Esta sub-aba mostra uma lista de sistemas que foram habilitados para o gerenciamento de configuração e que não são registrados ainda no canal. Para adicionar um sistema a um canal de configuração, selecione o ítem à esquerda do nome do sistema e pressione o botão Subscribe System (Registrar Sistema).

4.7.4. Arquivos de Configuração

Esta aba permite que você gerencie seus arquivos de configuração de forma independente. Ambos os arquivos gerenciados centralmente ou localmente, podem ser adquiridos nestas sub-abas.

Nota

Por padrão, o tamanho máximo de arquivo para arquivos de configuração é 128KB. Se você precisar modificar este valor, encontre ou crie a seguinte linha no arquivo /etc/rhn/default/rhn_web.conf:
web.maximum_config_file_size=128
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Você precisa encontrar e modificar a seguinte linha no arquivo /etc/rhn/default/rhn_server.conf para o mesmo valor:
maximum_config_file_size=131072
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Modifique o valor em ambos os arquivos de 131072 para o valor desejado em bytes.
4.7.4.1. Arquivos Gerenciados Centralmente
Os arquivos gerenciados Centralmente são aqueles que estão disponíveis para sistemas múltiplos. A troca do arquivo de um canal gerenciado centralmente, pode resultar em mudanças em diversos sistemas.
Esta página lista todos os arquivos que estão armazenados em seus canais de configuração central. Clique em Path (Caminho) de um arquivo para ser encaminhado para a página Configuration File Details (Detalhes do Arquivo de Configuração) daquele arquivo. Selecione o nome do canal de configuração a ser encaminhado para a página Channel Details (Detalhes do Canal) do canal que contém o arquivo. Clicar no número de sistemas, irá encaminhá-lo para a lista de sistemas atualmente registrados no canal que contém aquele arquivo. Por último, clicar no número de sistemas sobrescritos, exibirá uma lista de sistemas que possue uma versão local (ou sobrescrita) dos arquivos de configuração (ou seja, que o arquivo gerenciado centralmente não será implementado naqueles sistemas).

4.7.5. Arquivos Gerenciados Localmente

Os arquivos de configuração gerenciados localmente são aqueles arquivos que se aplicam a somente um sistema. Eles podem ser arquivos no modo seguro do sistema ou podem ser arquivos que podem ser implementados ao sistema a qualquer momento. Arquivos locais possuem uma prioridade mais alta do que os arquivos gerenciados centralmente ou seja, se um sistema for registrado em um canal de configuração com um dado arquivo e também possuir uma versão gerenciada localmente daquele mesmo arquivo, a versão gerenciada localmente é a que será implementada.
Esta página lista todos os arquivos de configuração locais (sobrescritos) para seus sistemas. Isto inclui os canais de configuração local e o canal de modo seguro para cada sistema com direito à Provisioning.
Clique em Path (Caminho) do arquivo a ser encaminhado para a página Config File Details (Detalhes de Arquivo de Config) para o arquivo. Clique no nome do sistema ao qual ele pertence para encaminhá-lo à páginaSystem Details (Detalhes do Sistema) ⇒ ConfigurationConfigurationVisão Geral para o sistema.
4.7.5.1. Incluindo Macros em seus Arquivos de Configuração
No gerenciamento de arquivo tradicional, você teria que carregar e distribuir cada arquivo separadamente, até mesmo se a distinção for nominal e o número de variantes forem de três decimais ou quatro. O RHN permite a inclusão de macros ou variáveis, dentro dos arquivos de configuração que ele gerencia para os sistemas com direitos à Provisioning. Além das variáveis para informação de sistema padronizado, os macros padrão a seguir são suportados:
  • rhn.system.sid
  • rhn.system.profile_name
  • rhn.system.description
  • rhn.system.hostname
  • rhn.system.ip_address
  • rhn.system.custom_info(key_name)
  • rhn.system.net_interface.ip_address(eth_device)
  • rhn.system.net_interface.netmask(eth_device)
  • rhn.system.net_interface.broadcast(eth_device)
  • rhn.system.net_interface.hardware_address(eth_device)
  • rhn.system.net_interface.driver_module(eth_device)
Para usar este recurso potente, carregue ou crie um arquivo de configuração através da página Configuration Channel Details (Detalhes de Canal de Configuração). Depois, abra a página de Configuration File Details (Detalhes de Arquivo de Configuração) e inclua os macros suportados de sua escolha. Assegure-se de que os delimitadores usados para o deslocamento de suas variáveis combina com os conjuntos nos campos Macro Start Delimiter (Delimitador de Inicialização de Macro) e Macro End Delimiter (Delimitador de Finalização de Macro) e que eles não conflitam com outros caracteres no arquivo. Os delimitadores devem conter dois caracteres e não podem conter o símbolo de porcentagem (%).
Como por exemplo, você pode ter um arquivo aplicável em todos os seus servidores que diferem somente no endereço IP e nome da máquina. Ao invéz de gerenciar um arquivo de configuração em separado para cada servidor, você pode criar um arquivo único, tal como o server.conf, com o endereço IP e macros do nome da máquina incluídos, como a seguir:
hostname={| rhn.system.hostname |}
ip_address={| rhn.system.net_interface.ip_address(eth0) |}
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Na entrega do arquivo para sistemas individuais, seja isto realizado através de uma ação agendada no website do RHN ou em uma linha de comando com o Red Hat Network Configuration Client (rhncfg-client), as variáveis serão substituídas pelo nome da máquina e endereço IP do sistema, como gravado no Perfil de Sistema do RHN. No arquivo de configuração acima, por exemplo, a versão implementada se assemelha com o seguinte:
hostname=test.example.domain.com
ip_address=177.18.54.7
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Para obter informações de sistema personalizado, insira a etiqueta chave na macro de informação personalizado (rhn.system.custom_info). Por exemplo, se você desenvolveu uma chave rotulada "asset", você pode adicioná-la à macro de informação personalizada em um arquivo de configuração para ter os valores substituídos em qualquer sistema que o contenha. A macro se pareceria com o seguinte:
 
asset={@ rhn.system.custom_info(asset) @}
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No desenvolvimento do arquivo para um sistema que contenha um valor para esta chave, a macro é traduzida, resultando em uma faixa semelhante a esta a seguir:
asset=Example#456
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Para incluir o valor padrão, por exemplo, caso seja solicitado para evitar erros, você pode adicioná-lo à macro de informação personalizada, como esta a seguir:
asset={@ rhn.system.custom_info(asset) = 'Asset #' @}
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Este padrão é sobrescrito pelo valor em qualquer sistema que o contenha.
O uso do Gerenciador de Configuração de Rede da Red Hat (rhncfg-manager) não irá traduzir ou alterar arquivos, pois esta ferramenta não é conhecida pelo sistema. — rhncfg-manager não depende das configurações de sistema. Os arquivos binários não podem ser interpolados.

4.7.6. Sistemas

Esta página exibe informações do estado sobre seu sistema em relação à configuração. Existem duas sub-abas: Managed Systems (Sistemas Gerenciados) e Target Systems (Sistemas Alvo).
4.7.6.1. Sistemas Gerenciados
Esta é a página de exibição padrão para a página ConfiguraçãoSistemas. Os sistemas exibidos aqui foram totalmente preparados para implementação do arquivo de configuração. O número de arquivos locais e gerenciados centralmente é exibido. Clicando no nome dos sistemas lhe leva à página Detalhes do SistemaConfiguraçãoVisão Geral para o respectivo sistema. Clicando no número dos arquivos locais lhe leva à página Detalhes do SistemaConfiguraçãoVer/Modificar ArquivosArquivos Localmente Gerenciados, que lhe permite gerenciar quais arquivos locais (sobrepor) aplicar ao sistema. Clicando no número dos arquivos localmente gerenciados lhe leva à página Detalhes do SistemaConfiguraçãoGerenciar Canais de ConfiguraçãoListar/Descadastrar de Canais. Isto lhe permite descadastrar de qualquer canal que você quiser.
4.7.6.2. Sistemas Alvos
Esta página exibe os sistemas que não preparados para implementação de arquivo de configuração ou que não foram registrados ainda em um canal de configuração. Esta tabela possui três colunas que identificam o nome do sistema, se eles estiverem preparados para a implementação de arquivo de configuração e uma lista de passos que ainda precisam ser concluídos antes que o sistema seja preparado. Ao selecionar o ítem à esquerda do nome do perfil e pressionar o botão Enable RHN Configuration Management, todos os passos preparatórios que podem ser realizados automaticamente são agendados pelo RHN.

Nota

Você ainda terá que realizar alguns passos manualmente para habilitar a implementação de arquivo de configuração, mas as instruções na tela são fornecidas para assistí-lo nestes passos.

4.8. Agendamento (Schedule)

Se você clicar na aba Agendamento (Schedule) na barra de navegação superior, a categoria e os links de Schedule aparecem. Estas páginas permitem a você manter o registro das ações norteando seus sistemas. Uma ação é uma tarefa agendada no RHN a ser executada em um ou mais sistemas cliente. Por exemplo: uma ação pode ser agendada para aplicar todas as Atualizações de Errata (Errata Updates) a um sistema.
O Red Hat Network mantém o registro dos seguintes tipos de ação:
  1. Alteração de Pacotes (instalação, atualização e remoção)
  2. Ações de Rollback de Pacote
  3. Reinicializações do Sistema
  4. Atualizações de Errata
  5. Alteração do Arquivo de Configuração (deploy, upload e diff)
  6. Atualizações do Perfil de Hardware
  7. Atualizações do Perfil da Lista de Pacotes
  8. Iniciação do Kickstart
  9. Comandos Remotos
Cada página da categoria Schedule representa o estado de uma ação.

4.8.1. Ações Pendentes

Conforme a Figura 4.19, “Agenda - Ações Pendentes”, a página Pending Actions (Ações Pendentes) é exibida por padrão quando você clica em Schedule (Agendamento) na barra de navegação superior. Apresenta as ações que ainda não iniciaram ou que estão em progresso.

Figura 4.19. Agenda - Ações Pendentes

4.8.2. Ações com Falhas

Ações não completas. Se a ação retornar um erro, é apresentada aqui.

4.8.3. Ações Completas

Ações bem sucedidas.

4.8.4. Ações Arquivadas

Ações que você escolheu armazenar para revisão.

4.8.5. Lista de Ações

Em cada página, cada coluna da lista representa um único evento ou ação agendada, que pode afetar sistemas múltiplos e envolver vários pacotes. A lista contém diversas colunas de informações:
  • Select (Selecionar) — Use as caixas de verificação desta coluna para selecionar ações. Após selecioná-las, você pode adicioná-las à sua lista de seleção ou movê-las para a lista Archived Actions. Se você arquivar uma ação pendente, esta não é cancelada. O item da ação somente é movido da lista Pending Actions (ações pendentes) à lista Archived Actions (ações arquivadas).
  • Action (Ação) — O tipo de ação a ser executada, como Errata Update (atualização de errata) ou Package Install (instalação de pacote). Clicar no nome de uma ação, traz a página Action Details (detalhes da ação). Consulte a Seção 4.8.5.1, “Detalhes da Ação” para mais informações.
  • Earliest (Mais cedo) — O primeiro dia e hora em que a ação será executada.
  • Succeeded (Sucedidos) — Número de sistemas nos quais esta ação foi bem sucedida.
  • Failed (Falhados) — Número de sistemas nos quais esta ação foi tentada, mas falhou.
  • In Progress (Em Progresso) — Número de sistemas nos quais esta ação está ocorrendo.
  • Total — Número total de sistemas nos quais esta ação foi agendada.
4.8.5.1. Detalhes da Ação
Se você clicar no nome de uma ação, aparece a página Action Details. esta página é dividida nas seguintes abas:
4.8.5.1.1. Action Details ⇒ Details
Informações gerais da ação. Esta é a primeira aba a visualizar quando clicamos numa ação. Apresenta o tipo, o administrador do agendamento, a execução mais cedo (earliest) e as notas da ação em questão. Clicando na Errata Advisory, somos levados à página Errata Details. A Errata Advisory aparece somente se a ação é uma Errata Update. Consulte a Seção 4.5.2.2, “Detalhes da Errata” para mais informações.
4.8.5.1.2. Action Details ⇒ Completed Systems
Lista os sistemas nos quais a ação foi bem sucedida. Quando clicamos no nome do sistema, somos levados à sua página System Details (Detalhes do Sistema). Consulte a Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)” para mais informações.
4.8.5.1.3. Action Details ⇒ In Progress Systems
Lista dos sistemas nos quais a ação está sendo executada agora. Para cancelar uma ação, selecione o sistema usando a caixa de verificação apropriada e clique no botão Unschedule Action (Desagendar Ação). Clicar no nome de um sistema leva à sua página System Details (Detalhes do Sistema). Consulte a Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)” para mais informações.
4.8.5.1.4. Action Details ⇒ Failed Systems
Lista dos sistemas nos quais a ação foi tentada e falhou. As ações podem ser reagendadas aqui. Clicar no nome de um sistema leva à sua página System Details (Detalhes do Sistema). Consulte a Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)” para mais informações.

4.9. Usuários

(Para visualizar esta aba é necessário o direito Management) Somente os Administradores de Satellite podem visualizar a aba Usuários (Users) na barra de navegação superior. Se você clicar na aba Usuários, a categoria Users e links são exibidos. Estas páginas possibilitam atribuir e editar as permissões daqueles que administram seus grupos de sistemas. Clique na User List (Lista de Usuários) para modificar os usuários da sua empresa.
Para adicionar novos usuários à sua organização, clique no link criar novo usuário no canto direito da página. A página seguinte é a Criar Usuário. Preencha todos os campos obrigatórios para o novo usuário.
Uma vez que todos os campos estiverem completos, selecione o botão Create Login (Criar Login). O RHN então manda um e-mail para o endereço especificado e redireciona você para a página UsersLista de Usuários. Se você quiser selecionar permissões e opções para o usuário recém criado, selecione o nome de usuário correspondente na lista. Ao fazer isto, a página Detalhes do Usuário para o usuário em questão é exibida, oferecendo várias sub-abas de opções. Consulte a Seção 4.9.1.1, “Lista de Usuário ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuário” para um descrição detalhada de cada sub-aba.

4.9.1. User List ⇒ Ativo

(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Esta aba lista todos os usuários ativos da sua conta no RHN. Exibe as seguintes informações básicas de cada usuário: seu nome de usuário, nome real, funções e data de sua última autenticação.
Conforme a Figura 4.20, “Lista de Usuários”, cada linha da User List (Lista de Usuários) representa um usuário da sua empresa. Há quatro colunas de informações para cada usuário:
  • Username (Nome do usuário) — O nome de login do usuário. Se você clicar num nome de usuário, a página User Details (Detalhes do Usuário) é exibida. Consulte a Seção 4.9.1.1, “Lista de Usuário ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuário” para mais informações.
  • Real Name (Nome Real) — O nome completo do usuário (com o sobrenome primeiro).
  • Roles (Funções) — Lista os privilégios do usuário, tais como Organization Administrator (Administrador da Empresa), Channel Administrator (Administrador do Canal) e normal user (usuário normal). Os usuários podem ter múltiplas funções.
  • Last Sign In (Última Autenticação) — Exibe quando o usuário de autenticou pela última vez no RHN.

Figura 4.20. Lista de Usuários

4.9.1.1. Lista de Usuário ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuário
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) A página Detalhes do Usuário permite que o Satellite Administrators gerenciem as permissões e atividades de todos os usuários. Na página Detalhes do Usuário também é possível apagar ou desabilitar usuários.
Agora, os usuários podem ser desabilitados diretamente pela interface web do RHN. Os clientes do RHN Satellite podem desabilitar ou apagar usuários de seus sistemas, porém clientes sem o Satellite devem contatar o Atendimento ao Cliente para apagar um usuário. Os usuários podem ser desabilitados ou apagados pelos Satellite Administrator ou então podem desabilitar suas próprias contas.
Usuários desabilitados não podem autenticar-se na interface web do RHN, nem agendar quaisquer ações. Os Satellite Administrators não podem ser desabilitados até que esta função seja removida de sua conta. Ações agendadas por um usuário antes de sua desabilitação continuam na fila de ações. Para maior flexibilidade, os usuários desabilitados podem ser reabilitados pelos Satellite Administrators.
A remoção de usuários da interface web é disponível exclusivamente a clientes do RHN Satellite . A função Satellite Administrator deve ser removida de um usuário antes deste ser removido.

Atenção

A remoção de usuários é irreversível; execute-a com cautela. Considere desabilitar o usuário primeiro para poder avaliar o efeito que a remoção terá em sua infra-estrutura.
Para desabilitar um usuário:
  1. Navegue para a aba Detalhes do Usuário (User Details) do referido usuário.
  2. Verifique se o usuário não é um Satellite Administrator. Se for, desselecione a caixa à esquerda desta função e clique no botão Enviar (Submit) no canto inferior direito da tela.
  3. Clique no link desativar usuário (deactivate user) no canto superior direito da tela.
  4. Clique no botão Desabilitar Usuário no canto inferior direito para confirmar.
Para remover um usuário:
  1. Navegue para a aba Detalhes do Usuário (User Details) do referido usuário.
  2. Verifique se o usuário não é um Satellite Administrator e remova esta função, se necessário.
  3. Clique no link deletar usuário (delete user) no canto superior direito.
  4. Clique no botão Deletar Usuário (Delete User) para remover o usuário permanentemente.
Para instruções sobre desativar sua próprio conta, consulte a Seção 4.3.1.3, “Desativação de Conta (Account Deactivation)”.
4.9.1.1.1. Lista de Usuário ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuário ⇒ Detalhes
Esta é a aba padrão de Detalhes de Usuário, exibindo o nome de usuário, primeiro nome, sobrenome, endereço de e-mail e funções do usuário. Todas estas informações são modificáveis. Para tanto, faça suas alterações e clique no botão Update (Atualizar). Lembre-se: ao alterar a senha de um usuário, você verá somente asteriscos enquanto digitá-la.
Para delegar responsabilidades dentro da sua organização, o Red Hat Network oferece diversas funções com níveis diversos de responsabilidades e acesso. Essa lista descreve as permissões de cada função e as diferenças entre elas:
  • User (Usuário) — Também conhecido como um System Group User (Usuário do Grupo de Sistema), esta é a função padrão associada ao usuário recém-criado. Essa pessoa pode receber acesso para administrar grupos de sistemas e canais de software. Os sistemas devem estar em grupos aos quais o usuário tem permissões, para que sejam administráveis ou até visíveis. Lembre-se, no entanto, que todos os canais globalmente registráveis podem ser usados por qualquer um.
  • Activation Key Administrator (Administrador de Chave de Ativação) — Esta função é desenvolvida para administrar o conjunto de chaves de ativação da sua empresa. Esta pessoa pode criar, modificar e apagar quaisquer chaves em sua conta.
  • Channel Administrator (Administrador de Canal) — Esta função tem acesso completo aos canais de software e associações relacionadas dentro de sua empresa, e requer RHN Satellite ou RHN Proxy Server. Esta pessoa pode alterar os canais base dos sistemas, tornar canais globalmente registráveis e criar canais totalmente novos.
  • Configuration Administrator (Administrador de Configuração) — Esta função possibilita ao usuário final administrar a configuração de sistemas da empresa, usando a interface baseada na Web do RHN Satellite ou o Gerenciador de Configuração da Rede Red Hat (Red Hat Network Configuration Manager).
  • Monitoring Administrator (Admnistrador de Monitoramento) — Esta função permite o agendamento de probes e a supervisão de outras partes da infra-estrutura Monitoring. Esta função está disponível somente no RHN Satellite versão 3.6 ou mais recente com Monitoring ativado.
  • Satellite Administrator (Administrador do Satellite) — Esta função pode executar qualquer ação no Red Hat Network. Com a conta mestre de sua empresa, a pessoa com esta função pode alterar os privilégios de todas as outras contas, assim como conduzir quaisquer atividades disponíveis às outras funções. Como nas outras funções, pode haver múltiplos Satellite Administrators.
  • System Group Administrator (Administrador de Grupo de Sistema) — Esta função está logo abaixo do Satellite Administrator, pois tem autoridade completa sobre os sistemas e grupos de sistemas aos quais têm acesso. Esta pessoa pode criar novos grupos de sistemas, apagar qualquer grupo de sistemas anteriormente atribuído, adicionar sistemas a grupos e administrar o acesso de usuários aos grupos.
Enquanto é possível para um administrador do Satellite remover direitos de administrador do Satellite de uma outra conta de usuário, é impossível remover direitos de administrador do Satellite de um único restante Administrador do Satellite. É possível para um administrador do Satellite remover seus próprios previlégios de administrador do Satellite, desde que não seja o único administrador do Satellite restante.
Para atribuir uma nova função a um usuário, selecione a caixa de verificação apropriada. Lembre-se que os Satellite Administrators recebem automaticamente o acesso de administração a todas as outras funções, simbolizado pelas caixas de verificação acinzentadas. Para atribuir a habilidade de administrar a configuração de sistemas a um usuário, selecione a caixa de verificação Configuration Administrator (Administrador de Configuração). Quando finalizar suas alterações, clique em Update (Atualizar).
4.9.1.1.2. Lista de Usuário ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuário ⇒ Grupos de Sistema
Esta aba exibe uma lista dos grupos de sistemas que o usuário pode administrar. Os Satellite Administrator podem usar as caixas de verificação para determinar as permissões de acesso do usuário a cada grupo de sistemas. Selecione ou desselecione a caixa de verificação à esquerda do grupo de sistemas e clique no botão Update Permissions (Atualizar Permissões) para salvar as alterações.
Os Satellite Administrators podem selecionar um ou mais grupos de sistemas padrão para este usuário. Quando o usuário registra um sistema, este é atribuído ao grupo ou grupos selecionados. Isto permite ao usuário acesso imediato ao sistema recém-registrados, caso tenha permissões para um ou mais dos grupos ao quais o sistema pertence. Os Grupos de Sistemas aos quais este usuário tem acesso são precedidos por um (*).
4.9.1.1.3. Lista de Usuários ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuários ⇒ Sistemas
Esta aba lista todos os sistemas que o usuário pode acessar. Estes sistemas pertencem aos grupos de sistemas atribuídos ao usuário na aba anterior. Você pode escolher um conjunto de sistemas para trabalhar selecionando as caixas de verificação à esquerda dos sistemas e depois clicando no botão Atualizar Lista. Use a página Gerenciador de Conjunto de Sistemas (System Set Manager) para executar ações nestes sistemas. Clicar no nome de um sistema te leva à sua página System Details (Detalhes do Sistema). Consulte a Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)” para mais informações.
Esta aba lista todos os canais disponíveis à sua organização. Você pode atribuir a permissão explícita à subscrição a canais a este usuário para cada canal listado. Para fazê-lo, marque a caixa de verificação à esquerda do nome do canal e clique no botão Atualizar Permissões. Permissões atribuídas através das funções do Satellite Administrator e Channel Administrator ou devido ao fato do canal ser de subscrição global, não possuem caixa de verificação, mas exibem um ícone no lugar da caixa de verificação.
Identifica os canais nos quais o usuário pode registrar sistemas. Para alterá-los, selecione ou desselecione as caixas de verificação apropriadas e clique no botão Update Permissions (Atualizar Permissões). Note que os canais registráveis através da função admin do usuário ou da configuração global do canal não podem ser alterados. Estes são identificados por um ícone de verificação.
Identifica os canais que o usuário pode administrar. Para alterá-los, selecione ou desselecione as caixas de verificação apropriadas e clique no botão Update Permissions (Atualizar Permissões). Este estado não possibilita ao usuário criar novos canais. Note que os canais automaticamente administráveis através do estado admin do usuário não podem ser alterados. Estes são identificados por um ícone de verificação. Lembre que os Satellite Administrators e do Canal podem registrar sistemas em ou administrar quaisquer canais.
4.9.1.1.5. Lista de Usuários ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuários ⇒ Preferências
Esta página permite configurar se o usuário recebe notificações de e-mail, o número de entradas exibidas por página da lista e o fuso horário do usuário. Faça suas seleções e clique no botão Salvar Preferencias (Save Preferences) para atualizar.
  • Email Notification (Notificação por E-mail) — Determine se este usuário deve receber e-mails sempre que um Alerta de Errata for aplicável a um ou mais sistemas de sua conta no RHN, assim como sumários diários dos eventos de sistemas.
  • RHN List Page Size (Tamanho da Página da Lista do RHN) — Número máximo de ítens que aparecem numa única página de uma lista. Se houver mais ítens na lista, clicar no botão Next (Próximo) apresenta o próximo grupo de ítens. Esta preferência se aplica à visualização do usuário das listas de sistemas, listas de Erratas, listas de pacotes e assim por diante.
  • Time Zone (Fuso Horário) — Determine o fuso horário deste usuário para que as ações agendadas sejam organizadas de acordo com a hora no fuso horário relevante.
  • Red Hat Contact Options (Opções de Contato para Red Hat) — Identifique os meios (e-mail, telefone, fax ou correspondência) através dos quais a Red Hat pode contatar o usuário.
Para modificar qualquer uma destas opções, efetue suas alterações e clique no botão Save Preferences (Salvar Preferências).
4.9.1.1.6. Lista de Usuários ⇒ Ativos ⇒ Detalhes de Usuário ⇒ Endereços —
Esta aba lista os endereços associados à conta do usuário. Para atualizar estas informações, clique no link Edit this address (Editar este endereço) correspondente, indique as informações relevantes e depois clique no botão Update (Atualizar).
Esta aba lista os endereços de e-mail e pager designados a receber alertas das probes do Monitoramento (Monitoring). Para criar um método, clique em create new method (criar novo método) e complete os campos. Se você receberá estes alertas via pager, selecione a caixa de verificação associada para ter mensagens enviadas num formato mais curto. Ao terminar, clique em Create Method (Criar Método). O método é exibido na lista Methods (Métodos), a partir da qual pode ser editado e apagado.
Você também pode apagar métodos de notificação aqui. Se o método possui probes associadas, você vê uma lista delas. Note que se você é um Monitoring Administrator e não pode administrar o sistema em questão, as páginas System Details (Detalhes do Sistema) e Current State (Estado Atual) da probe não estão acessíveis através nos links de seus nomes. Como sempre, o Satellite Administrator tem acesso completo a todos os aspectos de sua conta no RHN.

4.9.2. User List ⇒ Desativado

(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) Esta página lista todos os usuários desabilitados. Para reabilitar qualquer um dos usuários listados aqui, clique na caixa de verificação à esquerda de seu nome e então clique no botão Reabilitar, seguido do botão Confirmar. Usuários reabilitados mantêm as permissões e associações aos grupos de sistemas conforme anteriormente, quando estavam desabilitados. Clicar no nome de usuário de um indivíduo exibe sua página Detalhes do Usuário.

4.9.3. Lista de Usuário ⇒Todos

A página Todos lista todos os usuários que pertencem à sua organização. Além dos campos listados nas duas telas anteriores, a tabela de usuários inclui um campo de Status. Este campo indica se o usuário está Ativo ou Desabilitado. Nomes de usuários desabilitados aparecem em cinza para refletir seu status. Clique no nome de usuário, para ir para sua página Detalhes do Usuário.

4.10. Monitoring

Se você clicar na aba Monitoring na barra de navegação superior, aparecem a categoria e os links de Monitoring. Estas páginas, que requerem o direito à Monitoring, possibilitam que você veja os resultados das probes que determinou nos sistemas com o direito à Monitoring e administre a configuração da sua infra-estrutura de monitoramento.
Inicie o monitoramento de um sistema através da aba Probes (Detecções), na página System Details (Detalhes do Sistema). Consulte a Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)” para uma descrição da aba. Veja o Apêndice D, Probes para uma lista completa de probes disponíveis.

4.10.1. Estado de detecção

(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Gerenciamento) A página de Probe Status exibe por padrão quando você clica no Monitoring na barra de navegação superior.
A página Probe Status (Estado da Probe) apresenta a contagem resumida das probes em vários estados e oferece uma interface simples para localizar rapidamente as probes problemáticas. Por favor note que os totais da detecção nas abas do topo da página talvez não coincidam com os números de probes exibidas nas tabelas abaixo. A contagem do topo inclui as probes de todos os sistemas de sua empresa, enquanto as tabelas exibem as probes somente dos sistemas aos quais você tem acesso, através da função System Group Administrator. Além disso, a contagem das probes exibidas aqui podem estar fora de sincronia por aproximadamente um minuto de diferença.
A lista seguinte descreve cada estado e identifica os ícones associados:
  • Crítico (Critical) - A probe ultrapassou o límite crítico.
  • Aviso (Warning) - A proble ultrapassou o límite de Atenção.
  • Desconhecido (Unknown) - A probe não é capaz de reportar com precisão dados métricos ou estados.
  • Pendente (Pending) - A probe foi agendada mas não foi ainda executada ou está incapaz de rodar.
  • OK - A probe está sendo executado com sucesso.
A página Probe Status (Estado da Detecção) contém abas para cada um dos estados possíveis, além de uma aba que lista todas as probes. Cada tabela contém colunas indicando o estado da detecção, o sistema monitorado, as detecções usadas e a data e hora em que o estado foi atualizado pela última vez.
Clicar no nome do sistema nestas tabelas, te leva à aba Probes (Detecções) da página System Details (Detalhes do Sistema). Clicar no nome da detecção te leva à sua página Current State (Estado Atual). A partir dali, você pode editar a detecção, apagá-la e gerar relatórios baseados em seus resultados.
Dados e informações de estado de detecção do Monitoring que antes era disponível apenas através da interface Web pode agora ser exportado como um arquivo CSV. Clique nos links Baixar CSV encontrados nas páginas do Monitoring para baixar os arquivos CSV contendo informações relevantes. Os dados exportados podem incluir, mas não estão limitados à:
  • Estado do Probe
  • Todas as probes em um certo estado (OK, WARN, UNKNOWN, CRITICAL, PENDING)
  • Um histórico de eventos de detecção
4.10.1.1. Status do Probe ⇒ Critico
As probes (detecções) que ultrapassaram seus limites CRITICAL (crítico) ou atingiram um estado crítico por outros meios. Por exemplo: algumas probes tornam-se críticas (ao invés de desconhecidas, unknown) quando excedem seu tempo limite.
4.10.1.2. Status do Probe ⇒ Warning
As probes que ultrapassaram seus limites WARNING (aviso).
4.10.1.3. Status do Probe ⇒Desconhecido
As probes incapazes de coletar as medidas necessárias para determinar seu estado. A maioria, mas não todas, das probes entram num estado desconhecido quando excedem seu tempo limite. Isto pode significar que o tempo limite deve ser extendido ou que a conexão ao sistema monitorado não pode ser estabelecida.
Também é possível que os parâmetros de configuração da detecção não estejam corretos e seus dados não possam ser encontrados. Finalmente, este estado pode indicar a ocorrência de um erro no software.
4.10.1.4. Status do Probe ⇒ Pendente
As probes cujos dados não foram recebidos pelo RHN. Este estado é esperado de uma detecção que foi recentemente agendada, mas ainda não foi executada. Se todas as probes recaem num estado pendente, sua infra-estrutura de monitoramento pode estar falhando.
4.10.1.5. Status do Probe ⇒ OK
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Monitoring) Os probes que executaram com sucesso, sem excessão. Este é um estado desejado por todos os probes.
4.10.1.6. Status do Probe ⇒ Todos
(Para visualizar esta aba é necessário possuir direitos de serviços de Monitoring) Os probes agendados nos sistemas em sua conta, listados em ordem alfabética por nome do sistema.
4.10.1.7. Estado Atual
Identifica o estado da detecção selecionada e quando esta foi executada pela última vez, além de oferecer a capacidade de gerar um relatório sobre a detecção. Apesar desta página ser parte integrante do monitoramento, é acessada sob a aba Probes (Detecções), na página System Details (Detalhes do Sistema), já que sua configuração é específica ao sistema sendo monitorado.
Para ver um relatório dos resultados da detecção, escolha uma duração relevante usando os campos date (data) e decida se você deseja visualizar os dados das medidas (metric data), o histórico de alteração do estado (state change history) ou ambos. Para obter os dados das medidas, selecione a(s) medida(s) que você deseja ver reportadas e decida (usando as caixas de verificação) se os resultados devem ser exibidos num gráfico, registro de erros (error log) ou ambos. Em seguida, clique em Generate report (Gerar Relatório) no rodapé da página. Se não houver dados para as medidas da detecção, você verá a seguinte mensagem NO DATA SELECTED TIME PERIOD AND METRIC (nenhum dado encontrado para o período de tempo e medidas).

4.10.2. Notificação

Identifica os métodos de contato estabelecidos para sua empresa. Estes métodos incluem endereços de e-mail ou de pager, designados a receber alertas das probes.
Há vários métodos de notificação disponíveis à sua empresa, listados na tela Notificação padrão. Os métodos estão listados de acordo com os usuários para os quais se aplicam.
Para criar um novo método de notificação, clique no nome do usuário ao qual a notificação será aplicada. Aparece, então, a página User Details ⇒ Notification Methods do usuário. Consulte a Seção 4.9.1.1.7, “Lista de Usuários ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuários ⇒ Métodos de Notificação” para mais informações. Clique no título do método de notificação para editar suas propriedades.
4.10.2.1. Notificação ⇒ Filtros
Os filtros da notificação permitem criar regras de longo prazo que suspendem, redirecionam ou automaticamente reconhecem notificações padrão ou enviam notificações suplementares. Isto pode ser útil na administração da comunicação de probes detalhadas ou freqüentes.
4.10.2.1.1. Notification ⇒ Notification Filters ⇒ Active Filters
Esta é a tela dpadrão da aba Notification Filters (Filtros da Notificação). Lista todos os filtros ativos disponíveis à sua empresa. Clique no nome do filtro para editar suas propriedades.
Para criar um filtro da notificação, clique no link create new notification filter (criar novo filtro de notificação) no canto superior direito da tela. Configure cada opção listada abaixo e clique no botão Save Filter (Salvar Filtro) para criá-lo.
  1. Description (Descrição): Indique um valor que distingua este filtro dos outros.
  2. Type (Tipo): Determine a ação do filtro: redirecionar, reconhecer (acknowledge), suspender ou suplementar a notificação recebida.
  3. Send to (Enviar para): As opções Redirect Notification e Supplemental Notification no passo dois requerem um endereço de e-mail para o qual enviar as notificações. As opções restantes não requerem um endereço de e-mail.
  4. Scope (Alcance): Determine quais componentes do monitoramento estão sujeitos ao filtro.
  5. Organization/Scout/Probe: Esta opção permite selecionar a empresa, agente(s) ou detecçã(ões) aos quais este filtro se aplica. Para selecionar itens múltiplos da lista, segure a tecla Ctrl enquanto clicar nos nomes do itens. Para selecionar uma gama de itens, segure a tecla Shift enquanto clicar no primeiro e último itens da gama.
  6. Probes in State (Probes em Estado): Selecione qual(is) estado(s) da detecção se relacionam ao filtro. Por exemplo: você pode optar por criar uma notificação suplementar somente para probes críticas. Desmarque a caixa à esquerda dos estados que o filtro deve ignorar.
  7. Notifications sent to (Notificações enviadas para): Este é o método de envio da notificação, caso não houver nenhum filtro. Você pode, por exemplo, redirecionar a outras pessoas as notificações que normalmente são enviadas a um usuário que saiu de férias, deixando todas as outras notificações da detecção inalteradas.
  8. Match Output (Resultado de Correspondencia): Selecione os resultados precisos da notificação indicando uma expressão regular aqui. Se o resultado da "Mensagem:" da notificação não coincidir com a expressão regular, o filtro não é aplicado.
  9. Recurring (Recorrente): Selecione se o filtro deve rodar continuamente ou de maneira recorrente. Um filtro recorrente roda múltiplas vezes durante um período mais curto que a duração do filtro. Por exemplo: um filtro recorrente pode rodar 10 minutos por hora entre o horário de início e de fim do filtro. Um filtro não-recorrente roda continuamente entre o horário de início e de fim do filtro.
  10. Beginning (Início): Indique uma data e hora para o início da operação do filtro.
  11. Ending (Fim): Indique uma data e hora para o fim da operação do filtro.
  12. Recurring Duration (Duração Recorrente): Por quanto tempo uma instância recorrente do filtro está ativa. Este campo, aplicável somente a filtros recorrentes, inicia na hora Beginning(Início) indicada acima. Todas as notificações geradas fora da duração especificada não são filtradas.
  13. Recurring Frequency (Frequencia de Recorrencia): A freqüência da ativação do filtro.
Os filtros de notificação não podem ser apagados. No entanto, um filtro pode ser cancelado ao configurar a data final no passado. (Note que a data final deve ser igual ou posterior à data inicial, caso contrário a alteração falha.) Um outro método é selecionar um conjunto de filtros na página Active (Ativos) e clicar no botão Expire Notification Filters (Filtros de Notificação de Validade) no canto inferior direito. Estes filtros então são cancelados e aparecem na aba Expired Filters (Filtros Expirados).
4.10.2.1.2. Notificatção ⇒ Filtros de Notificação ⇒ Filtros Expirados
Esta aba lista todos os filtros da notificação com data final expirada. Os filtros expirados são armazenados indefinidamente; isto permite à empresa reciclar filtros úteis conforme necessário e oferece um registro histórico para a resolução de problemas.

4.10.3. Conjuntos de Probes

Os Conjuntos de Detecções (Probe Suites) permitem configurar e aplicar uma ou mais probes a um sistema ou a um grupo de sistemas. Os Conjuntos de Probes podem ser configurados uma vez e aplicados a diversos de sistemas de uma só vez. Isto resulta em economia de tempo e consistência para clientes com direito à Monitoramento.
Para criar e aplicar um Conjunto de Probes, primeiro crie um conjunto vazio e então configure as probes membros. Por fim, aplique o Conjunto aos sistemas selecionados.
  1. Na página Monitoramento ⇒ Conjunto de Probes, selecione o link create probe suite (criar conjunto de probes). Indique um nome distinguível para o Conjunto de Probes. Você também pode escolher adicionar uma breve descrição deste conjunto. Clique no botão Create Probe Suite (criar conjunto de probes) para continuar.
  2. Adicione e configure as probes que compõem este Conjunto. Clique no link create new probe (criar nova probe) no canto superior direito.
  3. Conforme descrito na Seção 4.4.2.10.5.2, “Detalhes de Sistema ⇒ Monitoring”,, configure a detecção e clique no botão Criar Probe no canto inferior direito. Repita este processo até adicionar todas as probes (detecções) desejadas.

    Nota

    O Sendmail deve ser configurado corretamente no seu RHN Satellite e cada sistema cliente no qual o conjunto de probes é aplicado deve ter o daemon rhnmd instalado e ativo. Consulte o Guia de Instalação do RHN Satellite Server para informações adicionais.
  4. Adicione os sistemas aos quais o Conjunto de Probes se aplica. Clique no link add systems to probe suite no canto superior direito da tela para continuar.
  5. A página seguinte exibe uma lista de todos os sistemas com serviços de Monitoramento. Selecione a caixa à esquerda do(s) sistema(s) ao(s) qual(is) deseja aplicar o Conjunto de Probes, selecione o agente de monitoramento (monitoring scout) e clique no botão Add systems to probe suite para completar a criação do Conjunto de Probes.
Você pode apagar ou retirar probes do conjunto. Retirar uma detecção desassocia as probes do conjunto e converte-as em probes específicas dos sistemas. Isto significa que as alterações nas probes retiradas afetam somente aquele sistema. Apagar uma detecção remove-a do Conjunto para todos os sistemas.
Para remover probes do Conjunto:
  1. Na página Monitoramento⇒ Conjunto de Probes, clique no título do Conjunto de Probes que deseja alterar.
  2. Selecione a sub-seção Probes.
  3. Selecione a caixa próxima à detecção que deseja remover.
  4. Clique no botão Delete probes from Probe Suites (Apagar probes do Conjunto de Probes).
Você também pode remover um sistema do Probe Suite (Conjunto de Probes). Há duas maneiras de fazê-lo. O primeiro método é desassociar o sistema do Conjunto de Probes. Neste caso, o sistema ainda tem as mesmas probes atribuídas. No entanto, agora você tem a habilidade para configurar estas probes separadamente sem afetar nenhum outro sistema. Para mais informações sobre a remoção de probes num sistema separado, consulte a Seção 4.4.2.10.5.2, “Detalhes de Sistema ⇒ Monitoring”.
Para desassociar um sistema do conjunto:
  1. Na página MonitoramentoConjunto de Probes, clique no título do Conjunto de Probes que deseja alterar.
  2. Selecione a sub-seção Sistemas.
  3. Selecione a caixa próxima ao(s) sistema(s) que deseja remover do Conjunto de Probes.
  4. Clique no botão Detach System(s) from Probe Suite (Retirar o(s) Sistema(s) do Conjunto de Detecções)
O segundo método é remover o sistema do conjunto. Neste método, o sistema é removido do conjunto e todas as probes ativas são apagadas do sistema.

Nota

Esta ação apaga todas as probes do sistema no Conjunto de Probes, assim como todos os dados históricos Time Series e Event Log. Esta ação é irreversível.
Para remover um sistema do Conjunto de Probes e apagar todas as probes associadas ao sistema:
  1. Na página Monitoramento⇒ Conjunto de Probes, clique no título do Conjunto de Probes que deseja alterar.
  2. Selecione a sub-seção Sistemas.
  3. Selecione a caixa próxima ao(s) sistema(s) que deseja remover do Conjunto de Probes.
  4. Clique no botão Remove System(s) from Probe Suite (Remover Sistema(s) do Conjunto de Probes).
Finalmente, assim como é o caso com probes individuais, você também pode baixar um arquivo CSV contendo informação a respeito de conjuntos de probes. Clique no link Baixar CSV na parte inferior da página MonitoringConjuntos de Probes para baixar o arquivo.

4.10.4. Forçar Agente de Configuração

Exibe o estado da sua infra-estrutura de monitoramento. Cada vez que você efetuar uma alteração na sua configuração de monitoramento, tal como adicionar uma detecção a um sistema ou editar os limites de uma detecção, você deve reconfigurar sua infra-estrutura de monitoramento. Faça isso selecionando a caixa de verificação do Servidor do RHN e clicando em Push Scout Configs. A tabela desta página identifica a data e hora de 'pushes' requisitados e completos.
Clicar no nome de um servidor abre sua Chave Pública SSH do Red Hat Network Monitoring Daemon. Isto permite a você copiar e colar a chave SSH nos sistemas monitorados pelo agente (scout). Isto é preciso para que o daemon Red Hat Network Monitoring Daemon se conecte ao Satellite.

4.10.5. Config Geral

(Para visualizar esta aba é necessário possuir o direito ao Monitoring.) Coleta informações universalmente aplicáveis à sua infra-estrutura de Monitoring. Modificar qualquer coisa nesta página causa a reinicialização dos serviços de Monitoring no RHN Satellite , assim como agenda eventos para a reinicialização dos serviços Monitoring em todos os RHN Proxy Servers com Monitoring que conectam a este Satellite. Isto é feito para que os serviços Monitoring nestes servidores recarreguem sua configuração imediatamente.
Normalmente, os defaults providos nos outros campos são aceitáveis, já que derivam da instalação de seu Satellite. No entanto, você pode usar os campos desta página para alterar a configuração de seu Monitoring. Por exemplo: você pode alterar seu servidor de e-mail aqui. Esta página também permite a você mudar o destino de todos os e-mails administrativos do Satellite. Quando terminar, clique em Update Config (Atualizar Configuração).

4.11. A página "Admin"

A página Admin permite que os clientes do RHN Satellite administrem a configuração básica de seu Satellite, assim como criar e gerenciar os recursos da Organização do RHN Satellite . Somente o Satellite Administrator pode ter acesso à página Admin .

4.11.1. Organzations do Admin ⇒

O recurso múltiplas organizações permite que os administradores criem e gerenciem múltiplas organizações no Satellite. O recurso Organizations permite que os administradores se apropriem do software e dos direitos de sistema em diversas organizações, assim como controlar o acesso da organização às tarefas de gerenciamento de sistemas. Para mais informações sobre como usar o recurso multiple organizations, consulte o Capítulo 6, Multiple Organizations (Múltiplas Organizações).

4.11.2. Admin ⇒ Satellite Configuration ⇒ General

Esta aba é dividida em sub-abas que permitem que você configure a maioria das características do RHN Satellite . Uma vez que mudanças tenham sido feitas, é importante reiniciar o Satellite, o que pode ser feito na última aba.
4.11.2.1. Admin ⇒ Satellite Configuration ⇒ General
A página Configuração do Satellite ⇒ Configuração Geral permite que você altere as configurações mais básicas do Satellite, como o e-mail do administrador e o estado de ativação do Monitoring.
4.11.2.2. Satellite Tools ⇒ Satellite Configuration ⇒ Monitoring
A página RHN Satellite Configuration⇒ Monitoring permite que você configure características de monitoramento deste Satellite. O servidor de mensagens e o domínio principal locais são usados para enviar mensagens de notificações de Monitoring para o administrador. Isto é necessário apenas se você espera receber mensagens de notificações de alerta geradas por eventos de detecção. Neste caso, forneça o servidor de e-mail (exchanger) e domínio a ser usado. Note que o sendmail deve estar configurado para lidar com o redirecionamento de notificações por e-mail. Quando terminar, clique em Update Config (Atualizar Configuração).
4.11.2.3. Admin ⇒ Satellite Configuration ⇒ Certificate
A página RHN Satellite Configuration ⇒ Certificate permite que você carregue um novo certificado Satellite. Para identificar o caminho do certificado, clique em Browse (Procurar), navegue até o arquivo e selecione-o. Para adicionar a seu conteúdo, abra o seu certificado em um editor de texto, copie todas as linhas e cole-as diretamente no campo de texto grande na parte inferior. Clique em Update para continuar. Se você receber erros de DNS, certifique-se de que o seu Satellite está configurado corretamente.
4.11.2.4. Admin ⇒ Satellite Configuration ⇒ Bootstrap Script
A página RHN Satellite Configuration ⇒ Bootstrap permite que você gere um script de rotina de inicialização (bootstrap) para redirecionar sistemas clientes de servidores centrais do RHN para o Satellite. Este script, a ser colocado no diretório /var/www/html/pub/bootstrap/ do Satellite, reduz consideravelmente o esforço necessário para reconfigurar todos os sistemas, o que de acordo com a configuração padrão obtém pacotes a partir dos servidores centrais do RHN. Os campos requisitados são povoados com dados tirados de passos do processo de instalação executados anteriormente. Certifique-se de que estes dados estão corretos.
Caixas de verificação oferecem opções para a inclusão de funcionalidades de segurança integradas SSL e GNU Privacy Guard (GPG), ambas recomendadas. Além disso, você pode ativar a aceitação de comandos remotos e a administração da configuração remota para sistemas a serem inicializados. Ambas funcionalidades são úteis para completar a configuração de clientes. Finalmente. se você estiver usando um servidor de HTTP proxy, complete as campos relevantes. Quando terminar, clique em Generate Bootstrap Script (Gerar Script Bootstrap).
4.11.2.5. Admin ⇒ Satellite Configuration ⇒ Organizations
A página RHN Satellite Configuration ⇒ Organizations contém detalhes sobre os recursos do Organizações do RHN Satellite , assim como links para iniciar rapidamente criando e configurando organizações. Para mais informações sobre como configurar Organizações, consulte o Seção 4.11.1, “Organzations do Admin ⇒ ”.
4.11.2.6. Admin ⇒ Satellite Configuration ⇒ Restart
A página RHN Satellite Configuration ⇒ Restart contém os passos finais da configuração do Satellite. Clique no botão Restart para reiniciar o Satellite para incorporar todas opções de as configuração adicionadoas nas telas anteriores. Note que a reinicialização levará de 4 a 5 minutos para completar.

4.12. A página "Help"

As páginas de Ajuda oferecem acesso ao conjunto completo de documentação e suporte disponíveis aos usuários do RHN. Clique em Ajuda na categoria Visão Geral para ver uma lista das opções disponíveis.

4.12.1. Guia de Referência

A página Reference Guide (Guia de Referência) traz este mesmo documento, com as instruções mais detalhadas sobre o uso do Red Hat Network. Note que os links a outros guias técnicos talvez apareçam na barra de navegação esquerda, dependendo do nível de direito e oferta de produto da conta com a qual você se autenticou.

4.12.2. Guia de Instalação do Satellite

A implementação de um RHN Satellite totalmente funcional requer mais do que a instalação de um software e um banco de dados. Os sistemas Cliente devem ser configurados para usar o Satellite. Os pacotes Cliente e canais devem ser criados para uso otimizado. Como estas tarefas vão além de uma instalação básica, serão explanadas em mais detalhes em outros guias, assim como este RHN Satellite Installation Guide.
Informações detalhadas sobre o servidor Satellite do RHN e sua instalação e configurações iniciais.

4.12.3. Guia do Proxy

O RHN Proxy Server é um mecanismo de pacote-caching que reduz os requerimentos da largura de banda para os servidores do RHN e Satellite e ativa a implementação do pacote padronizado. Os usuários do Proxy fazem cache dos RPMs, tais como Atualizações de Errata da Red Hat ou padronizam os RPMs, gerados por sua empresa, em um servidor interno e centralizado. Os sistemas Cliente recebem então estas atualizações de um Proxy ao invés de acessar a Internet individualmente.
O RHN Proxy Server Installation Guide (Guia de Instalação do RHN Proxy Server) fornece informações detalhadas sobre a instalação do servidor RHN Proxy e uma configuração inicial.

4.12.4. Guia de Configuração do Cliente

Por padrão, todos os aplicativos do cliente Red Hat Network, são configurados para comunicar com os Servidores Red Hat Network central. Ao conectar os clientes ao RHN Satellite ou RHN Proxy Server, muitas destas configurações devem ser alteradas. Alterar as configurações do cliente para um ou dois sistemas pode ser relativamente simples. Porém, para uma empresa grande, com vários sistemas, os passos da reconfiguração em massa descritos aqui serão de grande utilidade.
O Client Configuration Guide é um manual prático para ajudar os usuários do RHN Satellite e RHN Proxy Server a configurar seus sistemas cliente de forma eficiente.

4.12.5. Guia de Administração de Canais

O canal de software é uma coleção de pacotes de software dentro do Red Hat Network e RHN Satellite. Os canais podem também ser referidos como repositórios. Os canais ajudam a segregar pacotes através de regras sensíveis. Por exemplo:
  • Um canal pode conter pacotes de uma versão do Red Hat Enterprise Linux específico.
  • Um canal pode conter pacotes para um aplicativo ou família de aplicativos;
  • Os usuários podem também definir canais para suas próprias necessidades, tal como um canal que contenha pacotes para todos os laptops de empresas.
O Channel Management Guide documenta a criação e manutenção de canais personalizados através do RHN Satellite .

4.12.6. Release Notes (Notas de Lançamento)

A página Release Notes lista as notas que acompanham todas as versões recentes do Red Hat Network. Estas notas descrevem todas as mudanças significativas feitas numa determinada versão, de grandes melhorias à interface do usuário a pequenas alterações na documentação relacionada.

4.12.7. API

A documentação para usar a Interface de Programação do Aplicativo (API) do Red Hat Network para criar ferramentas e programas para automatizar tarefas comuns via Red Hat Network.
A página API contém uma visão geral do API, com links para descrições detalhadas de diversas chamadas de API disponíveis para administradores e desenvolvedores. Existe também uma página FAQ para respostas à frequentes perguntas sobre o API do Red Hat Network. Por fim, existe uma página Sample Scripts que mostra códigos de exemplos de usuários usando chamadas de API.

Capítulo 5. Monitoramento (Monitoring)

O direito ao Monitoring da Red Hat Network permite a você executar diversas ações desenvolvidas para manter seus sistemas rodando apropriada e eficientemente. Através deste, você pode monitorar os recursos do sistema, serviços de rede, bancos de dados e também aplicações padrões e personalizadas.
O Monitoramento oferece informações em tempo real e a história de alterações do estado, assim como dados métricos específicos. Você é notificado imediatamente sobre falhas e avisado sobre a degradação do desempenho antes de tornar-se crítica, além de receber as informações necessárias para conduzir o planejamento de capacidade e a correlação de eventos. Por exemplo: os resultados de uma detecção registrando o uso da CPU entre sistemas não teriam valor nenhum ao balancear as cargas nestes sistemas.
Existem dois componentes para monitoramento do sistema: o próprio monitoramento de sistema e o monitoramento scout. O sistema de monitoramento realiza funções em segundo plano, como armazenar dados de monitoramento e ações, ele roda somente no Satellite. O monitoramento scout executa todas as probes e coleta dados de monitoramento. O monitoramento scout no RHN Proxy lhe permite trabalhar sem carga no Servidor Satellite, fornecendo escalabilidade para as probes.
O Monitoramento permite estabelecer os métodos de conexão, instalar probes em sistemas, rever periodicamente os estados de todas as probes e gerar relatórios com dados históricos de um sistema ou serviço. Este capítulo procura identificar tarefas comuns associadas ao direito de Monitoramento. Lembre-se: praticamente todas as alterações que afetam sua infra-estrutura Monitoring devem ser finalizadas ao atualizar sua configuração através da página Scout Config Push.

5.1. Pré-requisitos

Antes de tentar implementar o serviço de Monitoramento do RHN em sua infra-estrutura, assegure-se que você tenha todas as ferramentas necessárias. No mínimo, você precisa:
  • Direitos ao Monitoramento — Estes direitos são necessários para todos os sistemas a serem monitorados. O Monitoramento é suportado somente em sistemas Red Hat Enterprise Linux.
  • RHN Satellite com Monitoramento — Sistemas com Monitoring devem ser conectados a um Satellite com um sistema operacional base do Red Hat Enterprise Linux AS 4 Red Hat Enterprise Linux 5 ou mais recente. Consulte o Guia de Instalação do RHN Satellite , em Help para obter instruções de instalação.
  • Administrador de Monitoramento — Esta função (role) deve ser agregada a usuários que instalem detecções (probes), criem métodos de notificação ou alterem a infra-estrutura de monitoramento de qualquer forma. Lembre-se, o Satellite Administrator automaticamente herda todas as funções dentro de uma organização e pode portanto conduzir estas tarefas. Agregue esta função através da página User Details (Detalhes do Usuário) do usuário em questão.
  • Red Hat Network monitoring daemon — Este daemon é necessário, juntamente à chave SSH, para o agente (scout) em sistemas monitorados para executar os processos internos. Você pode, no entanto, rodar estas probes usando o daemon SSH (sshd) do sistema. Consulte a Seção 5.2, “Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) ” para obter instruções de instalação e uma lista rápida das probes que requerem esta conexão segura. Consulte o Apêndice D, Probes para uma lista completa das probes disponíveis.

Habilitar Monitoramento

O Monitoramento é desativado por padrão e precisa ser ativado antes que possa ser usado.
  1. Efetue o login como um usuário com previlégios de Administrador do Satellite e vá até AdminConfiguração do RHN Satellite Habilitar Monitoramento. Clique em Atualizar para salvar.
  2. Reinicie os serviços para captar as mudanças. Vá para a aba reiniciar para reiniciar o Satellite. Isto fará que o Satellite fique off line por alguns minutos.
  3. Confirme que o monitoramento está ativado, checando que você possui a aba Monitoramento disponível sob a Configuração do RHN Satellite.
  4. Para habilitar o monitoramento scout, navegue até AdminConfiguração do RHN SatelliteMonitoramento+Habilitar Monitoramento Scout. Clique em Atualizar Config para salvar.

Nota

É recomendado que você deixe os valores de configuração como valores padrões. Por favor revise a seção Sendmail Configuration do Guia de Instalação do Red Hat Network RHN Satellite para maiores informações sobre usar notificações.

5.2. Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd)

Para usufruir de seus direitos a Monitoramento ao máximo, a Red Hat sugere instalar o Red Hat Network monitoring daemon em seus sistemas clientes. Baseado no OpenSSH, o rhnmd possibilita ao RHN Satellite comunicar-se seguramente com o sistema cliente para acessar processos internos e recuperar o estado da detecção.
Por favor note que o Red Hat Network monitoring daemon requer que os sistemas monitorados permitam conexões na porta 4545. Ao invés disso, você pode evitar abrir esta porta e instalar o daemon de uma só vez, usando o sshd. Consulte o Seção 5.2.3, “Configurando o SSH” para mais detalhes.

5.2.1. Probes que requerem o daemon

É necessária uma conexão criptografada, através do Red Hat Network monitoring daemon ou do sshd, nos sistemas cliente, para rodar as seguintes probes:
  • Linux::CPU Usage (Linux::Utilização do CPU)
  • Linux::Disk IO Throughput (Linux::Produção de E/S do Disco )
  • Linux::Disk Usage (Linux::Uso do Disco )
  • Linux::Inodes
  • Linux::Interface Traffic (Linux::Tráfego da Interface)
  • Linux:Load (Linux::Carga)
  • Linux::Memory Usage (Linux::Uso da Memória)
  • Linux::Process Counts by State (Linux::Contagem de Processos por Estado)
  • Linux::Process Count Total (Linux::Contagem Total de Processos)
  • Linux::Process Health (Linux::Saúde dos Processos)
  • Linux::Process Running (Linux::Processo em Andamento)
  • Linux::Swap Usage (Linux::Uso de Swap)
  • Linux::TCP Connections by State (Linux::Conexões TCP por Estado)
  • Linux::Users (Linux::Usuários)
  • Linux::Virtual Memory (Linux::Memória Virtual)
  • LogAgent::Log Pattern Match (LogAgent::Correspondência de Padrões em Registros)
  • LogAgent::Log Size (LogAgent::Tamanho do Registro)
  • Network Services::Remote Ping (Serviços de Rede::Ping Remoto)
  • Oracle::Client Connectivity (Oracle::Conectividade do Cliente)
  • General::Remote Program (Geral::Programa Remoto)
  • General::Remote Program with Data (Geral::Programa Remoto com Dados)
Note que todas as probes no grupo Linux têm este requisito.

5.2.2. Instalando o Red Hat Network Monitoring Daemon

Instale o Red Hat Network monitoring daemon a fim de preparar os sistemas para o monitoramento usando as probes identificadas na Seção 5.2.1, “Probes que requerem o daemon”. Note que os passos desta seção são opcionais se você pretende usar sshd para permitir conexões seguras entre a infra-estrutura de monitoramento do RHN e os sistemas monitorados. Consulte a Seção 5.2.3, “Configurando o SSH” para mais instruções.
O pacote rhnmd pode ser encontrado no canal RHN Tools para todas as versões do Red Hat Enterprise Linux. Para instalá-lo:
  1. Registre os sistemas a serem monitorados no canal RHN Tools associado ao sistema. Isto pode ser feito separadamente para cada sistema através da aba System Details ⇒ Channels ⇒ Software ou para sistemas múltiplos de uma só vez, através da aba Channel Details ⇒ Target Systems.
  2. Após registrados, abra a aba Channel Details ⇒ Packages e localize o pacote rhnmd (sob 'R').
  3. Clique no nome do pacote para abrir a página Package Details. Clique na aba Target Systems, selecione os sistemas desejados e clique em Install Packages.
  4. Instale a chave pública SSH em todos os sistemas cliente a serem monitorados, conforme descrito na Seção 5.2.4, “Instalando a chave SSH”.
  5. Inicie o Red Hat Network monitoring daemon em todos os sistemas cliente, usando o comando:
    service rhnmd start
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
  6. Ao adicionar probes que requeiram o daemon, aceite os valores default de RHNMD User e RHNMD Port: nocpulse e 4545, respectivamente.

5.2.3. Configurando o SSH

Se você deseja evitar instalar o Red Hat Network monitoring daemone abrir a porta 4545 nos sistemas cliente, pode configurar o sshd para oferecer uma conexão criptografada, necessária entre os sistemas e o RHN. Isto é especialmente recomendado se você já está com o sshd rodando. Para configurar o daemon para uso do monitoramento:
  1. Certifique-se de que o pacote SSH esteja instalado nos sistemas a serem monitorados:
    rpm -qi openssh-server
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  2. Identifique o usuário a ser associado com o daemon. Pode ser qualquer usuário disponível no sistema, desde que a chave SSH necessária possa ser inserida no arquivo ~/.ssh/authorized_keys do usuário.
  3. Identifique a porta usada pelo daemon, de acordo com o arquivo de configuração /etc/ssh/sshd_config. A porta default é a 22.
  4. Instale a chave pública SSH em todos os sistemas cliente a serem monitorados, conforme descrito na Seção 5.2.4, “Instalando a chave SSH”.
  5. Inicie o sshd em todos os sistemas cliente, usando o comando:
    service sshd start
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
  6. Ao adicionar probes que requeiram o daemon, insira os valores derivados dos passos 2 e 3 nos campos RHNMD User e RHNMD Port.

5.2.4. Instalando a chave SSH

Independentemente de usar o rhnmd ou o sshd, você deve instalar a chave pública SSH do Red Hat Network monitoring daemon nos sistemas a serem monitorados para completar a conexão segura. Para instalá-la:
  1. Navegue para a página Monitoramento ⇒ Scout Config Push do site do RHN e clique no nome do Servidor RHN que monitorará o sistema cliente. A chave SSH id_dsa.pub está visível na página resultante.
  2. Copie o string de caracteres (começando em ssh-dss e terminando com o nome da máquina do Servidor RHN).
  3. Selecione quais sistemas que você quer enviar a chave. Selecione Sistemas do menu esquerdo e clique nas caixas de marcação próximas aos sistemas para os quais você quer enviar a chave SSH. Clique no botão Gerenciar no topo para terminar.
  4. A partir do Gerenciador de Conjuntos do Sistema (System Set Manager), clique em Executar comandos remotos e então na caixa de texto Script, digite a seguinte linha:
    #!/bin/sh
    cat <<EOF >> ~nocpulse/.ssh/authorized_keys
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
    Então, pressione Enter e cole a chave SSH. O resultado deve ser parecido com o seguinte:
    #!/bin/sh
    cat <<EOF>> ~nocpulse/.ssh/authorized_keys               
    ssh-dss AABBAB3NzaC3kc3MABCCBAJ4cmyf5jt/ihdtFbNE1YHsT0np0SYJz7xk
    hzoKUUWnZmOUqJ7eXoTbGEcZjZLppOZgzAepw1vUHXfa/L9XiXvsV8K5Qmcu70h0
    1gohBIder/1I1QbHMCgfDVFPtfV5eedau4AAACAc99dHbWhk/dMPiWXgHxdI0vT2
    SnuozIox2klmfbTeO4Ajn/Ecfxqgs5diat/NIaeoItuGUYepXFoVv8DVL3wpp45E
    02hjmp4j2MYNpc6Pc3nPOVntu6YBv+whB0VrsVzeqX89u23FFjTLGbfYrmMQflNi
    j8yynGRePIMFhI= root@satellite.example.com
    EOF
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
  5. Ajuste a data e hora que você quer para a ação acontecer, então clique em Agendar Comando Remoto.
Após inserir a chave e estar acessível, todas as probes (detecções) que a requerem devem permitir as conexões ssh entre a infra-estrutura de Monitoramento e o sistema monitorado. Então, você pode agendar probes requisitando o daemon de monitoramento para rodar nos sistemas recém-configurados.

5.3. mysql pacote

Se seu RHN Satellite servirá sistemas cliente com o direito à Monitoramento (Monitoring) nos quais você deseja rodar probes MySQL, você deve configurar o pacote mysql no RHN Satellite . Consulte o Apêndice D, Probes para ver a lista de todas as probes disponíveis.
Registre o Satellite no canal base do Red Hat Enterprise Linux e instale o pacote mysql utilizando up2date, yum ou RHN Hosted.
Depois de finalizado, seu Satellite pode ser usado para organizar as probes de MySQL.

5.4. Notificações

Além de visualizar o estado das probes na interface do RHN, você pode ser notificado sempre que uma detecção tiver seu estado alterado. Isso é especialmente importante ao monitorar sistemas de produção de missão crítica. Por este motivo, a Red Hat recomenda a utilização desta funcionalidade.
Para ativar as notificações de probes no RHN, você deve ter identificado um servidor de troca de correspondência e um domínio durante a instalação de seu RHN Satellite e ter configurado o sendmail para receber e-mails apropriadamente. Consulte o capítulo Instalação do Guia de Instalação do RHN Satellite para mais detalhes.

5.4.1. Criando Métodos de Notificação

As notificações são enviadas através de um método de notificação ou seja, um endereço de e-mail ou pager associado a um usuário específico do RHN. Apesar do endereço ser ligado a uma conta de usuário específica, pode servir a diversos administradores através de um codenome (alias) ou lista de e-mails. Além disso, cada conta de usuário pode conter múltiplos métodos de notificação. Para criar um método de notificação:
  1. Autentique-se (login) no site do RHN como o Satellite Administrator ou Administrador de Monitoramento.
  2. Navegue para a aba User Details ⇒ Notification Methods e clique em create new method.
  3. Indique uma etiqueta intuitiva e descritiva para o nome do método, como email diário para DBA e forneça o endereço correto do e-mail ou pager. Lembre-se: as etiquetas de todos os métodos de notificação estão disponíveis numa lista durante a criação da detecção, portanto devem ser únicas dentro de sua empresa.
  4. Selecione a caixa de verificação, se você quiser que mensagens abreviadas sejam enviadas ao pager. Ester formato mais curto contém somente o estado da detecção, nome do sistema, nome da detecção, hora da mensagem e ID do envio. O formato padrão, mais longo, exibe dados adicionais no cabeçalho da mensagem, detalhes da detecção e do sistema e instruções para a resposta.
  5. Ao terminar, clique em Criar Método (Create Method). O novo método é apresentado na aba Detalhes de Usuário ⇒ Métodos de Notificação e a página Notificação sob a categoria Monitoramento. Clique em seu nome para editá-lo ou apagá-lo.
  6. Ao adicionar probes, selecione a caixa Probe Notifications e então selecione o novo método de notificação no menu suspenso. Os métodos de notificação atribuídos às probes não podem ser apagados até que sejam desassociados da detecção.

5.4.2. Recebendo Notificações

Se você criar métodos de notificação e associá-los a probes, deve estar preparado para recebê-las. Estas notificações chegam na forma de breves mensagens de texto enviadas para endereços de e-mail ou pager. Aqui está um exemplo de uma notificação por e-mail:
Subject: CRITICAL: [hostname]: Satellite: Users at 1
From: "Monitoring Satellite Notification" (rogerthat01@redhat.com)
Date: Mon, 6 Dec 2004 13:42:28 -0800  
To: user@organization.com

This is RHN Monitoring Satellite notification 01dc8hqw. 

Time: Mon Dec 06, 21:42:25 PST 
State: CRITICAL
System: [hostname] ([IP address]) 
Probe: Satellite: Users 
Message: Users 6 (above critical threshold of 2)
Notification #116 for Users
 
Run from: RHN Monitoring Satellite
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Como você pode ver, as notificações por e-mail mais longas contêm praticamente tudo o que você precisará saber sobre a detecção associada. Além do comando da detecção, da hora de execução, do sistema monitorado e do estado, a mensagem contém o Send ID (ID de envio), um string único de caracteres representando a mensagem e detecção específicas. Na mensagem acima, o ID de envio é 01dc8hqw.
As notificações por pagers, por necessidade, contêm somente detalhes importantes, como assunto da mensagem (contendo estado, sistema, detecção e hora) e o ID de envio. Aqui está um exemplo de notificação por pager:
 CRITICAL: [hostname]: Satellite: Users at 21:42 PST, notification 01dc8hqw 
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5.4.3. Redirecionando Notificações

Ao receber uma notificação, você pode redirecioná-la incluindo regras avançadas de notificação num e-mail de reconhecimento. Ative o redirecionamento de resposta de email abrindo /etc/aliases e adicione a seguinte linha:
rogerthat01:    "| /etc/smrsh/ack_enqueuer.pl"
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Uma vez que o parâmetro tiver sido configurado. Apenas responda à notificação e inclua a opção desejada. Estas são as opções de redirecionamento ou tipos de filtro possíveis:
  • ACK METOO — Envia a notificação ao(s) destino(s) de redirecionamento, além do destino default.
  • ACK SUSPEND — Suspende a notificação por um determinado período.
  • ACK AUTOACK — Não altera o destino da notificação, mas automaticamente reconhece os alertas coincidentes assim que são enviados.
  • ACK REDIR — Envia a notificação ao(s) destino(s) de redirecionamento ao invés do destino default.
O formato da regra deve ser tipo_filtro tipo_probe duração endereço_email, onde o tipo_filtro indica um dos comandos avançados anteriores, o tipo_detecção indica a detecção ou sistema, a duração indica o tempo de redirecionamento e o endereço_email é o recipiente pretendido. Por exemplo:
 ACK METOO host 1h boss@domain.com 
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As maiúsculas não são necessárias. A duração pode ser expressa em minutos (m), horas (h) ou dias (d). Os endereços de e-mail são necessários somente para notificações de redirecionamento (REDIR) e suplementares (METOO).
A descrição da ação contida no e-mail resultante tem como default o comando indicado pelo usuário. A razão listada é um resumo da ação, como email ack redirect by user@domain.com, onde user é o remetente do e-mail.

Nota

Você pode interromper (halt) ou redirecionar quase todas as notificações de detecção, respondendo aos e-mails de notificação com uma variação do comando ack suspend host. No entanto, não é possível interromper (halt) as notificações das probes do Satellite ao responder a uma detecção com ack suspend host ou com outra resposta de redirecionamento. Estas probes requerem que você altere as notificações na interface web do Satellite.

5.4.4. Filtrando Notificações

Como as notificações podem ser geradas sempre que uma probe (detecção) tem seu estado alterado, simples alterações em sua rede podem resultar no recebimento de muitas notificações. A criação, o cancelamento e a aplicação de filtros de Notificação são abordados detalhadamente na Seção 4.10.2.1, “Notificação ⇒ Filtros”.

5.4.5. Apagando Métodos de Notificação

Teoricamente, remover métodos de notificação deve ser tão fácil quanto criá-los, já que você não precisa preencher nenhum campo para conduzir a remoção e há um botão para este propósito específico. No entanto, algumas relações entre métodos e probes podem complicar este processo. Aqui estão os passos a seguir para remover um método de notificação:
  1. Autentique-se (login) no site do RHN como o Satellite Administrator ou Administrador de Monitoramento.
  2. Navegue para a página Monitoramento ⇒ Notificações e clique no nome do método a ser removido.
  3. Na aba User Details ⇒ Notification Methods, clique em delete method. Se o método não estiver associado a nenhuma detecção, você verá uma página de confirmação. Clique em Confirm Deletion. O método de notificação é removido.

    Nota

    Já que ambos o nome do método de notificação e o endereço, podem ser editados, considere atualizar o método ao invés de removê-lo. Isso redireciona as notificações de todas as probes usando o método, sem precisar editar cada detecção e criar um novo método de notificação.
  4. Se o método é associado a uma ou mais probes, é exibida uma lista de probes usando o método e os sistemas aos quais as probes estão ligadas, ao invés de uma página de confirmação. Clique no nome da detecção para ir direto à aba System Details ⇒ Probes.
  5. Na aba System Details ⇒ Probes, selecione outro método de notificação e clique em Update Probe.
  6. Agora você pode retornar à página Monitoramento ⇒ Notificações e apagar o método de notificação.

5.5. Probes (detecções)

Agora que o Red Hat Network monitoring daemon foi instalado e os métodos de detecção criados, você pode começar a instalar probes em seus sistemas com direitos a Monitoramento. Se um sistema tem direitos a Monitoramento, aparecerá uma aba Probes em sua página Detalhes do Sistema. É aqui que você efetuará a maior parte do trabalho relacionado às funções de probes(detecção).

5.5.1. Administrando probes

Para adicionar uma probe a um sistema, este deve ter direitos a Monitoramento. Além disso, você precisará de acesso ao próprio sistema, seja como usuário root do sistema, através da função Administrador de Grupos de Sistemas ou como o Satellite Administrator. Então:
  1. Autentique-se no site do RHN como wo Satellite Administrator ou Administrador de Grupos de Sistemas(System Group Administrator).
  2. Navegue para a aba System Details ⇒ Probes e clique em create new probe.
  3. Na página Criação de Probe de Sistema (System Probe Creation), complete todos os campos necessários. Primeiro, selecione o Grupo de Comando de Probe (Probe Command Group). Isto altera a lista de probes, de outros campos e requisitos disponíveis. Consulte o Apêndice D, Probes para obter uma lista completa das probes por grupo de comando. Lembre que algumas probes requerem a instalação do Red Hat Network monitoring daemon no sistema cliente.
  4. Selecione o Probe Command (comando de probe) e o Monitoring Scout (agente de monitoramento) desejados, geralmente RHN Monitoring Satellite, mas possivelmente um RHN Proxy Server. Indique uma descrição breve e única para a probe.
  5. Selecione a caixa de verificação Notificação de Probes (Probe Notifications) para receber notificações quando a detecção tiver seu estado alterado. Use o menu suspenso Intervalo de Checagem de Probe (Probe Check Interval) para determinar a freqüência de envio das notificações. Selecionando 1 minute (e a caixa de verificação Probe Notification), você receberá notificações a cada minuto que a probe ultrapassar os limites CRITICAL (crítico) ou WARNING (aviso). Consulte a Seção 5.4, “Notificações” para saber como criar métodos de notificação e reconhecer suas mensagens.
  6. Use os campos RHNMD User e RHNMD Port, se aparecerem, para forçar a detecção a comunicar-se através do sshd, ao invés do Red Hat Network Monitoring Daemon. Consulte a Seção 5.2.3, “Configurando o SSH” para mais detalhes. Caso contrário, aceite os valores default nocpulse e 4545, respectivamente.
  7. Se o campo Timeout (Tempo limite) aparecer, reveja o valor default e ajuste-o conforme suas necessidades. A maioria dos (mas não todos) timeout resulta num estado UNKNOWN (desconhecido). Se as medidas da detecção são baseadas em tempo, garanta que o timeout não seja menor que o tempo alocado para os limites. Caso contrário, as medidas não terão propósito, já que a detecção terá seu tempo limite antes que os limites de estado sejam cruzados.
  8. Use os campos restantes para estabelecer os limites de alerta da detecção, se for o caso. Os valores de CRITICAL e WARNING determinam em que ponto a detecção tem seu estado alterado. Consulte a Seção 5.5.2, “Estabelecendo Limites” para saber as recomendações relativas a estes limites.
  9. Ao terminar, clique em Criar Probe (Create Probe). Lembre-se: você deve submeter a alteração de configuração de seu Monitoramento na página Scout Config Push para isso ter efeito.
Para apagar uma detecção, navegue para sua página Current State (estado atual) clicando no nome da detecção na aba System Details ⇒ Probes e depois clique em delete probe. Por fim, confirme a remoção.

5.5.2. Estabelecendo Limites

Muitas das probes oferecidas pelo RHN contêm limites de alerta que, quando ultrapassados, indicam uma mudança de estado da detecção. Por exemplo: a detecção Linux::CPU Usage (uso da CPU) permite que você defina os limites de CRITICAL e WARNING em relação à porcentagem de CPU usada. Se o sistema monitorado reportar 75 por cento de sua CPU usada e o limite WARNING estiver definido para 70 por cento, a detecção irá para o estado WARNING. Algumas probes oferecem diversos limites como este.
Para tirar o máximo proveito de seu direitos a Monitoramento e evitar notificações falsas, a Red Hat recomenda executar suas probes sem notificações durante um tempo para estabelecer um desempenho base a cada um de seus sistemas. Apesar dos valores padrões oferecidos talvez servirem a você, cada empresa possui um ambiente diferente, que pode precisar de alterações dos limites.

5.5.3. Monitorando o Servidor RHN

Além de monitorar todos seus sistemas cliente, você também pode usar o RHN para monitorar seu próprio Servidor RHN, seja um RHN Satellite ou um RHN Proxy Server. Para monitorar seu Servidor RHN, encontre um sistema monitorado pelo servidor e clique na aba Detalhes do Sistema ⇒ Probes deste sistema.
Clique em create new probe (criar nova detecção) e selecione o Probe Command Group (Grupo de Comando de Detecção) Satellite. Então, complete os campos restantes como você faria para qualquer outra detecção. Consulte a Seção 5.5.1, “Administrando probes” para mais instruções.
Apesar do Servidor RHN parecer ser monitorado pelo sistema cliente, na verdade a detecção é executada pelo servidor nele mesmo. Os limites e notificações funcionam normalmente.

Nota

Todas as probes que requerem conexões ao Red Hat Network monitoring daemon não podem ser usadas num RHN Satellite ou num RHN Proxy Server no qual o software de Monitoramento está rodando. Isto inclui a maioria das probes no grupo de comando Linux, assim como as probes (detecções) do Agente de Registros e do Programa Remoto. Use as probes do grupo de comando Satellite para monitorar RHN Satellite s e RHN Proxy Servers. No caso de agentes do Proxy, as probes (detecções) são listadas sob o sistema para o qual estão reportando dados.

5.6. Resolução de Problemas (Troubleshooting)

Apesar de todas as atividades relacionadas ao Monitoring serem conduzidas através do site do RHN, a Red Hat oferece algumas ferramentas de diagnóstico na linha de comandos que podem ajudá-lo a determinar a causa de erros e problemas. Para usar estas ferramentas, você deve tornar-se o usuário nocpulse no Servidor RHN conduzindo a monitoramento.
Primeiro, autentique-se no Servidor RHN como root. Então, alterne para o usuário nocpulse com o seguinte comando:
su - nocpulse
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Agora você pode usar as ferramentas de diagnóstico descritas no resto desta seção.

5.6.1. Examinando Probes com rhn-catalog

Para resolver completamente os problemas de uma detecção, primeiramente você deve obter seu ID. Você pode obter esta informação rodando rhn-catalog no Servidor RHN como o usuário nocpulse. O output será similar a:
2 ServiceProbe on example1.redhat.com (199.168.36.245): test 2
3 ServiceProbe on example2.redhat.com (199.168.36.173): rhel2.1 test
4 ServiceProbe on example3.redhat.com (199.168.36.174): SSH
5 ServiceProbe on example4.redhat.com (199.168.36.175): HTTP
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O ID da detecção é o primeiro número, enquanto o nome da detecção (conforme indicado no site do RHN) é a última informação da linha. No exemplo acima, o ID de detecção 5 corresponde à detecção chamada HTTP.
Futuramente, você pode passar as opções --commandline (-c) e --dump (-d) junto a um ID de detecção para que rhn-catalog obtenha mais detalhes sobre a detecção, como neste exemplo:
rhn-catalog --commandline --dump 5 
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A opção --commandline submete os parâmetros de comando definidos para a detecção, enquanto --dump recupera todo o resto, incluindo limites de alerta e intervalos e métodos de notificação.
O comando acima resultará num output similar a:
5 ServiceProbe on example4.redhat.com (199.168.36.175  ):
linux:cpu usage
      Run as: Unix::CPU.pm --critical=90 --sshhost=199.168.36.175  
--warn=70 --timeout=15 --sshuser=nocpulse
--shell=SSHRemoteCommandShell --sshport=4545
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Agora que você tem o ID, pode usá-lo com rhn-rhnprobe para examinar o output da probe. Consulte a Seção 5.6.2, “Visualizando o output de rhn-runprobe para instruções.

5.6.2. Visualizando o output de rhn-runprobe

Agora que você obteve o ID da detecção com rhn-catalog, use-o em conjunto com o rhn-runprobe para examinar o output completo da detecção. Note que o rhn-runprobe funciona no modo teste por default ou seja, nenhum resultado é inserido no banco de dados. Aqui estão suas opções:
Expand
Tabela 5.1. Opções do rhn-runprobe
Opção Descrição
--help Lista as opções disponíveis e fecha.
--probe=PROBE_ID Executa a detecção com este ID.
--prob_arg=PARAMETER Sobrescreve todos os parâmetros de detecção do banco de dados.
--module=PERL_MODULE Nome do pacote com o código alternativo a executar.
--log=all=LEVEL Determina o nível de registro de um pacote ou prefixo de pacotes.
--debug=LEVEL Determina o nível de depuração numérico.
--live Executa a detecção, além de enfileirar dados e enviar notificações (se necessário).
Você deve incluir, no mínimo, as opções e os valores de --probe e de --log. A opção --probe toma o ID da detecção como seu valor e a opção --log toma o valor "all" (para todos os níveis de execução) e um nível de verbosidade numérico como seus valores. Aqui está um exemplo:
rhn-runprobe --probe=5 --log=all=4 
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O comando acima requer o output da detecção do probeID 5, para todos os níveis de execução, com alto nível de verbosidade.
Mais especificamente, você pode prover os parâmetros do comando, derivados do rhn-catalog. Exemplo:
rhn-runprobe 5 --log=all=4 --sshuser=nocpulse --sshport=4545 
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Isto trará um output detalhado descrevendo a tentativa de execução da detecção. Os erros são claramente identificados.

Capítulo 6. Multiple Organizations (Múltiplas Organizações)

O RHN Satellite suporta a criação e gerenciamento do Múltiplas Organizações dentro de uma instalação do Satellite, permitindo divisões de sistemas, conteúdo e subscrições em organizações diferentes ou grupos específicos. Este capítulo guia o usuário em tarefas de instalações básicas e explica o conceito da criação de organização múltipla e gerenciamento dentro do RHN Satellite .

6.1. Modelando seu Satellite para o uso do Multi-Organization

Os exemplos a seguir detalham dois cenários possíveis, usando o recurso de múltiplas organizações (ou multi-org). A instalação ou atualização para RHN Satellite 5.1 não requer que você faça uso de recursos do multi-org. Você pode criar organizações adicionais em seu Satellite e começar a usar estas organizações no passo que desejar. É uma boa idéia criar uma organização adicional e usá-la como treinamento para um conjunto limitado de sistemas/usuários para entender totalmente o impacto de uma multi-org Satellite nos processos e políticas de sua organização.
Neste primeiro cenário, o RHN Satellite é mantido por um grupo central dentro de uma empresa ou outra organização (veja a Figura 6.1, “Gerenciamento do Satellite Centralizado para Organizações de Multi-Departamento”). O administrador do Satellite da Organização 1 (a organização administrativa criada durante a configuração do Satellite) lida com a Organização 1 (a Organização do Administrativo) como uma área de testes para o software e subscrição de sistemas e direitos.
As responsabilidades do administrador do Satellite incluem a configuração do Satellite (qualquer tarefa disponível sob a área do Admin da interface da web), a criação e remoção de organizações de Satellites adicionais e a alocação e remoção do software e subscrições de sistemas e direitos.
As organizações adicionais neste exemplo são mapeadas para departamentos dentro de uma empresa. Uma forma de decidir qual o nível para dividir os diversos departamentos em uma organização é pensar sobre as linhas nos departamentos que adquirirem subscrições e direitos para utilizar com o RHN Satellite . Para manter o controle centralizado sob as organizações no Satellite, crie uma conta de Organization Administrator em cada organização criada subsequentemente para que você tenha acesso àquela organização por qualquer motivo.

Figura 6.1. Gerenciamento do Satellite Centralizado para Organizações de Multi-Departamento

6.1.2. Gerenciamento Descentralizado de Organizações Múltiplas de Terceiros.

Neste exemplo, o Satellite é mantido por um grupo central, mas cada organização é tratada separadamente sem ligação com outras organizações no Satellite. Cada organização pode ser um cliente do grupo que gerencia o próprio aplicativo do Satellite.
Embora o Satellite, o qual é formado por sub-organizaçãoes que fazem parte de uma mesma empresa, possa ser um ambiente mais tolerante de sistemas de compartilhamento e conteúdo entre organizações, neste exemplo descentralizado, o compartilhamento é menos tolerável. Os administradores podem alocar direitos em quantias específicas para cada organização. Cada organização terá acesso à todo o conteúdo da Red Hat sincronizado com o Satellite se a organização possuir os serviços de canal de software para o conteúdo.
No entanto, se uma organização empurra o conteúdo do cliente para sua organização, ele não estará disponível para outras organizações. Você não pode fornecer o conteúdo do cliente que está disponível para todos ou selecionar as organizações sem re-alocar o conteúdo para cada organização.
Neste cenário, os Administradores de Sistemas (Satellite Administrators) querem reservar uma conta em cada organização para ter acesso de registro. Por exemplo, se você estiver usando o Satellite para fornecer serviços gerenciados para terceiros externamente, você poderia reservar uma conta para si, para acessar sistemas nessa organização e empurrar contéudo.

Figura 6.2. Gerenciamento do Satellite Descentralizado para Organização de Multi-Departamento

6.1.3. Dicas Gerais para Uso de Multi-Org.

Independentemente do modelo específico acima que você escollha no gerenciamento de seu Satellite multi-org, as dicas de melhores práticas a seguir podem ajudar.
Não recomendamos usar a organização administrativa (organização #1) para registrar sistemas e criar usuários em qualquer situação a não ser que você pretenda usar o Satellite como um Satellite de organização único ou esteja no processo de migrar de um Satellite de organização único para um Satellite de organização múltiplo. Isto deve-se aos seguintes motivos:
  1. A organização administrativa é tratada como um caso especial a respeito de serviços. Você pode simplesmente adicionar ou remover direitos à esta organização implicitamente, removendo-os ou adicionando-os de outras organizações no Satellite.
  2. A organização administrativa pretende ser uma área de testes para subscrições e direitos. Quando você associar o Satellite com um certificado novo, qualquer novo direito será obtido por esta organização por padrão. Para que seja possível disponibilizar novos direitos à outras organizações no Satellite, você precisará alocar explicitamente estes direitos à outras organizações de uma organização administrativa.
6.1.3.1. O Certificado Possui Menos Direitos (Entitlements) do que Estou Utilizando.
Se você receber um novo certificado do Satellite e ele contiver menos direitos do que os sistemas na organização no seu Satellite esteja consumindo, você não poderá ativar este novo certificado ao atualizá-lo através da interface da web do Satellite sob AdminConfiguração do SatelliteCertificado, atualizando-o através do perfil http://rhn.redhat.com do sistema do Satellite sob a aba Satellite ou então ao executar o comando rhn-satellite-activate. Você obterá um erro explicando que existem direitos insuficientes no certificado.
Existem algumas formas de reduzir o uso de direitos do Satellite para ativar seu novo certificado. A Red Hat recomenda avaliar cada uso de direito da organização no Satellite e decidir quais organizações devem abandonar alguns direitos e ainda funcionar adequadamente. Você pode então contactar cada administrador de empresa diretamente e requerer que liberem o direito ou remova os perfis do sistema de qualquer sistema externo em sua organização. Caso você tenha login de acesso à estas organizações, você não poderá reduzir os direitos alocados à uma organização abaixo do número de direitos que a organização se associou ativamente à estes perfis de sistema.
Existem algumas situações nas quais você precisa liberar os direitos e você não tem muito tempo para fazer isto e pode não ter acesso à cada organização para que você mesmo faça isso. Existe uma opção no Multi-Org Satellites que permite que o administrador do Satellite reduza a conta de um direito da organização abaixo de seu uso. Este método deve ser realizado depois que se registrar na organização do administrativo.
Por exemplo, registrado na organização administrativa, se seu certificado não está seguro com os 5 direitos de gerenciamento de sistema e acredita não conseguir cobrir todos os sistemas registrados em seu Satellite, os 5 sistemas quase recentemente registrados à esta organização terão seus direitos desativados. Este processo está descrito abaixo:
  1. No arquivo /etc/rhn/rhn.conf estabelecer a web.force_unentitlement=1
  2. Reiniciar o Satellite
  3. Reduzir os direitos alocados à organizações desejadas pela aba de Subscrição de cada organização ou por abas de Organizações de direitos individuais.
  4. Diversos sistemas na organização devem estar agora em um estado sem direitos. O número de sistemas em estado sem direitos na organização será igual à diferença entre o número total de direitos que você removeu da organização do número de serviços que a organização não aplicou aos sistemas.
    Por exemplo, se você removeu 10 direitos da organização no passo 3 e a organização possui 4 direitos que não foram usados pelo sistema, os 6 sistemas na organização entrarão no estado sem direitos.
Depois que você tiver o número suficiente de direitos requeridos, você deve conseguir ativar seu certificado novo do Satellite. Observe que modificar a variante web.force_unentitlement é necessário somente para reduzir os direitos alocados da organização abaixo do que eles estiverem utilizando. Se uma organização possuir mais direitos do que estejam usando ativamente, você não precisará estabelecer esta variante para removê-los.
6.1.3.2. O Certificado Possui Mais Direitos do Que Estou Utilizando
Se você receber um certificado novo do Satellite e possuir mais direitos do que eles estejam consumindo em seu Satellite, qualquer direito extra deverá ser atribuído à organização do administrativo. Se você se registrar na interface da web como um administrador do Satellite, você conseguirá alocar estes direitos à outras organizaçãoes. Os direitos alocados previamente à outras organizações não serão afetados.

6.2. Admin ⇒ Organizações

A interface Web Organizações permite que os administradores visualizem, criem e gerenciem organizações múltiplas em todo o Satellite. Os administradores podem alocar os softwares e direitos de sistemas em todas as organizações, assim como controlar o acesso à uma organização para tarefas de gerenciamento de sistemas.

Figura 6.3. Admin

A página Organizações contém uma lista de organizações em todo o Satellite, com contas de Usuário e Sistemas atribuídas à cada organização. A página Organizações também apresenta uma página de Trusts para quaisquer trusts organizacionais estabelecidos. Consulte o Seção 6.6, “Trusts Organizacionais” para mais informações sobre como estabelecer trusts organizacionais.

6.2.1. Admin ⇒ Organizations ⇒ Detalhes

Ao clicar em uma organização, a página Details (Detalhes) é exibida, onde administradores recebem um sumário de vários aspectos da organização.
  • Usuários Ativos (Active Users) — O número de usuários em uma organização
  • Sistemas (Systems) — O número de sistemas subscritos em uma organização.
  • Grupos de Sistemas (Systems Groups) — O número de grupos susbscritos em uma organização.
  • Chaves e Ativação (Activation Keys) — O número de chaves de ativação disponíveis na organização.
  • Perfis do Kickstart (Kickstart Profiles) — O número de perfis do kickstart disponíveis em uma organização.
  • Canais de Configuração (Configuration Channels) — O número de Canais de Configuração disponíveis em uma organização.
A partir desta página, você pode remover uma orgnaização, clicando no link Remover uma Organização
A página Details (Detalhes) também contém três sub-abas: Usuários, Subscrições e Trusts.

6.3. Criando uma Organização

A página Criar uma Nova Organização na interface da Web do RHN Satellite , pode ser acessada através do AdminOrganizaçõesCriar Nova Organização.
Os administradores podem criar novas organizações e atribuir direitos, grupos, sistemas e usuários ao grupo para que organizações possam realizar tarefas de administrativo por si sós sem afetar outras organizações.

Figura 6.4. Criando uma Nova Organização

  1. Insira o Nome da Organização na caixa de texto fornecida. O nome deve conter entre 3 e 128 caracteres.
  2. Crie um administrador para a organização:
    1. Insira um Login desejado para o administrador da organização, o qual deve conter entre 3 e 128 carecteres.
    2. Crie uma Senha Desejada e Confirme a Senha.
    3. Digite no Email para o administrador da organização.
    4. Insira o Primeiro Nome e Último Nome do administrador da organização.
  3. Clique em Criar Organização para concluir o processo.
Depois que a nova organização for criada, a página Organizations será exibida com a nova organização listada.

Nota

Os Satellite Administrators deve considerar a possibilidade de reservar a conta do Organization Administrator administrativo para si para que tenham a opção de se registrarem nesta organizações, por diversos motivos. Se seu Satellite estiver configurado para autenticação do PAM, evite usar as contas do PAM para a conta do administrador da organização administrativa nas novas organizações. Ao invés disso, crie uma conta de Satellite local para os administradores da organização e reserve contas de PAM autenticadas para os logins de Satellite com menos privilégios elevados, para que não motive usuários à se registrarem frequentemente no Satellite com privilégios elevados, pois é comum cometer erros usando estas contas.
Além disso, crie um nome de login para a conta do Organization Administrator administrativo que descreva (por exemplo, orgadmin-mktg ou eng-dept-admin), para coincidir nomes de login admin com a organização.

6.4. Gerenciando Direitos

Uma tarefa importante após criar uma nova organização é atribuir direitos de gerenciamento à nova organização. Os direitos de gerenciamento de sistemas são um requerimento base para que uma organização funcione no Satellite. O número de direitos de gerenciamento alocados à uma organização é equivalente ao número máximo de sistemas que possam se registrar àquela organização no Satellite, não importando o número de direitos de software disponíveis. Por exemplo, caso haja 100 direitos à Cliente do Red Hat Enterprise Linux, porém somente 50 direitos de gerenciamento de sistemas em uma organização, somente 50 sistemas poderão se registrar à uma organização.
Você também deve receber os direitos de canais de software do RHN Tools em cada organização. O canal do RHN Tools (Ferramentas RHN) contém diversos softwares de clientes requeridos para funcionalidade do Satellite extendida, tal como clientes necessários para gerenciamento de configuração e suporte de kickstart e o pacote rhn-virtualization, o qual é necessário para direitos dos hóspedes virtuais do Xen a ser contados corretamente correspondendo ao número de subscrições do Red Hat Enterprise Linux ao qual eles serão associados.
Acesse a aba Subscrições clicando em AdminOrganizationsDetailsSubscriptions.
A aba Subscrições possui duas sub-abas para gerenciar o canal do software e direitos de sistemas para a organização.

6.4.1. Admin ⇒ Subscriptions ⇒ Direitos de Canal de Software

A página Direitos de Canal de Software no Satellite lista todos os direitos no Satellite, em todas as organizações, assim como seu uso. Clique em um Nome de Direito para uma visão mais detalhada.
A sub-aba Detalhes para o direito de canal do software contém informações sobre o acesso obtido ao canal do software ao se registrar a um direito.
A sub-aba Organizations permite que os administradores do Satellite ajustem o número de canais de software disponíveis para cada organização. Digite no número (dentro da classe listada em Valores Possíveis) e clique em Atualizar para aquela organização.

Nota

Os Administradores de Organização que criam um canal padronizado podem usar somente este canal dentro da organização a menos que um Trust Organizational seja instalado entre as organizações que desejam compartilhar o canal. Para mais informações sobre os trusts organizacionais, consulte o Seção 6.6, “Trusts Organizacionais”.
A sub-aba Organizações também contém ampla informação de uso na seção Uso de Direitos de Sistema Amplo, incluindo:
  • Total — O número de direitos totais disponíveis para todo o Satellite.
  • Disponível — O número de direitos atualmente para alocação.
  • Uso — O número de direitos atualmente em uso por todas as organizações (além da organização base), comparada ao número total de direitos alocados.
Por exemplo, se a coluna Total é 100 e a coluna Disponível é 70, significa que 30 direitos estão alocados para organizações. A coluna Uso exibe quantos desses 30 direitos alocados estão em uso por organizações além da organização base. Então se a coluna Uso mostra 24 de 30 (80%), significa que 24 direitos a canais estão distribuídos nas organizações do Satellite (além da organização base) de um total de 30 alocados.

6.4.2. Admin ⇒ Subscriptions ⇒ Direitos de Sistema

A página Direitos de Sistema no Satellite lista todos os direitos de sistemas neste Satellite, em todas as organizações, assim como seu uso. Clique no nome do direito para mais detalhes sobre ele.
Direitos de sistema incluem Gerenciamento (Management), Provisionamento (Provisioning), Monitoramento (Monitoring) e Virtualização (Virtualization). Insira o número de alocações de cada direito de sistemas na caixa do texto, para não exceder o limite indicado no Valores Possíveis.
A sub-aba Detalhes para o direito do sistema contém informações sobre o direito e qual acesso ele recebe.
A sub-aba Organizations permite que os administradores do Satellite ajustem o número de alocações de direitos de sistema disponíveis em cada organização. Digite no número (dentro da classe listada em Valores Possíveis) e clique em Confirmar Mudanças para esta organização.
A sub-aba Organizações para o direito de sistemas, também contém informações de amplo uso na seção "Satellite-Wide Entitlement Usage", incluindo:
  • Total Alocado — O número de direitos totais disponível para todo o Satellite.
  • Uso de Direitos — O número de direitos sendo usados atualmente.
  • Uso da Organização exibe o número de organizações que possuem acesso ao direito.

6.5. Configurando Sistemas em uma Organização.

Agora que uma organização já foi criada e os direitos requisitados foram atribuídos à ela, você pode atribuir sistemas para cada organização.
Existem duas formas de registrar um sistema em uma organização específica:
  1. Registrando-se com o Login e Senha— Se você fornecer um login e uma senha criada para uma organização específica, o sistema será registrado àquela organização. Por exemplo, se user-123 é um membro da organização do Central IT no Satellite, o comando a seguir em qualquer sistema registraria este sistema para a organização do Central IT no seu Satellite:
    rhnreg_ks --username=user-123 --password=foobaz
    
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    Nota

    O --orgid (para Red Hat Enterprise Linux 4 e 5) e parâmetros --orgpassword (no RHEL 4) no rhnreg_ksnão estão relacionados ao registro do Satellite ou ao suporte de organizações múltiplas do RHN Satellite .
  2. Registrando-se com uma Chave de Ativação — Você também pode registrar um sistema em uma organização usando uma chave de ativação de uma organização. A Chave de Ativação irá registrar sistemas em uma organização, na qual uma chave de ativação foi criada. As chaves de ativação são um ótimo método de registro para usar caso você queira permitir usuários a registrarem sistemas em uma organização sem fornecer o login de acesso à mesma. Caso queira mover sistemas entre organizações, automatize a mudança com scripts usando as chaves de ativação.

    Nota

    As chaves de ativação possuem um novo formato desde o RHN Satellite 5.1.0, portanto os primeiros caracteres da chave de ativação são usados para indicar qual organização (por número de ID) possui a ativação.

6.6. Trusts Organizacionais

As Organizações podem compartilhar seus recursos entre si, estabelecendo um organizational trust (trust organizacional) no Satellite. Um organizational trust é bi-direcional ou seja, depois que o Administrador do Satellite estabelece um trust entre duas ou mais organizações, o Administrador de Organização de cada organização é livre para compartilhar o quanto quiser de seus recursos. Depende do Administrador de Organização determinar quais recursos compartilhar e o quais recursos compartilhados de outras organizações do trust utilizar.

Nota

Somente os Administradores da Organização podem compartilhar seu conteúdo padronizado. Os Administradores do Satellite simplesmente alocam sistemas e direitos de software para cada organização.

6.6.1. Estabelecendo uma Organizational Trust

Um Satellite Administrator pode criar uma trust entre duas ou mais organizações. Para fazer isto, clique no link Organizações no menu lateral na página principal do Admin.
Clique no nome de uma das organizações e dentro da página Detalhes, clique na sub-aba Trusts.
Na sub-aba Trusts, existe uma listagem de todas as outras trusts no RHN Satellite . Aqui você pode usar a caixa de texto do Filtrar por Organização para estreitar a lista longa de organizações para um sub-conjunto específico.

Figura 6.5. Trusts Organizacionais

Clique na caixa de seleção próximo aos nomes das organizações que você quer que esteja no trust organizacional com a organização atual e clique no botão Modify Trusts (Modificar Trusts).

6.6.2. Compartilhando Canais de Conteúdo entre as Organizações no Trust

Depois que uma trust organizacional foi estabelecida, as organizações podem então compartilhar o contéudo, tal como os canais de software padronizados com outras organizações no trust. Existem também três níveis de compartilhamento de canal que podem ser aplicados à cada canal para um controle de acesso de canal mais granulado.

Nota

Organizações não podem compartilhar os Canais da Red Hat pois eles estão disponíveis à todas as organizações que possuem os direitos à estes canais.
Para compartilhar um canal padrão com outra organização, realize os seguintes passos:
  1. Registre-se no Satellite com o nome de usuário do Organization Administrator.
  2. Clique na aba Channels (Canais).
  3. No menu lateral, clique em Manage Software Channels (Gerenciar Canais de Software).
  4. Clique no canal padronizado que você quer compartilhar com outras organizações.
  5. A partir da seção do Controle de Acesso de Canais na página Details, existem três opções para compartilhar no Organizational Sharing (Compartilhamento Organizacional).
    • Private (Privado) — Torne o canal privado para que ele não consiga ser acessado por qualquer organização exceto o dono do canal.
    • Protected (Protegido) — Permita que o canal seja acessado por organizações em trust específicas de sua escolha.

      Nota

      Escolher o compartilhamento Protected exibe uma outra página que solicita que você confirme que está obtendo acesso de canal para a organização, clicando em Obter Acesso e Confirmar.
    • Public (Público) — Permite que todas as organizações dentro do trust acessem o canal padronizado.
    Clique no botão próximo de sua seleção e clique em Update Channel (Atualizar Canal).
Agora, qualquer outro Administrador de Organização dentro de um trust da a qual você obteve acesso para seu canal padronizado, pode permitir seus sistemas clientes instalarem e atualizarem pacotes do canal compartilhado.

Nota

Caso você tenha um sistema subscrito em um canal compartilhado e o administrador organizacional do canal compartilhado modifique direitos de acesso ao canal, o sistema irá perder este canal. Se ele modificar um direito de canal base, o sistema não terá canal base na página Sistemas e não receberá atualizações.

6.6.3. Migrando Sistemas a partir de Uma Organização em Trust para Outra

Além de compartilhar canais de software, as organizações em um trust podem migrar sistemas para outras organizações em trust, usando um utilitário chamado migrate-system-profile.
O uso do migrate-system-profile é baseado na linha de comando e usa o systemIDs e orgIDs como argumentos para especificar o que está sendo transferido e a organização de destino.
Para usar o comando migrate-system-profile, você precisa ter o pacote spacewalk-utils instalado. Você não precisa estar registrado no Satellite server para usar o migrate-system-profile, no entanto, se você não o fizer, precisará especificar o hostname ou endereço de IP do servidor como uma opção de linha de comando.

Nota

Quando uma organização migra um sistema com o comando migrate-system-profile, o sistema não carrega qualquer direito ou subscrições de canais anteriores de uma organização fonte. No entanto, o histórico do sistema é preservado e pode ser acessado pelo novo Organization Administrator, para simplificar o resto do processo de migração, o qual inclui subscrever à canais base e obter direitos.
6.6.3.1. Usando migrate-system-profile
Ajustar o ID do sistema a ser migrado, o Id da organização do sistema para onde irá migrar e o hosthame ou o endereço IP do servidor Satellite se você está executando o comando de uma outra máquina. Depois que obtiver estes dados, o uso da linha de comando é este a seguir:
migrate-system-profile --satellite {SATELLITE HOSTNAME OR IP} --systemId={SYSTEM ID} --to-org-id={DESTINATION ORGANIZATION ID}
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Por exemplo, se o departamento Financeiro (criado como uma organização em RHN Satellite com o OrgID 2) quiser migrar uma estação de trabalho (com o SystemID 10001020) a partir do departamento Engineering, mas o Organization Administrator de Finaças não possuir acesso de janela de comandos ao servidor RHN Satellite . O hostname do RHN Satellite será satserver.example.com.
O Administrador de Organizações de Finanças digitaria o seguinte a partir da janela de comandos:
migrate-system-profile --satellite satserver.example.com --systemId=10001020 --to-org-id=2
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O Administrador de Organização de Finaças, deverá fornecer seu username e senha (a menos que eles especifiquem usando --username= e --password= na linha de comando).
O Organization Administrator de Finanças, conseguiria então ver o sistema a partir da página Sistemas ao se registrar na interface da web do RHN Satellite . O Organization Administrator de Finanças pode então finalizar o processo de migração atribuindo um canal base e obtendo direitos para o cliente como o faria com qualquer outro sistema registrado em sua organização, o qual está disponível a partir da página de Histórico do sistema na sub-aba Eventos.

Figura 6.6. Histórico de Sistema

Nota

O Satellite Administrator pode migrar um sistema a partir de uma organização em trust para qualquer outro em trust. No entanto, os Organization Administrators podem migrar um sistema somente a partir de sua própria organização para outra em trust.
Satellite Administrators que precisam migrar diversos sistemas de uma só vez podem usar a opção --csv do migrate-system-profile para automatizar o processo usando uma lista simples separada por vírgulas, do sistema para migrar.
Uma linha no arquivo CVS deve conter o ID do sistema a ser migrado, assim como o ID da organização de destino no seguinte formato:
systemId,to-org-id
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o systemId, por exemplo poderia ser 1000010000, enquanto o to-org-id poderia ser 4. Portanto, um CSV compatível poderia se parecer com o seguinte:
1000010000,3
1000010020,1
1000010010,4
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Para mais informações sobre como usar o migrate-system-profile consulte a página do manual, digitando man migrate-system-profile ou para uma tela de ajuda básica, digite migrate-system-profile -h.

6.7. Admin ⇒ Usuários

A página Usuários do Satellite contém uma lista de todos os usuários no Satellite, em toda as organizações.

Nota

Você pode modificar somente os detalhe dos usuários da organização se você estiver registrado como o Organization Administrator.
Clicando em Username exibirá a página Detalhes de Usuário. Consulte a Seção 4.9, “Usuários” para mais informações sobre configurações de usuário.

6.7.1. Admin ⇒ Organizações ⇒ Detalhes ⇒ Usuários

A sub-aba de Users lista os usuários atribuídos à organização, incluindo seus nomes reais, endereço de email e uma marca indicando que o usuário é um administrador da organização.
Se você é o Administrador de Organização, clique no username para exibir a página Detalhes do Usuário para o usuário. Para instruções sobre gerenciamento de usuário, consulte a Seção 4.9.1.1, “Lista de Usuário ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuário”.

Nota

Você deve estar registrado como Organization Administrator para editar os detalhes de Usuário para uma organização. O Satellite Administrator não pode editar os detalhes de usuário para usuários da organização.

Capítulo 7. RHN Satellite and Virtualized Client Systems

Para gerenciar e provisionar seus sistemas clientes, você deve primeiro sincronizar o conteúdo dos servidores centrais do RHN com seu Satellite.
O RHN recomenda que você sincronize pelo menos os seguintes canais:
Para Red Hat Enterprise Linux 5:
  • Servidor Red Hat Enterprise Linux (v.5 for 32-bit x86) — rhel-i386-server-5 (e todos os canais filhos)
  • Ferramentas do Red Hat Network para RHEL Server (v. 5 for 32-bit x86) — rhn-tools-rhel-i386-server-5
  • Virtualização do Servidor Red Hat Enterprise Linux ((v. 5 for 32-bit x86) — rhel-i386-server-vt-5 (e todos os canais filhos)
Para Red Hat Enterprise Linux 6:
  • Red Hat Enterprise Linux Server (v. 6 for 64-bit x86_64) — rhel-x86_64-server-6 (e todos os canais filhos)
  • Ferramentas do Red Hat Network para o Servidor RHEL (v. 5 for 32-bit x86) — rhn-tools-rhel-i386-server-5

7.1. Configurando o Sistema Host para seus Sistemas Virtuais

Antes de criar sistemas visitantes, você deve primeiro preparar seu sistema host. Para fazer isto, crie um perfil kickstart do Servidor Red Hat Enterprise Linux 5, depois use este perfil de kickstart para instalar o sistema operacional em sua máquina. Depois que estes passos forem concluídos, você poderá continuar a provisionar os hóspedes virtuais.

7.1.1. Criar um Perfil Kickstart para os Sistemas de hóspedes

  1. Registre na interface da Web do Satellite. Navegue na tela Visão Geral do Kickstart, clicando no link Gerenciar Kickstarts em Tarefas no Seu RHN ou clique na aba Sistemas seguido da sub-aba Kickstart na barra de navegação da esquerda.
  2. Na página Visão Geral do Kickstart clique no link Criar um Novo Perfil de Kickstart na Ações do Kickstart no canto superior da direita.
    1. Digite uma etiqueta para seu perfil, a qual o permitirá distinguí-lo de outros perfis. Para as instruções restantes, pressupomos que a etiqueta seja host-system-for-virtual-guests.
    2. Para o campo Canal Base selecione Red Hat Enterprise Linux (v.5 for $ARCH) (onde $ARCH é a arquitetura de seu sistema host).

      Nota

      Você pode instalar o Red Hat Enterprise Linux 5 de 32 bits em um sistema host com 64 bits. Se você escolher fazer isto, tenha em mente que seus sistemas hóspedes devem também estar rodando com uma versão do Red Hat Enterprise Linux de 32 bits.
    3. No campo Árvore Kickstart selecione ks-rhel-$ARCH-server-5 onde $ARCH é a arquitetura do seu sistema de host.
    4. Por favor, selecione o campo Máquina Para-Virtualizada para o Tipo de Virtualização

      Nota

      Se você estiver alterando o Tipo de Virtualização de um perfil kickstart existente, ele também pode modificar o carregador de inicialização e opções de partição, sobrescrevendo qualquer padronização de usuário. Assegure-se de revisar a aba Particionamento para verificar estas configurações ao alterar o Tipo de Virtualização.
    5. Por último, clique em Próximo no lado direito inferior de sua tela para continuar no passo seguinte.

      Nota

      Como no passo anterior, se o local de download padrão estiver faltando, você pode não ter sicronizado o conteúdo do canal de software ao seu Satellite a partir dos servidores da Red Hat.
  3. Para o Passo 2 do processo de criação do perfil do kickstart, selecione o local dos arquivos de distribuição para a instalação do seu sistema host. Já deve haver um Local de Download Padrão preenchido e selecionado para você nesta tela. Clique no botão Próximo nesta tela para prosseguir para o Passo 3.

    Nota

    Como no passo anterior, se o local de download padrão estiver faltando, você pode não ter sincronizado o conteúdo do canal de software ao seu Satellite a partir do servidor da Red Hat com sucesso.
  4. Para o Step 3 do processo de criação do perfil do kickstart, escolha uma senha root para configurar o sistema host que você irá provisionar e clique em Terminar para finalizar a criação do perfil.
  5. Isto conclui a criação do perfil kickstart. Após concluir o Passo 3, você será encaminhado ao perfil do kickstart recém criado. Você pode navegar pelas abas do perfil, modificar configurações, mas isto não será necessário pois as configurações padrões funcionam bem para a maioria dos casos.
    Para conseguir iniciar remotamente e interromper o convidado utilizando ainterface da Web do Satellite, você precisará incluir o pacote acpid.

7.1.2. Realize o Kickstart do seu Sistema Host

Depois disso, faça o kickstart do seu sistema host usando seu perfil kickstart recém criado. Existem três diferentes formas de fazer o kickstart do seu sistema host. Leia estas três formas abaixo e siga as instruções para aquela que mais se adequa à você:
7.1.2.1. Seu Sistema Host não possui o Red Hat Enterprise Linux instalado
Primeiro crie um CD de inicialização para iniciar o kickstart em seu sistema host. Você poderá usar o perfil kickstart que criamos nos passos anteriores para provisionar o host. Note que você deve ter um acesso físico à máquina que você pretende utilizar para seguir estes passos:
  1. Você encontrará um ISO para criar um CD de inicialização para seu host, usando o comando ssh para se autenticar em seu Satellite. Ele se encontra no seguinte local em seu satellite:
    /var/satellite/rhn/kickstart/ks-rhel-i386-server-5/images/boot.iso
    
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    Nota

    É possível usar uma chave USB de memória flash para inicializar seu sistema para realizar o kickstart. Consulte o Guia de Administração de Sistema do Red Hat Enterprise Linux (disponível no http://docs.redhat.com/docs/en-US/Red_Hat_Enterprise_Linux/index.html) para dicas sobre como fazer isto. Note que seu hardware do sistema host deve suportar inicialização através destes dispositivos.
  2. Insira o CD de inicialização e reinicialize o sistema, assegurando-se de que o drive do CD-ROM está ajustado como dispositivo de inicialização primária no BIOS do sistema.
  3. Após reiniciar, você deve se encontrar em uma janela de comando de inicialização. Digite o seguinte comando nesta janela para iniciar seu kickstart:
    linux \
    ks=http://your-satellite.example.com/ks/label/the profile label you created earlier
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    Nota

    Para alguns sistemas, você deve precisar adicionar o ksdevice=eth0 ao comando acima ou desabilitar um de dois ou mais NICs no BIOS do sistema para evitar confusão durante o processo de kickstart.
  4. O kickstart do seu sistema host será iniciado. É possível que leve até quinze minutos para concluir esta tarefa. Após a conclusão deste kickstart, você terá provisionado um sistema host do seu convidado virtual e registrado em seu Satellite.
7.1.2.2. Seu Sistema Host já possui um Red Hat Enterprise Linux 6 Instalado
Registre seu sistema host em seu Satellite e verificar se os pacotes requisitados kvm estão instalados no sistema. Caso não estejam, instale-os usando o Satellite.

Nota

Em um Red Hat Enterprise Linux 6, a virtualização é suportada somente em máquinas com 64 bits da Intel e AMD.

Nota

O host de virtualização xennão está suportado no Red Hat Enterprise Linux 6.
  1. Primeiro, registre seu sistema host em seu Satellite. Use o comando ssh para conectar ao seu sistema host. Regisre seu sistema host ao seu Satellite, enviando o seguinte comando como root:
    rhnreg_ks --serverUrl=http://your-satellite.example.com/XMLRPC \
    --username=username --password=password
    
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    Nota

    Se seu sistema host já estiver registrado em um servidor Red Hat Network diferente, adicione a opção --force ao comando acima.
  2. Depois disso, abra o perfil do sistema host n interface da Web do Satellite. Autentique-se na interface da Web do seu Satellite no site https://your-satellite.example.com/. Clique na aba Sistemas na barra vermelha de navegação no topo. Você deve ver o sistema host que você acabou de registrar, clique no nome do perfil para acessar sua página de perfil do sistema.
  3. Tenha a certeza de que seu sistema possui acesso aos canais de software que ele precisa para acessar o software solicitado para hospedar os hóspedes virtuais. A partir da página de perfil do seu sistema host, clique no link Alterar Subscrições de Canal no lado superior da direita da página do perfil sob o cabeçalho Canais Registrados. Selecione os ítens Virtualização do RHEL e Red Hat Network Ferramentas para o Servidor do RHEL e clique no botão Modificar Subscrições abaixo desta lista de canais.
  4. Depois disso, verifique se você possui o software necessário instalado para hospedar o convidado virtual no sistema. No sistema host, digite o seguinte comando como usuário root:
    rpm -q qemu-kvm rhn-virtualization-host python-virtinst
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
    Se o rpm indicar que estes pacotes não estão instalados, você deve instalá-los rodando o seguinte comando como usuário root no sistema:
    yum install qemu-kvm rhn-virtualization-host python-virtinst
    
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  5. Reinicie a máquina para efetivação das alterações, ou use o comando modprobe apropriado para seu processador:
    modprobe kvm_intel
    
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    ou:
    modprobe kvm_amd
    
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  6. Você também irá precisar instalar e rodar o pacote osad para que seu sistema host responda aos comandos enviados pelo Satellite, como o iniciar, pausar, resumir e fechar. Para instalar:
    yum install -y osad
    
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    após a instalação, você deve iniciar o processo osad:
    /sbin/service osad restart
    
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  7. Seu sistema host deve agora estar pronto para o provisionamento do convidado virtual RHN.

7.1.3. Seu Sistema Host já possui um Red Hat Enterprise Linux 5 Instalado

Você precisa registrar seu sistema host em seu Satellite e verificar se os pacotes requisitados xen ou kvm estão instalados no sistema. Caso não estejam, instale-os usando o Satellite.
  1. Primeiro, registre seu sistema host em seu Satellite. Use o comando ssh para conectar ao seu sistema host. Regisre seu sistema host ao seu Satellite, enviando o seguinte comando como root:
    rhnreg_ks --serverUrl=http://your-satellite.example.com/XMLRPC \
    --username=username --password=password
    
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    Nota

    Se seu sistema host já estiver registrado em um servidor Red Hat Network diferente, adicione a opção --force ao comando acima.
  2. Depois disso, abra o perfil do sistema host n interface da Web do Satellite. Autentique-se na interface da Web do seu Satellite no site https://your-satellite.example.com/. Clique na aba Sistemas na barra vermelha de navegação no topo. Você deve ver o sistema host que você acabou de registrar, clique no nome do perfil para acessar sua página de perfil do sistema.
  3. Tenha a certeza de que seu sistema possui acesso aos canais de software que ele precisa para acessar o software solicitado para hospedar os hóspedes virtuais. A partir da página de perfil do seu sistema host, clique no link Alterar Subscrições de Canal no lado superior da direita da página do perfil sob o cabeçalho Canais Registrados. Selecione os ítens Virtualização do RHEL e Red Hat Network Ferramentas para o Servidor do RHEL e clique no botão Modificar Subscrições abaixo desta lista de canais.
  4. Depois disso, verifique se você possui o software necessário instalado para hospedar o convidado virtual no sistema. No sistema host, digite o seguinte comando como usuário root:
    rpm -q xen kernel-xen rhn-virtualization-host
    
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    Para o kvm, digite o seguinte comando como root:
    rpm -q kvm kmod-kvm rhn-virtualization-host python-virtinst
    
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    Se o rpm indicar que estes pacotes não estão instalados, você deve instalá-los rodando o seguinte comando como usuário root no sistema:
    yum install xen kernel-xen rhn-virtualization-host
    
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    Para os usuários kvm instale executando o seguinte comando como root:
    yum install kvm kmod-kvm rhn-virtualization-host python-virtinst
    
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    Para o Xen, você então precisará editar o arquivo de configuração /etc/grub.conf para inicializar o novo kernel xen por padrão. Para fazer isto, selecione as linhas no grub.conf relativas ao xen kernel desde o início da linha title até o final da linha initrd, copie as linhas, delete-as e cole-as para que sejam a primeira entrada do kernel no grub.conf. Assegure-se também de que a variável padrão no topo do grub.conf está ajustada para o valor '0'.

    Nota

    Se você já atualizaou o kernel no sistema host, o kernel padrão será o escolhido durante a reinicialização. Para assegurar que o kernel do Xen é escolhido por padrão, mude o seguinte valor no arquivo /etc/sysconfig/kernel:
    DEFAULTKERNEL=kernel
    
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    Mude o valor para kernel-xen:
    DEFAULTKERNEL=kernel-xen
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
  5. Reinicie a máquina para efetivação das alterações, ou use o comando modprobe apropriado para seu processador:
    modprobe kvm_intel
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
    ou:
    modprobe kvm_amd
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
  6. Reinicie o sistema, inicie-o no xen kernel. O sistema não deve ser inicializado automaticamente no xen kernel na reinicialização mas se você quiser ter certeza de que ele existe para o propósito de solução de problemas, use o comando uname -r para ver se o kernel que está sendo executado é um xen kernel. Se você não conseguir ver a faixa xen no nome do kernel, significa que você não inicializou no kernel correto.

    Nota

    Se o sistema já tiver um xen e um kernel-xen instalado, você não precisará reinicializar após instalar o rhn-virtualization-host.
  7. Você também irá precisar instalar e rodar o pacote osad para que seu sistema host responda aos comandos enviados pelo Satellite, como o iniciar, pausar, resumir e fechar. Para instalar:
    yum install -y osad
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
    após instalação, você deve então iniciar o processo osad:
    /sbin/service osad restart
    
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  8. Seu sistema host deve agora estar pronto para o provisionamento do convidado virtual RHN.

7.2. Configurando Seus Sistemas Virtuais.

Para que funcione com os sistemas de convidados virtuais, você deve criar um perfil kickstart que permitirá que você provisione os convidados virtuais mais facilmente, depois você deve provisionar os convidados.

7.2.1. Crie o Perfil do Kickstart para os Sistemas Convidados

  1. Auntentique-se na interface da Web do Satellite. Vá para a tela Visão Geral do Kickstart clicando no link Gerenciar os Kickstarts em Tarefas no Visão Geral ou clicando em Sistemas na barra de navegação do topo ⇒ Kickstart da barra de navegação da esquerda.
  2. Na página Visão Geral do Kickstart, clique no link Criar um novo Perfil do Kickstart em Ações do Kickstart
  3. A próxima página exibida é o Passo 1 do processo de criação do perfil kickstart:
    1. Insira uma etiqueta para o perfil para distingui-lo de outros perfis. Uma ótima escolha seria guest-system.
    2. Para o campo Canal Base, selecione Red Hat Enterprise Linux $PRODUCT (v.5 for $ARCH) onde $ARCH é a arquitetura de seu sistema operacional do sistema host e $PRODUCT é o Servidor ou o Cliente.

      Nota

      Red Hat Enterprise Linux Client 5 ou 6 pode não estar disponível para seleção se você não sincronizou os canais de software Client ao seu Satellite.

      Nota

      Por favor note que os rótulos de canais para o Desktop Red Hat Enterprise Linux 5 ou 6 e Red Hat Enterprise Linux 5 ou 6 se refere a 'servidor' e 'cliente' respectivamente.
    3. Para o campo Kickstartable Tree, você deve selecionar o ks-rhel-$ARCH-$PRODUCT-5 onde $ARCH é a arquitetura do seu sistema host e $PRODUCT é tanto o 'servidor' quanto o 'cliente', dependendo do produto com o qual você deseja provisionar seu hóspede.
    4. Selecione Convidado Para-Virtualizado para o campo Tipo de Virtualização.

      Nota

      Se você estiver alterando o Tipo de Virtualização de um perfil kickstart existente, ele também pode modificar o carregador de inicialização e opções de partição, sobrescrevendo qualquer padronização de usuário. Assegure-se de revisar a aba Particionamento para verificar estas configurações ao alterar o Tipo de Virtualização.
    5. Por último, clique em Próximo no lado direito inferior de sua tela para continuar no passo seguinte.
  4. Para o Passo 2 do processo de criação do perfil do kickstart, selecione o local de arquivos de distribuição para a instalação de seu sistema convidado. Já deveria haver um Local de Download Padrão preenchido e selecionado para você nesta tela. Clique no botão Next nesta tela para continuar no Passo 3.

    Nota

    Como no passo anterior, se o local de download padrão estiver faltando, você pode não ter sicronizado o conteúdo do canal de software ao seu Satellite a partir dos servidores da Red Hat.
  5. Para o Passo 3 do processo de criação do perfil do kickstart, escolha uma senha root para o sistema convidado que você está provisionando e clique em Next para finalizar a criação do perfil.
Isto completa a criação do perfil do kickstart. Após a complexão do Passo 3, você deve ter sido encaminhado para os detalhes do perfil. Você poderá navegar através das diversas abas do perfil e modificar as configurações, embora talvez não seja necessário pois as configurações padrão devem funcionar bem para a maioria dos casos. Embora a interface permita que você aloque menos, nós recomendamos que você aloque ao menos 2 GB de armazenamento para seu sistema convidado com o perfil kickstart.

7.2.2. Provisionar seus Sistemas Convidado

  1. Registre-se na interface do Web do Satellite. Navegue até o perfil do sistema host clicando na aba Sistemas na barra de navegação no topo e clique no nome do sistema.
  2. Para agendar o kickstart para um sistema convidado, vá até a aba VirtualizaçãoProvisionamento no perfil do seu sistema host. Para o campo Nome do Convidado, selecione convidado1. Para a Alocação da Memória, CPUs Virtuais e Armazenamento, os valores padrões devem estar corretos. Modifique-os se desejar, levando em consideração a nota para cada campo na interface. Para o campo Perfil do Kickstart, selecione o perfil do sistema convidado que criamos no passo anterior.
  3. Por último, clique em Agendar Kickstart e Finalizar no canto inferior da direita de sua tela. Você será encaminhado para a página Estado do Kickstart onde você pode seguir com o progresso do kickstart de convidado. Após dez ou quinze minutos, a tela do status deve indicar que o kickstart foi concluído com sucesso. Para visualizar seu novo convidado, clique na aba Virtualização do perfil do sistema host no Satellite. Para visualizar uma lista de sistemas host virtuais indicando qual sistema convidado está hospedado em cada um, vá até SistemasSistemasSistemas Virtuais.

    Nota

    Se você não conseguir visualizar mensagem do convidado Iniciar um kickstart para um Xen na página Status do Kickstart, você não terá o osad em sua máquina.
    Os sistemas host requerem o pacote osad para que responda aos comandos enviados pelo Satellite, tais como iniciar, pausar, resumir e fechar. Se o osad não estiver instalado e rodando, o sistema host não receberá estes comandos da interface da Web por 2.5 horas ou da próxima vez que o daemon do RHN seja executado.
    Você poderá checar se o osad está ou não sendo instalado, verificando o campo OSA Status no perfil do sistema host no Satellite. Caso o campo não existir ou indicar falha de que o sistema não contactou o Satellite por vários minutos, você precisará instalar o yum (usando o comando yum install -y osad) antes que você possa provisionar um convidado com sucesso na máquina.

    Nota

    Você pode receber a seguinte mensagem da página Status do Kickstart durante o kickstart do convidado:
    O processo de instalação no sistema convidado não se comunicou com o RHN nos
    últimos minutos. Isto pode ocorrer devido a um processo de espera de instalação,
    ou pode ser somente devido à uma demora na instalação por causa de restrições
    do hardware. Está disponível um registro de processo de instalação, você pode
    querer revisá-lo para solucionar este problema.
    
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    Seja paciente, não se preocupe se você não consegue visualizar esta mensagem, a não ser que tenha se passado mais de vinte minutos. Para verificar se o kickstart está continuando, verifique o registro de instalação para assegurar que não existem erros e à medida que você recarregar a página do Status do Kickstart, verifique se o campo Última Solicitação do Campo continua sendo atualizado.
  4. Se você desejar registrar hóspedes adicionais em sua máquina, repita os passos acima. É importante que você se lembre que você só pode provisionar um convidado por vez. Se você tentar agendar um kickstart de convidado junto com um outro, o processo de kickstart de convidado atual será cancelado e o processo de kickstart do convidado será iniciado.
  5. Visualize seu sistema de convidado virtual recém criado na interface da Web do Satellite, clicando na aba Virtualização no perfil do sistema host. Depois, clique no nome do perfil de seu sistema virtual. Você será levado ao seu perfil de sistema Satellite.

7.2.3. Gerenciando seus Direitos a Hóspedes Virtuais

O Satellite Server possui o recurso de direitos Flex Guest que permitem a você a atribuir direitos para seus hóspedes virtuais sem consumir um direito padrão reservado para sistemas físicos.
Para gerenciar seus direitos de Guest Flex (Hóspedes Flex), clique em Visão Geral -> Gerenciamento de Subscrição -> Direitos a Virtualização -> Consumidores de Direitos Flex Guest
Para encontrar e converter quaisquer hóspedes virtuais que consumam direitos padrões, clique na sub aba Hóspedes Consumindo Direitos Regulares.

7.3. Trabalhando com seus Sistemas Virtuais.

Depois que você configurar seu sistema virtual, você poderá gerenciar e padronizá-los utilizando de diversos métodos, inclusive conectando via SSH e via interface de gerenciamento do componente de virtualização no sistema host.

Nota

Esta seção lida primieramente com os hosts xen . No Red Hat Enterprise Linux 6, o xen é suportado e o kvm é o método recomendado de virtualização.

7.3.1. Autenticando nos Sistemas Virtuais Diretamente através do SSH

  1. Você precisará localizar o endereço IP do sistema virtual. Localize-o, navegando na aba SistemasSistemas Virtuais e clique no nome do perfil do sistema virtual.
  2. Na página do perfil de sistema virtual, você encontrará o endereço IP na coluna informacional da esquerda no campo Endereço IP.
  3. Conecte-se ao endereço IP, usando o comando ssh como usuário root, usando a senha que você estabeleceu para o sistema virtual no perfil do kickstart que você criou anteriormente.

7.3.2. Obtendo Acesso de Console Através do Host.

  1. Primeiro, você precisará se conectar ao sistema host e determinar o número ID do convidado que você deseja trabalhar. Conecte-se ao sistema host através do ssh e execute o seguinte comando:
    xm list
    
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    Uma lista deverá ser fornecida com todos os hóspedes que você criou em seu Satellite, incluindo seu número ID. Procure pelo convidado, guest1, que você criou anteriormente nesta lista. Se, por exemplo, este convidado foi atribuído com um ID de 2, então:
  2. Rode o seguinte comando para acessar o console deste sistema virtual:
    xm console 2
    
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    Você será capaz de visualizar imediatamente uma janela de registro no convidado1.
  3. Autentique-se no convidado1 como usuário root, usando a mesma senha que você estabeleceu no perfil do kickstart que você usou para provisionar o sistema.
    (Podem haver algumas mensagens nesta tela. Neste caso, pressione a tecla Enter de seu teclado para receber uma janela de registro atualizada).
  4. Para sair do console de convidado e retornar à janela de comando do sistema host, você deve pressionar as teclas Ctrl e ] de seu teclado simultaneamente.

7.3.3. Instalando o Software Através da Interface da Web do Satellite

  1. Navegue pelo perfil do sistema virtual na sua interface da Web do Satellite, registrando-se e navegando em SistemasSistemasSistemas Virtuais e clicando no nome de seu perfil de sistema virtual.
  2. No perfil de sistema virtual, clique em SoftwarePacotes.
  3. Clique em Instalar Novos Pacotes no menu da aba Pacotes.
  4. Selecione os pacotes que você deseja instalar e clique no botão Instalar Pacotes Selecionados no canto inferior da direita da tela.
  5. Reveja os detalhes da instalação do pacote e clique em Confirmar no canto inferior da direita da tela.
  6. Esta instalação de pacote será efetuada da próxima vez que o sistema de convidado iniciar o Satellite. Para forçar que uma instalação seja efetuada imediatamente, você deve executar o comando rhn_check no sistema convidado.

7.3.4. Instalando o Software Através do Yum a partir do Sistema Virtual

Seu sistema virtual foi registrado em seu Satellite como parte do processo de provisionamento do convidado, portanto você pode simplesmente usar o comando yum para instalar e atualizar o software. Por exemplo, para instalar o editor de texto vim, digite o seguinte comando:
yum install -y vim-enhanced
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7.3.5. Reiniciando Hóspedes nas Reinicializações do Host.

Por padrão, quando um sistema host reinicia, os visitantes não são reinicializados e devem ser inicializados manualmente pelo administrador.
No entanto, o serviço rhn-virtualization-host pode reiniciar hóspedes automaticamente no caso de um reinicialização do sistema host.
Para usar este serviço, siga estes passos:
  1. Localize o arquivo de configuração do convidado no host em /etc/sysconfig/rhn/virt/. Ele será nomeado pelo UUID, mas o arquivo correto pode ser encontrado usando-se o comando grep para pesquisar nomes de hóspedes dentro dos arquivos UUID.
  2. Quando você já tiver encontrado o arquivo UUID correspondente ao seu sistema convidado, crie um link simbólico a partir do arquivo UUID no diretório /etc/sysconfig/rhn/virt/auto/
    ln -s /etc/sysconfig/rhn/virt/GUEST_UUID.xml /etc/sysconfig/rhn/virt/auto/
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap

7.3.6. Removendo os Sistemas Virtuais

Remover um sistema virtual é um processo que contém diversos passos.
  1. Primeiro você deve fechar o sistema virtual que você deseja remover. Você pode fazer isto navegando pelo perfil do sistema host na interface da Web do Satellite, clicando na aba virtualização e selecionando os sistemas virtuais que você deseja remover. Finalize, fechando o sistema, clicando em Fechar Sistemas na parte inferior da tela.
  2. Depois, remova o sistema virtual do Satellite. Isto será concluído ao selecionar o sistema virtual e ao clicar no botão Remover Sistema na parte inferior da tela.

    Nota

    Por favor, aguarde alguns minutos entre o fechamento do sistema virtual e a remoção dele. Caso contrário, o sistema virtual poderá não fechar propriamente e você o removerá enquanto ele estiver rodando. Se você remover um sistema virtual do Satellite enquanto ele estiver rodando, ele reaparecerá no Satellite da próxima vez que você iniciá-lo. Caso isto aconteça, simplesmente feche o sistema, aguarde dois minutos e o remova novamente.
  3. Remova a imagem de disco do sistema virtual que você deseja remover. Você encontrará a imagem de disco para convidado1, por exemplo, no local a seguir no sistema host:
    /var/lib/xen/disk-images/guest1.disk
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
    Remova-o com o seguinte comando:
    rm /var/lib/xen/disk-images/guest1.disk
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
  4. Por último, você deve remover os arquivos de configuração RHN do sistema host. Para localizar o arquivo de configuração do RHN para convidado1, execute o seguinte comando:
    grep guest1 /etc/sysconfig/rhn/virt/*.xml
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
    Depois disso, remova o arquivo indicado. Por exemplo:
    rm /etc/sysconfig/rhn/virt/14e5cfbf72342515236ad74b260c2f6b.xml
    
    Copy to Clipboard Toggle word wrap
  5. O sistema convidado foi removido com sucesso de seu sistema host e do Satellite.

Capítulo 8. Cobbler

RHN Satellite apresenta o servidor Cobbler, o qual permite que os administradores centralizem suas instalações e infraestrutura de provisionamento do sistema. O Cobbler é um servidor de instalação que reúne diversos métodos de instalações de sistemas sem assistência, seja ele um servidor, uma estação de trabalho, ou sistemas convidados em um ambiente totalmente ou parcialmente virtualizado.
O Cobbler possui diversas ferramentas que servem de guia na pré-instalação, gerenciamento de arquivo do kickstart, gerenciamento do ambiente de instalação, entre outros. Os recursos do Cobbler incluem:
  • Análise do ambiente de instalação usando o comando cobbler check.
  • Configuração de servidor de instalação multi-site com o cobbler replicate
  • A criação do modelo do kickstart e gerenciamento usando o motor do modelo Cheetah e Kickstart Snippets
  • Automação da instalação da convidado Virtual da máquina com a ferramenta do Cliente koan.

8.1. Requerimentos do Cobbler

Para usar o Cobbler como um servidor de inicialização do PXE, você deve verificar as seguintes diretrizes:
  • Se você planejar usar o Cobbler para instalar sistemas usando o PXE, é necessário que o tftp-server esteja instalado e configurado.
  • Se você planeja usar o Cobbler para sistemas de inicialização do PXE para instalação, é necessário que tenha a habilidade de agir como um servidor DHCP para a inicialização do Cobbler PXE ou que acesse seu servidor de rede DHCP /etc/dhcp.conf para modificar o next-server para hostname ou endereço IP de seu servidor Cobbler.

8.1.1. Configurando Cobbler com o /etc/cobbler/settings

A Configuração do Cobbler é realizada principalmente dentro do arquivo /etc/cobbler/settings. O arquivo contém diversas configurações ajustáveis e oferece informações detalhadas sobre como cada configuração afeta a funcionalidade do Cobbler e caso seja recomendado aos usuários que modifiquem suas configurações de seus ambientes.
A maioria das configurações podem ser deixadas como padrão e o Cobbler irá executá-las apropriadamente. Para mais informações sobre como configurar Cobbler, consulte o arquivo /etc/cobbler/settings, o qual documenta cada configuração detalhadamente.

8.1.2. Serviços Requeridos para o Cobbler

Existem alguns serviços que o Cobbler necessita. Estes serviços deverão ser habilitados para o Cobbler funcionar corretamente.
8.1.2.1. Configurando o Cobbler com o DHCP
O Cobbler suporta instalação dos sistemas configurados do kickstart desde o início, para realizar inicializações de rede usando um servidor de inicialização PXE. Para implementar adequadamente um servidor de instalação do Cobbler, administradores precisam ter acesso administrativo ao servidor de rede do DHCP ou implementar o DHCP no próprio servidor Cobbler.
8.1.2.1.1. Configurando um Servidor DHCP Existente
Se você tiver um servidor DHCP implementado em outro sistema na rede, você precisará de acesso administrativo ao servidor DHCP para que possa editar o arquivo de configuração do DHCP. Dessa forma ele aponta para o servidor do Cobbler e para a imagem de inicialização do PXE.
Como usuário root no servidor do DHCP, edite o arquivo /etc/dhcpd.conf e adicione uma nova classe com opções para realizar a instalação da inicialização do PXE. Por exemplo:
allow booting;
allow bootp;
class "PXE" {
match if substring(option vendor-class-identifier, 0, 9) = "PXEClient";
next-server 192.168.2.1;
filename "pxelinux.0";
}
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Seguindo passo-a-passo no exemplo acima:
  1. O administrador ativa a inicialização de rede com o protocolo do bootp.
  2. Depois, o administrador cria uma classe chamada PXE. Um sistema o qual é configurado para obter um PXE primeiro em sua prioridade de inicialização se identificará como PXEClient.
  3. Depois o servidor do DHCP direciona o sistema para o servidor Cobbler no 192.168.2.1.
  4. Finalmente, o servidor do DHCP busca o arquivo de inicialização pxelinux.0.
8.1.2.2. Configurando o Xinetd e TFTP para o Cobbler
O Xinetd é um daemon que gerencia um conjunto de serviços, incluindo TFTP, o servidor FTP usado para transferir a imagem de inicialização para um cliente PXE.
Para configurar o TFTP, ative primeiro o serviço através do Xinetd. Para fazer isto, edite o arquivo /etc/xinetd.d/tftp como usuário root e modifique a linha disable = yes para disable = no
Antes do TFTP iniciar seus serviços à imagem de inicialização do pxelinux.0, inicie o serviço Xinetd.
chkconfig --level 345 xinetd on
/sbin/service xinetd start
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O comando chkconfig ativa o serviço do xinetd para todos os níveis de execução de usuários, enquanto o comando /sbin/service ativa xinetd imediatamente.
8.1.2.3. Configurando o SELinux e o IPTables para o Suporte Cobbler.
O Red Hat Enterprise Linux é instalado com o suporte do SELinux além de assegurar o firewall ativado por padrão. Para configurar corretamente um servidor Red Hat Enterprise Linux e utilizar o Cobbler, configure primeiro estas seguranças de sistemas e redes para permitir conexões com o Servidor Cobbler.
8.1.2.3.1. Configuração do SELinux
Para ativar o SELinux para suporte do Cobbler, ajuste o booleano do SELinux para permitir componentes de serviço da web HTTPD. Execute o seguinte comando como usuário root no servidor Cobbler:
 setsebool -P httpd_can_network_connect true
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A opção -P é essencial, pois ele ativa a conexão do HTTPD de forma persistente em todas as reinicializações do sistema.
8.1.2.3.2. Configuração de IPTables
Depois que você configurar o SELinux, configure o IPTables para permitir o tráfego de rede de entrada e saída no servidor do Cobbler.
Caso possua um conjunto de regras do firewall existente usando IPTables, adicione as seguintes regras para abrir portas relacionadas ao requisito do Cobbler. Segue uma lista de cada uma das regras de requisito com seus serviços associados.
  • Para TFTP:
    /sbin/iptables -A INPUT -m state --state NEW -m tcp -p tcp --dport 69 -j ACCEPT
    /sbin/iptables -A INPUT -m state --state NEW -m udp -p udp --dport 69 -j ACCEPT
    
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  • Para HTTPD:
    /sbin/iptables -A INPUT -m state --state NEW -m tcp -p tcp --dport 80 -j ACCEPT
    /sbin/iptables -A INPUT -m state --state NEW -m tcp -p tcp --dport 443 -j ACCEPT
    
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  • Para o Cobbler e Koan XMLRPC:
    /sbin/iptables -A INPUT -m state --state NEW -m tcp -p tcp --dport 25151 -j ACCEPT
    
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Depois que estas regras de firewalls forem inseridas, lembre-se de salvar a configuração do firewall:
/sbin/iptables-save
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8.2. Sincronizando e Iniciando o Serviço Cobbler

Depois que atingir todos os pre-requisitos especificados em cobbler check, você poderá iniciar o Serviço Cobbler.
Inicie o servidor Satellite com o seguinte comando:
/usr/sbin/rhn-satellite start
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Atenção

Não inicie ou interrompa o serviço cobblerd, independente do serviço do Satellite que possuir, pois poderá acarretar muitos erros entre outros problemas.
Sempre use o /usr/sbin/rhn-satellite para iniciar ou interromper o RHN Satellite .

8.3. Adicionando uma Distribuição ao Cobbler

Se todos os pré-requisitos do Cobbler forem preenchidos e o Cobbler estiver em execução agora, você poderá então começar a adicionar uma distribuição para o Cobbler, caso você possua o conteúdo do servidor Cobbler.
Para informações sobre como criar e configurar distribuições do kickstart a partir da interface do RHN Satellite , consulte a Seção 4.4.9.6, “Kickstart ⇒ Distribuições”.
Segue instruções de uso do cobbler para criar uma distribuição a partir da linha de comando:
cobbler distro add --name=string --kernel=path --initrd=path
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A opção --name=string é um rótulo usado para diferenciar uma opção distro de outra ( por exemplo, rhel5server)
A opção --kernel=path especifica o caminho para o arquivo de imagem do kernel
A opção --initrd=path especifica o caminho para o arquivo de imagem do ramdisk inicial (initrd).

8.4. Adicionando um Perfil ao Cobbler

Depois que você configurar uma distribuição ao Cobbler, adicione os perfis.
Os perfis do Cobbler associam uma distribuição à opções adicionais, como arquivos do kickstart. Os perfis são a unidade central do provisionamento e deve haver ao menos um perfil Cobbler para cada distribuição adicionada. Por exemplo, dois perfis devem ser criados por um servidor da web e uma configuração do desktop. Embora ambos perfis usam o mesmo distro, os perfis são para tipos de instalações diferentes.
Para informações sobre como criar e configurar perfis do kickstart a partir da interface do RHN Satellite , consulte a Seção 4.4.9.2, “Perfis de Kickstart”.
Segue abaixo o uso do cobbler para criar perfis a partir da linha de comando:
cobbler profile add --name=string --distro=string [--kickstart=url] [--virt-file-size=gigabytes] [--virt-ram=megabytes]
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A opção --name=faixa é um rótulo único para o perfil, tal como rhel5webserver ou rhel4workstation .
A opção --distro=string especifica a distribuição que será usada para este perfil específico. As distribuições são adicionadas na Seção 8.3, “Adicionando uma Distribuição ao Cobbler”.
A opção --kickstart=url especifica o local do arquivo do kickstart (caso esteja disponível).
A opção --virt-file-size=gigabytes permite que você ajuste o tamanho da imagem do arquivo do convidado virtual. O padrão é 5 gigabytes caso não seja especificado.
A opção --virt-ram=megabytes especifica quantos megabytes de RAM física que um sistema convidado virtual pode consumir. O padrão é 512 megabytes, caso não seja especificado.

8.5. Adicionando um Sistema ao Cobbler

Depois que as distribuições e perfis para o Cobbler forem criadas, você pode adicionar sistemas ao Cobbler. A gravação do sistema mapeia uma parte do hardware em um cliente com o perfil cobbler atribuído para executar nele.

Nota

Se você estiver realizando o provisionamento através dos menus do koan e PXE, não é necessário criar gravações de sistemas, apesar de serem úteis quando o modelo do kickstart de sistema específico é solicitado ou para estabelecer que um sistema específico deve sempre receber um conteúdo específico instalado. Caso planeje uma função específica para um cliente específicado, as gravações de sistemas devem ser criadas para ele.
Para informações sobre como criar e configurar kickstarts a partir da interface do RHN Satellite , consulte a Seção 4.4.2.10.4, “Detalhes do Sistema (System Details) ⇒ Provisioning”.
A comando a seguir adiciona um sistema à configuração do Cobbler:
cobbler system add --name=string --profile=string --mac=AA:BB:CC:DD:EE:FF
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A opção --name=faixa é o rótulo único para o sistema, tal como engineeringserver ou frontofficeworkstation.
A opção --profile=string especifica um dos nomes de perfil adicionado em Seção 8.4, “Adicionando um Perfil ao Cobbler”.
A opção --mac=AA:BB:CC:DD:EE:FF permite sistemas com o endereço MAC especificado para serem provisionados automaticamente ao perfil associado com a gravação do sistema, caso eles estejam em kickstart.
Para mais opções, tais como configurar hostname ou endereços IP, consulte o manpage do Cobbler, digitando man cobbler na janela de comandos.

8.6. Modelos do Cobbler

Dentro da interface da web do RHN Satellite, existem recursos para criar variantes para o uso com distribuições do kickstart e perfis. Por exemplo, para criar uma variante do perfil do kickstart, consulte a Seção 4.4.9.3.3, “Detalhes do Kickstart ⇒ Variantes”.
As variantes do kickstart são parte de uma mudança de infraestrutura no Satellite para suportar o templating nos arquivos do kickstart. No contexto dos arquivos do kickstart, os modelos são arquivos que possuem descrições usadas para construir arquivos atuais do kickstart, ao invés de criar kickstarts específicos.
Este modelos são então compartilhados por diversos perfis e sistemas que possuem suas próprias variantes e valores correspondentes. Estas variantes modificam o modelo e software chamado de template engine (motor de modelo), analisa o modelo e dados da variante em um arquivo do kickstart. O Cobbler usa um motor de modelo avançado chamado Cheetah que provê suporte para modelos, variantes e snippets.
Vantagens em se usar os modelos incluem:
  • Recursos robustos que permitem que administradores criem e gerenciem uma grande quantidade de perfis ou sistemas sem duplicação ou esforço ou sem criar kickstarts manualmente para todas as situações.
  • Embora modelos possam se tornar complexos e envolver loops, condicionais entre outros recursos aprimorados e sintaxe, eles também podem ser usados simplesmente para criar arquivos de kickstart sem tal complexidade.

8.6.1. Usando Modelos (Templates)

Os modelos do kickstart podem ter valores estáticos para certos ítens comuns tais como nomes de arquivos de imagem PXE, endereços de subrede e caminhos comuns como /etc/sysconfig/network-scripts/. No entanto, os modelos se diferem dos arquivos de kickstart padrão no uso de suas variantes.
Por exemplo, um arquivo de kickstart padrão pode ter uma passagem de rede que se assemelhe à esta:
network --device=eth0 --bootproto=static --ip=192.168.100.24 --netmask=255.255.255.0 --gateway=192.168.100.1 --nameserver=192.168.100.2
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No entanto, em um arquivo de modelo de kickstart, a passagem de rede pode ser semelhante à esta:
network --device=$net_dev --bootproto=static --ip=$ip_addr --netmask=255.255.255.0 --gateway=$my_gateway --nameserver=$my_nameserver
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Estas variantes serão substituídas com o conjunto de valores em suas variantes de perfil do kickstart ou em suas variantes de detalhes de sistema. Caso as variantes sejam as mesmas definidas em ambos perfil e detalhes de sistema, a variante de sistema tem prioridade.
Para mais informações sobre modelos de kickstart, consulte a página de projeto do Cobbler no seguinte endereço eletrônico:

8.6.2. Kickstart Snippets

Caso você tenha configurações comuns que sejam as mesmas em todos os modelos do kickstart e perfis, utilize o recurso Snippets do Cobbler para tirar vantagem da reutilização do código.
Os snippets do kickstart são seções de código de kickstart que podem ser chamadas por uma função $SNIPPET() que será analisada pelo Cobbler e substituirá a chamada de função com o conteúdo do snippet.
Por exemplo, se você tiver uma configuração de partição de disco rígido para todos os servidores, tal como:
clearpart --all
part /boot --fstype ext3 --size=150 --asprimary
part / --fstype ext3 --size=40000 --asprimary
part swap --recommended

part pv.00 --size=1 --grow

volgroup vg00 pv.00
logvol /var --name=var vgname=vg00 --fstype ext3 --size=5000
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Você pode pegar o snippet, salvá-lo em um arquivo (tal como my_partition e colocar o arquivo em /var/lib/cobbler/snippets/ para que o Cobbler possa acessá-los.
Você pode então usar o snippet através da função $SNIPPET() em seus modelos de kickstart. Por exemplo:
$SNIPPET('my_partition')
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Quando você invocar esta função, o analisador do Cheetah irá substituir a função pelo snippet do código contido no arquivo my_partition.
Para mais informações sobre os snippets do kickstart, consulte a página do projeto Cobbler na seguinte URL:

8.7. Usando o Koan

Esteja você provisionando convidados em uma máquina virtual ou reinstalando uma nova distribuição em um sistema em execução, o koan funciona em conjunto com o Cobbler para prover sistemas imediatamente.

8.7.1. Usando o Koan para Prover Sistemas Virtuais

Se você criou um perfil de máquina virtual como documentado na Seção 8.4, “Adicionando um Perfil ao Cobbler”, você poderá usar o koan para iniciar a instalação de um convidado virtual em um sistema.
Por exemplo, digamos que você criou um perfil do Cobbler tal como este a seguir:
cobbler add profile --name=virtualfileserver --distro=rhel-i386-server-5 --virt-file-size=20 --virt-ram=1000
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Este perfil é para um servidor de arquivos executando um Red Hat Enterprise Linux 5 com tamanho de imagem de 20GB e com 1GB de RAM de sistema.
Para encontrar o nome de um perfil de sistema convidado virtual, execute o seguinte com koan:
koan --server=hostname --list=profiles
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Este comando lista todos os perfis disponíveis criados com o cobbler profile add.
Depois, inicie o processo de criação do arquivo da imagem e iniciação da instalação do sistema do convidado virtual.
koan --virt --server=cobbler-server.example.com --profile=virtualfileserver --virtname=marketingfileserver
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O comando especifica que um sistema do convidado virtual pode ser criado a partir do servidor do Cobbler (hostname cobbler-server.example.com) usando o perfil virtualfileserver. A opção virtname especifica um rótulo para o convidado virtual, o qual por padrão é rotulado com endereços MAC de sistemas.
Depois da instalação do convidado virtual concluída, ele pode ser usado como qualquer outro sistema de convidado virtual.

8.7.2. Usando o Koan para Reinstalar os Sistemas de Execução

É possível que haja instâncias onde você precise reinstalar uma máquina com outro sistema operacional enquanto ele estiver rodando. O koan pode ajudá-lo substituindo de forma destrutiva um sistema em execução por uma nova instalação de perfis do Cobbler disponíveis.
Para substituir um sistema em execução e instalar um novo, execute o seguinte comando no próprio sistema:
koan --replace-self --server=hostname --profile=name
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Este comando, quando executado em um sistema a ser modificado, ele irá iniciar o processo do provisionamento e substituir seu próprio sistema usado o perfil em --profile=name no servidor do Cobbler especificado em --server=hostname.

Capítulo 9. Guia de Suporte ao UNIX

9.1. Introdução

Este capítulo documenta o procedimento de instalação das funcionalidades do Red Hat Network e identifica suas diferenças quando usadas para administrar sistemas clientes baseados no UNIX. O RHN oferece suporte para ajudar seus clientes a migrar do UNIX para o Linux. Devido ao escopo limitado desta tarefa, as funcionalidades oferecidas para administrar clientes UNIX não são tão detalhadas quanto àquelas disponíveis para administrar sistemas Red Hat Enterprise Linux.
As seções seguintes especificam as variantes do UNIX suportadas, as funcionalidades do RHN suportadas pelo sistema de administração UNIX, os pré-requisitos para administrar um sistema UNIX pelo RHN, assim como o procedimento de instalação para clientes UNIX.

9.1.1. Variantes do UNIX Suportadas

As seguintes variantes, versões e arquiteturas do UNIX são suportadas pelo RHN Satellite :
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Tabela 9.1. Versões, Arquiteturas e Solaris Suportados
Versão Solaris sun4m sun4d sun4u sun4v sun4us x86
Solaris 8 yes no yes n/a no no
Solaris 9 yes n/a yes n/a no yes
Solaris 10 n/a n/a yes yes no yes

9.1.2. Pré-requisitos

Estes itens são necessários para obter suporte ao UNIX:
  • RHN Satellite 5.0 ou posteriores
  • Um certificado Satellite com direitos de Administração (management)
  • Direitos de Gerenciamento (Management) para cada cliente UNIX
  • Os pacotes do RHN para UNIX, incluindo python, pyOpenSSL e os pacotes Cliente do Red Hat Network.
  • Os pacotes Sunfreeware adicionais que trazem bibliotecas de suporte. Alguns destes pacotes são distribuídos através do RHN Satellite . Consulte a Seção 9.3.1, “Baixando e Instalando os Pacotes Adicionais.” para ver a lista completa.

9.1.3. Funcionalidades Inclusas

As seguintes funcionalidades, partes integrantes do RHN, estão inclusas no nível de serviço suporte ao UNIX:
  • O Daemon de Serviços do Red Hat Network (rhnsd), que ativa o rhn_check, conforme um intervalo configurável
  • O Red Hat Network Configuration Client (rhncfg-client), que executa todas as ações de configuração agendadas pelo Satellite
  • O Red Hat Network Configuration Manager (rhncfg-manager), que permite a administração via linha de comando dos canais de configuração do RHN
  • O programa rhn_check, que faz checkin no Satellite e executa todas as ações agendadas pelo servidor
  • Todas as funcionalidades do nível Gerenciamento (Management), como agrupamento de sistemas, comparação de perfis de pacotes e o uso do Gerenciador de Conjunto de Sistemas (System Set Manager) para administrar sistemas múltiplos de uma só vez
  • Uma funcionalidade de Provisionamento (Provisioning) chamada Comando Remoto (Remote Command), que possibilita a usuários agendar comandos de nível root em qualquer cliente administrado através do site do Satellite, se o cliente permitir esta ação

9.1.4. Diferenças nas Funcionalidades

As seguintes funcionalidades do RHN funcionam diferentemente num ambiente UNIX:
  • O Red Hat Update Agent para o UNIX oferece uma gama bem menor de opções que seu semelhante do Linux e baseia-se no conjunto de ferramentas nativo do sistema operacional para a instalação de pacotes, ao invés do rpm. Consulte a Seção 9.4.2.4, “Atualizando pela Linha de Comando” para uma lista precisa de opções.
  • A aplicação RHN Push foi modificada de maneira similar para fazer o upload de tipos de arquivo UNIX nativos, incluindo pacotes, patches e clusters de patches.
    Já que os arquivos de pacotes, atualizações (patches) e conjuntos de atualizações do Solaris são diferentes dos arquivos rpm, o mecanismo de upload para canais é ligeiramente diferente. Há dois aplicativos no pacote rhnpush para Solaris:
    • O primeiro, solaris2mpm, é um utilitário do RHN que cria um arquivo MPM para cada arquivo de atualização ou pacote do Solaris. O formato Neutro do arquivo MPM permite que o Satellite possa interpretar e gerenciar os arquivos que sejam carregados.
    • O segundo, rhnpush, foi extendido para poder lidar com arquivos MPM e RPM. Fora isso, este aplicativo funciona de forma idêntica à versão Linux do rhnpush.
  • A categoria Canais do site do RHN foi ampliada para acomodar o armazenamento e instalação de arquivo nativos do UNIX.

9.1.5. Funcionalidades Excluídas

As seguintes funcionalidades do RHN não estão disponíveis no sistema de suporte ao UNIX:
  • Todas as funcionalidades do nível de Provisionamento (Provisioning), como kickstart e reversão de pacotes, com exceção da administração de arquivos de configuração.
  • Todas as opções relativas a Erratas, já que o conceito de Atualizações de Erratas não é compreendido pelo UNIX
  • Arquivos fonte para pacotes
Os arquivos answer ainda não são suportados. O suporte para tais arquivos está planejado para versões futuras.
Também não existe suporte para IPV6 para os sistemas Solaris
Além disso, os arquivos RHAT*.pkg foram relocados enquanto a instalação ainda não é suportada.

9.2. Preparação/Configuração do Servidor Satellite

Você deve configurar o Satellite para o suporte a clientes UNIX antes dos arquivos necessários serem disponibilizados para implementação nos sistemas clientes. Isto pode ser feito de duas maneiras, dependendo do fato de você ter instalado seu servidor Satellite ou não:
  1. Durante a instalação do Satellite:
    Habilite o suporte ao UNIX no Satellite selecionando a caixa "Enable Solaris Support" (Habilitar Suporte ao Solaris) durante o processo de instalação; ex.:

    Figura 9.1. Habilitando o Suporte ao UNIX Durante a Instalação do Satellite

  2. Após o Satellite ser instalado:
    Habilite o suporte ao UNIX configurando o Satellite após a instalação. Para tanto, selecione Ferramentas do Satellite (Satellite Tools) no menu superior e então selecione Configuração do Satellite (Satellite Configuration) na barra de navegação esquerda. Na tela seguinte, marque a caixa Habilitar Suporte ao Solaris (Enable Solaris Support), conforme o exemplo:

    Figura 9.2. Habilitando o Suporte ao UNIX Após a Instalação do Satellite

    Clique no botão Atualizar Configuração para confirmar a mudança.
  3. Finalmente, você deve criar um canal base ao qual os seus sistemas clientes podem se subscrever. Isto é necessário uma vez que o RHN não oferece conteúdo UNIX. Como conseqüência, você não pode usar o satellite-sync para criar o canal.
    Para criar um canal Solaris, faça o login na interface Web do Satellite como um Satellite Administrator ou uma Licensa de Certificado (Certificate Authority). Navegue até a aba Canal e então Gerenciar Canais de Software na barra de navegação esquerda. Clique no link criar novo canal na parte superior direita da tela resultante. Forneça um nome e uma etiqueta para o seu novo canal e selecione ou Sparc Solaris ou i386 Solaris como a arquitetura, dependendo da arquitetura do seu cliente.

9.3. Preparação de Sistema Cliente Unix

Antes de seus sistemas clientes baseados em UNIX se beneficiarem do Red Hat Network, eles devem ser preparados para conexão:
  1. Faça o download e instale o gzip e as bibliotecas necessárias.
  2. Faça o download do tarball do aplicativo RHN a partir do Satellite para o cliente e instale o conteúdo.
  3. Depois disso, implemente os certificados SSL necessários para uma conexão segura.
  4. Configure os aplicativos cliente para se conectar ao RHN Satellite
Depois de concluído, seus sistemas estarão prontos para começar a receber as atualizações do RHN. As próximas três seções explicam estes passos em detalhes.

9.3.1. Baixando e Instalando os Pacotes Adicionais.

Esta seção o guiará no processo de instalação e download de aplicativos de terceiros e os aplicativos RHN a partir do Satellite no cliente UNIX.
A prioridade é o Red Hat Update Agent for UNIX (up2date), que fornece uma ligação entre seu sistema cliente e o Red Hat Network. A versão específica do UNIX do Red Hat Update Agent é limitada quanto à sua funcionalidade comparado ao Linux, mas ainda assim permite registro de sistema e facilita instalações de pacote e reparos de erros. Consulte a Seção 9.4, “Registro e Atualizações de Clientes da Unix” para obter uma descrição completa sobre as opções de ferramentas.

Nota

Pode ser útil inserir o comando bash quando se registrar pela primeira vez no cliente Solaris. Se o shell do BASH estiver disponível, ele fará com que o comportamento do sistema se pareça o máximo possível com o Linux.
9.3.1.1. Instale Pacotes de Terceiros
Instalação dos aplicativos RHN não pode continuar a não ser que os seguintes utilitários e bibliotecas estejam presentes:
  • gzip
  • libgcc
  • openssl
  • zlib
O utilitário gzip é fornecido pelo pacote SUNWgzip e pode ser baixado a partir do link http://www.sunfreeware.com.
Nas versões recentes do Solaris, as bibliotecas necessárias são fornecidas pelos pacotes instalados nativamente a seguir:
  • SUNWgccruntime
  • SUNWopenssl*
  • SUNWzlib
Para versões mais antigas do Solaris, os pacotes a seguir poderão ser baixados a partir do site http://www.sunfreeware.com:
  • SMClibgcc ou SMCgcc
  • SMCossl
  • SMCzlib
Para verificar se o pacote está instalado no cliente, use o comando pkginfo. Por exemplo, para procurar por um pacote que contenha "zlib" no nome, rode o seguinte comando:
# pkginfo | grep zlib
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Nota

Os nomes de arquivo do pacote diferem do nome do pacote instalado. Por exemplo, o arquivo do pacote libgcc<version>-sol<solaris-version>-sparc-local.gz se torna SMClibgcc após a instalação.
9.3.1.2. Configurando o Caminho de Busca de Biblioteca
Para habilitar o cliente Solaris para usar as bibliotecas instaladas no passo anterior, você deve adicionar sua localização ao caminho de busca da biblioteca. Para fazer isto, primeiro verifique o caminho de busca da biblioteca atual":
# crle -c /var/ld/ld.config
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Observe o Caminho da Biblioteca Padrão atual. Depois disso, modifique o caminho para incluir também os componentes demonstrados abaixo. Observe que a opção -l reseta o valor, ao invés de acrescentar, portanto se eles já haviam valores configurados em seu sistema, preceda-os para o parâmetro -l.
Em sparc:
 # crle -c /var/ld/ld.config -l /other/existing/path:/lib:/usr/lib:/usr/local/lib
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Em x86:
# crle -c /var/ld/ld.config -l /other/existing/path:/lib:/usr/lib:/usr/local/lib:/usr/sfw/lib
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9.3.1.3. Baixando os Pacotes Cliente RHN
Faça o download do tarball apropriado dos pacotes a partir do diretório /var/www/html/pub/ de seu Satellite. Se você estiver apto a usar o navegador da Web, o GUI, como o Mozilla, navegue no diretório /pub do Satellite e salve o tarball correto em seu cliente:
http://your-satellite.example.com/pub/rhn-solaris-bootstrap-<version>-<solaris-arch>-<solaris-version>.tar.gz
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Se você precisar fazer o download do tarball a partir da linha de comando, pode ser possível usar ftp para transferir para o arquivo a partir do Satellite para o Cliente.
Ao usar o gzip, descomprima o tarball. Você deve ter os seguintes pacotes:
  • RHATpossl
  • RHATrcfg
  • RHATrcfga
  • RHATrcfgc
  • THATrcfgm
  • RHATrhnc
  • RHATrhnl
  • RHATrpush
  • RHATsmart
SMClibgcc e SMCosslg também podem estar inclusos no tarball.
9.3.1.4. Instalando os Pacotes RHN
Mude para o diretório descomprimido e use a ferramenta de instalação nativa da variante UNIX para instalar cada pacote. Por exemplo, no Solaris, use o comando pkgadd. Responda "yes" (Sim) para quaisquer solicitações durante a instalação do pacote.
Aqui segue como uma instalação deve geralmente proceder:
# pkgadd -d RHATpossl-0.6-1.p24.6.pkg all 
# pkgadd -d RHATpythn-2.4.1-2.rhn.4.sol9.pkg all 
# pkgadd -d RHATrhnl-1.8-7.p23.pkg all 
...
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Nota

Você pode escolher usar o -n of pkgadd, que roda o comando em um modo não interativo. No entanto, isto pode resultar na falha da instalação de alguns pacotes, silenciosamente, no Solaris 10.
Continue até que cada pacote esteja instalado no caminho RHN-específico: /opt/redhat/rhn/solaris/.
9.3.1.5. Incluindo os Pacotes RHN no PATH
Para disponibilizar os pacotes RHN em cada registro, você precisa adicioná-los ao seu PATH. Para fazer isto, adicione estes comandos ao seu script de registro:
# PATH=$PATH:/opt/redhat/rhn/solaris/bin 
# PATH=$PATH:/opt/redhat/rhn/solaris/usr/bin 
# PATH=$PATH:/opt/redhat/rhn/solaris/usr/sbin 
# export PATH
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Para habilitar o acesso às páginas man de comando cliente RHN, adicione-os ao seu MANPATH. Para fazer isto, adicione os seguintes comandos ao seu script de registro:
 
# MANPATH=$MANPATH:/opt/redhat/rhn/solaris/man 
# export MANPATH
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Como forma alternativa, você também pode acessar as páginas man a partir da linha de comando, com o seguinte comando:
 
# man -M /opt/redhat/rhn/solaris/man <man page>
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Por último, adicione as Bibliotecas da Red Hat ao seu PATH, assim como você fez comlibgcc, openssl ezlib.
crle -c /var/ld/ld.config -l <current library paths>:/opt/redhat/rhn/solaris/lib
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9.3.2. Implementando os Certificados SSL Cliente

Para garantir uma transferência de dados segura, a Red Hat recomenda fortemente que utilize o SSL. O RHN Satellite facilita a implementação do SSL, gerando os certificados necessários durante sua instalação. O certificado do lado do servidor é automaticamente instalado no próprio Satellite, enquanto o certificado do cliente é colocado no diretório /pub/ do servidor da Web do Satellite.
Para instalar o certificado, siga estes passos para cada cliente:
  1. Faça o download do certificado SSL a partir do diretório /var/www/html/pub/ do RHN Satellite em um sistema cliente. O certificado será nomeado com algo semelhante ao RHN-ORG-TRUSTED-SSL-CERT. É acessível via web no seguinte URL: https://your-satellite.example.com/pub/RHN-ORG-TRUSTED-SSL-CERT.
  2. Mova o certificado SSL cliente para o diretório específico do RHN para sua variante de UNIX. Para Solaris, isto pode ser concluído com um comando similar ao:
     mv /path/to/RHN-ORG-TRUSTED-SSL-CERT /opt/redhat/rhn/solaris/usr/share/rhn/ 
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Depois de concluído, o novo certificado cliente será instalado no diretório apropriado para seu sistema UNIX. Se você tiver vários sistemas para preparar para gerenciamento do RHN, você pode fazer um script para este processo todo.
Agora você deve reconfigurar os aplicativos cliente RHN para se referir aos certificados SSL recentemente instalados. Consulte a Seção 9.3.3, “Configurando clientes” para instruções.

9.3.3. Configurando clientes

O passo final antes de registrar seus sistemas clientes com o Red Hat Network é reconfigurar seus aplicativos RHN para usar o novo certificado SSL e obter as atualizações a partir do RHN Satellite . Ambas mudanças podem ser feitas editando o arquivo de configuração do Red Hat Update Agent, que fornece registro e atualiza a funcionalidade.
Siga estes passos em cada sistema cliente:
  1. Como root, mude para o diretório de configuração RHN para o sistema. Para Solaris, o caminho completo é /opt/redhat/rhn/solaris/etc/sysconfig/rhn/.
  2. Abra o arquivo de configuração up2date em um editor de texto.
  3. Encontre a entrada serverURL e ajuste seu valor para nome de domínio totalmente qualificado (FQDN) de seu RHN Satellite :
    serverURL[comment]=Remote server URL
    serverURL=https://your-satellite.example.com/XMLRPC
    
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  4. Assegure-se de que os aplicativos se referem ao RHN Satellite até quando o SSL estiver desligado, configurando também o valor noSSLServerURL para o Satellite:
     
    noSSLServerURL[comment]=Remote server URL without SSL
    noSSLServerURL=http://your-satellite.example.com/XMLRPC
    
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  5. Com o arquivo de configuração up2date ainda aberto, encontre a entrada sslCACert e ajuste seu valor para o nome e local do certificado SSL descrito na Red Hat Enterprise Linux 6 Deployment Guide, por exemplo:
    sslCACert[comment]=The CA cert used to verify the ssl server
    sslCACert=/opt/redhat/rhn/solaris/usr/share/rhn/RHN-ORG-TRUSTED-SSL-CERT
    
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Seus sistemas cliente estão agora prontos para registro com o Red Hat Network e gerenciamento pelo seu Satellite.

9.4. Registro e Atualizações de Clientes da Unix

Agora que você instalou os pacotes específicos do RHN, implementou a SSL e reconfigurou seus sistemas clientes para conectar ao RHN Satellite , você está pronto para iniciar o registro dos sistemas e obter atualizações.

9.4.1. Registrando Sistemas Unix

Esta seção descreve o processo de registro dos sistemas UNIX no RHN. Você deve usar o rhnreg_ks para tanto. O uso de chaves de ativação para registrar seus sistemas é opcional. Estas chaves permitem que você pré-determine a configuração no RHN, como canais base e grupos de sistemas e aplicar estas automaticamente aos sistemas durante seu registro.
Como a geração e o uso das chaves de ativação é coberto extensivamente em outros capítulos, esta seção concentra-se nas diferenças na implementação destas atividades em variantes do UNIX. Consulte a Seção 4.4.6.1, “Administrando Chaves de Ativação” para uma descrição completa deste processo.
Para registrar sistemas UNIX com o seu RHN Satellite , execute as seguintes tarefas, nesta ordem:
  1. Autentique-se na interface Web do Satellite e clique na aba Sistemas na barra de navegação superior, seguido de Chaves de Ativação na barra de navegação esquerda. Em seguida, clique no link criar nova chave no canto superior direito da página.
  2. Na página seguinte, selecione o canal base que você criou no final da Seção 9.2, “Preparação/Configuração do Servidor Satellite”.
  3. Após criar a chave, clique em seu nome na lista Chaves de Ativação (Activation Keys) para aprimorar sua configuração no RHN, associando canais de software e de configuração e grupos de sistemas.
  4. Abra um terminal no sistema cliente a ser registrado e alterne o usuário para root.
  5. Use o rhnreg_ks com a opção --activationkey para registrar o cliente com o Satellite. A seqüência de caracteres representando a chave pode ser copiada diretamente da lista Chaves de Ativação no website. O comando será parecido com o seguinte:
    rhnreg_ks --activationkey=b25fef0966659314ef9156786bd9f3af
    
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  6. Retorne ao site, clique no nome da chave de ativação e verifique se o sistema novo aparece na aba Activated Systems.

9.4.2. Obtendo Atualizações

Atualizações de pacotes no UNIX são efetuadas de maneira bem diferente do Linux. Por exemplo, o Solaris baseia-se em Clusters de Patches para atualizar pacotes múltiplos de uma só vez, enquanto os sistemas operacionais da Red Hat usam atualizações de erratas para associar atualizações a pacotes específicos. Além disso, o Solaris usa arquivos de resposta (answer files) para automatizar as instalações interativas de pacotes, algo que o Linux não compreende. A Red Hat, por sua vez, oferece o conceito de pacotes fontes. Por esta razão, esta seção procura destacar as diferenças no uso das ferramentas do RHN em sistemas UNIX. Nota: o RHN não suporta os arquivos de resposta do Solaris na versão atual, mas tal suporte está planejado para versões posteriores.
Apesar das diferenças inerentes, como a falta de Erratas, as interfaces de administração dos canais e pacotes no site do RHN para o Satellite funcionam de maneira semelhante nos sistemas UNIX. Todos os canais de software desenvolvidos para as variantes do UNIX podem ser criados praticamente da mesma forma que os canais personalizados descritos no RHN Channel Management Guide. A diferença mais significativa é a arquitetura. Ao criar um canal de software para UNIX, selecionea arquitetura do canal base apropriada aos sistemas sendo servidos.
Divida seus pacotes em canais base e canais filho, dependendo de sua natureza. Por exemplo: no Solaris, os pacotes de instalação devem estar no canal base, enquanto os patches e Clusters de Patches devem estar num canal filho do canal base do Solaris. Os pacotes extras de instalação podem estar num canal filho Extras separado.
O RHN trata os patches de maneira similar; são listados e instalados da mesma maneira e com a mesma interface dos pacotes normais. Os patches são 'numerados' pelo Solaris e terão nomes como "patch-solaris-108434". A versão de um patch do Solaris é extraída dos metadados do Solaris original e o release é sempre 1.
Clusters de Patches são conjuntos de patches instalados como uma unidade. O RHN mantém o registro da última vez em que um Cluster de Patches foi instalado com sucesso num sistema. No entanto, os Clusters de Patches não são acompanhados no cliente como entidades instaladas, portanto não aparecem na lista de pacotes ou de pacotes instalados. Os nomes dos Clusters de Patches se assemelham a "patch-cluster-solaris-7_Recommended". A versão é um string da data, como "20040206" e o release é sempre 1 e o marco sempre 0.
9.4.2.1. Carregando Pacotes no Satellite
O RHN não oferece conteúdo UNIX. Quaisquer arquivos de pacotes, atualizações (patches) e conjuntos de atualizações (patch clusters) do Solaris devem ser carregados no Satellite a partir do sistema cliente em um formato que o Satellite entenda. O pacote pode então ser gerenciado e distribuído para outros sistemas. O RHN criou o solaris2mpm para converter arquivos de pacotes, atualizações e conjuntos de atualizações do Solaris para um formato que o Satellite possa usar.
9.4.2.1.1. solaris2mpm
Conforme mencionado brevemente na seção Seção 9.1.4, “Diferenças nas Funcionalidades”, o solaris2mpm faz parte do RHN Push para Solaris. O conteúdo que é servido em um canal Solaris no Satellite deve primeiro ser convertido para o formato .mpm.
Um arquivo .mpm contém uma descrição dos dados do pacote e o pacote ou atualização em si. O comando solaris2mpm deve ser executado no cliente, nunca no Satellite.

Nota

O solaris2mpm requer que espaço livre igual a três vezes o tamanho de qualquer pacote, atualização ou conjunto de atualizações que esteja sendo convertido. Normalmente, espaço em /tmp/ será usado para esta finalidade. Entretanto, a opção --tempdir permite que você especifique outro diretório se necessário.
Múltiplos arquivos podem ser especificados na linha de comando do solaris2mpm. Abaixo encontra-se um exemplo:
# solaris2mpm RHATrpush-3.1.5-21.pkg RHATrpush-3.1.5-23.pkg
Opening archive, this may take a while
Writing out RHATrpush-3.1.5-21.sparc-solaris.mpm
Opening archive, this may take a while
Writing out RHATrpush-3.1.5-23.sparc-solaris.mpm
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Uma vez que nenhum outro diretório foi especificado, os arquivos .mpm resultantes foram colocados no diretório /tmp/. Note que o nome dos arquivos .mpm resultantes inclui a arquitetura do cliente no qual o arquivo foi criado ou seja, Sparc Solaris, neste caso. O formato genérico de nomes de arquivos .mpm é:
name-version-release.arch.mpm
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Pacth clusters são "explodidos". — arquivos .mpm são gerados para cada patch no cluster, tanto quanto um nível superior "meta", o arquivo .mpm contém informações sobre o cluster como um todo.
Segue abaixo as opções do solaris2mpm:
Expand
Tabela 9.2. opções do solaris2mpm
Opção Descrição
--version
Exibe o número da versão do aplicativo e fecha
-h, --help
Exibe esta informação e fecha
-?, --usage
Exibe informação sobre como usar o aplicativo e fecha
--tempdir=<tempdir>
Diretório temporário a ser usado
--select-arch=<arch>
Seleciona a arquitetura (i386 ou Sparc) para pacotes de multi-arquitetura.
9.4.2.1.2. rhnpush com arquivos .mpm
A versão Solaris do rhnpush funciona como o utilitário padrão, mas com a funcionalidade adicional de poder lidar com arquivos .mpm Abaixo está um exemplo de utilização:
% rhnpush -v --server testbox.example.com --username myuser -c solaris-8 \
RHATrpush-3.1.5-*.mpm
 Red Hat Network password:
 Connecting to http://testbox.example.com/APP
 Uploading package RHATrpush-3.1.5-21.sparc-solaris.mpm
 Uploading package RHATrpush-3.1.5-23.sparc-solaris.mpm
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Nota

Arquivos .mpm de conjuntos de atualizações devem ser servidos ou ao mesmo tempo ou após — nunca antes — do que arquivos .mpm para as atualizações contidas naquele conjunto.
Use o solaris2mpm em cada um dos pacotes, atualizações ou conjuntos de atualizações que você deseja gerenciar através do Satellite e então use o RHN Push para carregá-los no canal que você criou para eles.
9.4.2.2. Atualizando Através do Site
Para instalar pacotes ou patches num sistema separado, clique no nome do sistema na categoria Sistemas, selecione os pacotes nas listas (Atualização) Upgrade ou (Instalar) Install da aba Packages (Pacotes) ou Patches e clique em Install/Upgrade Selected Packages (Instalar/Atualizar Pacotes Selecionados).
Para rodar um comando remoto enquanto instalar o pacote, clique em Executar Comando Remoto ao invés de Confirmar. Consulte a Seção 9.5, “Comandos Remotos” para instruções.
Para instalar pacotes ou patches em sistemas múltiplos de uma só vez, selecione os sistemas e clique em Gerenciador de Conjunto de Sistemas (System Set Manager) na barra de navegação esquerda. Em seguida, na aba Packages (Pacotes), selecione os pacotes nas listas Upgrade ou Install e clique em Install/Upgrade Packages (Instalar/Atualizar Pacotes). Para completar a ação, agende as atualizações.
9.4.2.3. rhnsd
Em sistemas Red Hat Enterprise Linux. o daemon rhnsd, o qual faz com que os sistemas clientes autentiquem-se no RHN, inicia automaticamente durante a inicialização do sistema. Em sistemas Solaris, o rhnsd não inicia durante a inicialização do sistema e pode ser iniciado na linha de comandos da seguinte maneira:
rhnsd --foreground --interval=240
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A localização padrão do rhnsd é /opt/redhat/rhn/solaris/usr/sbin/rhnsd. As opções disponíveis para o rhnsd no Solaris estão listadas abaixo:
Expand
Tabela 9.3. Opções do rhnsd
Opção Descrição
-f, --foreground
Executa em primeiro plano
-i, --interval=MINS
Conecta no Red Hat Network a cada MINS minutos
-v, --verbose
Registra todas as ações no syslog
-h, --help
Exibe esta lista de ajuda
-u, --usage
Exibe esta lista de ajuda
-V, --version
Exibe a versão do programa
9.4.2.4. Atualizando pela Linha de Comando
Como no site, o uso do Red Hat Update Agent na linha de comando é afetado pelas limitações da administração de pacotes do UNIX. Sendo assim, a maioria das funções centrais ainda podem ser executadas através do comando up2date. A diferença mais significativa é a ausência de todas as opções relacionadas aos arquivos fonte. Consulte a Tabela 9.4, “Argumentos da Linha de Comando do Agente de Atualizações” para ver uma lista precisa das opções disponíveis nos sistemas UNIX.
A versão de linha de comando do Red Hat Update Agent aceita os seguintes argumentos nos sistemas UNIX:
Expand
Tabela 9.4. Argumentos da Linha de Comando do Agente de Atualizações
Argumento Descrição
--version Exibe as informações da versão do programa.
-h, --help Exibe esta mensagem de ajuda e fecha.
-v, --verbose Exibe resultado adicional.
-l, --list Lista as versões mais recentes de todos os pacotes instalados.
-p, --packages Atualiza os pacotes associados a este Perfil de Sistema.
--hardware Atualiza o perfil de hardware deste sistema no RHN.
--showall Lista todos os pacotes disponíveis para download.
--show-available Lista todos os pacotes disponíveis não instalados no momento.
--show-orphans Lista todos os pacotes instalados, que não fazem parte dos canais aos quais o sistema está registrado.
--show-channels Exibe os nomes dos canais junto aos nomes dos pacotes, quando for apropriado.
--installall Instala todos os pacotes disponíveis. Use com --channel.
--channel=CHANNEL Especifica quais canais devem ser usados para atualizações usando etiquetas de canais.
--get Obtém o pacote especificado sem resolver as dependências.

9.5. Comandos Remotos

Junto ao suporte ao UNIX, o RHN oferece a flexibilidade de invocar comandos remotos em sistemas cliente através do site do RHN do Satellite. Esta funcionalidade permite a você rodar praticamente qualquer aplicação ou script (compatível) em qualquer sistema de seu domínio sem nunca precisar abrir um terminal.

9.5.1. Habilitando Comandos

A flexibilidade desta ferramenta traz um grande risco e a responsabilidade de reduzir tal risco. Para todos os propósitos práticos, esta funcionalidade concede um prompt BASH root para qualquer um com acesso administrativo ao sistema no website.
No entanto, isto pode ser controlado através do mesmo mecanismo config-enable usado para determinar quais sistemas podem ter seus arquivos de configuração administrados pelo Red Hat Network. Consulte a Seção 4.4.2.10.3, “Detalhes de Sistema ⇒ Configuração ⇒ Sandbox” para mais detalhes.
Em suma, você deve criar um diretório e um arquivo no sistema UNIX que informem ao RHN que é aceitável rodar comandos remotos na máquina. O diretório dever ser nomeado como script; o arquivo dever ser nomeado como run e ambos devem estar alocados no diretório /etc/sysconfig/rhn/allowed-actions/ específico de sua variante do UNIX.
Por exemplo: no Solaris, invoque este comando para criar o diretório:
 mkdir -p /opt/redhat/rhn/solaris/etc/sysconfig/rhn/allowed-actions/script 
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Para criar o arquivo requisitado no Solaris, invoque este comando:
 touch /opt/redhat/rhn/solaris/etc/sysconfig/rhn/allowed-actions/script/run 
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9.5.2. Invocando Comandos

Você pode agendar um comando remoto de diversas maneiras: num sistema separado, em sistemas múltiplos de uma só vez e acompanhando uma ação de pacotes.
Para rodar um comando remoto num sistema separado, abra a página System Details (Detalhes do Sistema) e clique na sub-aba Remote Command (Comando Remoto). Note que esta sub-aba apenas aparece se o sistema tiver direito à Provisionamento (Provisioning). Nesta página, estabeleça a configuração para o comando. Você pode identificar um usuário, um grupo e um período limite específicos, assim como o próprio script. Selecione uma data e uma hora para iniciar a tentativa do comando e então clique no link Schedule Remote Command (Agendar Comando Remoto).
Da mesma forma, você pode invocar um comando remoto em sistemas múltiplos de uma vez através do System Set Manager (Gerenciador de Conjunto de Sistemas). Selecione os sistemas, navegue para o System Set Manager (Gerenciador de Conjunto de Sistemas), clique na aba Misc (Diversos) e role a página até a seção Remote Command (Comando Remoto). Aqui você pode rodar um comando remoto nos sistemas selecionados de uma só vez.
Para rodar um comando remoto junto a uma ação de pacotes, agende a ação através da aba Packages (Pacotes) da página System Details (Detalhes do Sistema) e clique em Run Remote Command (Rodar Comando Remoto) enquanto confirma a ação. Use os botões no topo da página para determinar se o comando deve rodar antes ou depois da ação de pacotes, estabeleça a configuração do comando e clique em Schedule Package Install/Upgrade (Agendar Instalação/Atualização de Pacotes).
Note que instalar pacotes múltiplos que possuem comandos remotos diferentes requer o agendamento das instalações separadamente ou a combinação dos comandos num único script.

Apêndice A. RHN Registration Client

Antes de você começar a usar o Red Hat Network, deve criar um nome de usuário, senha e um Perfil do Sistema (System Profile). O RHN Registration Client te guia neste processo.

A.1. Configurando o RHN Registration Client

Para iniciar a interface gráfica e configurar a aplicação para conectar através de um servidor proxy HTTP, digite o seguinte numa janela de comandos:
rhn_register --configure
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Figura A.1. Configuração do RHN Registration Client

Para iniciar na versão da linha de comandos, invoque:
rhn_register --nox --configure
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Ela possui mais opções de configuração que a versão gráfica.
Será apresentada uma lista de opções e seus valores atuais:
 0. enableProxyAuth No 1. noSSLServerURL http://xmlrpc.rhn.redhat.com/XMLRPC 2. oemInfoFile /etc/sysconfig/rhn/oeminfo 3. enableProxy No 4. networkSetup Yes 5. httpProxy 6. proxyUser 7. serverURL https://xmlrpc.rhn.redhat.com/XMLRPC 8. proxyPassword 9. debug No Enter number of item to edit <return to exit, q to quit without saving>: 
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Indique o número do item que a modificar e indique um valor novo para a opção. Quando terminar de alterar sua configuração, pressione Enter para salvar suas alterações e sair da aplicação. Pressione q e então Enter para sair sem salvar suas alterações.
As opções configuradas mais comuns são enableProxy e httpProxy para ativar um servidor proxy. Para tanto, altere o valor de enableProxy para Yes e o valor de httpProxy para o nome do servidor proxy server e número da porta, no formato http://MÁQUINA:PORTA. Por exemplo: para usar o servidor proxy squid.mysite.org na porta 3128, você deve alterar o valor para squid.mysite.org:3128.
Se você precisa de um nome de usuário e senha proxy, defina enableProxyAuth para Yes a fim de ativar a autenticação de nome de usuário/senha para o proxy e defina proxyUser e proxyPassword para o nome de usuário e senha apropriados para o proxy.
Para ignorar o SSL, altere o protocolo da serverURL de https para http no arquivo /etc/sysconfig/rhn/rhn_register.

A.2. Iniciando o RHN Registration Client

Você deve estar autenticado como root para registrar um sistema ao RHN. Se você iniciar o RHN Registration Client como um usuário comum, lhe será pedida a senha de root antes de proceder.

Importante

Se o seu nome de usuário é parte de uma conta corporativa maior, seja cuidadoso ao registrar seus sistemas. Por padrão, todos os sistemas registrados com o RHN Registration Client acabam sendo inclusos na seção de sistemas Ungrouped (não-agrupados), visível somente aos Satellite Administrator. Para garantir que você mantenha a administração destes sistemas, a Red Hat recomenda que sua empresa crie uma chave de ativação (activation key) associada a um grupo de sistemas específico e lhe atribua permissões para este grupo. Então, você pode registrar seus sistemas usando aquela chave de ativação e localizar aqueles Perfis de Sistemas (System Profiles) no RHN imediatamente.
Para iniciar o RHN Registration Client, use um dos métodos a seguir:
  1. No desktop GNOME, vá até Applicações => Programas => Sistema => Red Hat Network
  2. No desktop KDE, vá até Aplicações => Sistemas => Red Hat Network
  3. Digite o comando rhn_register numa janela de comandos (num XTerm ou Terminal GNOME por exemplo)
  4. Se você não está rodando o Sistema X Window, digite o comando rhn_register numa janela de comandos. Consulte a Seção A.7, “Cliente de Registro do RHN em Modo Texto” para mais detalhes.

Atenção

Você deve usar o Python 1.5.2-24 ou mais recente com suporte a Secure Sockets Layer (SSL). Caso contrário, as informações transferidas não são criptografadas. Se você tem uma versão mais recente do Python, verá a mensagem exibida na Figura A.2, “Use Python 1.5.2-24 ou mais recente”. Para determinar a versão do Python em seu sistema, use o comando rpm -q python. É altamente recomendável usar o Python 1.5.2-24 ou mais recente.

Figura A.2. Use Python 1.5.2-24 ou mais recente

Se você já registrou seu sistema e tentar registrá-lo novamente, aparece a caixa de diálogo exibida na Figura A.3, “Warning: This System Already Registered”. Se você continuar, sobrescreverá seu arquivo de Certificado Digital (Digital Certificate, /etc/sysconfig/rhn/systemid) e criará um Perfil de Sistema (System Profile) diferente. Você não poderá mais usar seu Perfil de Sistema anterior — certifique-se de que isso é realmente o que você deseja fazer, antes de selecionar Sim (Yes).
Se você sobrescrever um registro de sistema existente, pode apagar o perfil não-usado através do site, em https://rhn.redhat.com.

Figura A.3. Warning: This System Already Registered

A tela de abertura do RHN Registration Client oferece uma breve visão geral dos serviços disponíveis e dos passos necessários para registrar (veja a Figura A.4, “Tela Bem-Vindo” para continuar o processo de registro. Se você clicar em Cancelar, o processo de registro é terminado e nenhuma informação é enviada.

Figura A.4. Tela Bem-Vindo

A Red Hat está comprometida com a proteção de sua privacidade (veja a Figura A.5, “Declaração de Privacidade da Red Hat”). As informações coletadas durante o processo de registro do Red Hat Network são usadas para criar um Perfil do Sistema (System Profile). Este perfil é essencial para receber notificações de atualizações para o seu sistema.

Figura A.5. Declaração de Privacidade da Red Hat

A.3. Registrando uma Conta de Usuário

Antes de você criar um Perfil do Sistema, deve criar uma conta de usuário. As únicas informações necessárias para esta seção são um nome de usuário, uma senha e um endereço de e-mail válido únicos.
Na tela exibida na Figura A.7, “Crie um Nome de Usuário e Senha Únicos”, você deve indicar um nome de usuário e senha. Uma vez autenticado no Red Hat Network, você pode modificar suas preferências, visualizar seu Perfil de Sistema (System Profile) existente ou obter os pacotes de software mais recentes da Red Hat. Você deve escolher um nome de usuário único. Se você indicar um nome já em uso, verá uma mensagem de erro (veja a Figura A.6, “Error: Username Already Exists”). Tente alguns nomes de usuário diferentes até encontrar um que não tenha sido usado.

Figura A.6. Error: Username Already Exists

Nota

Se você já é membro da redhat.com, pode usar os mesmos nome de usuário e senha. No entanto, é necessário continuar o processo de registro para criar seu Perfil de Sistema (System Profile).
Seu nome de usuário tem as seguintes restrições:
  • Não pode conter espaços
  • Não pode conter os caracteres &, +, % ou '
  • Não é sensível a caixa alta e baixa, portanto elimina a possibilidade de duplicar nomes de usuário diferindo apenas pelas letras maiúsculas.
Além disso, as seguintes restrições se aplicam a ambos, nome de usuário e senha:
  • Devem ter, no mínimo, quatro caracteres
  • Não podem conter abas
  • Não podem conter quebras de linha
As senhas são sensíveis à caixa alta e baixa por motivos óbvios.
Se você já registrou uma máquina e criou um Perfil do Sistema (System Profile), pode adicionar uma máquina nova à sua conta. Execute o RHN Registration Client na máquina nova que deseja adicionar e indique seu nome de usuário e senha existentes do Red Hat Network. A nova máquina é adicionada à conta existente, possibilitando a autenticação no Red Hat Network e a visualização de todos os sistemas simultaneamente.

Figura A.7. Crie um Nome de Usuário e Senha Únicos

A maioria dos usuários pode deixar a seção Org Info em branco. Se você tem uma conta de organização existente , trabalhe com seu Administrador do Satellite para garantir que seu sistema seja adicionado àquela conta. Para isto, é necessário indicar o ID e senha da empresa nos campos de texto providos. Se os valores forem válidos, o sistema é adicionado à conta da empresa no Red Hat Network. Então, seu Administrador de Organização pode criar sua conta de usuário através da categoria Users (Usuários) no site do RHN. Consulte a Seção 4.9, “Usuários” para mais instruções.
Clique em Next (Proximo) para continuar.

A.4. Registrando um Perfil de Sistema (System Profile)

Agora que você tem uma conta de usuário, pode criar um Perfil de Sistema (System Profile), que consiste de informações de hardware e software do seu sistema Red Hat Enterprise Linux. As informações do Perfil de Sistema são usadas pelo Red Hat Network para determinar quais notificações de atualização de software você deve receber.

A.4.1. Perfil de Hardware do Sistema

Após criar um nome de usuário e senha para sua conta no Red Hat Network, o RHN Registration Client detecta as seguintes informações sobre seu sistema:
  • Versão do Red Hat Enterprise Linux
  • nome da Máquina
  • Endereço IP
  • Modelo da CPU
  • Velocidade da CPU
  • Quantidade de RAM
  • Dispositivos PCI
  • Tamanhos de disco
  • Pontos de montagem
O próximo passo é escolher um nome de perfil para seu sistema, conforme a Figura A.8, “Perfil do Sistema - Hardware”. O valor padrão é o nome do host dado ao sistema. Você pode modificá-lo para um nome mais descritivo, como Servidor de Email da Equipe de Suporte. Opcionalmente, você pode indicar um número de série ou de identificação do sistema.
Se você não deseja incluir as informações de hardware ou de rede no Perfil do Sistema, desmarque a opção Incluir informações sobre hardware e rede (veja a Figura A.8, “Perfil do Sistema - Hardware”).
Clique em Next (Proximo) para continuar o processo de registro.

Figura A.8. Perfil do Sistema - Hardware

A.4.2. Perfil de Software do Sistema

O perfil do software do sistema consiste de uma lista de pacotes RPM para os quais você deseja receber notificações. O RHN Registration Client exibe uma lista de todos os pacotes do banco de dados RPM em seu sistema e então permite que você personalize a lista desselecionando pacotes.
A.4.2.1. Coletando Informações do Banco de Dados RPM
Somente os pacotes selecionados nesta parte do registro são inclusos em seu Perfil de Sistema e você só recebe notificações sobre os pacotes no seu Perfil de Sistema. Sendo assim, se você usa uma versão antiga de um pacote e o desmarcar da lista, este não será substituído por uma versão nova. Esta lista de RPMs pode ser modificada através do site do Red Hat Network ou através do Red Hat Update Agent. A Figura A.9, “Assistente de Registro (Registration Wizard)” mostra a barra de progresso exibida enquanto o RHN Registration Client coleta a lista de pacotes RPM instalados em seu sistema. Esta operação pode levar algum tempo, dependendo de seu sistema.

Figura A.9. Assistente de Registro (Registration Wizard)

Após criar a lista de pacotes RPM, esta aparece conforme a Figura A.10, “Informações dos Pacotes RPM”. Desmarcando a opção Incluir pacotes RPMs instalados neste sistema em meu Perfil de Sistema (Include RPM Packages installed on this system in my System Profile) omite estas informações de seu System Profile (Perfil de Sistema).

Figura A.10. Informações dos Pacotes RPM

A.4.2.2. Escolhendo os Pacotes RPM a Excluir do Perfil de Sistema
Por padrão, todos os pacotes RPM de seu banco de dados RPM são inclusos em seu Perfil de Sistema a ser atualizado pelo Red Hat Network. Para excluir um pacote, desmarque-o da lista clicando na caixa de verificação ao lado de seu nome. Por exemplo: a Figura A.11, “Escolha os Pacotes RPM a Excluir do Perfil de Sistema” mostra que os pacotes procmail, procps e psgml foram omitidos da lista de pacotes.
Escolha os pacotes a excluir, se houver, do Perfil de Sistema e clique em Next (Proximo) para continuar o processo de registro.

Figura A.11. Escolha os Pacotes RPM a Excluir do Perfil de Sistema

A.5. Finalizando o Registro

Conforme visto na Figura A.12, “Coleta de Informações do Perfil de Sistema Finalizada”, o último passo do registro é confirmar o envio de seu Perfil de Sistema (System Profile) para o Red Hat Network. Se você selecionar Cancelar neste momento, nenhuma informação é enviada. Clicar em Próximo submete seu Perfil de Sistema ao RHN.

Figura A.12. Coleta de Informações do Perfil de Sistema Finalizada

A Figura A.13, “Enviar Perfil de Sistema ao Red Hat Network (Send System Profile to Red Hat Network) ” mostra a barra de progresso exibida enquanto seu perfil é enviado. Este processo pode levar algum tempo, dependendo da velocidade de sua conexão.

Figura A.13. Enviar Perfil de Sistema ao Red Hat Network (Send System Profile to Red Hat Network)

O RHN Registration Client exibe a tela Registration Finished (Registro Finalizado), Figura A.14, “Registro Finalizado” quando seu Perfil de Sistema é enviado com sucesso. Clique em Terminar para sair do RHN Registration Client.
Após completar o registro, você deve apontar seu sistema a um nível de serviço do RHN. Consulte a Seção A.6, “Apontando Direitos a Seu Sistema” para mais detalhes.

Figura A.14. Registro Finalizado

A.6. Apontando Direitos a Seu Sistema

Agora que você registrou seu sistema, este deve ter direitos atribuídos antes que possa receber pacotes atualizados. Em outras palavras: você deve subscreve-lo a um nível de serviço disponível.
Para atrelar um direito a um sistema, visite http://rhn.redhat.com e autentique-se com os mesmos nome de usuário e senha que você acabou de usar no RHN Registration Client. Clique em Systems (Sistemas) na barra de navegação superior e então em Systems Entitlements (Direitos do Sistema) na barra de navegação esquerda.
A página Direitos do Sistema exibe os seguintes itens:
  • uma lista dos sistemas para os quais o usuário pode escolher nível de direito
  • os direitos atuais atualmente aplicados a cada um destes sistemas
  • botões que permitem que o usuário mude o nível de direito
  • uma visão geral do número e tipos de direitos adquiridos pela organização e que continuem disponíveis
Para mudar o nível de direitos de um ou mais sistemas, marque as caixas de verificação à esquerda do nome do sistema e clique no botão apropriado para o nível de direito desejado. Note que você deve aplicar um nível de direito à Gerenciamento (Management) a um sistema antes que você possa adicionar um direito à Provisionamento (Provisioning). Você pode mudar direitos para qualquer nível disponível a qualquer momento.

Nota

A remoção de um direito necessário (por exemplo, Provisioning) não cancelará uma ação previamente agendada (por exemplo, um kickstart).
À medida que você vai mudando os direitos selecionados para os seus sistemas, o número de direitos disponíveis vai sendo atualizado na parte inferior da tela.

A.7. Cliente de Registro do RHN em Modo Texto

Se você não está rodando o Sistema X Window, o RHN Registration Client é iniciado no modo texto.
Você pode forçar o RHN Registration Client a rodar no modo texto com o comando:
      rhn_register --nox
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As telas do modo texto do RHN Registration Client são quase idênticas às telas gráficas do RHN Registration Client. Partes do texto na versão do modo texto são mais concisas devido à falta de espaço na interface. Entretanto, há um número igual de telas e campos em ambas versões. Consequentemente, mesmo se você estiver usando a versão em modo texto, pode seguir as instruções a partir da Seção A.2, “Iniciando o RHN Registration Client.

Figura A.15. Tela Bem-Vindo em Modo Texto sem Formatação

Apêndice B. Ferramentas de Administração de Configuração na Linha de Comandos

Além das opções providas no site do RHN, o Red Hat Network também oferece duas ferramentas de linha de comando para administrar os arquivos de configuração de um sistema: o Red Hat Network Configuration Client (Red Hat Network Cliente de Configuração) e o Red Hat Network Configuration Manager (Red Hat Network Gerenciador de Configuração). Há uma ferramenta complementar, Red Hat Network Actions Control (Red Hat Network Controle de Ações), usada para habilitar e desabilitar a administração de configuração nos sistemas cliente. Se você ainda não tem estas ferramentas instaladas, pode encontrá-las no canal filho RHN Tools (Ferramentas RHN) de seu sistema operacional.

Nota

Tenha em mente que, sempre que um arquivo de configuração é implementado através do RHN, é feito um backup do arquivo anterior incluindo seu caminho completo no diretório /var/lib/rhncfg/backups/ do sistema em questão. O backup mantém seu nome de arquivo, porém com uma extensão .rhn-cfg-backup anexada.

B.1. Red Hat Network Actions Control

A aplicação Red Hat Network Actions Control (rhn-actions-control) é usada para habilitar e desabilitar a administração de configuração de um sistema. Os sistemas clientes não podem ser administrados desta maneira por padrão. Com esta ferramenta, os Administradores do Satellite podem habilitar ou desabilitar modos específicos de ações permitidas, como implementar um arquivo de configuração ao sistema ou carregar (upload) um arquivo do sistema ou invocar diff no que é administrado num sistema contra o que está disponível no momento ou então permitir rodar comandos remotos arbitrários. Estes modos diversos são habilitados/desabilitados ao inserir/remover arquivos e diretórios no diretório /etc/sysconfig/rhn/allowed-actions/. Devido às permissões padrões do diretório /etc/sysconfig/rhn/, O Controle de Ações do RHN provavelmente deverá ser executado por alguém com acesso root.

B.1.1. Opções gerais da linha de comandos

Há uma página man disponível, como ocorre com a maioria das ferramentas da linha de comando, mas como o uso desta ferramenta é bastante simples, pode ser descrito aqui. Simplesmente decida quais ações agendadas do RHN devem ser habilitadas para administradores de sistemas. As opções seguintes habilitam os vários modos de ações agendadas:
Expand
Tabela B.1. opções rhn-actions-control
Opção Descrição
--enable-deploy Permite ao rhncfg-client empregar arquivos.
--enable-diff Permite ao rhncfg-client executar diff em arquivos.
--enable-upload Permite ao rhncfg-client fazer upload de arquivos.
--enable-mtime-upload Permite ao rhncfg-client fazer upload do mtime.
--enable-all Permite ao rhncfg-client habilitar tudo.
--enable-run Habilita script.run
--disable-deploy Desabilita a implementação.
--disable-diff Desabilita o diff
--disable-upload Desabilita o upload
--disable-mtime-upload Desabilita o upload do mtime
--disable-all Desabilita todas as opções
--disable-run Desabilita o script.run
--report Relata se os modos estão habilitados ou desabilitados
-f, --force Força a operação sem questionar
-h, --help exibe a mensagem de ajuda e fecha
Uma vez determinado o modo — e para muitos, o rhn-actions-control --enable-all é comum — seu sistema está pronto para administração da configuração através do RHN.
Como o nome implica, o Red Hat Network Configuration Client (rhncfg-client) é instalado e executado através de um sistema cliente separado. A partir deste, você pode obter o conhecimento sobre como o RHN emprega os arquivos de configuração nos clientes.
O Red Hat Network Configuration Client oferece estes modos principais: listar (list), obter (get), canais (channels), diff e verificar (verify).

B.2.1. Listando Arquivos de Configuração

Para listar os arquivos de configuração da máquina e das etiquetas dos canais de configuração que as contém, execute o comando:
rhncfg-client list
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O resultado se parece com a lista seguinte:
 Config Channel File config-channel-17 /etc/example-config.txt config-channel-17 /var/spool/aalib.rpm config-channel-14 /etc/rhn/rhn.conf 
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Estes são os arquivos de configuração que se aplicam ao seu sistema. Entretanto, pode haver arquivos duplicados em outros canais. Por exemplo: invoque o seguinte comando:
rhncfg-manager list config-channel-14
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e observe o seguinte resultado:
 Files in config channel 'config-channel-14' /etc/example-config.txt /etc/rhn/rhn.conf 
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Então, você pode se perguntar onde foi parar a segunda versão do /etc/example-config.txt. A posição do arquivo /etc/example-config.txt no config-channel-17 era mais alta que a posição do mesmo arquivo no config-channel-14. Consequentemente, a versão do arquivo de configuração no config-channel-14 não é empregada no sistema, apesar do arquivo ainda constar do canal. O comando rhncfg-client não lista o arquivo porque não será empregado neste sistema.

B.2.2. Obtendo um Arquivo de Configuração

Para fazer o download do arquivo de configuração mais importante para a máquina, execute o comando:
rhncfg-client get /etc/example-config.txt
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Você deve observar um resultado parecido com:
Deploying /etc/example-config.txt 
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Então, você pode ver o conteúdo do arquivo com less ou um outro paginador. Note que o arquivo é selecionado como o mais importante baseado na posição do canal de configuração que o contém. Isso é feito na aba Configuration (Configuração) da página System Details (Detalhes do Sistema). Consulte a Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)” para instruções.

B.2.3. Visualizando Canais de Configuração

Para visualizar as etiquetas e nomes dos canais de configuração que se aplicam ao sistema, submeta o comando:
rhncfg-client channels
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Você deve observar um resultado parecido com:
 Config channels: Label Name ----- ---- config-channel-17 config chan 2 config-channel-14 config chan 1 
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A tabela seguinte lista as opções do rhncfg-client get:
Expand
Tabela B.2. opções do rhncfg-client get
Opção Descrição
--topdir=TOPDIR Tornar todas as operações de arquivo relativas a este string.
-h, --help Exibe a mensagem de ajuda e fecha

B.2.4. Diferenciando entre arquivos de configuração

Para ver as diferenças entre os arquivos de configuração empregados no sistema e aqueles armazenados no RHN, submeta o comando:
rhncfg-client diff
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O resultado se parece com:
 --- /tmp/@3603.0.rhn-cfg-tmp 2004-01-13 14:18:31.000000000 -0500 +++ /etc/example-config.txt 2003-12-16 21:35:32.000000000 -0500 @@ -1,3 +1,5 @@ +additional text 
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Além disso, você pode incluir a opção --topdir para comparar arquivos de configuração do RHN com aqueles situados numa localização arbitrária (e não usada) do sistema cliente, como:
 [root@ root]# rhncfg-client diff --topdir /home/test/blah/ /usr/bin/diff: /home/test/blah/etc/example-config.txt: No such file or directory /usr/bin/diff: /home/test/blah/var/spool/aalib.rpm: No such file or directory 
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B.2.5. Verificando arquivos de configuração

Para determinar rapidamente se os arquivos de configuração do cliente são diferentes daqueles associados no RHN, submeta o comando:
rhncfg-client verify
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O resultado se parece com:
 modified /etc/example-config.txt /var/spool/aalib.rpm 
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O arquivo example-config.txt está modificado localmente, enquanto o aalib.rpm não.
A tabela seguinte lista as opções do rhncfg-client verify:
Expand
Tabela B.3. opções do rhncfg-client verify
Opção Descrição
-v, --verbose Aumenta a quantidade de detalhes do resultado. Apresenta as diferenças do modo, permissões do proprietário e do grupo, do arquivo de configuração específico.
-h, --help Exibe a mensagem de ajuda e fecha

B.3. Red Hat Network Configuration Manager

Ao contrário do Red Hat Network Configuration Client, o Red Hat Network Configuration Manager (rhncfg-manager) é desenvolvido para manter o repositório central de arquivos e canais de configuração do RHN e não aqueles localizados nos sistemas cliente. Esta ferramenta oferece uma alternativa de linha de comando às funcionalidades de administração de configuração do site do RHN, assim como a habilidade de elaborar scripts para partes ou para toda a manutenção relacionada.
Seu uso é direcionado aos Administradores de Configuração e requer um nome de usuário e senha do RHN que tenham as permissões apropriadas definidas. O nome de usuário pode ser especificado em /etc/sysconfig/rhn/rhncfg-manager.conf ou na seção [rhncfg-manager] de ~/.rhncfgrc.
Quando o Red Hat Network Configuration Manager é executado como root, tenta trazer valores de configuração necessários do Red Hat Update Agent. Quando executado com qualquer outro usuário além de root, talvez seja preciso efetuar alterações de configuração no arquivo ~/.rhncfgrc. O arquivo da sessão é guardado no cache de ~/.rhncfg-manager-session a fim de evitar a autenticação para cada comando.
O tempo limite padrão do Red Hat Network Configuration Manager é 30 minutos. Para alterar este valor, adicione a opção server.session_lifetime e o novo valor ao arquivo /etc/rhn/rhn.conf no servidor rodando o administrador, como:
 server.session_lifetime = 120 
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O Red Hat Network Configuration Manager oferece estes modos principais: adicionar (add), criar canal (create-channel), diferenciação (diff), diferenciação entre revisões (diff-revisions), download de canal (download-channel), obter (get), listar (list), listar canais (list-channels), remover (remove), remover canal (remove-channel), revisões (revisions), atualizar (update) e fazer upload de canal (upload-channel).
Cada modo oferece seu próprio conjunto de permissões, que pode ser visto ao executar o comando seguinte:
 rhncfg-manager mode --help 
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Substitua mode pelo nome do modo a ser inspecionado:
rhncfg-manager diff-revisions --help
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Você pode ver esta lista de opções para o modo adicionar (add) na Seção 4.4.2.10, “Detalhes do Sistema (System Details)”

B.3.1. Criando um Canal de Configuração

Para criar um canal de configuração para sua empresa, execute o comando:
 rhncfg-manager create-channel channel-label
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Se for necessário, indique seu nome de usuário e senha do RHN. O resultado é semelhante a este:
 Red Hat Network username: rhn-user Password: Creating config channel channel-label Config channel channel-label created 
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Após criar o canal de configuração, use os modos remanescentes listados acima para popular e manter aquele canal.

B.3.2. Adicionando Arquivos a um Canal de Configuração

Para adicionar um arquivo a um canal de configuração, especifique a etiqueta do canal, assim como o arquivo local para upload. Por exemplo:
 rhncfg-manager add --channel=channel-label /path/to/file
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Além da etiqueta do canal e do caminho para o arquivo necessário, você deve usar as opções disponíveis para modificar o arquivo durante sua adição. Por exemplo, você pode alterar o caminho e o nome do arquivo, incluindo a opção --dest-file no comando. Por exemplo:
 rhncfg-manager add --channel=channel-label--dest-file=/new/path/to/file.txt/path/to/file
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O resultado se parece com:
 Pushing to channel example-channel Local file >/path/to/file -> remote file /new/path/to/file.txt 
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A tabela seguinte lista as opções do rhncfg-manager add:
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Tabela B.4. opções do rhncfg-manager add
Opção Descrição
-cCHANNEL --channel=CHANNEL Faz o upload de arquivos para este canal de configuração
-dDEST_FILE --dest-file=DEST_FILE Faz o upload do arquivo conforme este caminho
--delim-start=DELIM_START Inicia o delimitador para intercalar variáveis
--delim-end=DELIM_END Finaliza o delimitador para intercalar variáveis
-h, --help exibe a mensagem de ajuda e fecha

Nota

Por padrão, o tamanho máximo de arquivo para arquivos de configuração é 128KB. Se você precisar modificar este valor, encontre ou crie a seguinte linha no arquivo /etc/rhn/default/rhn_web.conf:
web.maximum_config_file_size=128
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Além disso, encontre ou crie a seguinte linha no arquivo /etc/rhn/default/rhn_server.conf:
maximum_config_file_size=128
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Em ambos locais, mude o valor de 128 para qualquer limite que você deseja em bytes.

B.3.3. Diferenciando entre os Arquivos de Configuração mais Recentes

Para ver as diferenças entre os arquivos de configuração no disco e as revisões mais recentes de um canal, execute o comando:
 rhncfg-manager diff --channel=channel-label --dest-file=/path/to/file.txt \ /local/path/to/file
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Você deve observar um resultado parecido com:
 /tmp/dest_path/example-config.txt /home/test/blah/hello_world.txt --- /tmp/dest_path/example-config.txt config_channel: example-channel revision: 1 +++ /home/test/blah/hello_world.txt 2003-12-14 19:08:59.000000000 -0500 @@ -1 +1 @@ -foo +hello, world 
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A tabela seguinte lista as opções do rhncfg-manager diff:
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Tabela B.5. opções do rhncfg-manager diff
Opção Descrição
-cCHANNEL, --channel=CHANNEL Obtém arquivo(s) deste canal de configuração
-rREVISION, --revision=REVISION Usa esta revisão
-dDEST_FILE, --dest-file=DEST_FILE Faz o upload do arquivo conforme este caminho
-tTOPDIR, --topdir=TOPDIR Torna todos os arquivos relativos a este string
-h, --help Exibe a mensagem de ajuda e fecha

B.3.4. Diferenciando entre Versões Diversas

Para comparar versões diferentes de um arquivo dentre canais e revisões, use a opção -r para indicar qual revisão do arquivo deve ser comparada e a opção -n para identificar os dois canais a serem verificados. Consulte a Seção B.3.11, “Determinando o Número de Revisões do Arquivo” para instruções. Especifique somente o nome de um arquivo aqui, já que você está comparando o arquivo a uma outra versão do mesmo. Por exemplo:
 rhncfg-manager diff-revisions -n=channel-label1-r=1-n=channel-label2-r=1/path/to/file.txt
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O resultado se parece com:
 --- /tmp/dest_path/example-config.txt 2004-01-13 14:36:41 \ config channel: example-channel2 revision: 1 --- /tmp/dest_path/example-config.txt 2004-01-13 14:42:42 \ config channel: example-channel3 revision: 1 @@ -1 +1,20 @@ -foo +blaaaaaaaaaaaaaaah +-----BEGIN PGP SIGNATURE----- +Version: GnuPG v1.0.6 (GNU/Linux) +Comment: For info see http://www.gnupg.org + +iD8DBQA9ZY6vse4XmfJPGwgRAsHcAJ9ud9dabUcdscdcqB8AZP7e0Fua0NmKsdhQCeOWHX +VsDTfen2NWdwwPaTM+S+Cow= +=Ltp2 +-----END PGP SIGNATURE----- 
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A tabela seguinte lista as opções do rhncfg-manager diff-revisions:
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Tabela B.6. opções do rhncfg-manager diff-revisions
Opção Descrição
-cCHANNEL, --channel=CHANNEL Usa este canal de configuração
-rREVISION, --revision=REVISION Usa esta revisão
-h, --help Exibe a mensagem de ajuda e fecha

B.3.5. Fazendo o Download de Todos Arquivos de um Canal

Para fazer o download de todos os arquivos de um canal para o disco, crie um diretório e execute o seguinte comando:
	 rhncfg-manager download-channel channel-label --topdir . 
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O resultado se parece com:
 Copying /tmp/dest_path/example-config.txt -> \ blah2/tmp/dest_path/example-config.txt 
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A tabela seguinte lista as opções do rhncfg-manager download-channel:
Expand
Tabela B.7. opções do rhncfg-manager download-channel
Opção Descrição
-tTOPDIR, --topdir=TOPDIR O diretório ao qual todas os caminhos de arquivo são relativos. Esta opção deve ser definida.
-h, --help Exibe a mensagem de ajuda e fecha

B.3.6. Obtendo o Conteúdo de um Arquivo

Para direcionar o conteúdo de um arquivo específico para stdout, execute o comando:
 rhncfg-manager get --channel=channel-label \ /tmp/dest_path/example-config.txt 
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Você deve observar o conteúdo do arquivo como resultado.

B.3.7. Listando Todos Arquivos de um Canal

Para listar todos os arquivos de um canal, execute o comando:
 rhncfg-manager list channel-label
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Você deve observar um resultado parecido com:
 Files in config channel `example-channel3': /tmp/dest_path/example-config.txt 
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A tabela seguinte lista as opções do rhncfg-manager get:
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Tabela B.8. opções do rhncfg-manager get
Opção Descrição
-cCHANNEL, --channel=CHANNEL Obtém arquivo(s) deste canal de configuração
-tTOPDIR, --topdir=TOPDIR Torna todos os arquivos relativos a este string
-rREVISION, --revision=REVISION Obter esta revisão do arquivo
-h, --help Exibe a mensagem de ajuda e fecha

B.3.8. Listando Todos Canais de Configuração

Para listar todos os canais de configuração da sua empresa, execute o comando:
 rhncfg-manager list-channels 
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O resultado se parece com:
 Available config channels: example-channel example-channel2 example-channel3 config-channel-14 config-channel-17 
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Note que este comando não lista os canais local_override ou server_import.

B.3.9. Removendo um Arquivo de um Canal

Para remover um arquivo de um canal, execute o comando:
 rhncfg-manager remove --channel=channel-label /tmp/dest_path/example-config.txt
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Se for necessário, indique seu nome de usuário e senha do RHN. Você deve observar um resultado semelhante a:
 Red Hat Network username: rhn-user Password: Removing from config channel example-channel3 /tmp/dest_path/example-config.txt removed 
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A tabela seguinte lista as opções do rhncfg-manager remove:
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Tabela B.9. opções do rhncfg-manager remove
Opção Descrição
-cCHANNEL, --channel=CHANNEL Remove arquivos deste canal de configuração
-tTOPDIR, --topdir=TOPDIR Torna todos os arquivos relativos a este string
-h, --help Exibe a mensagem de ajuda e fecha

B.3.10. Apagando um Arquivo de Configuração

Para eliminar um canal de configuração de sua empresa, execute o comando:
rhncfg-manager remove-channel channel-label 
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O resultado se parece com:
 Removing config channel example-channel Config channel example-channel removed 
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B.3.11. Determinando o Número de Revisões do Arquivo

Para descobrir quantas revisões (as revisões vão de 1 a N, sendo N um número inteiro maior que 0) de um arquivo/caminho existem num canal, execute o seguinte comando:
 rhncfg-manager revisions channel-label /tmp/dest_path/example-config.txt 
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O resultado se parece com:
 Analyzing files in config channel example-channel \ /tmp/dest_path/example-config.txt: 1 
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B.3.12. Atualizando um Arquivo de um Canal

Para criar uma nova revisão de um arquivo num canal (ou adicionar a primeira revisão neste canal, caso nenhuma exista antes para o caminho provido), execute o seguinte comando:
 rhncfg-manager update \ --channel=channel-label --dest-file=/path/to/file.txt /local/path/to/file
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O resultado se parece com:
 Pushing to channel example-channel: Local file example-channel/tmp/dest_path/example-config.txt -> \ remote file /tmp/dest_path/example-config.txt 
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A tabela seguinte lista as opções do rhncfg-manager update:
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Tabela B.10. opções do rhncfg-manager update
Opção Descrição
-cCHANNEL, --channel=CHANNEL Faz o upload de arquivos para este canal de configuração
-dDEST_FILE, --dest-file=DEST_FILE Faz o upload do arquivo conforme este caminho
-tTOPDIR, --topdir=TOPDIR Torna todos os arquivos relativos a este string
--delim-start=DELIM_START Inicia o delimitador para intercalar variáveis
--delim-end=DELIM_END Finaliza o delimitador para intercalar variáveis
-h, --help Exibe a mensagem de ajuda e fecha

B.3.13. Upload de Arquivos Múltiplos

Para fazer o upload de arquivos múltiplos do disco local para um canal de configuração de uma vez, execute o comando:
 rhncfg-manager upload-channel --topdir=topdir channel-label
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O resultado se parece com:
 Using config channel example-channel4 Uploading /tmp/ola_world.txt from blah4/tmp/ola_world.txt 
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A tabela seguinte lista as opções do rhncfg-manager upload-channel:
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Tabela B.11. opções do rhncfg-manager upload-channel
Opção Descrição
-tTOPDIR, --topdir=TOPDIR O diretório ao qual todas os caminhos de arquivo são relativos
-cCHANNEL, --channel=CHANNEL Lista dos canais aos quais as informações de configuração serão salvas (uploaded). Os canais são delimitados por ','. Exemplo: --channel=foo,bar,baz
-h, --help Exibe a mensagem de ajuda e fecha

Apêndice C. Acesso ao RHN API

No intuito de oferecer maior flexibilidade aos clientes, o RHN disponibiliza uma interface de programação de aplicativo (API, application programming interface). Esta interface pode ser acessada clicando no botão Ajuda no canto superior direito do site do RHN e então clicando em API na barra de navegação à esquerda. Ou você pode acessá-la diretamente em https://rhn.redhat.com/rpc/api/. Use esta URL para seu servidor XMLRPC, assim como para seu navegador.
A API do RHN é baseada em XML-RPC, o que permite a partes distintas do software em sistemas díspares fazerem chamadas remotas de procedimento usando XML sobre HTTP. Por este motivo, quaisquer chamadas que você fizer devem atender às condições do XML-RPC. Você pode obter mais informações em http://www.xmlrpc.com/.
Esta seção evita uma lista de classes e métodos disponíveis para favorecer dicas de uso eficiente da API. Estas incluem os passos para determinar os valores necessários, e um exemplo de script que executa algumas das chamadas.

C.1. Usando a Classe auth e Obtendo a Sessão

Vale notar que, na maioria das vezes, você usará a classe auth primeiro. Esta classe oferece um único método, a autenticação. Use-a para estabelecer uma sessão do RHN. Requer os valores de três parâmetros: nome do usuário, senha e duração. Os dois primeiros vêm diretamente da sua conta RHN, enquanto o terceiro é o tempo em segundos que a sessão deve durar; geralmente 1.200. Este retorna um código da sessão, que pode ser usado em todos os outros métodos.

C.2. Obtendo o system_id (ID do sistema)

Muitos dos métodos requerem um valor para o parâmetro system_id. Este é o valor alfa-numérico único atribuído a cada sistema quando registrado no RHN. Pode ser encontrado no arquivo /etc/sysconfig/rhn/systemid de cada máquina. Além disso, você pode usar o método download_system_id na classe do sistema para obter o valor.

C.3. Determinando o sid (ID do servidor)

Muitos métodos requerem um valor para o sid, ou servidor ID, parâmeter. Note que isto é diferente de system_id. Você pode determinar o sid de uma máquina de duas formas diferentes:
  • A primeira opçao é se autenticar no Website da RHN, clique no nome de um sistema e veja o sid ao final da URL na barra de localização. Ele segue o símbolo "=" e é parte de uma faixa que lembra o seguinte: "systems/details/Overview.do?sid=1003486534".
  • A segunda opção é usar o método list_user_systems dentro da classe do sistema para obter uma lista de sistemas disponíveis para o usuário que contém o associado sids.

C.4. Visualizando o cid (ID do canal)

Assim como os servidores, os canais (channels) têm seus próprios IDs. Este valor, o cid, é um parâmetro necessário para alguns métodos, inclusive set_base_channel e set_child_channels. Também como o sid, o cid pode ser obtido através do site do RHN. Apenas clique no nome de um canal e veja o fim da URL. Aparece logo após o símbolo de igual "=" e é parte de um string que se parece com: "ChannelDetail.do?cid=54".

C.5. Obtendo o sgid (ID do grupo de sistemas)

Os grupos de sistemas também têm seus próprios IDs. Este valor, o sgid, é um parâmetro necessário para o método set_group_membership, por exemplo. Como o sid e o cid, o sgid pode ser obtido através do site do RHN. Apenas clique no nome de um grupo de sistemas e veja o final da URL. Aparece em seguida do símbolo de igual "=", como parte de um string que se parece com: "details.pxt?sgid=334958". Note que o parâmetro membro no método set_group_membership requer somente sim ou não como input para fazer a associação.

C.6. Rótulos de Canais

A arquitetura do canal nem sempre é clara a partir do rótulo do canal. Abaixo segue uma lista que mostra a correspondência entre os rótulos de canais e o título oficial da arquitetura que eles servem.
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Tabela C.1. Rótulos de Canais
Rótulos de Canais Plataforma
channel-i386-sun-solaris i386 Solaris
channel-ia32 IA-32
channel-ia64 IA-64
channel-sparc Sparc
channel-alpha Alpha
channel-s390 IBM S/390
channel-s390x IBM System z
channel-iSeries IBM eServer System i
channel-pSeries IBM eServer System p
channel-x86_64 AMD64 and Intel EM64T
channel-ppc PPC
channel-ppc64 64-bit PowerPC
channel-sparc-sun-solaris Sparc Solaris
Este é particularmente necessário para saber o método channel.software.create.

C.7. Amostra de Script API

A amostra de script a seguir descreve como criar um cliente API do RHN. Reveja os comentários e links para acessar uma discussão completa das chamadas feitas.

Nota

O script se refere mais sobre perdoar como as pessoas utilizam as chamadas de função de API. Por esta razão os scripts do API aceitam um inteiro único ou uma faixa de inteiros.
#!/usr/bin/perl -w

use strict;
use Frontier::Client;
use Data::Dumper;

############################################################################
# This is a sample script for use of the experimental RHN Management APIs. #
# The API is currently available using XMLRPC only, which is described in  #
# depth at:                                                                #
#                                                                          #
# http://www.xmlrpc.com/                                                   #
#                                                                          #
# We use the Frontier modules, available from:                             #
#                                                                          #
# http://theoryx5.uwinnipeg.ca/mod_perl/cpan-search?dist=Frontier-RPC      #
#                                                                          #
############################################################################


############################################################################
#   Defining an XMLRPC session.                                            #
############################################################################

# Define the host first.  This will be the FQDN of your satellite system.
my $HOST = 'satellite.server.yourdomain.com';

# Now we create the client object that will be used throughout the session.

my $client = new Frontier::Client(url => "http://$HOST/rpc/api");

# Next, we execute a login call, which returns a session identifier that will
# be passed in all subsequent calls.  The syntax of this call is described at:
#
#   http://$HOST/rpc/api/auth/login/

my $session = $client->call('auth.login', 'username', 'password');

############################################################################
#   System calls.                                                          #
############################################################################

# This next call returns a list of systems available to the user.  The 
# syntax of this call is described at:
#
#   http://$HOST/rpc/api/system/list_user_systems/
#
# In the code snippet below, we dump data about our systems, and we 
# capture the ID of the first system we find for future operations.

my $systems = $client->call('system.list_user_systems', $session);
for my $system (@$systems) {
  print Dumper($system);
}
print "

Capturing ID of system @$systems[0]->{name}

";
my $systemid = @$systems[0]->{id};

# This next call returns a list of packages present on this system.  The
# syntax of this call is described at:
#
#   http://$HOST/rpc/api/system/list_packages/
#
# This will probably be a pretty long list.

my $packages = $client->call('system.list_packages', $session, $systemid);
for my $package (@$packages) {
  print Dumper($package);
}

# Additional system calls are described at:
#   http://$HOST/rpc/api/system/
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Apêndice D. Probes

Conforme descrito na Seção 4.10, “Monitoring”, os sistemas com o direito à Monitoramento podem ter probes (detecções) aplicadas a eles para constantemente confirmar sua saúde e operabilidade total. Este apêndice lista as probes disponíveis divididas por grupo de comando, como o Apache.
Muitas probes que monitoram aspectos internos de seus sistemas (como o Linux::Disk Usage) ao invés de aspectos externos (como o probe do Network Services::SSH), requerem a instalação do Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd). Este requisito é notado dentro da referência individual da probe.
Cada probe tem sua própria referência que identifica os campos necessários (marcados com um *), valores padrões e os limites que podem ser definidos para ativar os alertas. Da mesma forma, o início da seção de cada grupo de comando contém informações aplicáveis a todas as probes deste grupo. A Seção D.1, “Diretrizes das Probes” cobre as regras gerais; as seções restantes examinam as probes separadamente.

Nota

Quase todas as probes usam o Protocolo de Controle de Transmissão (TCP) como seu protocolo de transporte. As exceções são notadas nas referências da própria probe.

D.1. Diretrizes das Probes

As diretrizes gerais a seguir detalham o significado de cada estado da probe e oferecem instruções para configurar os limites de suas probes.
A lista seguinte oferece uma breve descrição do significado de cada estado de probe:
Desconhecido (Unknown)
As probes que não são capazes de coletar os resultados necessários para determinar o estado da probe. A maioria (mas não todas) das probes chega neste estado quando ultrapassa seu período timeout (tempo limite). As probes neste estado também podem ter sido configuradas incorretamente.
Pendente (Pending)
As probes cujos dados não foram recebidos pelo RHN Satellite . É normal novas probes recaírem neste estado. No entanto, se isso ocorrer com todas as probes, sua infra-estrutura de monitoramento pode estar falhando.
OK
As probes efetuadas com sucesso, sem nenhum erro. Este é o estado desejado para todas as probes.
Aviso (Warning)
As probes que ultrapassaram seus limites de aviso (WARNING).
Crítico (Critical)
As probes que ultrapassaram seus limites críticos (CRITICAL) ou atingiram este estado através de outras maneiras. Algumas probes tornam-se críticas ao ultrapassarem seu tempo limite (timeout period).
Ao adicionar probes, selecione limites significativos que, ao serem ultrapassados, notificam a você e seus administradores sobre problemas na sua infra-estrutura. Os períodos de timeout são inseridos em segundos ou conforme indicado. As exceções destas regras são mencionadas nas referências específicas das probes.

Importante

Algumas probes têm limites baseados em tempo. Para que os limites de CRITICAL e WARNING funcionem conforme pretendidos, seus valores não podem ultrapassar o tempo alocado para o período de expiração. Caso contrário, será retornado um estado desconhecido (UNKNOWN) para todas as instâncias da latência extendida, assim anulando os limites. Por este motivo, a Red Hat recomenda garantir que os períodos de expiração ultrapassem todos os limites de tempo.
Lembre-se que a Red Hat recomenda rodar suas probes sem notificações por um tempo, a fim de estabelecer o desempenho base de cada um de seus sistemas. Mesmo que os valores padrões providos para as probes atendam às suas necessidades, cada empresa tem um ambiente diferente, que pode precisar de limites diferentes.

D.2. Apache 1.3.x e 2.0.x

As probes desta seção podem ser aplicadas às instâncias do Apache Web server. Apesar dos valores padrões presumirem que você aplicará estas probes usando HTTP padrão, você também pode usá-los através de conexões seguras alterando o protocolo da aplicação para https e a porta para 443.

D.2.1. Apache::Processos

A probe Apache::Processes monitora os processo executados num Apache Web server e coleta as seguintes medidas:
  • Data Transferred Per Child (dados transferidos por filho) — Registra as informações de transferência de dados somente nos filhos separadamente. Um processo filho é aquele criado a partir de um processo pai ou outro processo.
  • Dados Transferidos Por Slot — A quantidade acumulada de dados transferidos por um processo filho que reinicia. O número de slots é configurado no arquivo httpd.conf usando a configuração MaxRequestsPerChild.
A diretiva ExtendedStatus do arquivo httpd.conf do servidor Web deve ser definida como On para esta probe funcionar apropriadamente.
Expand
Tabela D.1. Configuração da Apache::Processes
Campo Valor
Protocolo da Aplicação* http
Porta* 80
Nome de Caminho* /server-status
Agente do Usuário* NOCpulse-ApacheUptime/1.0
Nome de usuário
Senha
Tempo Limite* 15
Megabytes Máximos Críticos Transferidos Por Filho
Megabytes do Aviso Máximos Transferidos Por Filho
Megabytes Máximos Críticos Transferidos Por Slot
Megabytes Máximos do Aviso Transferidos Por Slot

D.2.2. Apache::Traffic

A probe Apache::Traffic monitora os pedidos num Apache Web server e coleta os seguintes resultados:
  • Pedidos Correntes — O número de pedidos sendo processados pelo servidor no momento da execução da probe.
  • Taxa de Pedidos — Os acessos ao servidor por segundo desde a última vez que a probe foi executada.
  • Tráfego — Os kilobytes de tráfego que o servidor processou por segundo desde a última vez que a probe foi executada.
A diretiva ExtendedStatus do arquivo httpd.conf do servidor Web deve ser definida como On para esta probe funcionar apropriadamente.
Expand
Tabela D.2. Configuração da Apache::Traffic
Campo Valor
Protocolo da Aplicação* http
Porta* 80
Nome de Caminho* /server-status
Agente do Usuário* NOCpulse-ApacheUptime/1.0
Nome de usuário
Senha
Tempo Limite* 15
Máximo de Pedidos Correntes Críticos (número)
Máximo de Pedidos Correntes do Aviso (número)
Taxa Máxima Crítica de Pedidos (eventos por segundo)
Taxa Máxima de Pedidos do Aviso (eventos por segundo)
Tráfego Máximo Crítico (kilobytes por segundo)
Tráfego Máximo do Aviso (kilobytes por segundo)

D.2.3. Apache::Uptime

A Apache::Uptime armazena o tempo acumulado desde que o servidor Web foi iniciado pela última vez. Nenhum resultado é coletado por esta probe, que é desenvolvida para ajudar a registrar acordos de nível de serviço (service level agreements, SLAs).
Expand
Tabela D.3. Configuração da Apache::Uptime
Campo Valor
Protocolo da Aplicação* http
Porta* 80
Nome de Caminho* /server-status
Agente do Usuário* NOCpulse-ApacheUptime/1.0
Nome de usuário
Senha
Tempo Limite* 15

D.3. BEA WebLogic 6.x e mais recente

As probes desta seção (com exceção do Conjunto de Conexões JDBC) podem ser configuradas para monitorar as propriedades de qualquer servidor BEA WebLogic 6.x e mais recente (Administration ou Managed) rodando numa máquina, até mesmo num ambiente em cluster. O monitoramento de um cluster é feito ao enviar todos os pedidos SNMP para o Servidor de Administração (Administration Server) do domínio e então solicitando dados individuais aos seus Servidores Gerenciados (Managed Servers).
Para obter este nível mais alto de granularidade, o parâmetro BEA Domain Admin Server deve ser usado para diferenciar entre o Servidor de Administração (Administration Server) recebendo pedidos SNMP e o Servidor Gerenciado (Managed Server) passando pela probe específica. Se a máquina a ser detectada é o Servidor de Administração (Administration Server), então o parâmetro BEA Domain Admin Server pode ser deixado em branco e ambos, os pedidos SNMP e a probe, serão enviados somente a este.
Se a máquina a ser detectada é um Servidor Gerenciado (Managed Server), então o endereço IP do Servidor de Administração (Administration Server) deve ser provido no parâmetro BEA Domain Admin Server e o nome do Servidor Gerenciado (Managed Server) deve ser incluso no parâmetro BEA Server Name e anexo no final do campo SNMP Community String. Isto faz com que os pedidos SNMP sejam enviados à máquina do Servidor de Administração (Administration Server), conforme solicitado, mas redireciona a probe específica à máquina do Servidor Gerenciado (Managed Server).
É importante notar também que o string community, necessário para rodar probes em máquinas de Servidor Gerenciado (Managed Server), deve estar na forma community_prefix@managed_server_name para que o pedido SNMP retorne resultados para o Servidor Gerenciado (Managed Server) desejado. Finalmente, o SNMP deve ser ativado em cada sistema monitorado. O suporte ao SNMP pode ser ativado e configurado através do Console do WebLogic.
Por favor, consulte a documentação que acompanha seu servidor BEA ou as informações do site da BEA para obter mais detalhes sobre as convenções de nomenclatura do string community da BEA: http://e-docs.bea.com/wls/docs70/snmpman/snmpagent.html

D.3.1. BEA WebLogic::Execute Queue

A probe BEA WebLogic::Execute Queue monitora a fila de execução do WebLogic e oferece os seguintes resultados:
  • Segmentos de Execução Ociosos (Idle Execute Threads) — o número de threads de execução num estado ocioso.
  • Comprimento da Fila (Queue Length) — O número de pedidos na fila.
  • Taxa de Pedidos (Request Rate) — O número de pedidos por segundo.
O protocolo de transporte desta probe é o User Datagram Protocol (UDP).
Expand
Tabela D.4. Configuração da BEA WebLogic::Execute Queue
Campo Valor
String Community do SNMP* public
SNMP Port* 161
SNMP Version* 1
BEA Domain Admin Server
BEA Server Name* myserver
Queue Name* padrão
Máximo de Threads de Execução Ociosas Crítico
Máximo de Threads de Execução Ociosas do Aviso
Comprimento Crítico Máximo da Fila
Comprimento Máximo da Fila do Aviso
Taxa Máxima de Pedidos Críticos
Taxa Máxima de Pedidos do Aviso

D.3.2. BEA WebLogic::Heap Free

A probe BEA WebLogic::Heap Free coleta os seguintes resultados:
  • Heap Free — A porcentagem de espaço de pilha livre.
O protocolo de transporte desta probe é o User Datagram Protocol (UDP).
Expand
Tabela D.5. Configuração da BEA WebLogic::Heap Free
Campo Valor
String Community do SNMP* public
SNMP Port* 161
SNMP Version* 1
BEA Domain Admin Server
BEA Server Name* myserver
Heap Livre Máxima Crítica
Heap Livre Máxima do Aviso
Heap Livre Mínima do Aviso
Heap Livre Mínima Crítica

D.3.3. BEA WebLogic::JDBC Connection Pool

A probe BEA WebLogic::JDBC Connection Pool monitora o conjunto de conexões do Banco de Dados Java (Java Database Connection, JDBC) num Servidor de Administração (Admin Server) de domínio somente (sem Servidores Gerenciados) e coleta os seguintes resultados:
  • Conexões (Connections) — O número de conexões ao JDBC.
  • Taxa de Conexões (Connections Rate) — A velocidade na qual as conexões são feitas ao JDBC, medida em conexões por segundo.
  • Waiters — O número de sessões aguardando para conectar ao JDBC.
O protocolo de transporte desta probe é o User Datagram Protocol (UDP).
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Tabela D.6. Configuração da BEA WebLogic::JDBC Connection Pool
Campo Valor
String Community do SNMP* public
SNMP Port* 161
SNMP Version* 1
BEA Domain Admin Server
BEA Server Name* myserver
Nome do Conjunto JDBC* Conjunto de Conexões MyJDBC
Conexões Máximas Críticas
Conexões Máximas do Aviso
Taxa Máxima de Conexões Críticas
Taxa Máxima de Conexões do Aviso
Waiters Máximo Crítico
Waiters Máximo do Aviso

D.3.4. BEA WebLogic::Server State

A probe BEA WebLogic::Server State monitora o estado corrente de um servidor Web Weblogic BEA. Se a probe for incapaz de fazer uma conexão ao servidor, resulta num estado CRITICAL (crítico).
O protocolo de transporte desta probe é o User Datagram Protocol (UDP).
Expand
Tabela D.7. Configuração da BEA WebLogic::Server State
Campo Valor
String Community do SNMP* public
SNMP Port* 161
SNMP Version* 1
BEA Domain Admin Server
BEA Server Name*

D.3.5. BEA WebLogic::Servlet

A probe BEA WebLogic::Servlet monitora o desempenho de um determinado servlet implementado num servidor WebLogic e coleta os seguintes resultados:
  • Tempo de Alta Execução (High Execution Time) — O maior tempo, em milissegundos, que o servlet leva para executar desde que o sistema foi iniciado.
  • Tempo de Baixa Execução (Low Execution Time) — O menor tempo, em milissegundos, que o servlet leva para executar desde que o sistema foi iniciado.
  • Média de Moção do Tempo de Execução (Execution Time Moving Average) — Uma média de movimento do tempo de execução.
  • Média do Tempo de Execução (Execution Time Average) — Uma média padrão do tempo de execução.
  • Taxa de Recarregamento (Reload Rate) — O número de vezes que o servlet específico é recarregado por minuto.
  • Taxa de Invocação (Invocation Rate) — O número de vezes que o servlet específico é invocado por minuto.
O protocolo de transporte desta probe é o User Datagram Protocol (UDP).
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Tabela D.8. Configuração da BEA WebLogic::Servlet
Campo Valor
String Community do SNMP* public
SNMP Port* 161
SNMP Version* 1
BEA Domain Admin Server
BEA Server Name* myserver
Nome do Servlet*
Tempo Máximo de Alta Execução Crítica
Tempo Máximo de Alta Execução do Aviso
Média Máxima Crítica da Moção do Tempo de Execução
Média Máxima da Moção do Tempo de Execução do Aviso

D.4. Geral

As probes desta seção são desenvolvidas para monitorar aspectos básicos de seus sistemas. Ao aplicá-las, certifique-se de que seus limites de tempo não ultrapassem o tempo alocado para o período timeout (tempo limite). Caso contrário, a probe retorna um estado UNKNOWN (desconhecido) em todas as instâncias de latência extendida, conseqüentemente anulando os limites.

D.4.1. General::Remote Program (Geral::Programa Remoto)

A probe General::Remote Program permite a você executar qualquer comando ou script no seu sistema e obter um string do estado. Note que a mensagem resultante será limitada a 1024 Bytes.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.9. Configuração da General::Remote Program
Campo Valor
Comando*
Estado de Saída OK* 0
Estado de Saída do Aviso* 1
Estado de Saída Crítico* 2
Tempo limite (timeout) 15

D.4.2. General::Remote Program with Data (Geral::Programa Remoto com Dados)

A probe General::Remote Program with Data permite a você executar qualquer comando ou script no seu sistema e obter um valor, assim como um string de estado. Para usar esta probe, você deve incluir código XML no corpo de seu script. Esta probe suporta as seguintes etiquetas XML:
  • <perldata> </perldata>
  • <hash> </hash>
  • <item key =" "> </item>
O programa remoto precisará retornar um output com alguma repetição do seguinte código para STDOUT:
<perldata> <hash> <item
key="data">10</item> <item
key="status_message">status message here</item>
</hash> </perldata>
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O valor necessário para data é o ponto de dados a ser inserido no banco de dados para tendência a time-series. A status_message é opcional e pode ser qualquer string de texto desejado, com comprimento máximo de 1024 Bytes. Os programas remotos que não incluem uma status_message ainda reportam o valor e estado retornados.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe. O XML é sensível a caixa alta e baixa. O nome da chave do item data não pode ser alterado e deve coletar o valor de um número.
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Tabela D.10. Configuração da General::Remote Program with Data
Campo Valor
Comando*
Estado de Saída OK* 0
Estado de Saída do Aviso* 1
Estado de Saída Crítico* 2
Tempo limite (timeout) 15

D.4.3. General::SNMP Check

A probe General::SNMP Check testa seu servidor SNMP, especificando um identificador único do objeto (single object identifier, OID) na forma pontuada (tal como 1.3.6.1.2.1.1.1.0) e um limite associado ao valor retornado. Coleta os seguintes resultados:
  • Latência do Serviço Remoto (Remote Service Latency) — O tempo, em segundos, que leva para o servidor SNMP responder a um pedido de conexão.
Requisitos — O SNMP deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe. Somente números inteiros podem ser usados nos valores dos limites.
O protocolo de transporte desta probe é o User Datagram Protocol (UDP).
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Tabela D.11. Configuração da General::SNMP Check
Campo Valor
OID do SNMP*
String Community do SNMP* public
SNMP Port* 161
SNMP Version* 2
Tempo Limite* 15
Valor Máximo Crítico
Valor Máximo do Aviso
Valor Mínimo do Aviso
Valor Mínimo Crítico

D.4.4. General::TCP Check

A probe General::TCP Check testa seu servidor TCP ao verificar se este pode conectar-se a um sistema através do número de porta especificado. Coleta os seguintes resultados:
  • Latência do Serviço Remoto (Remote Service Latency) — O tempo, em segundos, que leva para o servidor TCP responder a um pedido de conexão.
A probe passará o string especificado no campo Send ao efetuar uma conexão. A probe antecipa uma resposta do sistema, que deve incluir o substring especificado no campo Expect. Se o string esperado não for encontrado, a probe retorna um estado CRITICAL (crítico).
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Tabela D.12. Configuração da General::TCP Check
Campo Valor
Enviar
Esperar
Porta* 1
Tempo Limite* 10
Latência Máxima Crítica
Latência Máxima de Aviso

D.4.5. General::UDP Check

A probe General::UDP Check testa seu servidor UDP ao verificar se este pode conectar-se a um sistema através do número de porta especificado. Coleta os seguintes resultados:
  • Latência do Serviço Remoto (Remote Service Latency) — O tempo, em segundos, que leva para o servidor UDP responder a um pedido de conexão.
A probe passará o string especificado no campo Send ao efetuar uma conexão. A probe antecipa uma resposta do sistema, que deve incluir o substring especificado no campo Expect. Se o string esperado não for encontrado, a probe retorna um estado CRITICAL (crítico).
O protocolo de transporte desta probe é o User Datagram Protocol (UDP).
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Tabela D.13. Configuração da General::UDP Check
Campo Valor
Porta* 1
Enviar
Esperar
Tempo Limite* 10
Latência Máxima Crítica
Latência Máxima de Aviso

D.4.6. General::Uptime (SNMP)

A probe General::Uptime (SNMP) grava o tempo desde a última vez que o dispositivo foi iniciado. Usa o identificador único de objeto (object identifier, OID) do SNMP para obter este valor. O único estado de erro que retornará será UNKNOWN (desconhecido).
Requisitos — O SNMP deve estar rodando no sistema monitorado e o acesso ao OID deve ser ativado para efetuar esta probe.
O protocolo de transporte desta probe é o User Datagram Protocol (UDP).
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Tabela D.14. Configuração da General::Uptime (SNMP)
Campo Valor
String Community do SNMP* public
SNMP Port* 161
SNMP Version* 2
Tempo Limite* 15

D.5. Linux

As probes desta seção monitoram aspectos essenciais de seus sistemas Linux, do uso da CPU à memória virtual. Aplique-as em sistemas críticos para obter avisos antes das falhas.
Ao contrário de outros grupos de probes, que podem ou não precisar do Red Hat Network Monitoring Daemon, toda probe Linux precisa que o daemon rhnmd esteja rodando no sistema monitorado.

D.5.1. Linux::CPU Usage (Linux::Utilização do CPU)

A probe Linux::CPU Usage monitora a utilização da CPU de um sistema e coleta o seguinte resultado:
  • Porcentagem Usada da CPU (CPU Percent Used) — A média de cinco segundos da porcentagem de uso da CPU na execução da probe.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para efetuar esta probe.
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Tabela D.15. Configuração da Linux::CPU Usage
Campo Valor
Tempo Limite* 15
Máxima Porcentagem Crítica Usada da CPU
Máxima Porcentagem de Aviso de Uso da CPU

D.5.2. Linux::Disk IO Throughput (Linux::Produção de E/S do Disco )

A probe Linux::Disk IO Throughput monitora um determinado disco e coleta o seguinte resultado:
  • Taxa de Acesso (Read Rate) — A quantidade de dados acessados, em kilobytes por segundo.
  • Taxa de Gravação (Write Rate) — A quantidade de dados gravados, em kilobytes por segundo.
Para obter o valor do campo Disk number or disk name necessário, invoque iostat no sistema a ser monitorado e verifique o nome atribuído ao disco que você deseja. O valor padrão 0 geralmente provê estatísticas do primeiro disco rígido conectado diretamente ao sistema.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe. Além disso, o parâmetro Disk number or disk name deve ser do mesmo formato visto quando o comando iostat é submetido. Se o formato não é idêntico, a probe configurada entra num estado UNKNOWN (desconhecido).
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Tabela D.16. Configuração da Linux::Disk IO Throughput
Campo Valor
Número ou Nome do Disco* 0
Tempo Limite* 15
Máximo Crítico de KB acessados/segundo
Máximo de Aviso de KB acessados/segundo
Mínimo de Aviso de KB acessados/segundo
Mínimo Crítico de KB acessados/segundo
Máximo Crítico de KB gravados/segundo
Máximo de Aviso de KB gravados/segundo
Mínimo de Aviso de KB gravados/segundo
Mínimo Crítico de KB gravados/segundo

D.5.3. Linux::Disk Usage (Linux::Uso do Disco )

A probe Linux::Disk Usage monitora o espaço em disco num sistema de arquivo específico e coleta os seguintes resultados:
  • Sistema de Arquivo Usado (File System Used) — A porcentagem do sistema de arquivo em uso corrente.
  • Espaço Usado (Space Used) — A porção do sistema de arquivo em uso corrente, em megabytes.
  • Espaço Disponível (Space Available) — A porção disponível corrente do sistema de arquivo, em megabytes.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.17. Configuração da Linux::Disk Usage
Campo Valor
Sistema de Arquivo* /dev/hda1
Tempo Limite* 15
Porcentagem Máxima Crítica de Uso do Sistema de Arquivo
Porcentagem Máxima de Aviso de Uso do Sistema de Arquivo
Espaço Máximo Crítico Usado
Espaço Máximo de Aviso Usado
Espaço Mínimo Disponível de Aviso
Espaço Mínimo Disponível Crítico

D.5.4. Linux::Inodes

A probe Linux::Inodes monitora o sistema de arquivo específico e coleta o seguinte resultado:
  • Inodes — A porcentagem de inodes em uso corrente.
Um inode é uma estrutura de dados contendo informações sobre arquivos num sistema de arquivo Linux. Há um inode para cada arquivo e cada arquivo é unicamente identificado pelo sistema de arquivo no qual reside e por seu número de inode neste sistema.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.18. Configuração da Linux::Inodes
Campo Valor
Sistema de Arquivo* /
Tempo Limite* 15
Porcentagem Máxima Crítica de Inodes Usados
Porcentagem Máxima de Aviso de Inodes Usados

D.5.5. Linux::Interface Traffic (Linux::Tráfego da Interface)

A probe Linux::Interface Traffic mede a quantidade de tráfego de entrada e saída da interface específica (tal como eth0) e coleta os seguintes resultados:
  • Taxa de Input (Input Rate) — O tráfego de entrada na interface específica, em bytes por segundo.
  • Taxa de Output (Output Rate) — O tráfego de saída da interface específica, em bytes por segundo.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.19. Configuração da Linux::Interface Traffic
Campo Valor
Interface*
Tempo Limite* 30
Taxa Máxima Crítica de Input
Taxa Máxima de Aviso de Input
Taxa Mínima de Aviso de Input
Taxa Mínima Crítica de Input
Taxa Máxima Crítica de Output
Taxa Máxima de Aviso de Output
Taxa Mínima de Aviso de Output
Taxa Mínima Crítica de Output

D.5.6. Linux:Load (Linux::Carga)

A probe Linux::Load monitora a CPU de um sistema e coleta o seguinte resultado:
  • Carga (Load) — A carga média na CPU do sistema ao longo de vários períodos.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.20. Configuração da Linux::Load
Campo Valor
Tempo Limite* 15
Média Crítica de 1 minuto de Carga da CPU
Média de Aviso de 1 minuto de Carga da CPU
Média Crítica de 5 minutos de Carga da CPU
Média de Aviso de 5 minutos de Carga da CPU
Média Crítica de 15 minutos de Carga da CPU
Média de Aviso de 15 minutos de Carga da CPU

D.5.7. Linux::Memory Usage (Linux::Uso da Memória)

A probe Linux::Memory Usage monitora a memória de um sistema e coleta o seguinte resultado:
  • RAM Disponível (RAM Free) — A quantidade de memória de acesso randômico (random access memory, RAM) disponível num sistema, em megabytes.
Você também pode incluir a memória recuperável neste resultado indicando yes ou no no campo Include reclaimable memory.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.21. Configuração da Linux::Memory Usage
Campo Valor
Incluir memória recuperável no
Tempo Limite* 15
Máximo do Aviso de RAM Disponível
Máximo Crítico de RAM Disponível

D.5.8. Linux::Process Counts by State (Linux::Contagem de Processos por Estado)

A probe Linux::Process Counts by State identifica o número de processos nos seguintes estados:
  • Bloqueado (Blocked) — Um processo comutado para a fila de espera (waiting queue) e cujo estado foi alterado para waiting.
  • Extinto (Defunct) — Um processo que foi terminado (porque foi morto/killed por um sinal ou porque invocou exit()) e cujo processo pai ainda não recebeu a notificação de sua terminação ao executar alguma forma de chamada wait() do sistema.
  • Parado (Stopped) — Um processo que foi parado antes de completar sua execução.
  • Dormente (Sleeping) — Um processo que está no estado de sono interruptível (Interruptible sleep), podendo ser posteriormente reintroduzido na memória, reiniciando a execução no ponto em que parou.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.22. Configuração da Linux::Process Counts by State
Campo Valor
Tempo Limite* 15
Máximo Crítico de Processos Bloqueados
Máximo de Aviso dos Processos Bloqueados
Máximo Crítico de Processos Extintos
Máximo de Aviso de Processos Extintos
Máximo Crítico de Processos Parados
Máximo de Aviso de Processos Parados
Máximo Crítico de Processos Dormentes
Máximo de Aviso de Processos Dormentes
Máximo Crítico de Processos Filho
Máximo de Aviso de Processos Filho

D.5.9. Linux::Process Count Total (Linux::Contagem Total de Processos)

A probe Linux::Process Count Total monitora um sistema e coleta o seguinte resultado:
  • Contagem de Processos (Process Count) — O número total de processos correntes rodando no sistema.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.23. Configuração da Linux::Process Count Total
Campo Valor
Tempo Limite* 15
Contagem Máxima Crítica de Processos
Contagem Máxima de Aviso dos Processos

D.5.10. Linux::Process Health (Linux::Saúde dos Processos)

A probe Linux::Process Health monitora os processos especificados pelo usuário e coleta os seguintes resultados:
  • Uso da CPU (CPU Usage) — O uso da CPU para um determinado processo em milissegundos por segundo. Este resultado reporta a coluna time do output do comando ps, que é o tempo acumulado de uso da CPU pelo processo. Isto torna o resultado independente do intervalo da probe, permite a definição de limites sãos e gera gráficos utilizáveis (ex.: um pico repentino no uso da CPU também mostra um pico no gráfico).
  • Grupos de Processos Filho (Child Process Groups) — O número de processos filho gerados pelo processo pai especificado. Um processo filho herda a maioria de seus atributos, como arquivos abertos, de seu pai.
  • Threads — O número de threads em execução de um determinado processo. Um thread é a unidade básica de utilização da CPU e consiste de um contador de programa, um conjunto de registro e um espaço stack. Um thread também é chamado de processo lightweight.
  • Memória Física Usada (Physical Memory Used) — A quantidade de memória física (ou RAM) usada pelo processo especificado, em kilobytes.
  • Memória Virtual Usada (Virtual Memory Used) — A quantidade de memória virtual usada pelo processo especificado em kilobytes ou o tamanho do processo em memória real mais troca.
Especifique o processo através do nome do comando ou I.D. do processo (PID). Indicar um PID sobrescreve a indicação do nome do comando. Se nem o nome do comando ou I.D. do processo for especificado, aparece o erro Command not found e a probe recai no estado CRITICAL (crítico).
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.24. Configuração da Linux::Process Health
Campo Valor
Nome do Comando
Arquivo do ID do processo (PID)
Tempo Limite* 15
Uso Máximo Crítico da CPU
Uso Máximo de Aviso da CPU
Máximo Crítico de Grupos de Processos Filho
Máximo de Aviso de Grupos de Processos Filho
Máximo Crítico de Threads
Máximo de Aviso de Threads
Máximo Crítico de Memória Física Usada
Máximo de Aviso de Memória Física Usada
Máximo Crítico de Memória Virtual Usada
Máximo de Aviso de Memória Virtual Usada

D.5.11. Linux::Process Running (Linux::Processo em Andamento)

A probe Linux::Process Running verifica se o processo especificado está funcionando apropriadamente. Conta os processos ou grupos de processos, dependendo da seleção da caixa de verificação Count process groups.
Por padrã, a caixa de verificação é selecionada, assim indicando que a probe deve contar o número de líderes dos grupos de processos, independente do número de filhos. Isto permite a você verificar, por exemplo, verificar que duas instâncias do Apache Web server estão rodando independente do número (dinâmico) de processos filho. Se desselecionada, a probe conduz uma contagem simples do número de processos (filhos e líderes) coincidentes ao processo especificado.
Especifique o processo através do nome do comando ou I.D. do processo (PID). Indicar um PID sobrescreve a indicação do nome de um comando. Se nem o nome do comando ou PID do processo é indicado, aparece o erro Command not found e a probe recai no estado CRITICAL (crítico).
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.25. Configuração da Linux::Process Running
Campo Valor
Nome do Comando
Arquivo PID
Conta grupos de processos (verificados)
Tempo Limite* 15
Número Máximo Crítico Rodando
Número Mínimo Crítico Rodando

D.5.12. Linux::Swap Usage (Linux::Uso de Swap)

A probe Linux::Swap Usage monitora as partições swap rodando num sistema e reporta o seguinte resultado:
  • Swap Disponível (Swap Free) — A porcentagem disponível da memória swap corrente.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.26. Configuração da Linux::Swap Usage
Campo Valor
Tempo Limite* 15
Máximo do Aviso de Swap Disponível
Máximo Crítico de Swap Disponível

D.5.13. Linux::TCP Connections by State (Linux::Conexões TCP por Estado)

A probe Linux::TCP Connections by State identifica o número total de conexões TCP, assim como a quantidade de cada nos seguintes estados:
  • TEMPO_ESPERA (TIME_WAIT) — O socket está esperando após ser fechado para a transmissão do desligamento remoto, portanto ainda pode haver pacotes na rede.
  • FECHA_ESPERA (CLOSE_WAIT) — O lado remoto foi desligado e agora aguarda o socket fechar.
  • FIN_ESPERA (FIN_WAIT) — O socket é fechado e agora a conexão está sendo desligada.
  • ESTABELECIDA (ESTABLISHED) — O socket tem uma conexão estabelecida.
  • SYN_RCVD — O pedido de conexão foi recebido pela rede.
Esta esta probe ser útil para encontrar e isolar o tráfego de rede a endereços IP específicos ou para examinar conexões de rede no sistema monitorado.pode
Os parâmetros de filtragem da probe permitem a você restringir seu escopo. Esta probe usa um comando netstat -ant para obter dados. Os parâmetros Local IP address e Local port usam os valores da coluna Local Address do output; e os parâmetros Remote IP address e Remote port usam os valores da coluna Foreign Address (Endereço de Porta Remoto) do output para reportar.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.27. Configuração da Linux::TCP Connections by State
Campo Valor
Lista de padrões de filtragem do endereço IP local
Filtro do número da porta local
Lista de padrões de filtragem do endereço IP remoto
Filtro do número da porta remota
Tempo Limite* 15
Máximo Crítico Total de Conexões
Máximo de Aviso Total de Conexões
Máximo Crítico de Conexões TIME_WAIT
Máximo de Aviso de Conexões TIME_WAIT
Máximo Crítico de Conexões CLOSE_WAIT
Máximo de Aviso de Conexões CLOSE_WAIT
Máximo Crítico de Conexões FIN_WAIT
Máximo de Aviso de Conexões FIN_WAIT
Máximo Crítico de Conexões ESTABLISHED
Máximo de Aviso de Conexões ESTABLISHED
Máximo Crítico de Conexões SYN_RCVD
Máximo de Aviso de Conexões SYN_RCVD

D.5.14. Linux::Users (Linux::Usuários)

A probe Linux::Users monitora os usuários de um sistema e reporta o seguinte resultado:
  • Usuários — O número de usuários correntes autenticados.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.28. Configuração da Linux::Users
Campo Valor
Tempo Limite* 15
Máximo Crítico de Usuários
Máximo de Aviso de Usuários

D.5.15. Linux::Virtual Memory (Linux::Memória Virtual)

A probe Linux::Virtual Memory monitora a memória total do sistema e coleta o seguinte resultado:
  • Memória Virtual (Virtual Memory) — A porcentagem da memória total do sistema - memória de acesso randômico (RAM) mais swap - que está livre.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
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Tabela D.29. Configuração da Linux::Virtual Memory
Campo Valor
Tempo Limite* 15
Mínimo de Aviso de Memória Virtual Livre
Mínimo Crítico de Memória Virtual Livre

D.6. LogAgent

As probes desta seção monitoram os arquivos de registro de seus sistemas. Você pode usá-las para fazer buscas em registros e acompanhar o tamanho dos arquivos. Para rodar as probes LogAgent, o usuário nocpulse deve receber acesso de leitura (read) a seus arquivos de registro.
Note que os dados da primeira execução destas probes não são medidos comparados aos limites para evitar notificações falsas causadas por dados métricos incompletos. As medições começam na segunda execução.
A probe LogAgent::Log Pattern Match usa expressões regulares para buscar texto localizado no arquivo de registro monitorado e coleta os seguintes resultados:
  • Ocorrências de Expressões Regulares (Regular Expression Matches) — O número de ocorrências desde a última execução da probe.
  • Taxa de Ocorrência das Expressões Regulares (Regular Expression Match Rate) — O número de ocorrências por minuto desde a última execução da probe.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe. Além disso, o usuário nocpulse deve receber acesso de leitura (read access) a seus arquivos de registro.
Além do nome e localidade do arquivo de registro a monitorar, você deve indicar uma expressão regular para ser encontrada. Esta expressão deve ser formatada para o egrep, que é equivalente a grep -E e suporta expressões regulares extendidas. Este é o conjunto de expressões regulares do egrep:
^ beginning of line 
$ end of line 
. match one char 
* match zero or more chars 
[] match one character set, e.g. '[Ff]oo' 
[^] match not in set '[^A-F]oo' 
+ match one or more of preceding chars 
? match zero or one of preceding chars 
| or, e.g. a|b 
() groups chars, e.g., (foo|bar) or (foo)+
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Atenção

Não inclua aspas simples (') na expressão. Fazer isso causa a falha silenciosa do egrep e o tempo limite da probe.
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Tabela D.30. Configuração da LogAgent::Log Pattern Match
Campo Valor
Arquivo de registro* /var/log/messages
Expressão regular básica*
Tempo Limite* 45
Máximo Crítico de Ocorrências
Máximo de Aviso de Ocorrências
Mínimo de Aviso de Ocorrências
Mínimo Crítico de Ocorrências
Taxa Máxima Crítica de Ocorrências
Taxa Máxima de Aviso de Ocorrências
Taxa Mínima de Aviso de Ocorrências
Taxa Máxima Crítica de Ocorrências

D.6.2. LogAgent::Log Size (LogAgent::Tamanho do Registro)

A probe LogAgent::Log Size monitora o crescimento do arquivo de registro e coleta os seguintes resultados:
  • Tamanho (Size) — O tamanho que o arquivo de registro aumentou em bytes desde a última execução da probe.
  • Taxa de Output (Output Rate) — O número de bytes por minuto que o arquivo de registro aumentou desde a última execução da probe.
  • Linhas (Lines) — O número de linhas gravadas no arquivo de registro desde a última execução da probe.
  • Taxa de Linhas (Line Rate) — O número de linhas gravadas por minuto no arquivo de registro desde a última execução da probe.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe. Além disso, o usuário nocpulse deve receber acesso de leitura (read access) a seus arquivos de registro.
Expand
Tabela D.31. Configuração da LogAgent::Log Size
Campo Valor
Arquivo de registro* /var/log/messages
Tempo Limite* 20
Tamanho Máximo Crítico
Tamanho Máximo de Aviso
Tamanho Mínimo de Aviso
Tamanho Mínimo Crítico
Taxa Máxima Crítica de Output
Taxa Máxima de Aviso de Output
Taxa Mínima de Aviso de Output
Taxa Mínima Crítica de Output
Máximo Crítico de Linhas
Máximo de Aviso de Linhas
Mínimo de Aviso de Linhas
Mínimo Crítico de Linhas
Taxa Máxima Crítica de Linhas
Taxa Máxima de Aviso de Linhas
Taxa Mínima de Aviso de Linhas
Taxa Mínima Crítica de Linhas

D.7. MySQL 3.23 - 3.33

As probes desta seção monitoram aspectos do banco de dados MySQL usando o binário mysqladmin. Não é necessário nenhum privilégio específico a usuários para estas probes.
Note que o pacote mysql-server deve estar instalado no sistema conduzindo o monitoramento para estar probes serem completas. Consulte a seção MySQL Installation do RHN Satellite Installation Guide para mais instruções.

D.7.1. MySQL::Database Accessibility

A probe MySQL::Database Accessibility testa a conectividade através de uma conta de banco de dados sem privilégios de banco de dados. Se nenhuma conexão é feita, resulta num estado CRITICAL (crítico).
Expand
Tabela D.32. Configuração da MySQL::Database Accessibility
Campo Valor
Nome de usuário*
Senha
Porta MySQL 3306
Banco de dados* mysql
Tempo limite (timeout) 15

D.7.2. MySQL::Opened Tables

A probe MySQL::Opened Tables monitora o servidor MySQL e coleta o seguinte resultado:
  • Tabelas Abertas (Opened Tables) — As tabelas que foram abertas desde a inicialização do servidor.
Expand
Tabela D.33. Configuração da MySQL::Opened Tables
Campo Valor
Nome de usuário
Senha
Porta MySQL* 3306
Tempo limite (timeout) 15
Máximo Crítico de Objetos Abertos
Máximo de Aviso de Objetos Abertos
Mínimo de Aviso de Objetos Abertos
Mínimo Crítico de Objetos Abertos

D.7.3. MySQL::Open Tables

A probe MySQL::Open Tables monitora o servidor MySQL e coleta o seguinte resultado:
  • Abrir Tabelas (Open Tables) — O número de tabelas abertas quando a probe é executada.
Expand
Tabela D.34. Configuração da MySQL::Open Tables
Campo Valor
Nome de usuário
Senha
Porta MySQL* 3306
Tempo limite (timeout) 15
Máximo Crítico de Objetos Abertos
Máximo de Aviso de Objetos Abertos
Mínimo de Aviso de Objetos Abertos
Mínimo Crítico de Objetos Abertos

D.7.4. MySQL::Query Rate

A probe MySQL::Query Rate monitora o servidor MySQL e coleta o seguinte resultado:
  • Taxa de Pedidos (Query Rate) — O número médio de pedidos por servidor do banco de dados.
Expand
Tabela D.35. Configuração da MySQL::Query Rate
Campo Valor
Nome de usuário
Senha
Porta MySQL* 3306
Tempo limite (timeout) 15
Taxa Máxima Crítica de Pedidos
Taxa Máxima de Aviso de Pedidos
Taxa Mínima de Aviso de Pedidos
Taxa Mínima Crítica de Pedidos

D.7.5. MySQL::Threads Running

A probe MySQL::Threads Running monitora o servidor MySQL e coleta o seguinte resultado:
  • Threads Rodando (Threads Running) — O número total de threads rodando no banco de dados.
Expand
Tabela D.36. Configuração da MySQL::Threads Running
Campo Valor
Nome de usuário
Senha
Porta MySQL* 3306
Tempo limite (timeout) 15
Máximo Critico de Threads Rodando
Máximo de Aviso de Threads Rodando
Mínimo de Aviso de Threads Rodando
Mínimo Crítico de Threads Rodando

D.8. Network Services

As probes desta seção monitoram vários serviços pertencentes a uma rede em funcionamento. Ao aplicá-las, garanta que seus limites de tempo não excedam o tempo alocado para o período limite (timeout). Caso contrário, um estado UNKNOWN (desconhecido) é retornado em todas as instâncias de latência extendida, assim anulando os limites.

D.8.1. Network Services::DNS Lookup

A probe Network Services::DNS Lookup usa o comando dig para tentar obter o nome do domínio ou do sistema especificado no campo Host or Address to look up. Coleta o seguinte resultado:
  • Tempo do Pedido (Query Time) — O tempo em milissegundos necessário para executar o pedido dig.
Isso é útil ao monitorar o estado de seus servidores DNS. Para monitorar um de seus servidores DNS, forneça um nome de domínio/máquina conhecido, como um grande mecanismo de busca ou site corporativo.
Expand
Tabela D.37. Configuração da Network Services::DNS Lookup
Campo Valor
Máquina ou Endereço a procurar
Tempo Limite* 10
Tempo Máximo Crítico do Pedido
Tempo Máximo de Aviso do Pedido

D.8.2. Network Services::FTP

A probe Network Services::FTP usa os sockets de rede para testar a disponibilidade da porta FTP. Coleta o seguinte resultado:
  • Latência do Serviço Remoto (Remote Service Latency) — O tempo que leva em segundos para o servidor FTP responder a um pedido de conexão.
Esta probe suporta a autenticação. Forneça um nome de usuário e senha nos campos apropriados para usar esta funcionalidade. O valor opcional de Expect é o string a ser procurado após uma conexão bem-sucedida ao servidor FTP. Se o string esperado não for encontrado, a probe retorna um estado CRITICAL (crítico).
Expand
Tabela D.38. Configuração da Network Services::FTP
Campo Valor
Esperar FTP
Nome de usuário
Senha
Porta FTP* 21
Tempo Limite* 10
Latência Máxima Crítica do Serviço Remoto
Latência Máxima de Aviso do Serviço Remoto

D.8.3. Network Services::IMAP Mail

A probe Network Services::IMAP Mail determina se pode conectar ao serviço IMAP no sistema. Especificar uma porta opcional sobrescreve a porta padrão 143. Coleta o seguinte resultado:
  • Latência do Serviço Remoto (Remote Service Latency) — O tempo que leva em segundos para o servidor IMAP responder a um pedido de conexão.
O valor Expect necessário é o string a ser procurado após uma conexão bem-sucedida ao servidor IMAP. Se o string esperado não for encontrado, a probe retorna um estado CRITICAL (crítico).
Expand
Tabela D.39. Configuração da Network Services::IMAP Mail
Campo Valor
Porta IMAP* 143
Esperar* OK
Tempo Limite* 5
Latência Máxima Crítica do Serviço Remoto
Latência Máxima de Aviso do Serviço Remoto

D.8.4. Network Services::Mail Transfer (SMTP)

A probe Network Services::Mail Transfer (SMTP) determina se é possível conectar à porta SMTP no sistema. Especificar um número de porta opcional sobrescreve a porta padrão 25. Coleta o seguinte resultado:
  • Latência do Serviço Remoto (Remote Service Latency) — O tempo que leva em segundos para o servidor SMTP responder a um pedido de conexão.
Expand
Tabela D.40. Configuração da Network Services::Mail Transfer (SMTP)
Campo Valor
Porta SMTP* 25
Tempo Limite* 10
Latência Máxima Crítica do Serviço Remoto
Latência Máxima de Aviso do Serviço Remoto

D.8.5. Network Services::Ping

A probe Network Services::Ping determina se o Servidor RHN pode invocar ping ao sistema monitorado ou a um endereço IP específico. Também verifica a perda de pacotes (packet loss) e compara a média da viagem completa (round trip average) com os níveis dos limites de Warning (Aviso) e Critical (Crítico). O valor necessário Packets to send permite a você controlar quantos pacotes ICMP ECHO são enviados ao sistema. Esta probe coleta os seguintes resultados:
  • Média da Viagem Completa (Round-Trip Average) — O tempo, em milissegundos, para o pacote ICMP ECHO viajar para e do sistema monitorado.
  • Perda de Pacote (Packet Loss) — A porcentagem de dados perdidos em trânsito.
Apesar de opcional, o campo IP Address pode ser instrumental na coleta de resultados para sistemas que têm endereços IP múltiplos. Por exemplo: se o sistema é configurado com endereços IP virtuais múltiplos ou usa a Network Address Translation (NAT) para suportar endereços IP externos e internos, esta opção pode ser usada para verificar um endereço IP secundário, ao invés do endereço primário associado ao nome da máquina.
Note que esta probe conduz o comando ping de um Servidor RHN e não do sistema monitorado. Preencher o campo IP Address não testa a conectividade entre o sistema e o endereço IP especificado, mas sim entre o Servidor RHN e o endereço IP. Sendo assim, indicar o mesmo endereço IP para probes de Ping em sistemas diferentes, executa exatamente a mesma tarefa. Para conduzir um comando ping de um sistema monitorado a um endereço IP individual, use a probe Remote Ping. Consulte a Seção D.8.7, “Network Services::Remote Ping (Serviços de Rede::Ping Remoto)”.
Expand
Tabela D.41. Configuração da Network Services::Ping
Campo Valor
Endereço IP (IP do sistema é padrão)
Pacotes a enviar* 20
Tempo Limite* 10
Média Máxima Crítica da Viagem Inteira
Média Máxima de Aviso da Viagem Inteira
Perda Máxima Crítica de Pacote
Perda Máxima de Aviso de Pacote

D.8.6. Network Services::POP Mail

A probe Network Services::POP Mail determina se pode conectar à porta POP3 no sistema. É necessário especificar o número de uma porta; especificar o número de outra porta sobrescreve a porta padrão 110. Esta probe coleta o seguinte resultado:
  • Latência do Serviço Remoto (Remote Service Latency) — O tempo que leva, em segundos, para o servidor POP responder a um pedido de conexão.
O valor necessário Expect é o string a ser procurado após uma conexão bem-sucedida ao servidor POP. A probe procura pelo string na primeira linha da resposta do sistema. O padrão é +OK. Se o string esperado não é encontrado, a probe retorna um estado CRITICAL (crítico).
Expand
Tabela D.42. Configuração da Network Services::POP Mail
Campo Valor
Porta* 110
Esperar* +OK
Tempo Limite* 10
Latência Máxima Crítica do Serviço Remoto
Latência Máxima de Aviso do Serviço Remoto

D.8.7. Network Services::Remote Ping (Serviços de Rede::Ping Remoto)

A probe Network Services::Remote Ping determina se o sistema monitorado pode invocar ping num endereço IP específico. Também monitora a perda de pacotes e compara a média da viagem completa aos níveis dos limites Warning (Aviso) e Critical (Crítico). O valor necessário Packets to send permite a você controlar quantos pacotes ICMP ECHO são enviados ao endereço. Esta probe coleta os seguintes resultados:
  • Média da Viagem Completa (Round-Trip Average) — O tempo, em milissegundos, para o pacote ECHO viajar para e do endereço IP.
  • Perda de Pacote (Packet Loss) — A porcentagem de dados perdidos em trânsito.
O campo IP Address identifica o endereço exato a ser pingado. Ao contrário do campo opcional similar na probe Ping padrão, este campo é necessário. O sistema monitorado direciona o ping a um terceiro endereço, ao invés do Servidor RHN. Como a probe Remote Ping testa a conectividade pelo próprio sistema monitorado, um outro endereço IP deve ser especificado. Para invocar pings do Servidor RHN a um endereço IP ou de sistema, use a probe Ping padrão. Consulte a Seção D.8.5, “Network Services::Ping”.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe.
Expand
Tabela D.43. Configuração da Network Services::Remote Ping
Campo Valor
Endereço IP*
Pacotes a enviar* 20
Tempo Limite* 10
Média Máxima Crítica da Viagem Inteira
Média Máxima de Aviso da Viagem Inteira
Perda Máxima Crítica de Pacote
Perda Máxima de Aviso de Pacote

D.8.8. Network Services::RPCService

A probe Network Services::RPCService testa a disponibilidade de programas RPC (remote procedure call) num determinado endereço IP. Coleta o seguinte resultado:
  • Latência do Serviço Remoto (Remote Service Latency) — O tempo, em segundos, que leva para o servidor RPC responder a um pedido de conexão.
Os programas de servidor RPC (que oferecem chamadas de função através daquela rede RPC) se auto-registram na rede RPC ao declarar um ID de programa e um nome de programa. NFS é um exemplo de serviço que funciona através do mecanismo RPC.
Programas clientes que desejam usar os recursos dos programas do servidor RPC, o fazem ao pedir, à máquina na qual o programa de servidor reside, para prover acesso às funções RPC no número ou nome do programa RPC. Estas conversas podem ocorrer através do TCP ou UDP (mas quase sempre via UDP).
Esta probe permite que você teste a disponibilidade de programas simples. Você deve especificar o nome ou número do programa, o protocolo através do qual a conversa ocorre e o tempo limite normal.
Expand
Tabela D.44. Configração da Network Services::RPCService
Campo Valor
Protocol (TCP/UDP) udp
Nome do Serviço* nfs
Tempo Limite* 10
Latência Máxima Crítica do Serviço Remoto
Latência Máxima de Aviso do Serviço Remoto

D.8.9. Network Services::Secure Web Server (HTTPS)

A probe Network Services::Secure Web Server (HTTPS) determina a disponibilidade do servidor Web seguro e coleta o seguinte resultado:
  • Latência do Serviço Remoto (Remote Service Latency) — O tempo, em segundos, que leva para o servidor HTTPS responder a um pedido de conexão.
Esta probe confirma que pode conectar à porta HTTPS na máquina especificada e obter a URL especificada. Se nenhuma URL é especificada, a probe atrai o documento root. A probe procura por uma mensagem HTTP/1. do sistema, a não ser que você altere este valor. Especificar o número de outra porta sobrescreve a porta padrão 443.
Esta probe suporta a autenticação. Forneça um nome de usuário e senha nos campos apropriados para usar esta funcionalidade. Ao contrário da maioria das probes, esta retorna um estado CRITICAL (crítico), se não puder contatar o sistema durante o tempo limite.
Expand
Tabela D.45. Configuração da Network Services::Secure Web Server (HTTPS)
Campo Valor
Localidade da URL /
Esperar Cabeçalho HTTP/1
Esperar Conteúdo
Agente do Usuário* NOCpulse-check_http/1.0
Nome de usuário
Senha
Tempo Limite* 10
Porta HTTPS* 443
Latência Máxima Crítica do Serviço Remoto
Latência Máxima de Aviso do Serviço Remoto

D.8.10. Network Services::SSH

A probe Network Services::SSH determina a disponibilidade do SSH na porta especificada e coleta o seguinte resultado:
  • Latência do Serviço Remoto (Remote Service Latency) — O tempo, em segundos, que leva para o SSH responder a um pedido de conexão.
Ao contatar o servidor SSH e receber uma resposta válida, a probe exibe as informações da versão do servidor e do protocolo. Se a probe receber uma resposta inválida, exibe uma mensagem retornada pelo servidor e gera um estado WARNING (aviso).
Expand
Tabela D.46. Configuração da Network Services::SSH
Campo Valor
Porta SSH* 22
Tempo Limite* 5
Latência Máxima Crítica do Serviço Remoto
Latência Máxima de Aviso do Serviço Remoto

D.8.11. Network Services::Web Server (HTTP)

A probe Network Services::Web Server (HTTP) determina a disponibilidade do servidor Web e coleta o seguinte resultado:
  • Latência do Serviço Remoto (Remote Service Latency) — O tempo, em segundos, que leva para o servidor HTTP responder a um pedido de conexão.
Esta probe confirma se é possível conectar à porta HTTP na máquina especificada e recupera a URL especificada. Se nenhuma URL for especificada, a probe atrairá o documento root. Então, a probe procura uma mensagem HTTP/1. do sistema, a não ser que você altere aquele valor. Especificar outro número de porta sobrescreverá a porta padrão 80. Ao contrário da maioria das outras probes, esta retornará um estado CRITICAL se não puder contatar o sistema durante o período de tempo limite.
Esta probe suporta a autenticação. Forneça um nome de usuário e senha nos campos devidos para usar esta funcionalidade. Além disso, o campo Virtual Host (máquina virtual) pode ser usado para monitorar um conjunto de documentos separado alocado na mesma máquina física, apresentada como um servidor independente. Se seu servidor Web não estiver configurado para usar máquinas virtuais (geralmente, esse é o caso), deve deixar este campo em branco. Se você não tiver máquinas virtuais configuradas, indique o nome de domínio da primeira máquina aqui. Adicione quantas probes forem necessárias para monitorar todas as máquinas virtuais no computador.
Expand
Tabela D.47. Configuração da Network Services::Web Server (HTTP)
Campo Valor
Localidade da URL /
Máquina Virtual
Esperar Cabeçalho HTTP/1
Esperar Conteúdo
Agente do Usuário* NOCpulse-check_http/1.0
Nome de usuário
Senha
Tempo Limite* 10
Porta HTTP* 80
Latência Máxima Crítica do Serviço Remoto
Latência Máxima de Aviso do Serviço Remoto

D.9. Oracle 8i, 9i, 10g, and 11g

As probes desta seção podem ser aplicadas às instâncias do banco de dados Oracle com as mesmas versões daquelas suportadas. As probes Oracle requerem a configuração do banco de dados e associações feitas ao invocar o seguinte comando:
$ORACLE_HOME/rdbms/admin/catalog.sql
Copy to Clipboard Toggle word wrap
Além disso, para estas probes funcionarem apropriadamente, o usuário Oracle configurado na probe deve ter os privilégios mínimos CONNECT e SELECT_CATALOG_ROLE.
Algumas probes Oracle focam no ajuste de dispositivos para ganhos de desempenho a longo prazo, ao invés da prevenção de quedas. Conseqüentemente, a Red Hat recomenda agendá-las com menos freqüência, entre cada hora e a cada dois dias. Isto provem uma melhor representação estatística, desenfatizando as anomalias que podem ocorrer em intervalos de tempo mais curtos. Isto se aplica às seguintes probes: Buffer Cache, Data Dictionary Cache, Disk Sort Ratio, Library Cache e Redo Log.
Para os limites temporais CRITICAL (crítico) e WARNING (aviso) funcionarem conforme planejado, seus valores não podem exceder o período de tempo limite (timeout). Caso contrário, um estado UNKNOWN (desconhecido) é retornado em todos os casos de latência extendida, assim anulando os limites. Por este motivo, a Red Hat recomenda garantir que os períodos de tempo limite excedam todos os limites temporais. Nesta seção, isto refere-se especificamente à probe TNS Ping.
Por fim, os clientes usando estas probes Oracle num banco de dados com o Servidor Multi-Threaded (MTS) da Oracle, devem contatar o suporte da Red Hat a fim de obterem itens adicionados ao arquivo /etc/hosts do Servidor RHN e garantir que o nome DNS seja resolvido corretamente.

D.9.1. Oracle::Active Sessions

A probe Oracle::Active Sessions monitora uma instância Oracle e coleta os seguintes resultados:
  • Sessões Ativas (Active Sessions) — O número de sessões ativas baseado no valor de V$PARAMETER.PROCESSES.
  • Sessões Disponíveis (Available Sessions) — A porcentagem de sessões ativas baseada no valor de V$PARAMETER.PROCESSES.
Expand
Tabela D.48. Configuração da Oracle::Active Sessions
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
Tempo Limite* 30
Máximo Crítico de Sessões Ativas
Máximo de Aviso de Sessões Ativas
Máximo Crítico de Sessões Disponíveis Usadas
Máximo de Aviso de Sessões Disponíveis Usadas

D.9.2. Oracle::Availability

A probe Oracle::Availability determina a disponibilidade do banco de dados pelo RHN Satellite .
Expand
Tabela D.49. Configuração da Oracle::Availability
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
Tempo Limite* 30

D.9.3. Oracle::Blocking Sessions

A probe Oracle::Blocking Sessions monitora uma instância Oracle e coleta o seguinte resultado:
  • Sessões Bloqueadoras (Blocking Sessions) — O número de sessões evitando que outras submetam alterações ao banco de dados Oracle, conforme apontado pelo valor de Time Blocking provido por você. Somente as sessões que tem bloqueado outras neste período, medido em segundos, serão contadas como sessões bloqueadoras.
Expand
Tabela D.50. Configuração da Oracle::Blocking Sessions
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
Tempo de Bloqueio (segundos)* 20
Tempo Limite* 30
Máximo Crítico de Sessões Bloqueadoras
Máximo de Aviso de Sessões Bloqueadoras

D.9.4. Oracle::Buffer Cache

A probe Oracle::Buffer Cache computa a Proporção de Hits do Cache do Buffer (Buffer Cache Hit Ratio) para otimizar o tamanho do Cache do Buffer do Banco de Dados da área global do sistema (system global area, SGA). Coleta os seguintes resultados:
  • Obtenção de Blocos do Banco de Dados (Db Block Gets) — O número de blocos acessados através de obtenções de blocos únicos (não através do mecanismo get consistente).
  • Obtenções Consistentes (Consistent Gets) — O número de acessos ao buffer do bloco para recuperar os dados num modo consistente.
  • Acessos Físicos (Physical Reads) — O número acumulado de blocos acessados pelo disco.
  • Proporção de Hits do Cache do Buffer (Buffer Cache Hit Ratio) — A taxa na qual o banco de dados acessa o buffer, ao invés do disco rígido, para obter dados. Um taxa baixa sugere a adição de mais RAM ao sistema.
Expand
Tabela D.51. Configuração da Oracle::Buffer Cache
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle 1521
Tempo Limite* 30
Máximo de Aviso da Proporção de Hits ao Cache do Buffer
Máximo Crítico da Proporção de Hits ao Cache do Buffer

D.9.5. Oracle::Client Connectivity (Oracle::Conectividade do Cliente)

A probe Oracle::Client Connectivity determina se o banco de dados está ligado e é capaz de receber conexões do sistema monitorado. Esta probe abre uma conexão rhnmd ao sistema e invoca um comando sqlplus connect no sistema monitorado.
O parâmetro Expected DB name (nome esperado do banco de dados) é o valor esperado de V$DATABASE.NAME. Este valor é sensível a caixa alta e baixa. Um estado CRITICAL (crítico) é retornado se este valor não for encontrado.
Requisitos — O Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd) deve estar rodando no sistema monitorado para executar esta probe. Além disso, o usuário nocpulse deve receber acesso de leitura (read access) a seus arquivos de registro.
Expand
Tabela D.52. Configuração da Oracle::Client Connectivity
Campo Valor
Endereço IP ou Nome da Máquina Oracle*
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
ORACLE_HOME* /opt/oracle
Nome do BD Esperado*
Tempo Limite* 30

D.9.6. Oracle::Data Dictionary Cache

A probe Oracle::Data Dictionary Cache computa a Proporção de Hits do Cache do Dicionário de Dados (Data Dictionary Cache Hit Ratio) a fim de otimizar o SHARED_POOL_SIZE em init.ora. Coleta os seguintes resultados:
  • Proporção de Hits do Dicionário de Dados (Data Dictionary Hit Ratio) — A taxa de hits para tentativas de busca no cache do dicionário de dados. Em outras palavras, a taxa na qual o banco de dados acessa o dicionário, ao invés do disco rígido, para obter dados. Uma taxa baixa sugere a adição de mais RAM ao sistema.
  • Obtenções (Gets) — O número de blocos acessados através de obtenções de blocos únicos (e não através do mecanismo get consistente).
  • Perdas do Cache (Cache Misses) — O número de acesso ao buffer do bloco para recuperar dados num modo consistente.
Expand
Tabela D.53. Configuração da Oracle::Data Dictionary Cache
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
Tempo Limite* 30
Máximo de Aviso da Proporção de Hits ao Dicionário de Dados
Máximo Crítico da Proporção de Hits ao Dicionário de Dados

D.9.7. Oracle::Disk Sort Ratio

A probe Oracle::Disk Sort Ratio monitora uma instância do banco de dados Oracle e coleta o seguinte resultado:
  • Proporção da Ordem do Disco (Disk Sort Ratio) — A taxa de ordenações do Oracle que eram muito grandes para serem completas na memória e, portanto, foram ordenadas usando um segmento temporário.
Expand
Tabela D.54. Configuração da Oracle::Disk Sort Ratio
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
Tempo Limite* 30
Máximo Crítico da Proporção de Ordem do Disco
Máximo de Aviso da Proporção de Ordem do Disco

D.9.8. Oracle::Idle Sessions

A probe Oracle::Idle Sessions monitora um instância do banco de dados Oracle e coleta o seguinte resultado:
  • Sessões Ociosas (Idle Sessions) — O número de sessões ociosas do Oracle, conforme determinado pelo valor necessário Time Idle provido por você. Somente as sessões que estavam ociosas durante este período, medido em segundos, são contadas como ociosas.
Expand
Tabela D.55. Configuração da Oracle::Idle Sessions
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
Tempo Ocioso (segundos)* 20
Tempo Limite* 30
Máximo Crítico de Sessões Ociosas
Máximo de Aviso de Sessões Ociosas

D.9.9. Oracle::Index Extents

A probe Oracle::Index Extents monitora uma instância do Oracle e coleta o seguinte resultado:
  • Extensões Alocadas (Allocated Extents) — O número de extensões alocadas para qualquer índice.
  • Extensões Disponíveis (Available Extents) — A porcentagem de extensões disponíveis de qualquer índice
O campo necessário Index Name contém um valor padrão % que coincide com qualquer nome do índice.
Expand
Tabela D.56. Configuração da Oracle::Index Extents
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
Proprietário do Índice* %
Nome do Índice* %
Tempo Limite* 30
Máximo Crítico de Extensões Alocadas
Máximo de Aviso de Extensões Alocadas
Máximo Crítico de Extensões Disponíveis
Máximo de Aviso de Extensões Disponíveis

D.9.10. Oracle::Library Cache

A probe Oracle::Library Cache computa a Proporção de Perdas do Cache da Library (Library Cache Miss Ratio) a fim de otimizar o SHARED_POOL_SIZE em init.ora. Coleta os seguintes resultados:
  • Proporção de Perdas do Cache da Library (Library Cache Miss Ratio) — A taxa de ocorrência das perdas de senha do cache de uma biblioteca. Isso acontece quando uma sessão executa uma afirmação que já resolveu, mas descobre que esta afirmação não está mais no conjunto compartilhado (shared pool).
  • Execuções (Executions) — O número de vezes que uma senha foi solicitada para objetos neste espaço de nomes (namespace).
  • Perdas do Cache (Cache Misses) — O número de senhas de objetos com senhas anteriores, desde a criação da resolução do objeto, que agora deve ser recuperado pelo disco.
Expand
Tabela D.57. Configuração da Oracle::Library Cache
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
Tempo Limite* 30
Máximo Crítico da Proporção de Perdas do Cache da Library
Máximo de Aviso da Proporção de Perdas do Cache da Library

D.9.11. Oracle::Locks

A probe Oracle::Locks monitora uma instância do banco de dados Oracle e coleta o seguinte resultado:
  • Bloqueios Ativos (Active Locks) — O número corrente de bloqueios ativos, conforme determinado pelo valor da tabela v$locks. Os administradores de bancos de dados devem estar cientes do alto número de bloqueios presentes numa instância de banco de dados.
Os bloqueios são usados para evitar conflitos entre usuários ou processos múltiplos atualizando os mesmos dados no banco de dados. Esta probe é útil para alertar os administradores de bancos de dados quando houver um número alto de bloqueios presentes numa determinada instância.
Expand
Tabela D.58. Configuração da Oracle::Locks
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
Tempo Limite* 30
Máximo Crítico de Bloqueios Ativos
Máximo de Aviso de Bloqueios Ativos

D.9.12. Oracle::Redo Log

A probe Oracle::Redo Log monitora uma instância do banco de dados Oracle e coleta os seguintes resultados:
  • Taxa de Pedidos de Espaço no Registro Redo (Redo Log Space Request Rate) — O número médio de pedidos de espaço no registro redo (refazer) por minuto, desde a inicialização do servidor.
  • Taxa de Tentativas de Alocação do Buffer Redo (Redo Buffer Allocation Retry Rate) — O número médio de tentativas de alocação do buffer por minuto, desde a inicialização do servidor.
Os resultados retornados e os limites pelos quais são medidas são números representando a taxa de alteração nos eventos por minuto. A taxa de alteração destas medidas devem ser monitoradas, pois o crescimento rápido pode indicar problemas que requerem probe.
Expand
Tabela D.59. Configuração da Oracle::Redo Log
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
Tempo Limite* 30
Máximo Crítico da Taxa dos Pedidos de Espaço no Registro Redo
Máximo de Aviso da Taxa dos Pedidos de Espaço no Registro Redo
Máximo Crítico da Taxa de Tentativas de Alocação do Buffer Redo
Máximo de Aviso da Taxa de Tentativas de Alocação do Buffer Redo

D.9.13. Oracle::Table Extents

A probe Oracle::Table Extents monitora uma instância do banco de dados Oracle e coleta os seguintes resultados:
  • Extensões Alocadas - Qualquer Tabela (Allocated Extents-Any Table) — O número total de extensões de qualquer tabela.
  • Extensões Disponíveis - Qualquer Tabela (Available Extents-Any Table) — A porcentagem de extensões disponíveis de qualquer tabela.
No Oracle, as extensões de tabela permitem que esta cresça. Quando uma tabela está cheia, é extendida para um espaço determinado quando a tabela é criada. As extensões são configuradas por tabela, com o tamanho da extensão e um número máximo de extensões.
Por exemplo: uma tabela que começa com 10 MB de espaço e é configurada com o tamanho de extensão de 1 MB e máximo de 10 extensões, pode aumentar para, no máximo, 20 MB (sendo extendida em 1 MB dez vezes). Esta probe pode ser configurada para alertar pelo (1) número de extensões alocadas (ex.: "go critical when the table has been extended 5 or more times") ou (2) a tabela é extendida após atingir uma determinada porcentagem de suas extensões máximas (ex.: "go critical when the table has exhausted 80% or more of its max extents").
Os campos necessários Table Owner e Table Name contêm o valor padrão %, que coincide com qualquer nome ou proprietário de tabela.
Expand
Tabela D.60. Configuração da Oracle::Table Extents
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
Proprietário da Tabela* %
Nome da Tabela* %
Tempo Limite* 30
Máximo Crítico de Extensões Alocadas
Máximo de Aviso de Extensões Alocadas
Máximo Crítico de Extensões Disponíveis
Máximo de Aviso de Extensões Disponíveis

D.9.14. Oracle::Tablespace Usage

A probe Oracle::Tablespace Usage monitora um instância do banco de dados Oracle e coleta o seguinte resultado:
  • Espaço Disponível Usado (Available Space Used) — A porcentagem de espaço disponível em cada tablespace que foi usado.
Tablespace é o conjunto de espaço compartilhado no qual reside um conjunto de tabelas. Esta probe alerta o usuário quando o espaço disponível total cai abaixo do limite. O tablespace é medido em bytes, portanto as extensões não contam diretamente neste (apesar de cada extensão remover espaço disponível do conjunto compartilhado).
O campo necessário Tablespace Name é sensível a caixa alta e baixa e contém o valor padrão %, que coincide com qualquer nome de tabela.
Expand
Tabela D.61. Configuração da Oracle::Tablespace Usage
Campo Valor
SID Oracle*
Nome de Usuário Oracle*
Senha Oracle*
Porta Oracle* 1521
Nome do Tablespace* %
Tempo Limite* 30
Máximo Crítico de Espaço Disponível Usado
Máximo de Aviso de Espaço Disponível Usado

D.9.15. Oracle::TNS Ping

A probe Oracle::TNS Ping determina se um ouvinte do Oracle está vivo e coleta o seguinte resultado:
  • Latência do Serviço Remoto (Remote Service Latency) — O tempo, em segundos, que leva para o servidor Oracle responder a um pedido de conexão.
Expand
Tabela D.62. Configuração da Oracle::TNS Ping
Campo Valor
Porta do Ouvinte TNS* 1521
Tempo Limite* 15
Latência Máxima Crítica do Serviço Remoto
Latência Máxima de Aviso do Serviço Remoto

D.10. RHN Satellite

As probes desta seção podem ser aplicadas ao próprio RHN Satellite para monitorar sua saúde e desempenho. Como estas probes rodam localmente, não são necessários aplicações ou protocolos de transporte específicos.

D.10.1. RHN Satellite ::Disk Space

A probe RHN Satellite ::Disk Space monitora o espaço livre de um Satellite e coleta os seguintes resultados:
  • Sistemas de Arquivo Usados (File System Used) — A porcentagem do sistema de arquivo em uso corrente.
  • Espaço Usado (Space Used) — O tamanho do arquivo usado pelo sistema de arquivo corrente.
  • Espaço Disponível (Space Available) — O tamanho de arquivo disponível ao sistema de arquivo corrente.
Expand
Tabela D.63. Configuração da RHN Satellite ::Disk Space
Campo Valor
Localidade do Dispositivo* /dev/hda1
Máximo Crítico do Sistema de Arquivo Usado
Máximo de Aviso do Sistema de Arquivo Usado
Espaço Máximo Crítico Usado
Espaço Máximo de Aviso Usado
Máximo Crítico do Espaço Disponível
Máximo de Aviso do Espaço Disponível

D.10.2. RHN Satellite ::Execution Time

A probe RHN Satellite ::Execution Time monitora o tempo de execução das probes executadas por um Satellite e coleta o seguinte resultado:
  • Tempo Médio de Execução da Detecção (Probe Execution Time Average) — Os segundos necessários para a execução total de uma probe.
Expand
Tabela D.64. Configuração da RHN Satellite ::Execution Time
Campo Valor
Máximo Crítico do Tempo Médio de Execução da Detecção
Máximo de Aviso do Tempo Médio de Execução da Detecção

D.10.3. RHN Satellite ::Interface Traffic

A probe RHN Satellite ::Interface Traffic monitora o tráfego da interface de um Satellite e coleta os seguintes resultados:
  • Taxa de Input (Input Rate) — A quantidade de tráfego que o dispositivo recebe, em bytes por segundo.
  • Taxa de Output (Output Rate) — A quantidade de tráfego que o dispositivo envia, em bytes por segundo.
Expand
Tabela D.65. Configuração da RHN Satellite ::Interface Traffic
Campo Valor
Interface* eth0
Tempo limite (segundos)* 30
Taxa Máxima Crítica de Input
Taxa Máxima Crítica de Output

D.10.4. RHN Satellite ::Latency

A probe RHN Satellite ::Latency monitora a latência das probes num Satellite e coleta o seguinte resultado:
  • Média de Latência da Detecção (Probe Latency Average) — O intervalo em segundos entre o momento em que uma probe torna-se pronta para ser executada e o tempo em que é realmente executada. Sob condições normais, este geralmente é menos de um segundo. Quando um Satellite é sobrecarregado (porque tem muitas probes em relação aos seus tempos médios de execução), este número aumenta.
Expand
Tabela D.66. Configuração da RHN Satellite ::Latency
Campo Valor
Máximo Crítico da Latência Média da Detecção
Máximo de Aviso da Latência Média da Detecção

D.10.5. RHN Satellite ::Load

A probe RHN Satellite ::Load monitora a carga da CPU num Satellite e coleta o seguinte resultado:
  • Carga (Load) — A carga média da CPU durante os períodos de 1, 5 e 15 minutos.
Expand
Tabela D.67. Configuração da RHN Satellite ::Load
Campo Valor
Máximo Crítico da Média de 1 Minuto
Máximo de Aviso da Média de 1 Minuto
Máximo Crítico da Média de 5 Minutos
Máximo de Aviso da Média de 5 Minutos
Máximo Crítico da Média de 15 Minutos
Máximo de Aviso da Média de 15 Minutos

D.10.6. RHN Satellite ::Probe Count

A probe RHN Satellite ::Probe Count monitora o número de probes num Satellite e coleta o seguinte resultado:
  • Detecções (Probes) — O número de probes rodando num Satellite.
Expand
Tabela D.68. Configuração da RHN Satellite ::Probe Count
Campo Valor
Máximo Crítico da Contagem de Probes (Detecções)
Máximo de Aviso da Contagem de Probes (Detecções)

D.10.7. RHN Satellite ::Process Counts

A probe RHN Satellite ::Process Counts monitora o número de processos num Satellite e coleta os seguintes resultados:
  • Bloqueados (Blocked) — O número de processos que foram enviados à fila de espera e estão no estado de espera (waiting).
  • Filho (Child) — O número de processos gerados por outros processos já rodando na máquina.
  • Extinto (Defunct) — O número de processos que foram terminados (porque foram mortos por um sinal ou por invocarem o comando exit()) e cujos processos pai ainda não receberam notificações de suas terminações executando alguma forma de chamada wait() do sistema.
  • Parados (Stopped) — O número de processos que foram parados antes que suas execuções fossem ser completas.
  • Dormente (Sleeping) — Um processo que está no estado de sono interruptível (Interruptible sleep), podendo ser posteriormente reintroduzido na memória, reiniciando a execução no ponto em que parou.
Expand
Tabela D.69. Configuração da RHN Satellite ::Process Counts
Campo Valor
Máximo Crítico de Processos Bloqueados
Máximo de Aviso dos Processos Bloqueados
Máximo Crítico de Processos Filho
Máximo de Aviso de Processos Filho
Máximo Crítico de Processos Extintos
Máximo de Aviso de Processos Extintos
Máximo Crítico de Processos Parados
Máximo de Aviso de Processos Parados
Máximo Crítico de Processos Dormentes
Máximo de Aviso de Processos Dormentes

D.10.8. RHN Satellite ::Processes

A probe RHN Satellite ::Processes monitora o número de processos num Satellite e coleta o seguinte resultado:
  • Processos (Processes) — O número de processos rodando simultaneamente na máquina.
Expand
Tabela D.70. Configuração da RHN Satellite ::Processes
Campo Valor
Máximo Crítico de Processos
Máximo de Aviso de Processos

D.10.9. RHN Satellite ::Process Health

A probe RHN Satellite ::Process Health monitora os processos especificados pelo cliente e coleta os seguintes resultados:
  • Uso da CPU (CPU Usage) — A porcentagem de uso da CPU por um determinado processo.
  • Grupos de Processos Filho (Child Process Groups) — O número de processos filho gerados pelo processo pai especificado. Um processo filho herda a maioria de seus atributos, como arquivos abertos, de seu pai.
  • Threads — O número de threads em execução de um determinado processo. Um thread é a unidade básica de utilização da CPU e consiste de um contador de programa, um conjunto de registro e um espaço stack. Um thread também é chamado de processo lightweight.
  • Memória Física Usada (Physical Memory Used) — A quantidade de memória física usada pelo processo especificado, em kilobytes.
  • Memória Virtual Usada (Virtual Memory Used) — A quantidade de memória virtual sendo usada pelo processo especificado em kilobytes ou o tamanho do processo em memória real mais swap.
Especifique o processo através do nome do comando ou I.D. do processo (PID). Indicar um PID sobrescreve a indicação do nome do comando. Se nenhum dos dois for indicado, aparece o erro Command not found e a probe é definida para um estado CRITICAL (crítico).
Expand
Tabela D.71. Configuração da RHN Satellite ::Process Health
Campo Valor
Nome do Comando
Arquivo do ID do processo (PID)
Tempo Limite* 15
Uso Máximo Crítico da CPU
Uso Máximo de Aviso da CPU
Máximo Crítico de Grupos de Processos Filho
Máximo de Aviso de Grupos de Processos Filho
Máximo Crítico de Threads
Máximo de Aviso de Threads
Máximo Crítico de Memória Física Usada
Máximo de Aviso de Memória Física Usada
Máximo Crítico de Memória Virtual Usada
Máximo de Aviso de Memória Virtual Usada

D.10.10. RHN Satellite ::Process Running

A probe RHN Satellite ::Process Running verifica se o processo especificado está rodando. Especifique o processo através do nome do comando ou I.D. do processo (PID). Indicar um PID sobrescreve a entrada do nome do comando. Se a probe não puder verificar o comando ou PID, resulta num estado Critical (crítico).
Expand
Tabela D.72. Configuração da RHN Satellite ::Process Running
Campo Valor
Nome do Comando
Arquivo do ID do processo (PID)
Número Máximo Crítico Rodando
Número Mínimo Crítico Rodando

D.10.11. RHN Satellite ::Swap

A probe RHN Satellite ::Swap monitora a porcentagem do espaço swap livre disponível num Satellite. Um estado CRITICAL (crítico) resulta se o valor cair abaixo do limite crítico. Um estado WARNING (aviso) resulta se o valor recai abaixo do limite de Aviso.
Expand
Tabela D.73. Configuração da RHN Satellite ::Swap
Campo Valor
Porcentagem Mínima Crítica de Swap Livre
Porcentagem Mínima de Aviso de Swap Livre

D.10.12. RHN Satellite ::Users

A probe RHN Satellite ::Users monitora o número de usuários correntes autenticados num Satellite.Um estado CRITICAL resulta se o valor exceder o limite crítico.Um estado WARNING resulta te o valor exceder o limite de Aviso.
Expand
Tabela D.74. Configuração da RHN Satellite ::Users
Campo Valor
Máximo Crítico de Usuários
Máximo de Aviso de Usuários

Apêndice E. Histórico de Revisões

Histórico de Revisões
Revisão 4-8.2.4002013-10-31Rüdiger Landmann
Rebuild with publican 4.0.0
Revisão 4-8.2Tue Apr 23 2013Glaucia Cintra
pt-BR translation completed
Revisão 4-8.1Fri Feb 22 2013Glaucia Cintra_de_Freitas
Arquivos de tradução sincronizados com as fontes 4-8 do XML
Revisão 4-8Wed Jan 2 2013Athene Chan
BZ#862950 Espaço entre o "(pup)" e "aquele" foram incluídos.
Revisão 4-7Wed Sept 19 2012Dan Macpherson
Empacotamento final para o 5.5
Revisão 4-6Thu Aug 16 2012Athene Chan
BZ#847993 nome do arquivo foi modificado no exemplo na seção 5.2.4
Revisão 4-5Thu Aug 16 2012Athene Chan
BZ#773647 foram atualizados os parágrafos pertencentes ao "criar uma nova conta" screenshot
BZ#846691 foi atualizado o link "comprar" na seção 1.1
Revisão 4-4Wed Aug 15 2012Athene Chan
BZ#773647 foi atualizado o screenshot "criar uma nova conta"
Revisão 4-3Thu Aug 9 2012Athene Chan
Documentos em processo de "stage" para a revisão
Revisão 3-2Fri Aug 3 2012Athene Chan
BZ#844849 Parágrafo reestruturado.
Revisão 3-1Tue Jun 17 2012Athene Chan
Conteúdo obsoleto foi removido. Preparado para o Lançamento 5.5
BZ#837703 Foi adicionada uma nota de Chave GPG
Revisão 3-0Thurs May 24 2012Athene Chan
BZ#783340 - Foi atualizado o "s390x" para "IBM System z"
Revisão 2-6Mon Jan 9 2012Lana Brindley
BZ#707591 - Capítulo de virtualização - atualizar instruções
BZ#746640 - Capítulo de virtualização - informação de kickstart adicionado
Revisão 2-5Wed Jan 4 2012Lana Brindley
BZ#707568 & BZ#707570 - Capítulo de virtualização - nomes de canais
BZ#744653 - Capítulo de virtualização - erros de digitação
BZ#744656 - Capítulo de virtualização - atualizar instruções do RHEL6
BZ#750481 - Foi atualizado o método para modificar o tamanho do arquivo max
BZ#766424 - Capítulo do Kickstart - texto atualizado
Revisão 2-4Fri Sep 23 2011Lana Brindley
BZ#702516 - Apostila do Unix
BZ#703605 - Capítulo de Monitoramento
BZ#706868 & BZ#707169 - Capítulo do Cobbler
BZ#707591 - Capítulo da Virtualização
BZ#707602 - Capítulo da virtualização
BZ#715267 - Erros de digitação
Revisão 2-3Mon Aug 15 2011Lana Brindley
Lançamento do z-stream no y-stream
Revisão 2-2Wed Jun 15 2011Lana Brindley
Preparado para tradução
Revisão 2-1Fri May 27 2011Lana Brindley
Atualizações dos tradutores
Revisão 2-0Fri May 6 2011Lana Brindley
Preparado para traduzção
Revisão 1-29Fri March 25 2011Lana Brindley
Entidades consertadas para tradução
BZ#683466 - Monitoramento
Revisão 1-28Thu March 24 2011Lana Brindley
BZ#679621 - Conserto das entidades para tradução
BZ#681788 - Notificações
Revisão 1-27Mon Feb 14 2011Lana Brindley
BZ#658127 - Acesso ao API
Revisão 1-26Wed Feb 9 2011Lana Brindley
BZ#658120 - Remover referencias RHEL 2.1
BZ#658131 - Acesso API
BZ#669166 - Virtualização
Revisão 1-25Mon Jan 31 2011Lana Brindley
BZ#443630 - Kickstart
BZ#559515 - Cobbler

Índice Remissivo

Segmentos Rodando, MySQL::Threads Running

A

ação
detalhes, Action Details ⇒ Details
sistemas com falha, Action Details ⇒ Failed Systems
sistemas completos, Action Details ⇒ Completed Systems
sistemas em progresso, Action Details ⇒ In Progress Systems
Ações Agendadas
Ações Arquivadas, Ações Arquivadas
Ações com Falha, Ações com Falhas
Ações Completas, Ações Completas
Ações Pendentes, Ações Pendentes
Detalhes da Ação, Detalhes da Ação
Lista de Ações, Lista de Ações
Agendar (Schedule), Agendamento (Schedule)
Agente de Atualização Red Hat
Argumentos de Linha de Comando do UNIX, Atualizando pela Linha de Comando
alterando endereço de e-mail, Lista de Usuário ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuário ⇒ Detalhes
alterando senha, Lista de Usuário ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuário ⇒ Detalhes
Apache
probes, Apache 1.3.x e 2.0.x
Processos, Apache::Processos
Tráfego, Apache::Traffic
Uptime, Apache::Uptime
aplicações cliente
redirecionando, Configurando clientes
Atualizações de Errata
aplicando, Aplicar Atualizações de Errata
vizualizar lista de erratas aplicáveis, Erratas Relevantes
vizualizar lista de todas erratas, Todas Erratas
Atualizações de Erratas
buscando, Busca Avançada
vizualizando detalhes, Detalhes da Errata
Atualizador de Pacote (pup)
descrição completa, Atualizador de Pacote (Package Updater)
atualizando
via linha de comando, Atualizando pela Linha de Comando
via website, Atualizando Através do Site

B

Busca Rápida
explicação da, Busca Rápida

C

Canais
Software e Arquivos de Configuração, Canais
canais, Canais
base, Canais de Software
Compartilhados, Canais Compartilhados
errata, Detalhes de Canal de Software ⇒ Errata
filho, Canais de Software
lista de, Canais de Software
Meus, Meus Canais
pacotes, Detalhes de Canal de Software ⇒ Pacotes
Populares, Canais Populares
Red Hat, Canais da Red Hat
todos, Todos os Canais
canais de software
detalhes, Detalhes de Canal de Software ⇒ Detalhes
Canais e Pacotes
Lista de Canais, Canais de Software
canal
configuração
criar, Canais de Configuração
canal base, Canais de Software
Canal de Ferramentas, Instalando o Red Hat Network Monitoring Daemon
canal filho, Canais de Software
Certificado Digital, Segurança, Controle de Qualidade e o Red Hat Network
certificados SSL
implantação, Implementando os Certificados SSL Cliente
chave de ativação, Chaves de Ativação
desabilitando, Administrando Chaves de Ativação
chave SSH, Instalando a chave SSH
chaves de ativação
criando, editando e deletando, Administrando Chaves de Ativação
deletando, Administrando Chaves de Ativação
editando, Administrando Chaves de Ativação
uso múltiplo, Utilizando Chaves de Ativação Múltiplas de uma só vez
Cobbler, Cobbler
cobbler , Cobbler
comandos remotos
emitir, Invocando Comandos
habilitar, Habilitando Comandos
configuração
ações, Configuração
Agendar, Configuração
arquivos, Configuração
canal
criar, Canais de Configuração
conta
desativar, Desativação de Conta (Account Deactivation)
conta de usuário, Registrando uma Conta de Usuário
criar
configuração
canal, Canais de Configuração

E

endereço de email
alterar, Alterar E-mail
mudar, Lista de Usuário ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuário ⇒ Detalhes
endereços
alterar, Endereços
Errata, Errata
aplicáveis, Detalhes de Sistema ⇒ Software ⇒ Errata
Busca Avançada, Busca Avançada
Errata Relevant, Erratas Relevantes
Todas Erratas, Todas Erratas
EUS (ver Suporte de Atualização Estendido)

G

garantia de qualidade
visão geral, Segurança, Controle de Qualidade e o Red Hat Network
Geral
probes, Geral
Programa Remoto, General::Remote Program (Geral::Programa Remoto)
Programa Remoto com Dados, General::Remote Program with Data (Geral::Programa Remoto com Dados)
TCP Check, General::TCP Check
Tempo de atividade (SNMP), General::Uptime (SNMP)
UDP Check, General::UDP Check
Verificação SNMP, General::SNMP Check
Gerenciador do Conjunto de Sistemas, Gerenciador do Conjunto de Sistemas
gerenciamento de configuração
preparação do sistema, Preparando Sistemas para Gerenciamento de Configuração
Gerenciamento de Configuração
ferramentas de linha de comando, Ferramentas de Administração de Configuração na Linha de Comandos
GNU Privacy Guard, Segurança, Controle de Qualidade e o Red Hat Network
grupo de sistema, Grupos de Sistemas
adicionar ou remover, Adicionar e Remover Sistemas de Grupos (Adding and Removing Systems in Groups)
criar, Criando Grupos (Creating Groups)
deletar, Detalhes do Grupo de Sistema ⇒ Detalhes (Details)
editar detalhes, Detalhes do Grupo de Sistema ⇒ Detalhes (Details)
lista de, Grupos de Sistemas
ver detalhes, Detalhes do Grupo de Sistemas
Grupos de Sistema
atribuindo e removendo, Detalhes de Sistema ⇒ Eventos
Lista de Grupos de Sistema, Grupos de Sistemas
grupos de sistema
aderindo e saindo, Detalhes de Sistema ⇒ Eventos
guia de referencia
introdução ao, Introdução ao Guia
guia de referência
relatórios de erros, Envie-nos seu Feedback

I

Ícones de Alerta de Erratas
explicação de, Ícones dos Alertas de Erratas
informação personalizada
sobre sistemas, Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Proxy
instalação de pacote
agendada, Notificações de Erratas e Instalações de Pacote Agendadas
interface de programação de aplicativo (API)
API, Acesso ao RHN API

K

kickstart
explicado, O Kickstart Explicado
Koan, Cobbler
koan, Cobbler

L

Linux
Carga, Linux:Load (Linux::Carga)
Conexões TCP por Estado, Linux::TCP Connections by State (Linux::Conexões TCP por Estado)
Contagem Total de Processos, Linux::Process Count Total (Linux::Contagem Total de Processos)
Estado de Contagem de Processo, Linux::Process Counts by State (Linux::Contagem de Processos por Estado)
Inodes, Linux::Inodes
Memória Virtual, Linux::Virtual Memory (Linux::Memória Virtual)
probes
nocpulse, Linux
Processos em Execução, Linux::Process Running (Linux::Processo em Andamento)
Produtividade ES de Disco, Linux::Disk IO Throughput (Linux::Produção de E/S do Disco )
Saúde de Processos, Linux::Process Health (Linux::Saúde dos Processos)
Swap Usage, Linux::Swap Usage (Linux::Uso de Swap)
Tráfego de Interface, Linux::Interface Traffic (Linux::Tráfego da Interface)
Uso de CPU, Linux::CPU Usage (Linux::Utilização do CPU)
Uso de Disco, Linux::Disk Usage (Linux::Uso do Disco )
Uso de Memória, Linux::Memory Usage (Linux::Uso da Memória)
Usuários, Linux::Users (Linux::Usuários)
Lista de Canais , Canais de Software
lista de grupo de sistema
estado, Grupos de Sistemas
Lista de Navegação
explicação da, Listas
lista de pacotes
Atualizando no Servidor, Detalhes de Sistema ⇒ Software ⇒ Pacotes
lista de probe
WebLogic
JDBC Connection Pool, BEA WebLogic::JDBC Connection Pool
lista de probes
Apache
Processos, Apache::Processos
Tráfego, Apache::Traffic
Uptime, Apache::Uptime
Geral
Programa Remoto, General::Remote Program (Geral::Programa Remoto)
Programa Remoto com Dados, General::Remote Program with Data (Geral::Programa Remoto com Dados)
TCP Check, General::TCP Check
Tempo de atividade (SNMP), General::Uptime (SNMP)
UDP Check, General::UDP Check
Verificação SNMP, General::SNMP Check
Linux
Carga, Linux:Load (Linux::Carga)
Conexões TCP por Estado, Linux::TCP Connections by State (Linux::Conexões TCP por Estado)
Contagem de Processo por Estado, Linux::Process Counts by State (Linux::Contagem de Processos por Estado)
Contagem de Processo Total, Linux::Process Count Total (Linux::Contagem Total de Processos)
Memória Virtual, Linux::Virtual Memory (Linux::Memória Virtual)
Processos em Execução, Linux::Process Running (Linux::Processo em Andamento)
Produtividade ES de Disco, Linux::Disk IO Throughput (Linux::Produção de E/S do Disco )
Sáude dos Processos, Linux::Process Health (Linux::Saúde dos Processos)
Tráfego de Interface, Linux::Interface Traffic (Linux::Tráfego da Interface)
Uso de CPU, Linux::CPU Usage (Linux::Utilização do CPU)
Uso de Disco, Linux::Disk Usage (Linux::Uso do Disco )
Uso de Swap, Linux::Swap Usage (Linux::Uso de Swap)
Usuários, Linux::Users (Linux::Usuários)
LogAgent
Correspondência de Padrão em Registros, LogAgent::Log Pattern Match (LogAgent::Correspondência de Padrões em Registros)
Tamanho do Registro, LogAgent::Log Size (LogAgent::Tamanho do Registro)
MySQL
Segmentos Rodando, MySQL::Threads Running
Oracle
Bloqueio de Sessões, Oracle::Blocking Sessions
Bloqueios, Oracle::Locks
Buffer Cache, Oracle::Buffer Cache
Conectividade do Cliente, Oracle::Client Connectivity (Oracle::Conectividade do Cliente)
Data Dictionary Cache, Oracle::Data Dictionary Cache
Disponibilidade, Oracle::Availability
Extenções do Índice, Oracle::Index Extents
Extensões de Tabela, Oracle::Table Extents
Library Cache, Oracle::Library Cache
Redo Log, Oracle::Redo Log
Sessões Ativas, Oracle::Active Sessions
TNS Ping, Oracle::TNS Ping
Uso do Espaço da Tabela, Oracle::Tablespace Usage
RHN Satellite
Carga, RHN Satellite ::Load
Contagem de Probes, RHN Satellite ::Probe Count
Contagem de Processos, RHN Satellite ::Process Counts
Espaço em Disco, RHN Satellite ::Disk Space
Latência, RHN Satellite ::Latency
Processos, RHN Satellite ::Processes
Processos em Execução, RHN Satellite ::Process Running
Saúde dos Processos, RHN Satellite ::Process Health
Swap, RHN Satellite ::Swap
Tempo de Execução, RHN Satellite ::Execution Time
Tráfego de Interface, RHN Satellite ::Interface Traffic
Usuários, RHN Satellite ::Users
Serviço de Rede
IMAP Mail, Network Services::IMAP Mail
Serviços de Rede
Consulta de DNS, Network Services::DNS Lookup
FTP, Network Services::FTP
Mail Transfer (SMTP), Network Services::Mail Transfer (SMTP)
Ping, Network Services::Ping
Ping Remoto, Network Services::Remote Ping (Serviços de Rede::Ping Remoto)
POP Mail, Network Services::POP Mail
RPCService, Network Services::RPCService
Secure Web Server (HTTPS), Network Services::Secure Web Server (HTTPS)
SSH, Network Services::SSH
Web Server (HTTP), Network Services::Web Server (HTTP)
WebLogic
Estado do Servidor, BEA WebLogic::Server State
Executar Fila, BEA WebLogic::Execute Queue
Heap Free, BEA WebLogic::Heap Free
Servlet, BEA WebLogic::Servlet
lista de sistemas, A página "Sistemas"
estado, A página "Sistemas"
LogAgent
Correspondência de Padrões em Registro, LogAgent::Log Pattern Match (LogAgent::Correspondência de Padrões em Registros)
probes
nocpulse, LogAgent
Tamanho do Registro, LogAgent::Log Size (LogAgent::Tamanho do Registro)

M

macros
dentro dos Arquivos de Confiuração
interpolação, Incluindo Macros em seus Arquivos de Configuração
Management
módulo de nível de serviço, O Módulo Management
módulo de níveis de serviço
Atualização, O módulo Update
Management, O Módulo Management
Monitoramento, O módulo Monitoring
Provisionamento, O módulo Provisioning
Monitoramento
Crítico, Status do Probe ⇒ Critico
Desconhecido, Status do Probe ⇒Desconhecido
Estado, Estado de detecção
Estado Atual, Estado Atual
módulo de nível de suporte, O módulo Monitoring
Notificação, Notificação
OK, Status do Probe ⇒ OK
Pendente, Status do Probe ⇒ Pendente
pré-requisitos, Pré-requisitos
Todos, Status do Probe ⇒ Todos
monitoramento
lista de probes, Probes
Monitoramento scout , Monitoramento (Monitoring)
Monitoring, Monitoring
Aviso, Status do Probe ⇒ Warning
Configuração Geral, Config Geral
Scout Config Push, Forçar Agente de Configuração
MySQL , mysql pacote
Acessibilidade do Banco de Dados, MySQL::Database Accessibility
probes, MySQL 3.23 - 3.33
Tabelas Abertas, MySQL::Opened Tables, MySQL::Open Tables
Taxa de Pedidos, MySQL::Query Rate
mysql package, mysql pacote

N

navegação, Navegação
notas
sobre os sistemas, Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Notas
Notificação
filtro, Config Geral
Notificações
Monitoramento, Notificações
notificações
criando métodos, Criando Métodos de Notificação
deletando métodos, Apagando Métodos de Notificação
filtrando, Filtrando Notificações
recebendo, Recebendo Notificações
redirecionando, Redirecionando Notificações
Notificações de errata
atualizações automáticas, Notificações de Erratas e Instalações de Pacote Agendadas

O

O Direito ao Serviço "Monitoring"
introdução, Monitoramento (Monitoring)
Oracle
Bloqueio, Oracle::Locks
Bloqueio de Sessões, Oracle::Blocking Sessions
Buffer Cache, Oracle::Buffer Cache
Conectividade do Cliente, Oracle::Client Connectivity (Oracle::Conectividade do Cliente)
Data Dictionary Cache, Oracle::Data Dictionary Cache
Disponibilidade, Oracle::Availability
Extensões de Tabela, Oracle::Table Extents
Extensões do Índice, Oracle::Index Extents
Library Cache, Oracle::Library Cache
Ping do TNS, Oracle::TNS Ping
probes, Oracle 8i, 9i, 10g, and 11g
Proporção da Ordem do Disco, Oracle::Disk Sort Ratio
Registro Redo, Oracle::Redo Log
Sessões Ativas, Oracle::Active Sessions
Sessões Ociosas, Oracle::Idle Sessions
Uso do Espaço da Tabela, Oracle::Tablespace Usage

P

pacotes
filtros, Detalhes de Canal de Software ⇒ Pacotes
pacotes da Red Hat
para UNIX, Baixando e Instalando os Pacotes Adicionais.
perfil de hardware
Atualizando no servidor, Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Hardware
Perfil de Sistema
Atualizando lista de pacotes, Detalhes de Sistema ⇒ Software ⇒ Pacotes
Atualizando perfil de hardware, Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Hardware
Informação Personalizada, Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Proxy
Notas, Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Notas
Perfil do Sistema, Registrando um Perfil de Sistema (System Profile)
Atualizando Propriedades, Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Propriedades
Reativação, Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Satellite
plista de probes
Linux
Inodes, Linux::Inodes
port 22, Configurando o SSH
port 4545, Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd)
Posto de Ajuda, A página "Help"
prefereências
localidade, Preferências de Localidade (Locale Preferences)
preferências
alterar, A página "Suas Preferências"
língua, Preferências de Localidade (Locale Preferences)
prlista probes
Linux
Uso de Memória, Linux::Memory Usage (Linux::Uso da Memória)
probe
diretrizes, Diretrizes das Probes
probe list
MySQL
Acessibilidade do Banco de Dados, MySQL::Database Accessibility
Query Rate, MySQL::Query Rate
Tabelas Abertas, MySQL::Opened Tables, MySQL::Open Tables
Oracle
Relação de Ordem de Disco, Oracle::Disk Sort Ratio
Sessões Ociosas, Oracle::Idle Sessions
Probes
Monitoramento, Probes (detecções)
probes
Apache, Apache 1.3.x e 2.0.x
Geral, Geral
gerenciando, Administrando probes
limites, Estabelecendo Limites
Linux, Linux
LogAgent
nocpulse, LogAgent
MySQL, MySQL 3.23 - 3.33
no Servidor RHN, Monitorando o Servidor RHN
Oracle, Oracle 8i, 9i, 10g, and 11g
RHN Satellite , RHN Satellite
Serviços de Rede, Network Services
WebLogic, BEA WebLogic 6.x e mais recente
Provisionamento
módulo de nível de serviço, O módulo Provisioning
proxy server
with RHN Registration Client, Configurando o RHN Registration Client

R

reativando
sistemas, Detalhes de Sistema ⇒ Detalhes ⇒ Satellite
Red Hat Enterprise Linux
rhn_register, O cliente rhn_register
Red Hat Network
componentes
primário, Visão Geral do Red Hat Network
uma introdução ao, Visão Geral do Red Hat Network
Red Hat Network Configuration Client
rhncfg-client , Red Hat Network Cliente de Configuração (Red Hat Network Configuration Client)
Red Hat Network Configuration Manager
rhncfg-manager , Red Hat Network Configuration Manager
Red Hat Network Controle de Ações (Red Hat Network Actions Control)
rhn-actions-control , Red Hat Network Actions Control
Red Hat Network Daemon
descrição inicial, Visão Geral do Red Hat Network
usando para aplicar Atualizações de Errata, Aplicar Atualizações de Errata
Red Hat Network Monitoring Daemon
(rhnmd) monitoramento daemon, Red Hat Network Monitoring Daemon (rhnmd)
instalação, Instalando o Red Hat Network Monitoring Daemon
instalando SSH key , Instalando a chave SSH
probes requerendo o daemon, Probes que requerem o daemon
Red Hat Network monitoring daemon
usando sshd ao invés, Configurando o SSH
Red Hat Network Registration Client
descrição inicial, Visão Geral do Red Hat Network
Red Hat packages
instalando, Baixando e Instalando os Pacotes Adicionais.
Red Hat Update Agent (up2date)
descrição inicial, Visão Geral do Red Hat Network
Registrao
nome de usuário, Registrando uma Conta de Usuário
Registro, RHN Registration Client
através da Web, Autenticação no Site do RHN
com chave de ativação, Chaves de Ativação
com um servidor proxy, Configurando o RHN Registration Client
como parte de uma organização, Registrando uma Conta de Usuário
Configuração, Configurando o RHN Registration Client
Lista de Pacotes RPMs, Perfil de Software do Sistema
modo texto, Cliente de Registro do RHN em Modo Texto
Notificação de Email, Registrando uma Conta de Usuário
Perfil de Hardware do Sistema, Perfil de Hardware do Sistema
Perfil de Sistema, Registrando uma Conta de Usuário, Registrando um Perfil de Sistema (System Profile)
Perfil de Software de Sistema, Perfil de Software do Sistema
Senha, Registrando uma Conta de Usuário
remover
usuário ( RHN Satellite somente), Lista de Usuário ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuário
Resolução de Problemas
Monitoramento, Resolução de Problemas (Troubleshooting)
RHN Satellite
Carga, RHN Satellite ::Load
Contagem de Probes, RHN Satellite ::Probe Count
Contagem de Processos, RHN Satellite ::Process Counts
Espaço de Disco, RHN Satellite ::Disk Space
Latência, RHN Satellite ::Latency
probes, RHN Satellite
Processos, RHN Satellite ::Processes
Processos em Execução, RHN Satellite ::Process Running
Saúde dos Processos, RHN Satellite ::Process Health
Swap, RHN Satellite ::Swap
Tempo de Execução, RHN Satellite ::Execution Time
Tráfego da Interface, RHN Satellite ::Interface Traffic
Usuários, RHN Satellite ::Users
RHN website
descrição inicial, Visão Geral do Red Hat Network
rhn-catalog
resolução de problemas com, Examinando Probes com rhn-catalog
rhn-runprobe
opções, Visualizando o output de rhn-runprobe
resolução de problemas com, Visualizando o output de rhn-runprobe
rhnmd daemon, Instalando o Red Hat Network Monitoring Daemon
rhnreg_ks , Chaves de Ativação
rhn_register (ver Registro)
descrição completa, O cliente rhn_register

S

Satellite Administrator, Lista de Usuário ⇒ Ativo ⇒ Detalhes de Usuário ⇒ Detalhes
Scout Config Push , Monitoramento (Monitoring)
Secure Sockets Layer, Segurança, Controle de Qualidade e o Red Hat Network
segurança
visão geral, Segurança, Controle de Qualidade e o Red Hat Network
senha
alterar, A página "Sua Conta"
Serviço de Rede
IMAP Mail, Network Services::IMAP Mail
Ping, Network Services::Ping
Serviço de Redes
FTP, Network Services::FTP
Serviços de Rede
Consulta de DNS, Network Services::DNS Lookup
Mail Transfer (SMTP), Network Services::Mail Transfer (SMTP)
Ping Remoto, Network Services::Remote Ping (Serviços de Rede::Ping Remoto)
POP Mail, Network Services::POP Mail
probes, Network Services
RPCService, Network Services::RPCService
Secure Web Server (HTTPS), Network Services::Secure Web Server (HTTPS)
SSH, Network Services::SSH
Web Server (HTTP), Network Services::Web Server (HTTP)
sistemas
autorizando, Gerenciamento de Subscrições (Subscription Management)
busca, Busca Avançada
deletando, Detalhes do Sistema (System Details) ⇒ Detalhes (Details)
ver detalhes para, Detalhes do Sistema (System Details)
visão geral, Visão Geral
vizualizar uma lista de, A página "Sistemas"
Sistemas
Busca Avançada, Busca Avançada
Detalhes de Sistema, Detalhes do Sistema (System Details)
Direitos, Gerenciamento de Subscrições (Subscription Management)
Lista de Sistemas, A página "Sistemas"
Visão Geral do Sistema, Visão Geral
sistemas clientes
atualizando, Obtendo Atualizações
configurando, Configurando clientes
registro, Registrando Sistemas Unix
Sistemas Selecionados
explicação de, Sistemas Selecionados
Software
Busca de Pacote, Busca de Pacotes
Lista de Canais
Detalhes de Canal, Detalhes Canais de Software
software
buscar, Busca de Pacotes
SSH, Configurando o SSH
sshd , Configurando o SSH
SSL
configurando, Configurando clientes
Suporte de Atualização Estendido, Extended Update Support (Suporte de Atualização Estendido - EUS)

V

variantes UNIX (ver suportadas)
variáveis
macros
em arquivos de configuração, Incluindo Macros em seus Arquivos de Configuração
Visão Geral, A página de Visão Geral do RHN
Ajuda, A página "Help"
Desativação de Conta, Desativação de Conta (Account Deactivation)
Email, Alterar E-mail
Endereços, Endereços
Sua Conta, A página "Sua Conta"
Suas Preferências, A página "Suas Preferências"
visão geral do site, Categorias e Páginas

W

WebLogic
Estado do Servidor, BEA WebLogic::Server State
Execute Queue, BEA WebLogic::Execute Queue
Heap Free, BEA WebLogic::Heap Free
JDBC Connection Pool, BEA WebLogic::JDBC Connection Pool
probes, BEA WebLogic 6.x e mais recente
Servlet, BEA WebLogic::Servlet
website, The Red Hat Network Website
Agendamento, Agendamento (Schedule)
Ajuda, A página "Help"
autenticando-se, Autenticação no Site do RHN
barra de navegação, Navegação
Busca Avançada, Busca Avançada
Busca de Erratas, Busca Avançada
Busca de Software, Busca de Pacotes
Canais, Canais
chaves de ativação, Chaves de Ativação
Detalhes de Canais de Software, Detalhes Canais de Software
Detalhes de Sistema, Detalhes do Sistema (System Details)
Direitos do Sistemas, Gerenciamento de Subscrições (Subscription Management)
Errata, Errata
Errata Relevante, Erratas Relevantes
Grupos de Sistemas, Grupos de Sistemas
informação de sistemas personalizados, Informações Personalizadas de Sistema
língua, Preferências de Localidade (Locale Preferences)
Lista de Canais, Canais de Software
Lista de Grupo de Sistema, Grupos de Sistemas
Lista de Sistemas, A página "Sistemas"
localidade, Preferências de Localidade (Locale Preferences)
Monitoring, Monitoring
perfis armazenados, Perfis Armazenados
Sistemas, Sistemas
Sua Conta, A página "Sua Conta"
Todas Erratas, Todas Erratas
Usuários, Usuários
visão geral, Navegação
Visão Geral, A página de Visão Geral do RHN
Visão Geral do Sistema, Visão Geral

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